Congresso Nordestino de Educação Médica

07/09


2006

Ibope: Mendonça 36%, Humberto 25% e Eduardo 22%

Pesquisa do Ibope Rede Globo/Estadão em Pernambuco, que sai daqui a pouco no NE-TV segunda edição: Mendonça Filho 36%, Humberto Costa 25% e Eduardo Campos 22%. Sendo assim, o único candidato a governador que oscilou positivamente foi Eduardo, passando de 21% para 22%. Mendonça perdeu dois pontos e Humberto se manteve nos 25%.


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Comentários

REVERENDO

QUE BRIGA FEIA!

cristiano lins de amorim

NÃO SEI PORQUE ESTES INTITUTOS INSISTE EM COLOCAR EDUARDO EM TERCEIRO LUGAR GOSTARIA QUE ESTAS PESQUISA SE ESTENDESSE PELO ALTO SERTÃO PARA BEM LONGE DA CAPITAL ONDE ESTA A MAIORIA DOS VOTOS E VERIAM QUE AS COISAS NÃO SÃO BEM ASSIM (ISSO E INDUÇÃO DOS MENOS ESCLARECIDOS).

Quanto ao segundo turno, está cada vez mais consolidado, agora é só ultrapassar o Humberto para arrancar na reta final, e vencer o garupeiro, para efetivamente dar início ao desenvolvimento que Pernambuco precisa. É Lula lá e Eduardo cá.

guilherme alves

o pessoal da União ao reunir as lideranças e bases ontem demonstraram preocupação, principalmente o apelo/reconhecimento de Jarbas quanto a inviabilidade de Geraldo e todos centrarem forças para tentar ganhar no primeiro turno, senão é bronca.

José Carlos-Serra Talhada

esse resultado de pesquisa Ibope é o mais coerente, porque os demais são manipuladas, que mendonça está na frente isso é incontestável, mais a diferença não é a que os outros institutos mostram,concordo com o IBOPE


Governo de PE

07/09


2006

César Maia questiona modelo de pesquisas

 Em seu ex-blog, o prefeito do Rio, César Maia(PFL), fez o seguinte questionamento sobre pesquisa eleitoral: "Esse Ex-Blog tem uma dúvida! Os institutos que pesquisam simultaneamente presidente da república e governador pesquisam ambos no mesmo questionário? Ou seja primeiro perguntam em quem o eleitor votaria para presidente e depois para governador?

Se for assim pode haver um desvio a favor dos candidatos a governador cujos votos cruzem favoravelmente com o do candidato a presidente que lidera a pesquisa. O preciso seria pesquisar presidente e governador em entrevistas diferentes ! Por exemplo: no Estado do Rio, Cabral e Crivella ganham 3 pontos com isso".


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Prefeitura de Caruaru

07/09


2006

PT ameaça processar Heloísa Helena

 O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, informou que "serão tomadas as providências jurídicas cabíveis" em relação à candidata do PSOL à Presidência, senadora Heloísa Helena. Durante discurso de campanha no Rio, ela classificou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um "gângster que chefia uma organização criminosa, capaz de roubar, matar, caluniar e liquidar qualquer um que passe pela sua frente ameaçando o seu projeto de poder".

A afirmação da senadora provocou uma reação dura de Berzoini: "Ninguém pode se esconder atrás da imunidade parlamentar para caluniar e ofender a honra das pessoas, especialmente do presidente da República. Se a imunidade parlamentar é um direito constitucional, a honra também é".

O comitê de campanha do presidente Lula divulgou uma nota curta repudiando o discurso de Heloísa: "As declarações da candidata são uma atitude destemperada que demonstra o seu desequilíbrio, especialmente após a queda nas pesquisas. O departamento jurídico da campanha vai tomar as medidas cabíveis". As informnações são da Folha Online.


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Paulin de Caruaru.

Mas isso é mais que LÓGICO nobre senadora...

Vamos fazer essa senadora, provar essas afirmativas, acho que está indo longe demais, se o PT ficar inerte, começarei a achar que essa senhora tem razão.

Vamos fazer essa senadora, provar essas afirmativas, acho que está indo longe demais, se o PT ficar inerte, começarei a achar que essa senhora tem razão.

guilherme alves

Land, o FHC praticou barbaridades desde o início com o Proer( famoso pelo lobby de PH para o banco do sogro o Nacional -fraude contábil), compra de votos provada pra reeleição uns renunciaram, a famosa privataria que enricou meio mundo de gente, e o cheiro de chofre era forte. A caneta abortou tudo.

guilherme alves

O filme que HH adora é A gaiola das Louca. Face ao destempero dela as preferências que, a principio, estavam sendo direcionados para ela começa a refluir.Não tem postura para ser presidente do Brasil, ou quiçá prefeita de MAceió.


