Versão Agreste Central

27/07


2017

Mota debate desenvolvimento rural em Congresso

O secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Nilton Mota, debateu os desafios e estratégias para o desenvolvimento rural dos municípios no 4° Congresso da Associação Municipalista de Pernambucano (Amupe). Participaram da mesa redonda, a professora e economista, Tânia Bacelar, o delegado federal do ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Rodrigo de Almeida, além de prefeitos e secretários ligados a agricultura.  

Há dois anos à frente da pasta da Agricultura e Reforma Agrária, o secretário Nilton Mota, destacou o compromisso do Governo de Pernambuco em desenvolver as atividades produtivas, garantir infraestrutura hídrica e apoiar sobretudo os mais de 275 mil agricultores familiares que mantêm uma produção bastante diversificada e expressiva.

"Sabemos a importância da agricultura familiar para a economia do Estado e a preocupação do governador Paulo Câmara que já investiu mais de R$ 500 milhões em políticas públicas para fomentar ainda mais o setor. Temos visto os resultados através do crescimento do PIB da agropecuária que registrou um crescimento de mais de 12% no primeiro trimestre desse ano", pontuou o secretário Nilton Mota.

Ele ainda detalhou iniciativas que contribuíram com esses indicadores positivos. O modelo de gestão que foi usado para recuperar algumas usinas na zona da Mata, garantido empregos e gerando renda. O esforço para organizar a caprinocultura, no sertão do Pajeú, que representa um terço do rebanho do país, com mais de dois milhões de animais e as ações que apoiam a bacia leiteira, no Agreste Meridional.


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Versão Sertão Central

27/07


2017

PT vai ao Supremo contra o aumento dos combustíveis

Lauro Jardim

O PT vai tentar barrar o aumento do PIS/Cofins decretado pelo governo na semana passada e que resultou no aumento do preço dos combustíveis.

O partido ajuizou ontem uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Nela argumenta que o decreto viola três artigos da Constituição — um deles o 150, segundo o qual a majoração de tributos somente pode ser feita por lei, e não por decreto.

A ação foi distribuída para a ministra Rosa Weber.


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Versão Agreste Central

27/07


2017

Ibope: Temer é aprovado por 5% e reprovado por 70%

Pesquisa Ibope divulgada hoje mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

Ótimo/bom: 5%

Regular: 21%

Ruim/péssimo: 70%

Não sabe/não respondeu: 3%

Segundo o Ibope, a aprovação de 5% é a mais baixa desde o início da série histórica do instituto, que teve início em março de 1986. Antes do resultado de Temer, o pior havia sido o do ex-presidente José Sarney, que em junho/julho de 1989 teve 7% de ótimo/bom.

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 13 e 16 de julho e ouviu 2 mil pessoas em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Esta é a segunda pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de março, Temer aparecia com aprovação de 10% dos entrevistados, enquanto 55% consideravam o governo "ruim/péssimo" e 31%, "regular" – à época, 4% não souberam opinar ou não responderam.

Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a quarta pesquisa Ibope encomendada pela CNI (as anteriores foram divulgadas em março deste ano, em dezembro e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas Temer ainda era presidente em exercício).

Maneira de governar

A pesquisa também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar do presidente da República:

Aprovam: 11%

Desaprovam: 83%

Não souberam ou não responderam: 5%

No levantamento divulgado em março, 20% aprovavam; 73% desaprovavam; e 7% não souberam ou não responderam.

Confiança

Outro ponto questionado pelo Ibope foi sobre a confiança dos entrevistados em relação ao presidente.

De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta, 10% dos entrevistados disseram confiar em Temer, enquanto 87% afirmaram não confiar; 3% não souberam ou não responderam.

Comparação com governo Dilma

A pesquisa Ibope também pediu aos entrevistados que comparassem as gestões de Temer e da antecessora, Dilma Rousseff, na Presidência da República.

Segundo o levantamento, 11% dos entrevistados consideram o governo do peemedebista melhor; 35%, igual; 52%, pior; e 2% não souberam ou não responderam.

Sobre as perspectivas em relação ao "restante do governo", 9% responderam "ótimo/bom"; 22%, "regular"; 65%, "ruim/péssimo"; e 5% não souberam ou não responderam.

Notícias mais lembradas

O Ibope questionou ainda os entrevistados sobre a percepção em relação ao noticiário sobre o governo Temer.

Para 12%, as notícias nos últimos meses foram "mais favoráveis"; para 13%, "nem favoráveis, nem desfavoráveis"; para 64%, "mais desfavoráveis"; e 11% não souberam ou não responderam.

A pesquisa traz ainda as notícias mais lembradas pelos entrevistados (veja abaixo as cinco mais citadas):

16%: “Corrupção no governo (sem especificar)”

10%: “Reforma trabalhista”

9%: “Operação Lava Jato”

8%: “Procurador-Geral da República Janot denuncia presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva”

4%: “Reforma da Previdência”

Áreas de atuação

A pesquisa também ouviu os entrevistados sobre a percepção a respeito da atuação do governo em áreas específicas. O governo Temer foi mais bem avaliado na área educação, na qual obteve 22% de aprovação, seguido de meio ambiente, com 21%. As áreas mais mal avaliadas foram as de impostos, com 87% de desaprovação, e taxa de juros, com desaprovação de 84%.


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Cruzamento da Lista de Furnas e Lava Jato frita Aécio e Bolsonaro. Aécio Neves, Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, José Serra e Geraldo Alckmin, entre outros, constam nas denúncias que constam em processo da Lista de Furnas reaberto no STF. kkkk

sonia

FORA TEMER E LULA NA CADEIA.


Versão Sertão do Pajeú

27/07


2017

Recife sedia curso sobre inteligência financeira

A consultora Jena Agra e a escritora Eugênia Miranda irão ministrar um curso, em Recife, nos dias 29 e 30 de julho. As duas vão falar sobre inteligência financeira e sucesso. O evento ocorrerá no Hotel Manibu, na Av. Conselheiro Aguiar, no bairro da Boa Viagem, e segue com as inscrições abertas.

O curso vai abordar, entre outros temas, a trilogia da mente, identificação de crenças limitadoras, talento x oportunidade e técnicas para liberdade financeira. O objetivo do evento é capacitar os participantes para a liberdade financeira, aprendendo a ter práticas ajustadas as suas metas.

Trabalhando com Eugênia Miranda, Jena reedita a parceria que fez sucesso na edição do curso ‘Programação Mental Para o Sucesso Financeiro’, realizado nos dias 27 e 28 de maio, em Petrolina. Na ocasião, o auditório do Hotel Nobile Suítes Del Rio ficou lotado, repercutindo a realização do vento nos principais blogs e rádios da região.

