FMO

13/01


2020

Equipe de Alcolumbre recebeu R$ 80 mil em diárias

Quatro assessores do gabinete do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), receberam R$ 20 mil em diárias durante o período de recesso parlamentar, para assessorar o senador em Macapá, capital do Amapá, mesmo em dias em que Alcolumbre estava em Brasília, de acordo com apuração do Estadão. O custo total com diárias para a equipe do senador foi de cerca de R$ 80 mil no recesso de fim de ano. 

Em 20 de dezembro, os quatro assessores, Giulia Raphaela Lima Carrera, Marcos David da Costa Brandão, Ana Tereza Lyra Campos Meirelles e Paulo Augusto de Araujo Boudens viajaram para o Amapá, reduto eleitoral do senador, em uma comitiva com oito policiais legislativos. Giulia Raphaela, assessora parlamentar de Alcolumbre desde a época em que o senador atuava na política local, e Paulo Augusto, chefe de gabinete do senador, receberam diárias por 10 dias consecutivos, incluindo o dia do Natal.

Em 27 de dezembro, um sábado, Alcolumbre publicou em redes sociais que havia passado o dia em Brasília. Os dois assessores receberam R$ 1.276,17 em diárias “em viagem oficial no Amapá” no dia 27. Dois policiais legislativos do Senado também receberam o valor com a mesma justificativa. Em nota, o Senado confirmou que o senador estava em Brasília na data e retornou na manhã seguinte o Amapá e que os servidores receberam as diárias pois “permaneceram no Estado cuidando dos preparativos para os eventos subsequentes”.

A assessoria do Senado afirmou que os quatro assessores não cometem nenhuma irregularidade ao receber diárias em viagem oficial, já que a lotação de trabalho dos servidores é Brasília.


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

13/01


2020

Bolsonaro antecipa volta para Brasília após recesso

O presidente Jair Bolsonaro antecipou em um dia sua volta para Brasília após passar quatro dias de recesso com sua filha, Laura, em Guarujá, no litoral de São Paulo.

Antes de embarcar em um helicóptero com destino ao aeroporto de Congonhas, Bolsonaro saiu do Forte dos Andradas caminhando para cumprimentar as pessoas que aguardam para vê-lo.

Pela manhã, havia a expectativa de Bolsonaro visitar a sede da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) para anunciar novidades ligadas ao Porto de Santos. Desde as primeiras horas da manhã, manifestantes ligados ao Sindicato dos Estivadores de Santos estiveram no local para tentar entregar ao presidente um documento com reivindicações trabalhistas, mas não obtiveram sucesso.

Durante o período de recesso no litoral paulista, Bolsonaro foi apenas a um evento oficial. Ele participou na sexta-feira, 10, da inauguração do Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia de Santos.


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acolher

13/01


2020

Para ministros, eleição não atrapalha calendário de reformas

Blog da Andreia Sadi

Ministros do governo Jair Bolsonaro – da ala militar e da equipe econômica – avaliaram ao blog nesta segunda-feira (13) que será fundamental para o “sucesso” da agenda econômica de 2020 a aprovação das reformas tributária e administrativa.

Perguntado pelo blog se as eleições não atrapalham o calendário das reformas no Congresso, os ministros acreditam que não – mas defendem uma campanha de comunicação para explicar à sociedade a necessidade urgente das reformas e, assim, viabilizar a aprovação de ambas.

Na semana que vem, por exemplo, Paulo Guedes (Economia) vai ao Fórum de Davos, na Suíça, representar o Brasil. Em seu discurso, segundo o blog apurou, Guedes fará um balanço de 2019 e quer focar nas metas e reformas para 2020.

No Planalto, a expectativa é a de que a mensagem de Guedes sirva de bússola para o Congresso. Na Câmara e no Senado, parlamentares veem com mais cautela a expectativa de aprovação de duas reformas no primeiro semestre.

Na avaliação de integrantes da cúpula do Congresso, a tendência é a reforma tributária avançar mais no começo do ano do que a administrativa – depois, eles praticamente esvaziam Brasília para fazer campanha nas bases.

