O Jornal do Poder

08/10


2006

Candidatos continuam trocando acusações

Ao longo do segundo bloco do debate, o tucano Geraldo Alckmin insistiu nas denúncias de corrupção e disse que a grande diferença entre os governos tucanos e administração petista é o caráter. Ele citou o ex-governador de São Paulo, Mário Covas.

- A diferença é de caráter. Covas dizia se alguém errar, foi eu que errei, porque fui eu que pus lá. Eu não jogo culpa nas costa de amigos, eu assumo - afirmou o tucano.

Lula rebateu dizendo que era mesmo verdade que Mário Covas era um homem de caráter, ''tão de caráter que PSDB não queria que ele fosse candidato a presidente'' E argumentou que o escândalo do valerioduto começou em Minas Gerais, no governo de Eduardo Azeredo (PSDB), e também levantou a questão das privatizações e da suspeita de compra de votos de para reeleição de Fernando Henrique.

- O governador poderia dizer onde começou a compra devotos espúrios no país, da eleição de 1994. É melhor aparecer a corrupção combatendo ela, do que não aparecer porque não se combate.

Alckmin rebateu, insistindo nas denúncias que pesam sobre o PT.

- Privatização foi um leilão público, na frente da imprensa, na frente do povo. É muito diferente de dólar na cueca, de dólar em caixa de uísque, de dólar no quarto hotel.

O candidato Lula também destacou os investimentos sociais de seu governo, citando pesquisas que mostraram que na sua administração a desigualdade social foi reduzida e cerca de seis milhões de pessoas saíram da condição de miséria.

Alckmin rebateu dando ênfase a questão da saúde, que a seu ver, era muito melhor tratada no governo Fernando Henrique e na sua própria administração no estado de São Paulo, do que no governo Lula.

- Política social aqui em São Paulo quem faz somos nós. Fizemos19 hospitais, o governo Lula zero.

Na resposta, Lula disse que reformou 74 hospitais e dobrou os gastos com saúde da família.

- Criamos o programa de saúde bucal para que os pobres possam tratar de dente, a farmácia popular que permite comprar remédios pagando 10% do valor e estamos reformando 74 hospitais. Não queira que em quatro anos, eu conserte o que vocês destruíram em quatro séculos - disse Lula. (Globo Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

LandRover

Lula é um bravateiro, incompetente e mentiroso. Lula é um desiquilibrado mental culturalmente inferior aos demais brasileiros. Deposição Já!


Potencial Pesquisa & Informação

08/10


2006

Nem o "Aerolula" escapa da pancadaria

"''Vou vender o Aerolula e fazer cinco hospitais com o dinheiro dele, porque esse avião é caríssimo", Geraldo Alckmin.

Lula: "Eu fico imaginando uma dona de casa, um brasileiro que tenha juízo, ouvir um candidato dizer uma sandice dessas, quando São Paulo tinha aviões".

Alckmin: "''Eu vendi".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

LandRover

Na compra do AeroLula, ele, o presidentezinho comeu uns carocinhos de dólares... Deposição Já do Mijão!


Banco de Alimentos

08/10


2006

Lula mostra desconforto com debate sobre ética

Detalhes do debate colhidos pelo Estadão:

"Sem o hábito de responder a perguntas sobre ética, que foram feitas por um candidato preparado com perguntas afiadas e agressivas, Lula demonstrou irritação e desconforto. Enquanto era questionado, as câmeras mostravam sua reação, o que comprovava que o petista estava realmente incomodado com os questionamentos. Nas respostas, uma diferença crucial entre os candidatos: Alckmin olhava para as câmeras, falando diretamente com os telespectadores. Já Lula olhava o tempo todo para o candidato tucano".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

E era para olhar mesmo, para o povo saber qe o Lula encara qualquer um, apesar do tirotéio. Quem não deve não teme, e ele olha nos olhos e responde com toda tranquilidade qualquer pergunta que vier. pois, as falcatruas que ele tem conhecimento, pede investigação do órgão maior, para ficar tranquilo.