Recife é a quarta cidade de Pernambuco a receber a série de cursos liderada por Jena. A mais recente foi Serra Talhada, que, no último dia 8, sediou ‘O Poder da Ação’, abordando inteligência emocional, plano de ação e abundância x escassez. Segundo a Coaching, o próximo evento vai ser em Petrolina. “No último encontro, percebi que muitas pessoas da cidade estão buscando mudanças, mas não sabem nem mesmo que caminho seguir. Nosso curso pretende ser essa ponte impulsionadora e transformadora”, disse.

Inscrições

Interessados em participar do evento podem se inscrever através dos números: (81) 9.9900-5309/ (87) 9.9990-2060, falar com Polliana Brandão.


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27/07


2017

A charge do dia


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Cruzamento da Lista de Furnas e Lava Jato frita Aécio e Bolsonaro. Aécio Neves, Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, José Serra e Geraldo Alckmin, entre outros, constam nas denúncias que constam em processo da Lista de Furnas reaberto no STF. kkkk


Governo de Pernambuco

27/07


2017

Vou dar um abraço numa das minhas paixões

Já com o pé na estrada rumo ao Sertão. Vou a Triunfo, um oásis no semiárido nordestino, uma das cidades mais belas e atrativas do meu Pajeú. Lá, onde lanço amanhã, as 19h30m, na Câmara de Vereadores, o meu livro Histórias de Repórter, a sensação é bem diferente do resto do Sertão. Localizada a 1,2 mil metros acima do nível do mar, a cidade tem charme europeu, com uma temperatura média de 12 graus nesta época do ano.

Até a história da cidade desperta curiosidade. O nome de Triunfo originou-se de uma luta ocorrida entre a poderosa família dos Campos Velhos, da cidade de Flores, e os habitantes da povoação da Baixa Verde, os quais, querendo ver o progresso da localidade, começaram com a criação de uma feira, com o que os Campos Velhos não ficaram satisfeitos, procurando acabá-la por diversas vezes, até mesmo com prejuízo de vidas, mas não conseguiram.

Tal fato fez com que os habitantes da Baixa Verde tratassem de sua independência, a fim de se libertar dos Campos Velhos. Para isso, um abaixo-assinado solicitou da Assembleia Provincial e do Diocesano que a povoação fosse transformada em freguesia e elevada à categoria de vila.

O que de fato ocorreu em 2 de junho de 1870, através da Lei Provincial nº. 930, que criou a freguesia de Nossa Senhora das Dores, desmembrada da freguesia de Flores, e elevou a povoação de Baixa Verde à categoria de vila, com a denominação de Triumpho.

Em Triunfo, como em toda instância fria, dá para tomar chocolate quente, é possível degustar um café colonial como Gramado, no Café do Brejo, e um bom vinho para espantar o frio. O charme da cidade está também nas suas ladeiras, nos seus casarios coloniais preservados e prédios históricos, como o Cine Guarany.

Tudo em Triunfo parece ter sido talhado com primor: as ruas cheias de ladeiras e calçadas com paralelepípedos, o casario singelo, as antigas construções datadas do século XIX, os seculares e tradicionais convento e igrejas, as edificações em pedra bruta.

A história do cangaço que nos faz voltar no tempo, os mirantes, cachoeiras, grutas, a belíssima visão do Pico do Papagaio, ponto mais alto de Pernambuco com 1.260 m, de onde é possível avistar seis cidades do Vale do Pajeú, os caretas com seus trajes que deixam os visitantes curiosos e deslumbrados com tamanha beleza com mais de um século de existência.

O famoso açude João Barbosa Sitônio localizado no centro da cidade, adornado pela presença do Cine Teatro Guarany inaugurado em 1922 e construído com rocha e óleo de baleia para dar sustentabilidade aos três pavimentos do prédio que é uma das 20 Maravilhas de Pernambuco, segundo votação realizada pela Fundarpe.

Sem esquecer do teleférico que tem seus assentos movidos por cima das serras de Triunfo passando sobre as águas do açude que estão muito poluídas. Todos que visitam Triunfo têm uma verdadeira aula de arquitetura, história e cultura.

Cidade de um povo hospitaleiro, rodeada de serras e vegetação sempre verde. Triunfo é, verdadeiramente, uma das grandes paixões da minha vida. É lá onde encontro o refrigério da minha alma, adoço minha plumagem poética e faço canções de amor.


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Cruzamento da Lista de Furnas e Lava Jato frita Aécio e Bolsonaro. Aécio Neves, Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, José Serra e Geraldo Alckmin, entre outros, constam nas denúncias que constam em processo da Lista de Furnas reaberto no STF. kkkk

sonia

Boa viagem, Magno. Realmente Triunfo é uma cidade linda.


Flamac - 2

27/07


2017

Recife: Lava Jato prende dois irmãos ligados a Bendine

Do G1/PE

Deflagrada pela Polícia Federal, a 42ª fase da Operação Lava Jato prendeu dois irmãos, ambos empresários, na manhã de hoje, no Recife. A mesma ação prendeu, em Sorocaba (SP), o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine. Os empresários detidos na capital pernambucana seriam operadores financeiros de Bendine.

Os quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Recife e em Ipojuca, na Região Metropolitana. Eles são relacionados a André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior. Os irmãos são sócios da empresa de publicidade Arcos. André Gustavo é representante de Bendine. Essa não é a primeira vez que ele é citado em uma delação da Odebrecht.

Antônio Carlos foi preso em casa, no Recife. A captura de André Gustavo ocorreu no Aeroporto Internacional Gilberto Freyre, na capital pernambucana. Ele embarcaria para Brasília (DF). De acordo com o advogado dos dois, Ademar Rigueira, André mora na capital federal e estava retornando para a residência.

Por telefone, Rigueira se diz surpreso com as prisões temporárias dos seus clientes e que está se inteirando do processo. O advogado ainda afirma que considerada as prisões precipitadas.

Além de Bendine, a nova fase também mira nos operadores financeiros suspeitos de operacionalizar o recebimento de R$ 3 milhões. Aparentemente, de acordo com a PF, estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão de Marcelo Odebrecht.


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Banner - Hapvida

27/07


2017

Em Tamandaré, Paulo inaugura Forte Inácio de Loyola

O governador Paulo Câmara entrega, hoje, as obras de requalificação do Forte Inácio de Loyola, no município de Tamandaré, Litoral Sul de Pernambuco. Com a requalificação, a área interna do forte foi transformada em um museu histórico, onde será possível visualizar resquícios arqueológicos e artefatos. Além disso, também foi realizada a modernização das instalações elétricas e sanitárias e paisagismo do forte. Ao todo, foram investidos R$ 9,7 milhões na requalificação do equipamento.

