Governo de PE

22/09


2006

Heloisa: Saída de Berzoini é manobra eleitoreira

 A candidata à Presidência Heloísa Helena (PSOL) afirmou hoje que a saída do presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, da coordenação da campanha de Lula à reeleição é uma ''manobra eleitoreira''. Para ela, o objetivo dessa ''estratégia'' é ''isentar qualquer discussão'' sobre a compra de um dossiê por petistas contra tucanos.

Para a candidata, não há dúvidas de que o presidente Lula sabia da compra do dossiê, principalmente depois da entrevista que ele deu hoje ao ''Bom Dia Brasil'', na TV Globo.

''Não tenho dúvida de que um esquema como esse seria impossível de ser montado, como os mensaleiros, os sanguessugas, os dólares no vestuário masculino, os milhões de dólares para pagar o publicitário dele, seria impossível sem a participação do presidente'', disse, antes de iniciar uma passeata pelo centro de Fortaleza.

Heloísa Helena afirmou que é inadmissível não ser revelada a origem do dinheiro que seria usado para a compra do dossiê, R$ 1,7 milhão. ''Só não se sabe a origem de dinheiro em espécie, sejam reais ou dólares, do narcotráfico, do crime organizado, ou da liberação dos cofres públicos a ser receptada por alguém.'' (Folha Online)


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Prefeitura do cabo

22/09


2006

Ciro Gomes ataca políticos paulistas

 O ex-ministro Ciro Gomes (PSB-CE) criticou hoje os políticos paulistas ao falar do caso da compra de um dossiê por petistas de São Paulo. ''O nosso país tem pago um preço que não merecia pagar pelo provincianismo, às vezes, como neste caso, inescrupuloso, da política local de São Paulo. Eu penso isso mesmo. Não digo de todos, mas de quase todos os protagonistas da política paulista conjuntural'', disse Ciro.

Integrante da coordenação da campanha do presidente Lula à reeleição, Ciro chamou os petistas que até apareceram por envolvimento no caso de ''aprendizes de mafiosos avizinhados ao PT, que, replicando a mesma falta de escrúpulos dos seus adversários, entraram nessa trama''.

Para Ciro, desde o início do escândalo dos sanguessugas, havia a informação de que tudo começara ainda no governo FHC, quando o candidato do PSDB em São Paulo, José Serra, era ministro da Saúde. Com o ''vazamento'' dessa informação, os tais ''aprendizes de mafiosos'' entraram na trama.

''O presidente Lula, nisso tudo, é o único prejudicado, ou que pode ser, porque, não passa pela cabeça de nenhum brasileiro inteligente que o presidente da República, a 10 dias das eleições, ou 12, ou 15, liderando as pesquisas com 11 pontos de revanche sobre a soma de seus adversários, fosse operar, permitir, autorizar, aceitar ou tolerar um expediente dessa natureza, que só tem a ver com a tentativa de produzir marola nas eleições paroquiais de São Paulo.''

Ciro falou em entrevista em seu comitê de campanha a deputado federal, em Fortaleza.

Ele chamou os jornalistas para responder a um ataque feito pelo candidato a governador José Maria de Melo (PL), que colocou, em sua propaganda eleitoral, a denúncia de que Ciro gastou em 1991, quando era governador do Estado, mais de US$ 900 mil com a contratação de uma só pesquisa, e que o dinheiro teria ido parar nas mãos de seu irmão caçula, Ivo Gomes (PSB), que assinava como procurador da empresa contratada para fazer a tal pesquisa.

Com documentos a reprodução, em papel, de toda a propaganda do candidato do PL, Ciro demonstrou que os papéis exibidos não tinham vínculo e que nem os valores eram reais. (Folha Online)


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Comentários

A condição de aprendiz, e estarem sistemáticos em mostrar à população do Brasil, quem são: Serra e Alckmin, fizeram essas besteiras, que terão que pagar, porém o mais importante é saber que SERRA e ALCKMIN estão envolvidos ectem que estarem de fora que qualquer processo eleitora até se explicarem.


Detran

22/09


2006

TSE garante candidaturas em Rondônia

 O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) usou o julgamento que acatou a candidatura a deputado federal de Eurico Miranda (PP) para acatar também as candidaturas de Melkisedek Donadon (PMDB) a senador por Rondônia e de Marcos Antônio Donadon (PMDB) a deputado estadual.