Deputados cobram também mais envolvimento do governo no teor das propostas da reforma tributária e da administrativa.


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Prefeitura de Serra Talhada

13/01


2020

Silvio destina mais de R$40 milhões para municípios

Com objetivo de melhorar a qualidade de vida da população pernambucana, o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) viabilizou, junto aos Ministérios da Saúde e da Infraestrutura, mais de R$40 milhões em emendas, que foram distribuídas nas áreas da saúde e da infraestrutura. Ao todo, 35 municípios do Estado foram beneficiados com mais de R$35 milhões para a saúde através do Piso de Atenção Básica (PAB) e de Média e Alta Complexidade (MAC), recursos que serão destinados ao custeio da saúde, aquisição de equipamentos e materiais hospitalares.

Além disso, o parlamentar viabilizou mais de R$5 milhões para obras de infraestrutura e apoio ao desenvolvimento do campo em várias cidades do Estado, a exemplo de pavimentação, construção de novas vias, compra de equipamentos, perfuração de poços, hora-máquinas, entre outros. “Não tenho dúvida de que os recursos vão auxiliar e melhorar os serviços prestados à população. Estamos dialogando e trabalhando muito, ao lado de prefeitos e vice-prefeitos, para ajudar os municípios de Pernambuco. Sou um municipalista convicto e vou continuar defendendo o fortalecimento das cidades do Estado”, pontua Silvio.

Receberam os investimentos as cidades de: Agrestina, Belém de Maria, Betânia, Belo Jardim, Brejo da Madre de Deus, Caetés, Camaragibe, Cachoeirinha, Capoeiras, Garanhuns, Maraial, Sairé, São João, Santa Cruz da Baixa Verde, Terezinha, entre outros municípios do Estado.


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13/01


2020

Privatizado, aeroporto de Salvador é referência no País

Pousei, há pouco, em Salvador, e na chegada o que me encheu os olhos foi a mudança estrutural do aeroporto depois da sua privatização, em 2017, por um grupo francês – o Vinci Airports. Arrebatou a concessão por R$ 660.943.107,00, 25% do valor da outorga mais ágio. Quando os franceses assumiram, 21 mil passageiros passavam todos os dias pelo terminal de Salvador, avaliado, em pesquisa feita Secretaria da Aviação Civil como o segundo pior do país. Em uma escala de 1 a 5, recebeu a nota 3,67.

A privatização alavancou rapidamente o aeroporto baiano. No primeiro ano após o controle francês, houve um crescimento de 854 mil passageiros, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Este número é 7% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior e colocou a capital baiana na liderança das capitais do Nordeste. As companhias aéreas também apostaram na Bahia, oferecendo mais de 3,4 mil voos extras para Salvador, Porto Seguro e Ilhéus.

O fluxo turístico estimado para o Estado nessa temporada de férias é de 5,6 milhões de turistas, incluídos baianos em viagem pela própria Bahia, além de brasileiros de outros estados e estrangeiros. A empresa francesa Vince é responsável pela gestão de mais 35 aeroportos, em países como Estados Unidos, Portugal, França, Chile e Japão. De largada, dos R$ 700 milhões de investimentos, 30% foram para a requalificação das pistas principal e auxiliar.

Um montante de R$ 200 milhões foi investido no recapeamento da pista, construção da RESA com cerca de 70 mil m³ de aterro e todo o sistema de drenagem atrelado, além de instalação de luzes de balizamento de início e fim de pista embutidas. Também se deu a proteção vegetal em torno dos taludes, sinalização horizontal de deslocamento e instalação de placas de sinalização luminosas indicativas.

O aeroporto mudou da água para o vinho. É visível para quem desembarca pelo seu terminal uma série de melhorias, como a expansão do terminal de passageiros em 22 mil m², melhorias nos sistemas de refrigeração e iluminação, ampliação do pátio de aeronaves, implantação de novas pontes de embarque, nova área para os balcões de vendas das companhias aéreas e check-ins em novo layout.