São João Petrolina

07/09


2006

Correndo o chapéu

O candidato à presidência da República pelo PCO, Rui Costa Pimenta, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter arrecadado, por meio do comitê financeiro nacional do partido, R$ 200 em recursos no mês de agosto.

Possivelmente teria arrecadado muito mais como pedinte numa esquina de qualquer grande cidade brasileira.

No outro extremo, na prestação de contas mensal, agora obrigatória, Geraldo Alckmin disse ter tido uma receita de R$ 21.000.295,00. Informação do blog de Tão Gomes Pinto.(Blig do Tão).


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Prefeitura de Gravatá

07/09


2006

Cristovam acusa Lula de pressionar TVs

 Ex-ministro da Educação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e candidato à Presidência pelo PDT, o senador Cristovam Buarque (DF) acusou o presidente, candidato à reeleição pelo PT, de pressionar emissoras de televisão para cancelar debates entre os candidatos ao Palácio do Planalto. O parlamentar disse ainda que, caso Lula seja reeleito, a democracia brasileira estará sob risco.

''Nós vivemos um risco de perder a democracia. Temos que despertar para isso. Democracia nunca chega de repente. Ela dá sinais. Ditadura também. Nunca chega de repente. Ela dá sinais'', disse. ''Tem candidato que já se considera eleito, desprezando e desrespeitando o eleitor, dizendo ''vocês já votaram em mim, eu já sou dono de vocês''''. 

Em uma caminhada pela orla de Copacabana, ele fez uma parada em frente ao prédio em que o ex-governador do Rio, Leonel Brizola morava, para lhe prestar uma homenagem. O candidato afirmou que ''se na bandeira do Brasil, em vez de Ordem e Progresso, estivesse escrito Educação e Progresso, todo brasileiro seria capaz de reconhecer a bandeira não só pelas cores''. Segundo a organização do evento, a passeata atraiu mais ou menos mil pessoas até o fim da manhã. Informações do Correioweb com Agência Estado.


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Paulin de Caruaru.

Mas isso é LÓGICO nobre senador...

guilherme alves

Na falta de argumentos, outro que começa a delirar.



07/09


2006

Eduardo: "No meu governo bandido vai para a cadeia"

 A falta de punição para os culpados pelo assassinato do vereador e radialista Jota Cândido (PDT), encontrado morto com 18 tiros, no dia 30 junho do ano passado, foi criticada duramente pelo candidato do PSB a governador de Pernambuco, Eduardo Campos, durante comício em Carpina na noite de ontem. Cândido foi o autor de um projeto de lei que combatia o nepotismo no município.


''No meu governo, bandido vai para a cadeia, sim! Vou reunir todas as forças policiais e do Poder Judiciário para que novas injustiças, como a morte desse homem de bem, não aconteçam, Carol'', afirmou, referindo-se à filha da vítima, Carolina Cândido, presente no comício realizado no Bairro de Santo Antônio. 


Além de pedir justiça no caso Jota Cândido, Eduardo detalhou propostas para a Mata Norte, diante do público de três mil pessoas: ''Vamos construir três novos hospitais nas entradas do Recife e um deles será levantado próximo ao TIP, para atender todos vocês dessa Região. O Chapéu de Palha, que matou a fome de muitos pais de família, também será resgatado'', disse Eduardo.


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Comentários

paulo

Como vamos fazer, entao , se o governador vai querer morar na cadeia.

Francisco Filho

FICA DIFICIL ACREDITAR NESSA AFIRMAÇÃO!

irania Olivia Benicio

Porque blog atrai gente do tipo de Cristiano?

cristiano lins de amorim

o mesmo que o seu canidato faz fora da cadeia

Edmar Lyra Cavalcanti Júnior

Então, se bandido vai pra cadeia ?? O que o "possível" Governador Eduardo Campos vai fazer fora dela ???


Asfaltos

07/09


2006

Caetano: "Não sou maluco para votar em Lula"

 "Não sou burro nem maluco", disse Caetano Veloso à Folha ao justificar sua decisão de não votar em Lula --o que já não faria, segundo ele, por ser contra a reeleição. "Mas, mesmo se fosse a favor, não votaria. O escândalo do mensalão foi vergonhoso." Em "Cê", no entanto, o novo CD de Caetano, a questão política mais explícita está em "O Herói" (leia letra à direita), que perfaz o caminho de um militante negro, do ódio à democracia racial. Depois de um álbum inteiro de canções em inglês, com 23 faixas e orquestra, "Cê" traz 12 canções de autoria do compositor, todas executadas por ele e por um trio básico de rock, formado por Pedro Sá, Marcelo Callado e Ricardo Dias Gomes.

Na entrevista que segue, Caetano Veloso fala sobre a questão racial, critica a esquerda e diz que não é burro nem maluco para reeleger Lula.

FOLHA - Na música "O Herói" quem fala é um militante que quer semear o ódio racial, mas descobre no final que é o homem cordial. Como você concebeu essa letra?

CAETANO VELOSO - É como se fosse a trajetória de um ativista do movimento negro que, depois de se opor a todas as ilusões da harmonia racial brasileira, termina reafirmando-se como o homem cordial e instaurador da democracia racial. É como se ele atravessasse o processo inteiro e no fim chegasse a uma coisa a que só um brasileiro poderia chegar. Eu acho que temos que passar por esses estágios. Quando eu era menino, vi uma menina preta, filha de dona Morena, que morava perto de nossa casa, em Santo Amaro, saindo do banho com o cabelo sem estar esticado. Achei lindo. Quando, nos anos 60, veio a aparecer o cabelo "black power", eu achei que era uma realização dos meus sonhos. Naquela época eu torcia para que as coisas ficassem mais acirradas e visíveis. E vi pessoas negras e de grande talento irem muito fundo nessas questões, que eu incentivava. Porém, nunca abandonei a perspectiva da cegueira para as cores tradicionais no Brasil, embora tenha servido para a manutenção da opressão. Mas não era só a isso que ela servia --e essa é a história.

Eu acho que, no fim das contas, esse movimento, quando chegar à sua plenitude, se não houver um desvio alienante, vai reencontrar esses conteúdos brasileiros, por causa de nossa muito profunda miscigenação e da tradição de não manifestar o ódio racial.

FOLHA - Você já falou contra a institucionalização do racismo no Brasil à moda dos EUA.

CAETANO - Há muitas vezes uma vontade, uma necessidade quase irracional de imitar os americanos. Por isso eu disse "e hoje olha os mano" na letra de "Rock''n''Raul", que é uma grande canção subestimada.

FOLHA - Você tem uma posição clara sobre a proposta de cotas raciais?

CAETANO - Não é 100% clara...

FOLHA - Nem 100% negra... (risos)

CAETANO - Assinei um manifesto para retardar uma possível aprovação apressada do projeto do Estatuto da Igualdade Racial, que torna a proposta das cotas mais recusável. Eu acho que definir os cidadãos brasileiros pela raça em lei não é uma boa idéia. Quanto às cotas, não sou muito favorável, mas acho que algum movimento de ação afirmativa deve ser feito.

Me parece evidente demais que, uma vez que os pobres são majoritariamente negros, se você fizer um programa de educação e de emprego com vistas a uma reparação da enorme distorção produzida pela má distribuição de renda no Brasil, os negros estarão automaticamente sendo beneficiados, sem que haja critério racial e discriminação dos não-negros.

FOLHA - O que você achou do livro "Não Somos Racistas", do Ali Kamel?

CAETANO - Achei de grande importância, embora negligenciado por alguns. Você sabe como é: a esquerda tem o velho hábito de só ler aqueles livros que já concordam com as idéias que ela tem. Aquelas pessoas que supostamente são progressistas e que querem a Justiça já se põem como inimigas do livro, o que é uma pena. O livro é para verdadeiramente fazer a discussão caminhar. Pela primeira vez responde-se com rigor estatístico a exigências que nasceram por causa da atenção às estatísticas. A idéia da democracia racial brasileira parecia um sonho romântico que as estatísticas negavam. E nunca se respondia com estatísticas, mas com retórica. O livro pega a linguagem dos opositores e traz uma resposta de muita substância. Descartá-lo demonstra falta de saúde social.

FOLHA - Ao contrário de Chico Buarque, você já disse que não votará em Lula. Por quê?

CAETANO - Não vou. Não me arrependo de ter votado nele, mas sou contra a reeleição. Não votei pela reeleição de Fernando Henrique, que nos deu de presente oito anos de esquerda marxista da USP. E como eu já estou com 64 anos e ele e Lula são a mesma coisa, eu acho que seria demais 16 anos com essa turma.

FOLHA - O sociólogo Gilberto Vasconcellos se referia a "essa turma", que veio a se dividir entre PT e PSDB, como a coalizão CUT-USP-Fiesp...

CAETANO - Eu acho essa expressão dele totalmente certa.

FOLHA - Em quem você vota?

CAETANO - Não sei em quem vou votar. Não gosto de votar nulo. Eu preferiria que Lula pelo menos não fosse eleito no primeiro turno.

FOLHA - Como você vê o escândalo do mensalão?

CAETANO - Eu acho que foi realmente vergonhoso e ruim. Há uma certa regressão no país --que fez o impeachment de Collor-- quando se passa uma esponja no escândalo do mensalão. Lula e o PT afastaram os acusados, Lula se disse traído, mas a cada solenidade de despedida dos que cometeram delitos levantou a voz para dizer loas morais a essas figuras. E pôs a culpa num possível complô das elites através da mídia, o que eu acho completamente incongruente. Eu não sou burro, nem maluco, então não vou votar nele. Votei em Lula contra Collor no segundo turno, mas meu candidato não era ele.

Era o Brizola. E continua sendo (risos). Na última eleição, eu achei que era a hora de um operário chegar ao poder, de o PT enfrentar a realidade e de se desmistificar tudo isso. Se o Serra tivesse ganhado, ele, que é um excelente candidato, seria massacrado por essa mitologia do Lula, da esquerda e do PT. Quando justifiquei meu voto em Lula, disse que esperava que ele fosse empossado, que governasse e que passasse a faixa para outro. Continuo pensando da mesma maneira.

FOLHA - É como naquela canção: "Mamãe eu quero ir a Cuba e quero voltar"?

CAETANO - Exatamente. E eu cantei isso em Cuba.

FOLHA - Por que há essa leniência em relação ao escândalo?

CAETANO - Eu acho que é por causa da esquerda. A esquerda é como torcida de futebol. As pessoas ficam cegas. Eu sou um simpatizante da esquerda por sede de harmonia, de dignidade e de Justiça. Mas vejo freqüentemente que a esquerda é quem mais ameaça essas coisas que me levaram a me aproximar dela. As informações são da Folha Online.


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Paulin de Caruaru.

Mas isso é LÓGICO nobre compositor...

Antonio Pereira

è mais um desejado aparecer na imprensa. Lula não precisa do seu voto, já está eleito.

guilherme alves

Já ví que o país é um grande manicômio. Pelas pesquisas está cheio de " loucos".

roberto lima

que maldade essa foto de caetano.....



07/09


2006

Alckmin faz crítica e Lula fala de obras

O programa da coligação PSDB-PFL foi praticamente um contraponto à apresentação do PT-PRB-PC do B no horário eleitoral, veiculado poucos minutos antes. O presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva insistiu na tecla do continuísmo, com uma possível alusão ao programa Bolsa-Família: ''Temos grandes obras em andamento, temos grandes programas de transferências de renda em curso''. Seu programa seguiu o roteiro de apresentação de obras em andamento para moradia, saúde, transportes, saneamento e educação.

O programa do tucano Geraldo Alckmin seguiu quase a mesma linha, mas fazendo referências freqüentes ao governo Lula: fez uma retrospectiva da gestão tucana em São Paulo, com referência à construção de hospitais e moradias, à rede de restaurantes populares e promessas para construção de estradas e ''frentes de trabalho no Nordeste''.

As críticas ao adversário do PT surgiram por meio de depoimentos de populares: ''brasileiro não quer esmola, quer emprego'', afirma um operário. Outro eleitor, no restaurante ''Bom Prato'', diz: ''aqui é o verdadeiro Fome Zero [programa federal de assistência social]''.

A candidata Heloísa Helena (PSOL) fez menção à crise da Volkswagen para afirmar que ''estes dois [Alckmin e Lula] não servem para pilotar o Brasil'', apresentando uma foto de jornal com a imagem dos candidatos do PT e PSDB numa carro da montadora.

Cristovam Buarque (PDT) também deixou de lado a apresentação de propostas para questionar a população votante: ''qualquer eleitor com quem eu converso diz que detesta corrupção, que tem nojo de políticos corruptos. Não obstante, as pesquisas mostram um eleitor diferente, dizendo que vai votar nos mesmos políticos''.

O PCO, que normalmente protesta contra a impugnação de seu candidato a presidente, usou o horário eleitoral para fazer política sindical. O partido dedicou pelo menos metade do programa para falar sobre greve nos Correios. As informações são da Folha Online.


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Comentários

guilherme alves

Frentes de trabalho no Nordeste, que discurso mais bôco môco.


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