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual também entregará 150 escrituras de propriedade para a comunidade de Tamandaré Centro. A ação, que integra o Programa Meu Imóvel Legal (PMIL) e vai beneficiar cerca de 700 cidadãos, marcará a primeira ação de regularização fundiária no Litoral Sul.  Em seguida, o governador visitará o local onde será erguida a sede da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar de Tamandaré (10º CIPM), às margens da PE-76, ao lado do Cemitério do município.


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ArcoVerde

27/07


2017

PF cumpre mandados da Lava Jato em Pernambuco

Do G1

O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã de hoje, no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Bendine foi preso em Sorocaba.

O publicitário André Gustavo Vieira da Silva, que é representante de Bendine, e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior também foram presos.

A atual fase foi batizada de Cobra e cumpre três mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão. A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo ou convertida para preventiva, que é quando o investigado não tem prazo para deixar a prisão.

Segundo depoimento de delação feito por Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, Bendine solicitou e recebeu R$ 3 milhões para auxiliar a empreiteira em negócios com a Petrobras. Conforme os delatores, o dinheiro foi pago em espécie através de um intermediário.

A nova fase também mira operadores financeiros suspeitos de operacionalizarem o recebimento dos R$ 3 milhões. Aparentemente, de acordo com a PF, estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão de Marcelo Odebrecht.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há evidências indicando que, numa primeira oportunidade, um pedido de propina no valor de R$ 17 milhões foi realizado por Aldemir Bedine à época em que era presidente do Banco do Brasil, para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial.

"Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da Odebrecht que celebraram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, teriam negado o pedido de solicitação de propina porque entenderam que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato de financiamento do Banco do Brasil", disseram os procuradores.

Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

A fase anterior da Operação da Lava Jato, batizada de Poço Seco tinha ocorrido em maio deste ano.

Investigações

Em 2015, Bendine era braço direito da então presidente Dilma Rousseff. E deixou o banco com a missão de acabar com a corrupção na petroleira, alvo da Lava Jato. Mas, segundo os delatores, ele já cobrava propina no Banco do Brasil, e continuou cobrando na Petrobras.

O pedido de propina, segundo os delatores, foi feito em 2014, quando Aldemir Bendine era presidente do Banco do Brasil. Na delação de Fernando Reis, o ex-executivo da Odebrecht conta que foi procurado pelo publicitário André Gustavo Vieira da Silva com uma queixa sobre o ministro da Fazenda Guido Mantega.

Em junho deste ano, o juiz Sérgio Moro, que é responsável pelos processos da Lava Jato, autorizou abertura de inquérito para investigar Bendine.

O nome da operação

O nome da operação é uma referência ao codinome dado ao principal investigado nas tabelas de pagamentos de propinas apreendidas no chamado Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht durante a 23ª fase da operação.


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Cruzamento da Lista de Furnas e Lava Jato frita Aécio e Bolsonaro. Aécio Neves, Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, José Serra e Geraldo Alckmin, entre outros, constam nas denúncias que constam em processo da Lista de Furnas reaberto no STF. kkkk

sonia

ACABOU A PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA. PF PEDE DEVASSA NAS FINANÇAS DO FILHOS DE LULA. A cobra vai fumar.

sonia

E essa gentalha que segue este vadio ladrão sem pestanejar...ainda acredita que este pulha é um defensor dos pobres...e tão pobre quanto. Para um empresário bem sucedido ter em sua posse este valor ...tem que ser um baita empresario de sucesso...de maneira alguma um sindicalista ex presidente deste país teria condições de movimentar tal quantia...Nó Cegos!

Nehemias

Lula é foda, ele quer cara a cara, o juizeco tá com medo. kkkk

sonia

Lula rejeita videoconferência e quer ser interrogado em Curitiba Lula rejeitou a recomendação do juiz Sérgio Moro para depor por videoconferência e quer falar em Curitiba. Quem manda é Moro. Lula fará o que ele ordenar. Réu não manda nada. ACABOU O TEMPO DO REINADO.


Supranor 1

27/07


2017

Coluna da quinta-feira

  Miguel e João Tenório se destacam

Não tenho pesquisas ainda de avaliação dos seis primeiros meses de gestão nos principais municípios do Estado, mas a impressão é que em Petrolina, maior colégio eleitoral do Sertão, o prefeito Miguel Coelho (PSB) está dando conta do recado. Dos novatos é, sem dúvida, o mais criativo, arrojado, capaz de gerar uma agenda positiva sem deixar ser contaminado pelos fatos negativos.

Miguel é também muito jeitoso e articulado. Conta em Brasília com dois apoios importantes para atrair recursos para o município: o pai, o senador Fernando Bezerra Coelho, líder do PSB no Senado, e o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, seu irmão. Ambos já garantiram emendas para obras e pela influência que detém abriram as portas para o patrocínio dos festejos juninos.

Petrolina montou uma mega estrutura, só comparável a de Campina Grande. Com ajuda de empresas públicas e privadas foi possível montar uma das mais atraentes grades para o evento, com a presença de artistas nacionais renomados, sem esquecer o autêntico e mais que cultural forró pé de serra. Até os mais radicais adversários do prefeito tiraram o chapéu para o São João que ele promoveu.

Tenho recebido, igualmente, boas referências ao trabalho do prefeito da pequena São Joaquim do Monte, João Tenório (PSDB), já em segundo mandato. Dizem que ele administra o município como uma empresa e que a cidade virou um canteiro de obras e de boas experiências na área social, a que todos os prefeitos deveriam, verdadeiramente, priorizar pelo seu poder de transformar vidas.

Como Miguel, João Tenório é jovem e vem de uma família tradicional, tendo seu pai governado o município. Pernambuco é um Estado que tem um baixo nível de formação de novos quadros e de renovação política. Certamente, existem outros gestores muito bem avaliados e que possam ser destacados e valorizados.

Por falar no social, recorro a Mahatma Gandhi para abrir ainda mais os olhos destes novos governantes: “Os sete pecados capitais responsáveis pelas injustiças sociais são: riqueza sem trabalho; prazeres sem escrúpulos; conhecimento sem sabedoria; comércio sem moral; política sem idealismo; religião sem sacrifício e ciência sem humanismo”.

AS PIORES CONTAS– As contas do Governo registraram um déficit primário de R$ 56,09 bilhões no primeiro semestre deste ano, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional. Foi o pior resultado para o primeiro semestre desde o início da série histórica, em 1997, ou seja, em 21 anos. Até então, o maior déficit para esse período havia sido registrado em 2016 - quando o rombo somou R$ 36,47 bilhões no primeiro semestre. É o terceiro ano seguido em que as contas ficam no vermelho neste período.

Uchôa já está de olho em 2019– Depois de implantar mais uma penca de stents no coração em São Paulo, de onde voltou animadíssimo, o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Uchoa (PDT), começou a traçar a estratégia de disputar o sétimo mandato seguido. Se conseguir a façanha, na renovação da mesa diretora da Alepe, em eleição marcada para fevereiro de 2019, terá carimbado o passaporte para o Guines Book. “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Diga ao povo que fico”, brinca Uchoa, reproduzindo a célebre frase do fico proferida por Dom Pedro, então príncipe-regente do Brasil.

 

 

Alerta na saúde- O Sindicato dos Médicos de Pernambuco suspendeu, ontem, os atendimentos agendados e serviços ambulatoriais em unidades da rede pública do Recife. A paralisação, marcada para terminar hoje, tem como objetivo cobrar à administração municipal melhorias nas condições de trabalho em hospitais, maternidades e postos de saúde, além de reforço na segurança dos profissionais. Os serviços emergenciais foram mantidos. De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos, Tadeu Calheiros, este ano a entidade foi notificada oficialmente a respeito de nove ocorrências sobre agressões, assaltos, furtos e até sequestro em unidades da rede municipal.

Pós-Temer– O encontro do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é simbólico não pela confirmação de uma aliança PSDB-DEM, mas pela demonstração de que os dois partidos já articulam o pós-Temer, que começa imediatamente, independentemente de o presidente permanecer ou não no posto. Como disse no domingo, o presidente consegue, dia a dia, se tornar invisível. Maia e Alckmin discutiram, sem ninguém do Governo, a necessidade de avançar com uma reforma da Previdência possível, e que tucanos e democratas empunhem esta bandeira.

Candidatura de Sileno gera ruídosA ala dissidente do PSB, mediante pressão dos deputados estaduais, mandou avisar ao presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, que ele pode até ser reeleito por unanimidade, sem a necessidade do prefeito de Paulista, Júnior Matuto, bater chapa, mas numa condição: que abra mão do projeto de disputar um mandato na Assembleia. O que até as paredes da Prefeitura do Recife sabem é que Sileno gera ciumeira por já ocupar dois cargos: a Casa Civil da PCR e o comando estadual do PSB. “Querer também um mandato é subestimar a nossa inteligência”, disse um parlamentar em off.

CURTAS

SUDENE– A delimitação da região semiárida será um dos principais temas de encontro, hoje, na Sudene, coordenado pelo ministro da Integração, Helder Barbalho. A atividade será realizada no Instituto Ricardo Brennand, no bairro da Várzea, a partir das 10 horas. Participarão equipes do Governo Federal e dos estados na área de atuação da Superintendência, além de representantes do Banco do Nordeste do Brasil - operador dos Fundos Constitucional (FNE) e de Desenvolvimento (FDNE) da região.

CONFERÊNCIA– A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes deu início, ontem, à 11º Conferência Municipal de Assistência Social. O evento, realizado em parceria com o Conselho Municipal de Assistência Social, terá prosseguimento hoje no auditório da Faculdade dos Guararapes, no bairro de Piedade, tendo como pauta a garantia de direitos no fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e propostas para nortear as políticas públicas do setor para os próximos dois anos.

Perguntar não ofende: A Câmara vota na terça ou adia, mais uma vez, o pedido de investigação do presidente Temer?


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Nehemias

O PT É O PARTIDO DE ESQUERDA MAIS SÓLIDO DA AMÉRICA LATINA! TEM 37 ANOS E NÃO PARA DE CRESCER! NADA VAI DESTRUÍ-LO!!!

Nehemias

Delações mostram que Dilma sofreu impeachment porque se opôs a esquema de corrupção. Eu já sabia!

Nehemias

A geração atual vai morrer sem conhecer outro líder como Lula. Lula representa a esperança.

Nehemias

Cruzamento da Lista de Furnas e Lava Jato frita Aécio e Bolsonaro. Aécio Neves, Eduardo Cunha, Jair Messias Bolsonaro, José Serra e Geraldo Alckmin, entre outros, constam nas denúncias que constam em processo da Lista de Furnas reaberto no STF. Reaberto no Supremo Tribunal Federal (STF) após o pedido de investigação da Procuradoria Geral da República (PGR), o julgamento do escândalo conhecido como Lista de Furnas coloca entre os investigados os principais líderes tucanos. Mas expõe, pela primeira vez no âmbito das denúncias de corrupção, o deputado Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ). Ele e o presidiário Eduardo Cunha (PMDB-RJ) estão citados no documento. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também é citado no escândalo. kkkk

Nehemias

Perdão de dívida de 1 trilhão de grandes donos de terra, financiaria a educação por 14 anos.


Garanhuns 14/06/17

27/07


2017

Delação: PGR pressiona Cunha a entregar aliados

Folha de S. Paulo - Bela Megale

 

O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso no Paraná desde outubro do ano passado, enfrenta dificuldades para avançar na negociação de um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República.

Segundo envolvidos nas tratativas, os investigadores insistem para que ele entregue supostos fatos ilícitos envolvendo aliados, como os deputados do centrão –bloco político que ajudou Cunha a se eleger presidente da Câmara em 2015 e que foi determinante para o impeachment de Dilma Rousseff.

Além disso, querem que ele apresente informações sobre conta ou um trust em paraíso fiscal que possa ter ligação direta com o presidente Michel Temer. Até o momento, porém, pessoas ligadas ao ex-deputado afirmam que ele não cedeu em relação a aliados e que não tem dados de conta que leve a Temer.

Desde que começou a negociar um acordo, há cerca de dois meses, Cunha vem focando em temas espinhosos para seis inimigos e tenta reduzir danos em relação a quem o apoiou. Segundo a Folha apurou, ele descreve um sistema piramidal em que Temer aparece no topo, como o chefe da organização. Abaixo, estariam o próprio Cunha e o secretário-geral da Presidência, Moreira Franco.

O presidente também está entre os atores, segundo a versão de Cunha, que trabalharam a favor de empresas na Medida Provisória dos Portos, que eliminou em 2013 a vantagem de importadores que usavam portos em Estados que concediam benefício fiscal, como Espírito Santo, Santa Catarina e Ceará.

OAS

Entre a série de fatos envolvendo supostos pagamentos de propina a Moreira Franco está a atuação dele em favor da OAS na área de concessões de aeroportos quando foi ministro da Secretaria de Aviação Civil, de 2013 a 2015.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), aparece no relato de Cunha como beneficiário de recursos ilícitos para trabalhar na aprovação de uma medida provisória para atender empresas. Segundo a investigação da Polícia Federal, Maia apresentou emenda à MP 652, que contemplava os interesses da OAS em aeroportos.

Conversas extraídas do celular de Léo Pinheiro, sócio da empresa, mostram que Maia teria avisado o empreiteiro da edição de uma medida provisória sobre o setor.

Delatores que entregaram informações sobre Cunha se tornaram alvos do político na proposta de delação, como o lobista e ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo. Em junho de 2015, segundo Camargo, Cunha o pressionou a pagar a ele US$ 5 milhões de propina para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado.

ATENÇÃO ESPECIAL

Sobre a J&F, que detalhou pagamentos de propina a Cunha, inclusive após ele ser preso, o peemedebista tem dedicado atenção especial. Ele quer mostrar que Joesley Batista, delator e sócio do grupo, mentiu em diversas situações. Uma delas, segundo pessoas ligadas ao político, seria sobre o pagamento de R$ 30 milhões para a campanha que o elegeu presidente da Câmara. Joesley relatou que o dinheiro, usado para comprar apoio de deputados, foi repassado por meio de doação oficial, em espécie e por meio de pagamentos com notas frias.

Cunha, porém, contesta a versão e pretende relatar que os recursos foram repassados diretamente da J&F para os políticos por meio de um operador.

Outra empresa que aparece no cardápio é a Hypermarcas. Ela teria pago, segundo o ex-deputado, propina para políticos atuarem em medidas provisórias que a favoreceram.

OUTRO LADO

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou que tenha recebido vantagens indevidas relatadas pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Disse ainda que nunca tratou com ele de doações ou medidas provisórias e que "Cunha não pode utilizar uma delação simplesmente para atacar as pessoas".

O Planalto não quis se manifestar sobre as citações envolvendo o presidente Michel Temer. A assessoria do secretário-geral Moreira Franco informou que "ele não se posiciona sobre suposições".

O advogado de Júlio Camargo, Figueiredo Basto, disse que não conhece a delação de Cunha e que não falará sobre "boatos".

A J&F disse, via assessoria, que os colaboradores da empresa já apresentaram informações e documentos à Procuradoria-Geral da República e continuam à disposição para cooperar com a Justiça.

A Hypermarcas afirmou que não se beneficiou de quaisquer atos praticados pelo delator e ex-funcionário da empresa Nelson Mello.

Disse também que ele "autorizou, por iniciativa própria, despesas sem as devidas comprovações das prestações de serviços". 


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Mobi Brasil 2

27/07


2017

Marina: partidos fazem negócios em vez de política

Em entrevista à GloboNews, a ex-ministra, derrotada nas eleições presidenciais de 2010 e 2014, defendeu candidaturas avulsas para concorrer com as legendas e desconversou sobre estar na disputa em 2018. Para Marina, maioria dos partidos faz 'negócios' em vez de política

O Estado de S. Paulo - Fábio Grellet

 

Ex-ministra, ex-senadora, candidata derrotada em duas eleições presidenciais (2010 e 2014) e provável concorrente ao cargo na sucessão de 2018, Marina Silva (Rede) afirmou que “os partidos não estão mais fazendo política, a maioria deles está fazendo negócios”. Ela foi entrevistada pelo jornalista Roberto D’Ávila, em programa exibido na noite desta quarta-feira, 26, pelo canal por assinatura GloboNews.

A ex-ministra do Meio Ambiente defendeu candidaturas avulsas para concorrer com os partidos. “Os partidos não estão mais fazendo política, a maioria dele está fazendo negócios. É preciso criar uma concorrência idônea para os partidos. Vários países têm candidaturas independentes. Não é a pessoa, é uma lista endossada por um percentual de cidadãos, uma plataforma que precisa ser registrada na Justiça Eleitoral, e com isso você conseguiria recrutar pessoas da sociedade. Esse monopólio fez muito mal à política, e agora os partidos estão se tornando autarquias, com o megafundo partidário que estão querendo e com toda a concentração de poder.”

Marina afirmou que a política está ampliando os problemas nacionais: “Eu tenho dito que a política há muito deixou de ajudar a resolver os problemas e passou a criar problemas. O Brasil era a oitava economia do mundo e despencou em função de decisões políticas equivocadas. Nós eramos um país de pleno emprego e agora temos 14 milhões de desempregados por decisões políticas equivocadas”. Segundo ela, o Brasil está “vivendo num poço sem fundo, o que é pior do que o fundo do poço”. “Nesse momento não vai ter um partido ou uma figura salvadora da pátria”, disse.

Para Marina, “a reforma política que está sendo feita piora a situação. É fundamental que a gente pense a reforma política não para dar mais poderes aos partidos, como estão querendo dar, não para transformar a montanha de dinheiro da corrupção em fundo partidário mega bilionário para institucionalizar o abuso do poder econômico”.

A líder da Rede Sustentabilidade afirmou que um dos primeiros passos para o Brasil se recuperar “é sair desse presidencialismo de coalizão que virou presidencialismo de desmoralização”. “As pessoas compõem o governo distribuindo pedaços do Estado, fazem a maioria no Congresso fazendo aliciamento de votos, como está fazendo agora o presidente (Michel) Temer, para ter maioria para se manter no poder juntamente com seus ministros investigados escondidos atrás do foro privilegiado, mas através de aliciamento e distribuição de emendas.”

Na entrevista, Marina também criticou a decisão do governo federal de fazer cortes no orçamento. “Como a Polícia Federal sofre os cortes que está sofrendo, quando uma das coisas mais importantes que está acontecendo é o trabalho da Operação Lava Jato? Às vezes chega a se pensar que o que está acontecendo é uma sabotagem. Tem agora uma medida do governo que aumenta impostos de combustíveis e ao mesmo tempo faz um verdadeiro festival de distribuição de emendas gastando dinheiro do contribuinte para aliciar votos no Congresso. Tira com uma mão para comprar votos de parlamentares na Comissão de Constituição e Justiça e faz com que o contribuinte tenha que pagar o preço. Infelizmente no Brasil aqueles que praticam o crime são premiados, e aqueles que cumprem são prejudicados. Agora voltou tudo de novo. Quem invadiu terra ilegalmente na Amazônia está recebendo as dádivas do governo para poder votar a favor dele”, afirmou.

Quando questionada sobre uma possível candidatura à Presidência da República em 2018, Marina desconversou. “Ainda estou fazendo meu discernimento, e isso é a verdade, senão lhe daria um furo”, disse. Sobre a afirmação de estar participando menos do que se esperava do debate político brasileiro, Marina respondeu: “Estou participando assiduamente dos debates, o problema é que as pessoas acham que só fala em debates (aqueles) que estão na polarização. Como eu desde o início sou a favor da Lava Jato, tem gente que diz que isso não é uma fala. Como eu sempre fui contra o foro privilegiado, tem gente que acha que isso não é uma fala. Como eu desde 2015 estou defendendo a cassação de chapa Dilma-Temer e uma nova eleição, e eles querem ficar no poder, acham que isso não é uma fala”.

Marina também comentou a polarização na política. “É preciso que a gente crie um espaço, uma zona de amortecimento, para essa polarização que levou o Brasil ao desastre, para que os partidos tenham tempo de se reinventar, para que eles possam se reconectar com seu pacto fundador”, disse.

A ex-ministra afirmou ainda que o Brasil precisa parar de “fulanizar as conquistas”. “O Plano Real começou com o PSDB, mas era para ter sido institucionalizado independente de quem fosse o governo. As políticas sociais que iniciaram no governo do PT eram para ter sido institucionalizadas, não fulanizadas. Não posso ter um governo onde as coisas boas só funcionam com um partido ou com um líder”.


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Asfaltos

27/07


2017

Mudança de oportunidade

DEM tenta mudar como já mudou outras vezes. Desde que era Arena

VEJA - Dora Kramer

O DEM dá notícia de que pretende mudar de nome de de programa, agora que se dedica a uma dieta de engorda a fim de aproveitar a presença do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara e na posição de primeiro na linha de sucessão de um presidente na corda bamba. Fez movimento semelhante em 2007, por motivo diferente. Na época, a dieta era aquela que fazem as vacas ficarem magras: dos 105 deputados federais eleitos em 1998, o então PFL havia caído para 60 em 2006. Confirmando o viés de baixa, hoje não chegam a 30. Mas, diante do destaque que as circunstâncias proporcionam a Maia, acha que pode inverter a trajetória com base na lei não escrita da perspectiva de poder.

Até pode, se encontrar uma boa forma. O problema é o conteúdo. O partido foi criado pela ditadura com o nome de Arena; a dissidência no fim do período autoritário fez surgir a Frente Liberal, nominado no ano seguinte (1985) Partido da Frente Liberal (PFL). Antes, porém, fez um breve estágio probatório como PDS. A troca do nome seria, agora a quinta tentativa.

Mas, voltemos à anterior em 2007: a ideia de Jorge Bornhausen (então presidente do partido) era “renovar”. Entregou-se a presidência da legenda a quem? Rodrigo Maia. Que inovou o quê? Nada, ao ponto de o senador Agripino Maia, hoje presidente do partido, se dizer arrependido da mudança. Os novatos não teriam dado conta do empuxo da missão. Rodrigo foi substituído por outro jovem ( ACM Neto) que cuidou bem da própria carreira (hoje é prefeito de Salvador), mas não conteve a trajetória descendente do partido.

E por que nada mudou? Porque nada se alterou na relação da legenda com a sociedade. Rodrigo Maia dará jeito nisso? Difícil, embora possa inflar o partido levando-o à obesidade mórbida que já vitimou PT, PSDB e PMDB


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bm4 Marketing 6

27/07


2017

Heloisa Helena e Thereza Collor juntas em 2018

Veja

Há um fator novo em Alagoas. Thereza Collor, ex-cunhada de Fernando Collor, pode ser a surpresa do estado nas eleições de 2018. E ela não estará só: a ex-senadora Heloísa Helena articula uma dobradinha com a empresária.

As conversas estão caminhando bem. Ambas se admiram.

A Rede, partido de Helena, está de braços abertos para receber Collor, filiada ao PSDB.

O que ainda enrosca o acordo é decidir quem disputará uma cadeira no Senado e quem deve tentar um espaço na Câmara.


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27/07


2017

Alckmin diz que Doria não o enfrentará em prévias

Jantar

Folha de S. Paulo - Thais Bilenky

Em jantar com lideranças do PSB, no Palácio dos Bandeirantes, nesta quarta-feira (26), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse esperar que o PSDB entre em 2018 com o seu candidato a presidente definido e que acredita na palavra do prefeito João Doria de que não o enfrentará em prévias. 

Segundo relatos de duas pessoas que estavam no encontro, Alckmin se mostrou tranquilo e confiante. O PSB manifestou preocupação com as indefinições do PSDB, e o governador concordou que o seu partido não conseguiu se desviar da crise política, e estão todas as legendas abatidas. Nesse ponto concordaram todos os presentes. 

Por conta desse diagnóstico, ele propôs que se formasse um movimento suprapartidário para colocar o país acima de interesses privados com a pauta do emprego e renda como prioridade. Ele também mostrou interesse pelo Nordeste, região onde o PT tem tradicionalmente bom desempenho e que sofre com a crise econômica. 

Seus interlocutores interpretaram sua fala como a de alguém que quer se colocar como estadista. 

Alckmin deu a entender que não tem expectativa de reunir apoio do PMDB, que pode lançar candidato próprio ou endossar outro nome. Segundo os relatos, o governador avalia que isso seria positivo, pois o candidato levaria o desgaste do governo Michel Temer consigo. 

Quando o presidente assumiu, no ano passado, Alckmin defendeu que o PSDB não tivesse ministérios e agora condiciona o apoio à aprovação das reformas econômicas. 

Dois dias depois de jantar com lideranças do DEM, que está em disputa com o PSB, o governador tucano fez elogios ao partido de seu vice, Márcio França, que organizou o evento. Além dele, estavam presentes o presidente do PSB, Carlos Siqueira, os governadores Paulo Câmara (PE) e Rodrigo Rollemberg (DF), o prefeito de Campinas (SP), Jonas Donizette, e o ex-governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. 

O PSB, de modo geral, acredita que o PT terá nome próprio caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer. Alckmin então elogiou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que é hoje um plano B do PT para a eleição presidencial. O tucano afirmou que tem boa relação com Haddad e que deve procurá-lo em breve.


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27/07


2017

Michel Temer sepulta a política

O Estado de S. Paulo - José Roberto de Toledo

 

Temer fez o que ninguém conseguiu: transformou a Presidência da República em instituição menos confiável até do que os partidos políticos. Pesquisa inédita do Ibope revela que, de 0 a 100, a confiança dos brasileiros no presidente despencou de 30 para 14, desde 2016. Pela primeira vez, é menor do que a confiança nos partidos. De fato nada é menos confiável aos olhos da população hoje do que quem ocupa a Presidência. E esse nem é o pior problema detectado pelo Ibope.

No último ano, a desconfiança na política em geral bateu todos os recordes – segundo a edição 2017 do Índice de Confiança Social, que o Ibope pesquisa e calcula anualmente desde 2009. Do governo federal às eleições, passando pelo Congresso e pelos partidos, a confiança em quase todas as instituições políticas despencou desde 2016, com exceção dos (recém-eleitos) governos locais. A maioria delas chegou ao seu ponto mais baixo em 2017.

Já é ruim o suficiente porque mostra que, ao contrário do que dizem os políticos, as instituições que eles comandam não estão funcionando – não aos olhos de quem os elege. Mas nem é o tamanho inédito da descrença da população nas estruturas que exercem o poder que mais preocupa. Quando se compara a outras instituições, percebe-se que a crise de confiança não é generalizada. Ao contrário, ela tem foco e sujeito determinado.

Em 2009, a confiança nas instituições políticas era 15 pontos menor do que a confiança média nas demais instituições: 48 a 63. Oito anos depois, a desconfiança na política dobrou, e a no resto ficou praticamente estável. O processo começou com os protestos de junho de 2013, se aprofundou com o impeachment de Dilma e chegou a seu ápice com Temer. Em 2017, o “gap” de confiança nas instituições que envolvem políticos – em relação às demais instituições – chegou a inéditos 35 pontos: 25 a 60.

“Com o descrédito da política, as pessoas estão se apegando na fé e na polícia. Ou seja, nas instituições cuja percepção majoritária da população é que estão fazendo algo para melhorar”, diz a CEO do Ibope Inteligência, Márcia Cavallari.

De 2016 para 2017, a confiança média no conjunto das seis instituições políticas (governo federal, eleições, Congresso Nacional, partidos políticos, presidente e governos municipais) caiu 15%. Ao mesmo tempo, a confiança nas outras 14 instituições subiu, em média, 8%. Entre as mais confiáveis aparecem igrejas (subiram de 67 para 72), Polícia Federal (de 66 para 70), Forças Armadas (de 65 para 68) e meios de comunicação (de 57 para 61).

Projetando-se esse descompasso de confiança para as eleições presidenciais de 2018, percebe-se onde eventuais candidaturas-surpresa – e até pretensos salvadores da pátria – poderão se apoiar. Não há transposição direta de confiança de instituições para pessoas. Nem todo padre ou pastor será automaticamente um favorito na corrida presidencial. Mas terão influência.

O mesmo vale para militares (vide o crescimento da intenção de voto em Bolsonaro) e policiais federais. E promotores? A confiança no Ministério Público ficou estável em 54 pontos. É maior do que nos políticos, sindicatos e na Justiça em geral, mas menor do que nos bombeiros, policiais e até nos bancos.

Indubitável mesmo pela pesquisa é que quem estiver ligado ao governo federal ou umbilicalmente conectado ao presidente terá muito mais dificuldade para se eleger do que quem estiver contra ele. A falta de manifestações de rua expressivas e de penelaços pode dar a falsa impressão a deputados e partidos governistas de que sustentar Temer no poder não lhes custará tão caro assim. O auto-engano é sempre um atalho para o suicídio político.


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27/07


2017

Votou contra Temer está fora do governo, diz vice-líder

IstoÉ

Faltando poucos dias para a votação do parecer pelo arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados, os aliados do governo intensificam as articulações para conseguir o maior número de votos pelo arquivamento da denúncia. Ontem, o vice-líder do governo, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), disse que o deputado da base governista que votar contra o presidente Temer estará fora da base.

"Quem não votar a favor do presidente Temer estará fora da base do governo. O deputado tem que decidir se é governo ou não é governo. (Se) Acredita no novo Brasil ou não acredita", disse Perondi ao afirmar que não espaço para dúvidas. "Estamos numa guerra ideológica e numa guerra de política econômica. Uma fracassada e outra que está recuperando o país, e quem está vacilando tem que decidir logo de que lado vai ficar", alertou Perondi.


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27/07


2017

DEM vai mudar de nome. Outra vez

DEM tenta mudar como já mudou outras vezes. Desde que era Arena

VEJA - Dora Kramer

O DEM dá notícia de que pretende mudar de nome e de programa, agora que se dedica a uma dieta de engorda a fim de aproveitar a presença do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara e na posição de primeiro na linha de sucessão de um presidente na corda bamba. Fez movimento semelhante em 2007, por motivo diferente. Na época, a dieta era aquela que fazem as vacas ficarem magras: dos 105 deputados federais eleitos em 1998, o então PFL havia caído para 60 em 2006. Confirmando o viés de baixa, hoje não chegam a 30. Mas, diante do destaque que as circunstâncias proporcionam a Maia, acha que pode inverter a trajetória com base na lei não escrita da perspectiva de poder.

Até pode, se encontrar uma boa forma. O problema é o conteúdo. O partido foi criado pela ditadura com o nome de Arena; a dissidência no fim do período autoritário fez surgir a Frente Liberal, nominado no ano seguinte (1985) Partido da Frente Liberal (PFL). Antes, porém, fez um breve estágio probatório como PDS. A troca do nome seria, agora a quinta tentativa.

Mas, voltemos à anterior em 2007: a ideia de Jorge Bornhausen (então presidente do partido) era “renovar”. Entregou-se a presidência da legenda a quem? Rodrigo Maia. Que inovou o quê? Nada, ao ponto de o senador Agripino Maia, hoje presidente do partido, se dizer arrependido da mudança. Os novatos não teriam dado conta do empuxo da missão. Rodrigo foi substituído por outro jovem ( ACM Neto) que cuidou bem da própria carreira (hoje é prefeito de Salvador), mas não conteve a trajetória descendente do partido.

E por que nada mudou? Porque nada se alterou na relação da legenda com a sociedade. Rodrigo Maia dará jeito nisso? Difícil, embora possa inflar o partido levando-o à obesidade mórbida que já vitimou PT, PSDB e PMDB


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27/07


2017

Palocci: delação levará mídia e mercado financeiro

Jornal do Brasil

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acelera os trabalhos para finalizar a negociação de pelo menos cinco acordos de delação premiada até a saída do chefe do órgão, Rodrigo Janot, em 17 de setembro.

Uma das que ganham "fôlego", de acordo com informações da Folha, é a do ex-ministro Antonio Palocci, que pode entregar negociações que favoreceram grupos de mídia como a Globo e nomes do mercado financeiro.

O ex-ministro teria apresentado uma nova leva de assuntos, cerca de 40, com assuntos consistentes e políticos com foro. A proposta inicial de Palocci não tinha animado os investigadores, supostamente por não apresentar nomes com foro e nem assumir a prática de crimes. 

Os investigadores também estariam agilizando as negociações com o empresário Henrique Constantino, sócio da Gol, o ex-deputado Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Bolonha Funaro.


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27/07


2017

FHC e Serra são golpistas, diz ex-1º ministro português

O ex-primeiro-ministro de Portugal José Sócrates chamou Fernando Henrique Cardoso e José Serra de "golpistas" e acusou o Judiciário brasileiro de ser cúmplice do golpe.

Em entrevista a correspondentes de vários países nesta quarta, em Lisboa, o socialista lembrou a falta de legitimidade de Michel Temer e de seu governo.

"Falar 'eu não cheguei aqui pela porta dos fundos, foi o povo que me escolheu' é algo que todo político deve poder fazer a qualquer momento. Hoje isso é uma coisa que o senhor presidente do Brasil não pode dizer. O problema do Brasil é mesmo esse: a ilegitimidade", disparou.

Sócrates diz que os golpistas brasileiros tentaram dar um aspecto de legalidade ao processo de impeachment, inclusive entrando em contato com acadêmicos de outros países.