Algo que chama atenção é a estação de ônibus do aeroporto, equipamento com 13 baias para coletivos e três plataformas para embarque e desembarque de passageiros, operando com 36 linhas metropolitanas e uma urbana. O terminal tem capacidade para o tráfego de 91 coletivos por hora e mais de 100 mil passageiros por dia. O acesso para os usuários é feito pela passarela que liga o terminal de ônibus à estação do metrô do aeroporto, à Rua Gerino de Souza Filho e à Avenida Santos Dumont.

No segundo trimestre do ano passado, o tráfego internacional do aeroporto de Salvador cresceu 18,8%, com 1,5 milhões de passageiros, cerca de 20 mil a mais do que no mesmo período do ano passado. O aumento foi ainda maior nos primeiros três meses, de 29,1%. Para atender a demanda de voos internacionais, o aeroporto ganhou, recentemente, o segundo terminal de passageiros, por onde embarcam e desembarcam apenas passageiros em viagens internacionais. Só nos últimos doze meses, viajaram pelo aeroporto 7,9 milhões de passageiros.

Em termos de mobilidade, o grande avanço proporcionado pela privatização do aeroporto de Salvador foi à interligação do sistema de transporte urbano ao metrô. Já é possível desembarcar na capital baiana e usar o metrô recém-inaugurado para chegar até a cidade. Mas não sem sentir a frustração de ter que tomar um ônibus até a estação. A situação é a mesma de quem chega ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e deseja ir até o centro da cidade usando trilhos.

Em Salvador, a estação não fica perto do terminal aéreo a ponto de ser possível ir de um lugar a outro caminhando. O trajeto até a área de passageiros (2,5 quilômetros na ida; 1,5 quilômetros na volta) é feito em um ônibus que sai a cada dez minutos – a concessionária que administra o serviço promete diminuir esta espera conforme a demanda.

O percurso completo até o outro extremo da linha, na estação Acesso Norte, é feito em menos de 30 minutos. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia, a estação não ficou mais perto do terminal de passageiros por razões que vão da posição das atuais pistas de pouso e decolagem ao plano de expansão do aeroporto passando por restrições ambientais e outras inviabilidades técnicas.

O aeroporto de Salvador caminha para ser um dos melhores do País. Na chegada, os passageiros já começam a tomar um banho de cultura. Da saída da aeronave até a esteira das malas, os corredores estão decorados com quadros dos principais pontos turísticos da cidade. As áreas de acomodação para quem aguarda uma escala ficaram tão luxuosas e agradáveis que têm até redes para descansar o corpo do enfado de voos longos.


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Prefeitura de Limoeiro

13/01


2020

Pré-candidato em Caruaru ganha força no PT

De passagem por Caruaru, o deputado federal Carlos Veras (PT) se reuniu com membros do Partido dos Trabalhadores, na manhã do último sábado. Entre eles, estavam o presidente da sigla Leo Bulhões, o vereador Daniel Finizola (PT) e o pré-candidato a prefeito Marcelo Rodrigues (PT).

Marcelo tem pavimentado sua pré-candidatura e conquistado importantes apoios de parlamentares petistas. Além de Veras, o ambientalista já participou de uma reunião com a deputada estadual Teresa Leitão (PT), além de outros dirigentes estaduais da sigla. O partido está sintonizado com o projeto político nacional, seguindo a orientação do ex-presidente Lula.

A candidatura própria do PT é uma aposta do grupo que venceu as eleições internas do partido com quase 70% dos votos, e que tem trabalhado para unificar toda a sigla municipal em torno deste projeto.


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Banner de Arcoverde

13/01


2020

Nós falhamos

Por Cristovam Buarque

Durante 26 anos, a República brasileira teve 5 presidentes de um mesmo bloco político. Apesar de partidos, ideologias e comportamentos diferentes, Itamar, Cardoso, Lula, Dilma e Temer vêm do mesmo grupo que lutou contra a ditadura e defendeu posições progressistas, em graus diferentes, na economia, na sociedade e nos costumes.