Nos dois casos, as candidaturas haviam sido deferidas pelo TRE-RO (Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia), mas foram contestadas pela Procuradoria Regional Eleitoral, que recorreu ao TSE para tentar cassar os registros. De acordo com o TSE, a Procuradoria alegou nos dois recursos que os Donadon teriam vida pregressa incompatível com o exercício de um mandato eletivo.

De acordo com o TSE, prevaleceu a norma, prevista na Lei das Inelegibilidades, que só prevê que um candidato seja considerado inelegível em casos nos quais hajam sentenças transitadas em julgado e nas quais não caibam mais recursos.

Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco da Gama, também teve o registro da candidatura contestado por responder a sete processos na Justiça, mas teve a candidatura confirmada pelo TSE com base na Lei das Inelegibilidades.


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Magno coloca pimenta folha

22/09


2006

Alckmin sobe o tom: Compara Lula a ladrão de carros

 O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, comparou nesta quinta-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, a um ladrão de carro. Mesmo negando, nesta reta final de campanha eleitoral, o tucano aumentou de modo sensível o tom das críticas ao petista e aos escândalos de corrupção do governo. A bola da vez é a crise do dossiê.

A comparação desfavorável a Lula foi uma resposta direta ao argumento de que o presidente não teria nada a ganhar com a divulgação do tal dossiê, uma vez que este prejudicaria a campanha e a imagem do candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra.

''Ladrão de carro quando é pego fala: ''poxa, mas não precisava disso''. Mas por que roubou? Roubou porque achava que não iria ser pego'', disse Alckmin nesta manhã, logo após conceder uma entrevista à rádio CBN.

O tucano, no entanto, negou que esteja adotando uma estratégia mais ofensiva com a proximidade do pleito. ''Nós estamos desde o início falando direto ao povo brasileiro'', afirmou.

Ele defende que, com relação ao episódio do dossiê, está apenas ressaltando a reincidência de envolvimento do PT e do governo federal em escândalos de corrupção. E que considera impossível o presidente manter a postura de que não estava ciente de nada.

''Não é possível essa história de que o presidente: ''olha, eu não sei de nada, não ouvi nada, não sabia de nada''. Ninguém mais acredita nisso. Há uma corrosão na credibilidade do presidente da República'', afirmou o ex-governador de São Paulo.

Apesar das críticas, Alckmin disse que não havia mais momento para um pedido de impeachment --ele achava que isso era possivel na época do escândalo do mensalão-- e evitou falar sobre uma possível impugnação da candidatura de Lula. ''A punição é depois, a primeira tarefa é descobrir de onde veio o dinheiro'', esquivou-se.

Ao término da entrevista, Alckmin foi a uma padaria tomar um café, onde conversou de forma descontraída com os jornalistas e reafirmou sua convicção de que terá segundo turno na disputa presidencial. Em seguida, entrou em uma farmácia e se pesou, constatando que emagreceu 2 kg desde o início da campanha --de 74 kg para 72 kg.

A assessoria de campanha do presidente Lula informou que ele estava, às 10h20, concedendo uma entrevista coletiva em Brasília e, por isso, não poderia ser contatado para dizer se iria ou não comentar a fala do tucano. (Folha Online)


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Comentários

LandRover

Não há saída moral para a crise do dossiê. Deposição de Lula Já!

Respeite o presidente do povo, seu chuchuzeiro safado, você tem envergadura moral para dizer isso do presidente e futuro presidente, Lula, lave a sua boca para falar do Lula. O nossa caixa de São Paulo está aí para que você se justifique.

Paulin de Caruaru.

A esperança, é uma fração da classe média porque o povão tá blindado como nunca se viu neste país.Tenho que reconhecer,este Lula é um fenômeno.Estamos longe de ser um país decente...



21/09


2006

TSE recolhe propaganda de Epitácio Cafeteira e Lula

 O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou a apreensão de material de campanha do candidato ao Senado pelo PTB no Maranhão, Epitácio Cafeteira, que promovia a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT.

A decisão de apreender o material já havia sido determinada pelo ministro do tribunal Ari Pargendler no último dia 6 e foi confirmada hoje pelo plenário do TSE.

A denúncia contra Cafeteira foi encaminhada à Justiça Eleitoral pelo candidato ao governo do Maranhão pelo PSB, Aderson Lago. Segundo o TSE, Lago também alega na denúncia que Cafeteira teria feito propaganda de Lula no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV.

De acordo com o TSE, a coligação que apoia a candidatura de Lula alega que pediu para ser excluída do processo porque não teria autorizado o uso da imagem do candidato petista na propaganda de Cafeteira.

Segundo o tribunal, independente de autorização, os representados na propaganda foram beneficiários.


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Prefeitura de Limoeiro

21/09


2006

Dossiê Serra: Lula se defende no guia eleitoral

 Não teve como evitar o assunto. Na propaganda eleitoral desta noite, o presidente da República e candidato do PT à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, não teve outro jeito senão se defender das acusações de envolvimento na compra do dossiê anti-tucanos.

Disse que nunca fugiu de suas responsabilidades e que "sempre que soube de malfeitos", mandou "apurar com vigor". Anunciou sua decisão de afastar seu coordenador de campanha, o deputado Ricardo Berzoini, "mesmo sabendo" que ele não tinha "envolvimento direto" com a compra do dossiê.

O petista disse ainda que "nunca se apurou e puniu" tanto quanto em seu governo e que não podia admitir que se diga que a corrupção aumentou em seu governo. "O que aumentou foi o combate à corrupção", afirmou.

Mais uma vez, Lula apelou ao emocional: "Como ser humano, sofro e me decepciono quando fico sabendo que pessoas que conheço se envolveram em irregularidades."

No fim do programa, exibiu seu discurso na ONU e mostrou a cerimônia de premiação em que recebeu o título de estadista do ano.

O petista também teve direito de resposta no já curto programa de José Maria Eymael. Durante a emissão, criticou o candidato do PSDC por chamar o bolsa família de chantagem, pois, graças ao programa, muito brasileiros hoje fazem três refeições por dia.

Porém, os ataques da oposição foram fortes. Os tucanos, pivôs do episódio do dossiê, não deixaram barato. Até o mais sereno deles, Geraldo Alckmin, que sempre foi tão comedido nos ataques ao principal adversário, resolveu falar, com a própria voz de todas as conexões que podem vir a envolver o presidente.

Alckmin citou todos os envolvidos neste escândalo e fez questão de relembrar outros, como Valdomiro Diniz, José Dirceu, Antonio Palocci, Luiz Gushiken, entre outros.

"E importante que você saiba o que está acontecendo. Porque é o seu voto que está em jogo", dizia Alckmin, que também perguntava: "Como não sabe, se todos os eram ligados diretamente a ele?"

Depois de mostrar, por meio de computação gráfica, a proximidade entre as salas de Freud Godoy e a da Presidência, o candidato tucano atacou: "Que presidente é esse, que não sabia de nada? O presidente tem obrigação de saber que se passa ao seu redor."

Por fim, Alckmin apelou ao eleitor que mude de candidato. "Não é possível que o Brasil vá se acostumar com mais esse escândalo", completou.

Mais ataques

O programa de hoje foi oportunidade para que os outros dois candidatos Heloísa Helena (PSOL) e Cristovam Buarque (PDT) atacarem o PT e o PSDB.

A senadora abriu sua emissão dizendo: "O que era ruim ficou ainda pior." Citou a cosa do dossiê, mas não se furtou a isentar o PSDB, dizendo que a máfia das ambulâncias começou no governo FHC. Encerrou afirmando que o Brasil não precisa ter de escolher entre o ruim e o pior.

Buarque falou que a política brasileira "está cada vez mais corrompida" e que "os corruptos querem fazer o povo acreditar que todos os políticos são iguais a eles".

"Meu candidato a vice, Jefferson Peres, é político e é honesto", disse o ex-ministro da Educação.

Logo depois, Peres discursou pedindo ao eleitor que fizesse uma tomada de consciência e não votassem nos desonestos que os enganaram, pois, se o fizerem, "pais e mães eleitores estarão ensinando a seus filhos que eles devem ser assim", desonestos. (Folha Online)


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Comentários

Paulin de Caruaru.

O bom da democracia é isso.Se o povo quer, Lula mais 4 anos.É uma pena,mas é melhor do que uma Cuba.Nós que temos o privilégio de ter saúde,educação,segurança particular,que dependempos pouco do Estado, só temos a lamentar,mas seja feita a vontade de Raimundo e do povo.Aguardemos a última semana...

Hélio noronha

NOVE!!! FALTAM SÓ NOVE DIAS!!!


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21/09


2006

Urna proibida vendida pela Internet em Pernambuco

Prática considerada irregular pela Justiça Eleitoral, a comercialização de urnas-simulacro é feita livremente em site da Internet. No site http://www.kitvotocerto.com.br são vendidas urnas feitas em papelão “nas mesmas dimensões e aparência da urna oficial”, diz texto da página eletrônica, que contém foto. O site diz ainda que por não apresentar “dispositivo eletrônico”, a urna de papelão “não fere a Lei Eleitoral”. No entanto, o procurador-eleitoral de Pernambuco, Fernando José de Araújo Ferreira, nega a afirmação. Segundo ele, o uso de urnas-simulacro só é autorizado pela Justiça Eleitoral e apenas para fins didáticos, com o uso de números não relacionados a candidatos reais. Informações da Agência Nordeste.


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21/09


2006

Dossiê entregue pela Justiça à CPI das sanguessugas

A Justiça Federal de Mato Grosso autorizou o envio à CPI das Sanguessugas de todo o material apreendido pela Polícia Federal na investigação do dossiêgate. A ordem foi expedida pelo juiz Marcos Tavares. Ele atendeu a um pedido formulado em ofício do presidente da CPI, Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ).

 

De posse do material, a CPI incluirá no rol de investigados José Serra e Barjas Negri, ex-ministros da Saúde na gestão Fernando Henrique Cardoso. Por ora, estavam sendo apurados apenas fatos relacionados às gestões do petista Humberto Costa e do peemedebista Saraiva Felipe, que comandaram a pasta da Saúde na gestão Lula.

 

Serão encaminhadas à CPI todas as peças que compõem o dossiê levado ao balcão pelo empresário Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam e chefão da máfia das sanguessugas. O material foi apreendido na última sexta-feira, antes de ser comercializado com emissários petistas por R$ 1,7 milhão.

 

Há no dossiê antitucanato seis fotos, uma agenda, uma fita de vídeo e um DVD. As imagens mostram políticos do PSDB ao lado de congressistas que estão sendo processados no Conselho de Ética por terem supostamente trocado emendas ao orçamento por propinas pagas pela Planam. A fita e o DVD contêm cenas de uma cerimônia de entrega de 41 ambulâncias, em 2001, com a presença do então ministro José Serra. Deu-se em Cuiabá, num galpão da Planam.

 

Duas das fotos exibem imagens do presidenciável tucano Geraldo Alckmin. Para o comitê tucano, a inclusão dessas fotos no dossiê evidencia a tentativa de interferir no processo eleitoral de modo espúrio. Diferentemente do que se tentou propagar, Alckmin não esteve em Cuiabá. As fotos foram tiradas em março de 2004, durante o 48º Congresso Estadual dos Municípios paulistas, em Campos do Jordão (SP). É uma solenidade à qual os governadores de São Paulo comparecem rotineiramente. De resto, enquanto governou São Paulo, Alckmin jamais adquiriu ambulâncias da Planam. Ele as comprava diretamente das montadoras, por meio de pregões eletrônicos

 

Além do pedido à Justiça, Biscaia enviou ofícios também à direção da Polícia Federal e ao Ministério Público. O procurador da República Mario Lucio Avelar, baseado em Cuiabá, vai remeter à CPI cópia da representação protocolada por Luiz Antonio Vedoin, na véspera da explosão do escândalo do dossiê.

 

No documento, Vedoin diz ter repassado recursos a Barjas Negri, sucessor de Serra no Ministério da Saúde, por meio de um empresário chamado Abel Pereira. Ele anexou à representação vários comprovantes bancários. Barjas nega que tenha mantido relacionamento monetário com Vedoin.

 

O procurador Mario Lucio, que acompanha também a investigação d tentativa de venda do dossiê, decidiu abrir um procedimento para dar curso à representação de Vedoin. Primeiro, deseja confirmar os repasses a Abel Pereira. Depois, quer saber por que ele recebeu dinheiro de Vedoin. Por último, deseja apurar se o empresário tem algum vínculo com Barjas Negri.

 

A análise dos documentos na CPI só será feita depois da eleição. Em reunião realizada no início da semana, a direção da comissão concluiu que, assim como a PF e o Ministério Público, terá de apurar os contornos do dossiêgate e, simultaneamente, as suspeitas de interferência da Planam também sobre a gestão do Ministério da Saúde no governo FHC.

 

O novo tom de Luiz Antonio Vedoin destoa de seus depoimentos anteriores. Inquirido pela Justiça, pelo Ministério Público e pela própria CPI das Sanguessugas, o dono da Planam sempre isentou Serra e Barjas Negri de participação no esquema de superfaturamento de ambulâncias. A assessoria de José Serra afirma que o empresário mudou o discurso porque foi instrumentalizado por uma “baixaria de campanha” patrocinada pelo PT. Sustenta que, na sua época, as liberações orçamentárias eram feitas automaticamente, sem nenhum tipo de interferência externa.(Do blog de Josias de Souza)


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