"Os golpistas Fernando Henrique Cardoso e José Serra vieram a uma conferência aqui em Portugal para falarem para os professores de direito portugueses e explicarem o golpe. Como se nós não estivéssemos a ver o que se estava a passar", afirmou.

"O Brasil é um país de 200 milhões de habitantes. É muito difícil fazer um golpe de Estado sem que as pessoas se dêem conta. O que aconteceu no Brasil foi uma coisa extraordinária. A direita política brasileira quis convencer o mundo de que podia mudar as regras no meio do jogo: de um regime presidencialista para um regime parlamentar", comenta Sócrates.

O ex-primeiro ministro criticou ainda a condenação de Luiz Inácio Lula da Silva, e diz ver que o petista também sofre perseguição política por parte do Judiciário.

"Isso se chama lawfare, é fazer a guerra com a Justiça. É fazer política com a Justiça. Já não fazem o combate através das guerras, fazem através dos juízes" resumiu.

Após mais de quatro anos desde o início das investigações e quase um ano preso, as autoridades portuguesas ainda não apresentaram uma acusação formal contra o socialista, que é investigado no âmbito da operação Marquês, uma espécie de Lava Jato portuguesa.

Segundo Sócrates, isso desrespeita a lei portuguesa e mostra que o Ministério Público foi incapaz de encontrar provas contra ele.


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27/07


2017

Vote em... em quem mesmo?

Carlos Brickmann

Lula candidato? Difícil: pode cair na Lei da Ficha Limpa, caso seja condenado em segunda instância. Mas também pode cair por outro motivo: foi condenado em primeira instância e é réu em outras ações. Da mesma maneira que Renan Calheiros foi mantido na Presidência do Senado, mas proibido de assumir a Presidência da República (é o segundo da fila) por ser réu, Lula não poderia ser candidato. Marco Aurélio, ministro do STF, diz que não é bem assim: o presidente não pode ser processado por fatos ocorridos fora de seu mandato. Mas a disputa judicial será longa. E envolve também Jair Bolsonaro, réu no Supremo. A lei é a mesma para ambos.

Lula, segundo pesquisa do Ipsos, tem 29% de intenções de voto. Um bom número – mas é o quarto entre os nomes pesquisados. Antes dele vêm Sérgio Moro (64%), Luciano Huck (45%), Joaquim Barbosa (44%). E a presidente do STF, Carmen Lúcia, está em seus calcanhares (28%). Só que nenhum destes nomes mais populares admite ser candidato.

Michel Temer? Política é como nuvem, muda de forma. Mas é difícil reverter sua rejeição recorde de 94%; e 95% dos pesquisados acham que o Brasil está no rumo errado. O PMDB é o maior partido do país, mas não tem candidato viável. O PSDB pode desistir de Aécio (rejeição de 90%), Serra (de 75%) e Alckmin (67%). Bolsonaro, fora eventuais problemas judiciais, tem rejeição de 53%. É hora de renovação: quem se apresenta?

Lula se apresenta e no PT não tem contestação. Se não puder sair, seu candidato à Presidência  é Fernando Haddad, mal avaliado como prefeito de São Paulo e derrotado no primeiro turno ao tentar a reeleição.


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26/07


2017

Alckmin a Maia: aliança com DEM não está descarada

Folha de S. Paulo - Thais Bilenky

 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), minimizou nesta quarta-feira (26) a fala do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de que o DEM não apoiará o PSDB na eleição para presidente em 2018.

"É natural que cada partido queira ter candidato próprio, é legitimo", disse Alckmin, que trabalha para ser candidato e tem no DEM paulista um de seus principais aliados no governo estadual.

"Você pode ter aliança no primeiro turno, no segundo turno, em nível federal, em nível estadual", sugeriu, antes de jantar com caciques do PSB, no Palácio dos Bandeirante, sede do governo paulista. "Precisamos ter pontes, ter diálogo."

Ao site "Poder 360", Maia disse que "o DEM não tem condições de apoiar o PSDB para presidente". Sua fala se deu após encontro de líderes do DEM com Alckmin na segunda-feira (24).

Sobre a sequência de conversas com partidos em meio a articulações para viabilizar a sua candidatura presidencial, o governador negou qualquer caráter eleitoral.

"É sempre bom conversar nesses momentos de crise", afirmou. "Não tem conversa para o ano que vem, cada coisa tem seu tempo. As conversas são para agora."

Participam do jantar o vice de Alckmin, Márcio França, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, o ex-deputado Beto Albuquerque, os governadores Paulo Câmara (PE) e Rodrigo Rollemberg (DF), o prefeito de Recife, Geraldo Julio, e o ex-governador do Espírito Santo, Renato Casagrande.

Ao se despedir dos jornalistas, questionado sobre qual seria a próxima conversa com partidos, ele se saiu com uma piada e deixou no ar que as articulações permanecem.

"Em Pindamonhangaba [(SP, sua cidade natal], tinha um cinema chamado Cine Brasil. Domingo tinha o seriado. Aí, no auge, quando a mocinha caía do precipício, a tela fechava e dizia 'Volte domingo que vem'." 


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26/07


2017

Temer prorroga saques do FGTS até final de 2018

O Estado de S.Paulo - Tânia Monteiro e Carla Araújo

 

O presidente Michel Temer assinou nesta quarta-feira, 26, decreto que prorroga até 31 de dezembro de 2018 o prazo para saques de contas inativas do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) apenas para casos de "comprovada impossibilidade de comparecimento pessoal do titular" à Caixa Econômica Federal. Pelo decreto assinado anteriormente, nesta segunda-feira, dia 31 de julho, se encerrava o prazo de saque destas contas.

Segundo fontes do Planalto, a medida irá beneficiar, por exemplo, pessoas com enfermidade grave que não poderiam ir à Caixa Econômica até 31 de julho e até quem esteve preso no período em que poderia retirar os seus recursos.

O governo usou o dinheiro do FGTS não só para tentar alavancar a economia, como até para tentar melhoria da sua popularidade.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o saque de contas inativas do FGTS ajudou a incentivar as compras dos brasileiros em julho. A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) cresceu 0,2% em julho ante junho, para 77,3 pontos. Em relação a julho do ano passado, houve um aumento de 12,5%.

Apesar de muitos brasileiros terem usado o dinheiro para quitar dívidas, fazer compras ou até uma poupança, a medida não trouxe nenhum ganho à popularidade do presidente Temer, que foi abatido pela delação premiada do dono da JBS, Joesley Batista.

De acordo com dados da Caixa Econômica Federal, 25 milhões de trabalhadores já sacaram o benefício até o momento, totalizando R$ 42 bilhões. Eles representam 84% do contigente total de pessoas que tinham direito ao saque da conta inativa do FGTS. 


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