08/10


2006

Tasso: "Alckmin desmascarou o presidente Lula"

O presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati, avaliou que a atuação de Geraldo Alckmin no primeiro bloco do debate serviu para desmasacarar o presidente Lula e fazer com que as mentiras dele viessem à tona com mais clareza.

"A firmeza de Alckmin é porque ele está indignado não só com as mentiras, mas também com os boatos espalhados durante a semana passada", disse Tasso, referindo-se a insinuações do PT de que o tucano, caso eleito, privatizaria empresas públicas e demitiria funcionários públicos. (Globo Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Cesar Augusto R. Cavalcanti

Concordo com o companheiro Ary. Onde já se viu, um bobão, como esse cara de melancia chamado Tasso Jereissaty, que acaba de levar uma surra nas urnas, no Ceará, querer falar besteira. Te recolhe À TUA INSIGNIFICÂNCIA, IMBECIL!

Tasso, deixa de ser imbecil, desmascarado foi você, com uma goleada de votos do PSB em seu estado (Ceará). O Ciro Gomes, sim não só lhe desmascarou, como lhe humilhou nas urnas, com 660 mil votos só dele, e elegendo seu irmão Cid Gomes governador. Você estrá no time dos Carlistas da Bahia.



08/10


2006

Dilma: Lula deve insistir no combate à corrupção

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou neste domingo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve manter a estratégia de mostrar que seu governo combateu a corrupção. Na opinião da ministra, Lula vem demonstrando durante o debate de presidenciáveis na Rede Bandeirantes ter mais conhecimento sobre o país e propostas mais claras para o governo.

"Não é fingir que no governo anterior [de Fernando Henrique Cardoso] não existia, quando todos nós sabemos que existia e foi escondida em baixo do tapete. Esta é a grande fala dele [Lula]", disse a ministra.

Além de Dilma, também assistem ao debate os ministros da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, das Relações Institucionais, Tarso Genro, da Fazenda, Guido Mantega, o vice-presidente, José Alencar, os senadores Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante, a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, entre outros petistas. (Folha Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


08/10


2006

Lula compara Alckmin a Bush

Ao responder a uma pergunta do candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, com críticas à política externa brasileira, o presidente Lula comparou o tucano ao presidente dos EUA, George W. Bush.

Alckmin criticou o governo Lula por não reagir às medidas da Bolívia de ocupar as instalações da Petrobras naquele país e disse que o governo federal não defende os interesses do Brasil. Alckmin condenou ainda a entrada de produtos chineses no país em larga escala, prejudicando a produção nacional.

"Por traz desse palavrório tem um presidente fraco. É óbvio que a Bolívia quer aumentar o preço do gás. O Brasil foi omisso ", disse Alckmin.

Lula rebateu dizendo que Alckmin ainda pensa que o mundo está vivendo a guerra fria e o comparou a Bush:

"É difícil discutir com alguém que pensa que ainda estamos na guerra fria. Possivelmente ele não saiba que temos responsabilidades. Se Bush tivesse bom senso, como eu tenho, não faria a guerra do Iraque. Pensava que nem você, Alckmin, e fez uma barbárie dessas". (Globo Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


08/10


2006

Lula ataca Alckmin sobre administração da Febem

A temperatura do debate na TV Bandeirantes entre os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) estava bem elevada no terceiro bloco. Os dois candidatos investem em troca de acusações sobre suas gestões - no Estado de São Paulo e no governo federal.

Lula voltou ao tema das CPIs arquivadas em São Paulo e levantou a questão das fugas na Febem, acusando o governo tucano de não ter política para os jovens. Alckmin retomou a história do cartão corporativo e disse que ''quando lhe convém, Lula se vale da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso''.

O tucano defendeu sua política na Febem, que começou no governo de Mário Covas, afirmando que a reincidência dos jovens diminuiu, mesmo sem ajuda do governo federal. E partiu para o ataque: ''O Lula fala como comentarista, como se não tivesse a ver com ele a Febem. Ele cortou dinheiro. Essa foi sua contribuição. São Paulo trabalhou sozinho''.