Foi, portanto, 1/4 de século e de República governado por democratas-progressistas. Nesse período recuperamos a estabilidade da moeda, criamos Bolsa Escola, Bolsa Família, Mais Médicos e Minha Casa Minha Vida, tivemos uma política externa independente e presente, mas não fizemos as transformações que o Brasil necessita e que a história esperava de nós.

A observação do Brasil que deixamos em 2018 demonstra que falhamos política e estruturalmente. Não demos coesão nem rumo ao Brasil. Basta olhar ao redor para ver que deixamos nosso país com 12 milhões de adultos analfabetos e 100 milhões sem saneamento, a população igualmente pobre e a renda igualmente concentrada; estamos nas últimas posições no Pisa e muito aquém do que deveríamos no IDH.

Deixamos a economia em recessão alarmante, e com desemprego em níveis dramáticos.

No nosso período, o país ficou mais radicalizado, violento e corrupto. Com menos coesão social e política e sem 1 rumo histórico. O Estado ficou mais ineficiente, aparelhado e endividado. Nós falhamos no propósito de mudar e dar uma nova direção para o futuro de nosso país e de nosso povo. Falhamos também politicamente ao levar os eleitores a escolher 1 governo diametralmente oposto ao que nós representávamos.

Falhamos e continuamos falhando ao não entendermos que falhamos, ao nos recusarmos a fazer uma autocrítica, condição preliminar para voltarmos a nos apresentar ao povo como uma alternativa progressista. Precisamos entender quais foram nossos erros.

O primeiro foi chegar ao poder como progressistas e nos acomodarmos como democratas conservadores. Ficamos 26 anos consolidando a democracia, sem reorientar o país nos novos tempos que vivemos. Não corrigimos as falhas do passado, nem apontamos ao novo progresso. Não entendemos que depois da “curva da história” nas últimas décadas, as ideias antigas já não servem.

A geopolítica e o comércio ficaram globais, a ciência e a tecnologia fizeram a robótica e a inteligência artificial, as mudanças climáticas definiram limites para o crescimento econômico, a democracia nacional deixou de dar resposta aos problemas que ficaram planetários, a pirâmide etária se inverteu, o Estado se esgotou moral, financeira e gerencialmente. Mas ignorando as mudanças na realidade, nós insistimos nas velhas ideias e nos velhos hábitos sobre como enfrentar o problema da pobreza, da desigualdade, do desenvolvimento.

Não entendemos que a justiça social exige economia eficiente. Que no tempo da economia do conhecimento, o aumento de produtividade, inovação e competitividade dependem da educação de qualidade para todos. Que deixar cada criança para trás é deixar o Brasil para trás. Continuamos tratando educação como um direito de cada brasileiro, e não como o vetor do progresso de todos.

Falhamos ao não entender que a bandeira progressista de hoje não está mais na ideia de a economia rica educar o povo, mas na educação de qualidade fazer a economia rica. Não vimos que as transformações sociais virão da equidade no acesso à educação de base.

Não percebemos que a “utopia” dos progressistas de hoje deve ser construir coesão nacional para executar uma estratégia que em algumas décadas o Brasil tenha uma educação com a qualidade das melhores do mundo e todas nossas escolas com a mesma qualidade, independente da renda e do endereço da família de seus alunos.

Falhamos por não termos a ousadia de propor o caminho para construir responsavelmente um país onde os filhos dos pobres estudem em escolas com a mesma qualidade dos filhos dos ricos. Preferimos vender a ilusão de que os filhos dos pobres ingressarão nas universidades mesmo sem acesso a uma boa educação de base.

Falhamos porque ficamos sem bandeira que nos diferenciasse. Não apenas perdemos uma eleição: fomos para casa sem deixar uma bandeira fincada. Por isso, deixamos o povo e a juventude sem esperança, apenas desencanto com o futuro e nostalgia de algumas narrativas.

Falhamos ao acreditar que eram verdadeiras as falsas narrativas que os marqueteiros inventaram para o que teriam sido realizações nossas. Falhamos ao cair na corrupção para pagar os marqueteiros, financiar campanhas e até enriquecimento pessoal.

Ao lado da falta de uma bandeira utópica, possível, responsável, a corrupção foi a maior de nossas falhas: pirataria, mensalão, petrolão são vocábulos de nosso tempo no poder. Não apenas na corrupção do comportamento, também a corrupção nas prioridades dos estádios antes das escolas, das obras inacabadas; a corrupção das mordomias e privilégios que ampliamos em vez de eliminar.

Mas estas falhas talvez não tivessem acontecido se não fosse a trágica falha de termos cooptado os intelectuais e universitários em siglas partidárias. Nossos intelectuais silenciaram na crítica à corrupção, seja no comportamento dos nossos políticos corruptos, seja de nossas prioridades.

Prisioneiros de velhos esquemas teóricos, não foram capazes, nem tiveram interesse nem ousadia para radicalizar na formulação de um novo rumo para o Brasil. Pelo erro de cooptar os intelectuais, pagamos um alto preço de não contar com a crítica do presente, nem com novas ideias para o futuro. O que o stalinismo fez com o uso da força, nós fizemos pelo aparelhamento de nossa inteligência.

Esta foi uma das causas de termos ficado contra todas as reformas. Fomos eleitos para reformar o Brasil e ficamos contra as reformas. Não reformamos o Estado mordômico do Brasil: aumentamos o número de carros oficiais e de privilégios da cúpula no poder; não reformamos a política, ao contrário, nadamos nela como peixe na água, sem disfarçar a desfaçatez.

Na economia, demos o passo certo de adotar a responsabilidade fiscal, mesmo assim deixamos de respeitá-la com o uso de truques contábeis e “pedaladas”. Nenhuma reforma fizemos no sistema financeiro e bancário; não reformamos o injusto, complicado e vulnerável sistema fiscal; mantivemos a maior carga fiscal e os piores serviços públicos da história; não tocamos no complicado e comprável sistema de justiça.

Nós falhamos ao longo de 26 anos e continuamos falhando por não querermos entender que falhamos. A mesma arrogância que tivemos no poder, com narrativas falsas, mostramos agora ao ignorar o recado que o eleitor nos deu. Como se ele, o eleitor, tivesse falhado, não nós. Mas, nós falhamos.


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13/01


2020

Queiroz e as Bodas de ouro para enfrentar as eleições

Blog do Mário Flávio

O deputado estadual José Queiroz (PDT) segue animado. Aos 78 anos, completados no último dia 30 de dezembro, ele passou mais um dia de festa no último sábado ao completar bodas de ouro e chegar a 50 anos de casados com Carminha Queiroz. Os dois passaram juntos na praia de Tamandaré e receberam o abraço dos filhos e amigos mais próximos.

Com essas recentes comemorações o político segue animadíssimo com a possibilidade de voltar a disputar a prefeitura de Caruaru. Queiroz passou o fim de ano concedendo entrevistas e o foco segue o mesmo: bater na gestão da prefeita Raquel Lyra (PSDB) numa clara tentativa de polarizar o pleito entre ambos.

Mesmo em situação complicada nas recentes pesquisas de intenção de voto (ele ocupa a 3ª posição, entre 13% e 14%, atrás da própria Raquel e Tony Gel), ele não tende a desistir da disputa e acredita que com o começar da campanha vai crescer e ir para o segundo turno numa disputa com a tucana.

Zé espera contar com dois apoios de partidos de esquerda que estiveram com ele nos últimos governos a frente da gestão municipal. PT e PSB estão na mira do ex-prefeito de Caruaru, que espera ter o ex-presidente Lula como principal cabo eleitoral na eleição de outubro. Trazer o PT nesse momento é mais delicado, já que a atual gestão espera ter uma candidatura própria. Já o PSB vai seguir a orientação do governador Paulo Câmara. No entanto, como encaminhar essa decisão sem desagradar os aliados no município? Não é uma tarefa fácil.

Queiroz conta com um aliado que sabe como poucos montar estratégias eleitorais: o deputado federal e presidente estadual do PDT, Wolney Queiroz. A dupla obteve êxito nos últimos pleitos e espera repetir a dose em 2020.


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13/01


2020

Jaboatão paga conta cara por CPI não instalada

A 2ª Vara da Fazenda Pública de Jaboatão dos Guararapes determinou, há exatamente quatro meses, a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no município, para investigar supostas irregularidades no aluguel do imóvel onde está o Complexo Administrativo, obra do prefeito Anderson Ferreira.

O pedido foi feito pelo vereador Marcio do Curado (PTdoB). A decisão, em caráter liminar, foi assinada pela juíza Adriana Karla Souza Mendonça de Oliveira. O texto obriga o presidente da Câmara de Jaboatão, Adeildo da Igreja (PSDB), a dar abertura à CPI.

O texto da decisão afirma que em 12 de junho de 2018, 12 vereadores entraram com pedido para a abertura da CPI, que foi negado pela Mesa Diretora da Câmara em agosto daquele ano. Para a Mesa, não houve “demonstração inequívoca dos requisitos” para a instauração da Comissão.

Em novembro de 2018, o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, deferiu uma medida cautelar determinando que o município pagasse um aluguel no valor de cerca de R$ 218 mil no imóvel onde funciona o Centro. O valor pago pela Prefeitura era de R$ 410 mil, montante acordado sem licitação pelo prefeito Anderson Ferreira (PR).

A cada dia que a Câmara deixa de cumprir a determinação judicial é obrigada a pagar uma multa de R$ 1,2 mil. O acumulado pela desobediência já chegou a R$ 120 mil e quem está pagando essa fatura é o povo de Jaboatão que recolhe seus impostos em dia.


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13/01


2020

Sorria, vc está sendo multado

Ribeiro-raiz, o bicho-grilo Adalbertovsky está cantando a pedra: “Recife, Veneza brasileira, Prefeitura lendária! Pense num prefeito lendário, Geraudo Julho! Vai mergulhar no Facebook das lendas como padroeiro da mega indústria de multas da CTTU e aumentos do IPTU. Equipado com pés de pato, Geraudo vai comandar multidões para fazer a travessia da cidade a nado, nas hidrofaixas dos rios. Vai de borboleta de Casa Forte até o Cais do Apolo”.    

“Em entrevista ao magnífico blogueiro Mogno Magno Martins, o empresário João Carlos Paes Mendonça, que investe nas principais cidades do Nordeste, havia dito que esta cidade dos altos coqueiros está perdendo de goleada para Salvador e Fortaleza em matéria de urbanidade e investimentos públicos. No inverno as ruas são rios. Haverá o Rio Caxangá, o Rio Amazonas da Imbiribeira, Adutora de Sobradinho da Boa Vista, Riacho da Aurora. Somos todos ribeiros e ribeirinhos nesta Veneza tropical”.

“Um passarinho me contou que o menino Juquinha, aliás, Joãozinho, que não gosta do Tiozinho e frequenta a escolinha do Professor Geraudo, aprendeu as primeiras canções de ninar: Mamãe, eu quero multar! Oh família lendária”!

“A mamãezinha prometeu um presente para ele no Dia das Crianças: Um palácio nas margens do Rio Capibaribe. Ele vai adorar. Juquinha namora uma Noviça Rebelde. Ele também sonha com uma Capitania Hereditária dos Campos, dos Príncipes e das Princesas”. A cantiga do bicho-grilo Ribeiro está postada no Menu Opinião. Nadar é preciso.


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Comentários

Wellington Antunes

E os gastos do cartão corporativo do Governo bozo? Nunca falou nada? A hipocrisia é uma merda sempre presente em certos pseudos jornalistas que tem lado


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