Lula afirmou que o ex-governador é bom falador e retrucou dizendo que a Febem não é tratada com o ''carinho que merece, é tratada como sistema prisional para castigar a meninada''. ''Não existe política para os jovens. Quem cuida é o governo federal'', acusou.

Os dois candidatos também entraram na discussão sobre investimentos na educação. De um lado, Lula diz que fez universidades que o PSDB não fez. E, de outro, Alckmin levantou as conquistas de sua gestão, como a criação de outros campi da Unesp e USP.

Alckmin acusou Lula de não ter política para o Nordeste, onde o candidato petista tem seu melhor desempenho na conquista do eleitorado. ''Política para o Nordeste não existe. Transposição do São Francisco não existe'', acusou. (Agência Estado)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


08/10


2006

Lula chama Alckmin de leviano, que cobra respeito

No segundo bloco do debate na TV Bandeirantes entre os dois presidenciáveis, os ânimos se exaltaram quando o tucano Geraldo Alckmin questionou o petista Luiz Inácio Lula da Silva sobre os gastos do governo federal com o cartão de crédito corporativo --uma espécie de cartão de crédito pago com recursos públicos.

"Não seja leviano, não seja leviano, pergunte isso ao FHC [ex-presidente Fernando Henrique Cardoso]", disse o petista. "Respeito, respeito", retrucou o tucano.

O uso dos cartões de crédito corporativos foi autorizado na administração pública ainda no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

"Vá devagar, não vá como muita sede ao pote, porque sua bravata não vai funcionar", reiterou Lula.

No lado destinado ao presidente e candidato à reeleição assistem ao debate o vice-presidente José Alencar, os ministros Tarso Genro (Relações Institucionais), Celso Amorim (Relações Exteriores) e Dilma Rousseff (Casa Civil), além da ex-prefeita Marta Suplicy e dos senadores Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante.

No lado destinado a Alckmin estão o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE), além dos tucanos Alberto Goldman, José Aníbal, José Serra e Sérgio Guerra.( Folha Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

José Rodrigues da Silva

Conselho da Máfia?



08/10


2006

Lula promete refinaria para o ano que vem

Cobrado por Alckmin por obras que anuncia, mas que não completa, o presidente Lula desfiou um rosário de promessas de conclusão obras inacabadas:

"A Transnordestina já começou. Para o desgosto de alguns setores do PSDB que não gostariam que ela acontecesse. A refinaria de Pernambuco começa no próximo ano. O pólo petroquímico do Rio de Janeiro começa no próximo ano, o pólo siderúrgico de Fortaleza começa... e o senhor sabe que começa, porque nós fomos atrás para fazer. Essas coisas tem um tempo de maturação. A decisão política está tomada, o dinheiro está lá e a obra vai começar e a Ferrovia Transnordestina já começou".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


08/10


2006

Lula diz que ex-secretário de Alckmin é corrupto

Lula quis demonstrar a conexão entre o ex-ministro da Saúde do governo FHC, Barjas Negri, que, mais tarde, se tornou secretário de Habitação do governo Alckmin. "O senhor sabia ou não sabia das transações obscuras" de Barjas Negri?, questionou.

Geraldo Alckmin reagiu dizendo que Lula não o medisse por suas regras. "Eu não tenho no meu governo ministro condenado", disse, afirmando não haver prova de que haja envolvimento de seu governo com corrupção.

"Se tem alguém que não tem moral para falar de ética é o governo Lula", encerrou.

Lula, por sua vez, tocou no assunto dos "69 pedidos de CPIs" engavetados no Estado de São Paulo. "Ao contrário do meu governo, que não movimentei um dedo para não fazer CPI", disse o candidato petista, que afirmou que "Barjas Negri tem 102 condenações provisórias".

Alckmin devolveu: "Quanta mentira. As CPIs só saíram porque o Roberto Jefferson denunciou. O governo foi derrotado, por isso saiu CPI".(Agência Estado)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha