FMO

27/05


2017

Dia D: locais de vacinação de cães e gatos

Jaboatão, Olinda e Camaragibe divulgam locais para vacinar cães e gatos contra a raiva. Este sábado (27) é o Dia D de imunização em municípios pernambucanos. No estado, serão mais de sete mil pontos para aplicação das doses. Ação vai até 17h.

Do Portal G1 - PE

Pernambuco tem o Dia D de vacinação de cães contra raiva (Foto: Divulgação/Ascom SMS)

Neste sábado (27), ocorre o Dia D de vacinação antirrábica em Pernambuco. No estado, estão à disposição mais de 7 mil postos de imunização para cães e gatos. O funcionamento será das 8 às 17h. A meta é imunizar cerca de 1,2 milhão de caninos e felinos, sendo 875 mil cães e 376 mil gatos.

A campanha tem o objetivo de controlar a circulação do vírus da raiva canina e felina, prevenindo a raiva humana. O último caso da doença em humanos, transmitido por cão, em Pernambuco, foi em 2006. Em animais, foram registrados quatro casos no ano passado, todos em caninos.

Os municípios da região Metropolitana montaram esquemas especiais para a vacinação. Em Jaboatão, a campanha contará com 210 postos espalhados por todas as sete regionais, entre unidades de saúde, escolas, associações de moradores. A meta é que sejam imunizados 66.348 cães e 19.913 gatos. Uma equipe formada por 529 vacinadores vai estar de plantão durante todo o sábado para garantir que a meta estipulada pela Secretaria Municipal de Saúde seja atingida.

Em Olinda, são 70 postos de vacinação. Uma equipe foi montada para atuar neste sábado. São 220 profissionais. Haverá o reforço de 80 alunos do curso de veterinária da Faculdade IBGM, que voluntariamente estarão dando apoio aos técnicos. A meta é vacinar uma população animal de 55.677 animais, sendo 46.817 cães e 8.860 gatos.

A Prefeitura Municipal de Camaragibe abriu 62 postos de atendimento. O município possui atualmente uma população canina e felina estimada em 20.478 animais, sendo 20.694 (16.555 – 80%) cães e 3.923 gatos, distribuídos em área urbana e rural. No ano passado, foi apresentado um caso de raiva canina notificado no município e, por isso, é importante manter o controle da raiva animal, e consequentemente evitar a doença em seres humanos, com a realização da campanha vacinal.

A vacina é gratuita e a recomendação é imunizar os animais acima de três meses de idade. No Recife, a vacinação será realizada no dia 10 de junho.
Sobre a raiva

A raiva é zoonose, ou seja, pode ser transmitida pelos animais ao homem. A letalidade é elevada, chegando a 100% nos animais que desenvolvem os sintomas. A transmissão ocorre, principalmente, por meio da mordida de um animal infectado com o vírus e que esteja eliminando-o pela saliva.

o Brasil, devido à proximidade de cães e gatos com o homem, a doença pode ser facilmente disseminada e os animais podem infectar-se após serem mordidos por um cão raivoso (mais comum no caso dos cães) ou por hábitos de caça, que acabam fazendo com que os gatos se contaminem ao capturarem morcegos.

Veja os locais de vacinação aqui: Jaboatão, Olinda e Camaragibe divulgam locais para vacinar cães e ...


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Versão Agreste Meridional

27/05


2017

Brasil: a hora das diretas

Folha de S. Paulo 

Por André Singer

 

Uma semana após a gravação entre Michel Temer e Joesley Batista ter se tornado pública, os fatos, pouco claros em um primeiro momento, começam a apontar na direção de que o presidente deva ser impedido. Embora o áudio não tenha apresentado o que se anunciava nas notícias divulgadas, em primeira mão, pelo maior grupo comunicacional do país, o que ele revela é, provavelmente, suficiente para que o prócer peemedebista sofra impeachment.

Comprovadas, por exemplo, as denúncias da OAB —encontro às escondidas com empresário processado, promessa de ajudá-lo em pleitos relativos à Fazenda, anuência a relato de obstrução da Justiça, indicação de assessor de confiança para contatos permanentes— haveria crime de responsabilidade. Até aqui os pronunciamentos e entrevistas presidenciais, no exercício pleno do direito de defesa perante a opinião pública, não conseguiram desfazer as suspeitas. Em alguns itens, ao contrário, funcionaram como confissão espontânea.

Em caso de vacância da Presidência e da vice nos últimos dois anos de mandato, como se sabe, a regra constitucional prevê a eleição pelo Congresso, destinada a completar o tempo dos que foram eleitos em 2014. Trata-se de cláusula pouco democrática em uma Carta, de modo geral, avançada.

Além disso, prevista originalmente para um sistema de mandato único de cinco anos sem reeleição, tal norma deveria ter sido regulamentada por alguma lei que especificasse as condições de candidatura, o que nunca ocorreu. Quem sabe seja sinal de que o legislador percebeu a inadequação da eleição indireta para preencher o mais importante cargo do sistema político brasileiro por um tempo maior.

A proposta de emenda constitucional (PEC) 227, do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), resolve bem o problema. Ela altera a redação da Carta de 1988, fazendo prever eleições diretas até seis meses do fim do mandato, quando o papel do presidente passa a ser apenas o de conduzir o pleito seguinte. Torna também a Constituição compatível com o previsto no Código Eleitoral.

Pode-se argumentar que alterar regras no meio do jogo constitui equívoco a ser evitado pelos que desejam defender o Estado de Direito. Mas não é disso que se trata, pois não há eleição em curso. Existe, sim, uma situação de emergência, causada por grave crise institucional, que depara com norma inadequada na Constituição.

Respeitar a Constituição não significa a impossibilidade absoluta de mudá-la. A Cidadã foi emendada 95 vezes. Algumas das mudanças foram ruins, como a PEC dos Gastos, mas nada impede que desta vez possamos acertar. Ampliar a participação dos cidadãos é o melhor meio de sair da crise. Se não for o único.


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Versão Sertão Central

27/05


2017

Pós Temer: falta de nome dá fôlego ao presidente

A falta de um nome que aglutine as forças políticas que hoje discutem o pós-Temer tem garantido a sobrevida que o peemedebista julga ter para retomar sua agenda reformista no Congresso.

Folha de S. Paulo - Julianna Sofia

 

Não temos um varão de Plutarco. A diagnose é acurada e causa surpresa por vir de forma tão aberta de onde menos se poderia esperar. Ao "Valor", o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral) descartou a renúncia presidencial e demonstrou zanga com as articulações em curso por eleições indiretas sob o beneplácito de aliados de primeira hora.

"É um momento em que você não tem no Senado um varão de Plutarco, uma referência que esteja acima de tudo e de todos, sobretudo do ponto de vista intelectual. Nós não temos, é uma pena. No passado tivemos", lamuriou o ministro.

O adendo que se faz à fala do conselheiro palaciano é que a ausência se dá não apenas no Senado, onde Tasso Jereissati (novo comandante do tucanato) desponta com vantagem na disputa. Da Câmara, só o que surge é a óbvia especulação em torno de Rodrigo Maia, genro de Moreira. Até a realização do pleito indireto, o deputado deverá assumir o Planalto —com a pena na mão para nomeações e liberações de verba.

Tasso e Maia oscilam nas apostas do mercado financeiro e do empresariado nacional, para quem o que importa de fato é a manutenção da política econômica e a aprovação das reformas. Até por isso, nomes fora dos muros do Congresso —Nelson Jobim, FHC ou Henrique Meirelles— enfrentam mais resistências.

O presidente da República ganha oxigênio à espera do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE e enquanto a concertação pelas indiretas não encontra seu próprio varão.

* Uma das primeiras e poucas mulheres a assumir cargo na alta cúpula do governo, Maria Silvia Bastos, do BNDES, é a primeira a pular da pinguela. Moreira aplaudiu. 


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Versão Mata Norte

27/05


2017

Compesa dá o start da adutora do Alto Capibaribe

O presidente da Compesa, Roberto Tavares, participou, ontem, de uma audiência pública no município de Santa Cruz do Capibaribe para apresentar e esclarecer dúvidas sobre a Adutora do Alto Capibaribe, obra que foi autorizada pelo governador Paulo Câmara. O empreendimento irá beneficiar mais de 230 mil pessoas nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Jataúba, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Taquaritinga do Norte e Frei Miguelinho. O evento, que ocorreu na Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, contou com a participação do prefeito da cidade, Edson Vieira, do deputado estadual Diogo Moraes, além de vários prefeitos dos municípios beneficiados, ex-prefeitos, vereadores e lideranças da região.

Na ocasião, o presidente da estatal ressaltou a importância da obra para o Polo de Confecções do Agreste, que irá garantir mais água para as oito cidades, além de gerar desenvolvimento, emprego e renda para a população da região. "Essa obra é uma parceria entre o Governo Federal e o Governo do Estado, mas se houver algum problema com relação a liberação de recursos de Brasília, o governador Paulo Câmara já garantiu que bancará o compromisso já assumido com o povo do Agreste, a região que mais sofre com a escassez de água em Pernambuco", informou Roberto Tavares.

O empreendimento receberá investimentos da ordem de R$ 70 milhões. A adutora terá 51 quilômetros de extensão e vai captar água na Paraíba, a partir da Transposição do Rio São Francisco, entre a cidade de Barra de São Miguel e o Açude Boqueirão, com uma vazão 350 litros por segundo. “Consideramos excelente o evento de hoje, com o auditório lotado, participativo, numa demonstração do grande interesse da população sobre a adutora, que irá regularizar o abastecimento de água nesses municípios. Fomos sabatinados e esclarecemos todos os passos que iremos percorrer até a conclusão da obra, prevista para o final deste ano ou início de 2018", explicou o presidente da Compesa.


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27/05


2017

Defensoria homenageia Braga Sá

Na passagem de seus 18 anos de criação, a Defensoria Pública Geral de Pernambuco homenageou, com a medalha Eduardo Campos, o procurador Braga Sá (na foto), além de outras personalidades com relevantes serviços prestados à instituição, entre eles o governador Paulo Câmara; o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Leopoldo Raposo; desembargador Eduardo Pugliesi, do Tribunal Regional do Trabalho; o decano do TJPE, Jones Figueiredo Alves; o ex-presidente Jovaldo Nunes; os conselheiros do TCE Marcos Loreto e João Campos. Mais de 300 pessoas estavam presentes.  Houve uma apresentação da Orquestra Criança Cidadã. Três deputados também foram agraciados, juntamente com o procurador geral de Justiça.

 


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Versão Sertão do Moxotó

27/05


2017

Skaf: Maria Silvia sem compromisso com o país

Folha de S. Paulo 
Por Painel


Na conversa que teve com o presidente Michel Temer, Maria Silvia Bastos reclamou de isolamento dentro e fora do BNDES. O pedido de demissão era esperado, mas o governo criticou o momento escolhido pela economista, que saiu em meio à crise política.
 
Vai tarde A aliados, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse que, ao pedir para sair neste momento, Maria Silvia demonstrou que “não tem compromisso com o país”. Ele era um de seus maiores críticos. Ato contínuo, elogiou Paulo Rabello de Castro, que foi escolhido para substituí-la, de quem é próximo.

O ministro Henrique Meirelles (Fazenda), que se considerava um aliado de Maria Silvia, soube de seu pedido de demissão pelo noticiário. Não recebeu “nem um emoji do WhatsApp”, brincou um amigo.
Folha de S.Paulo - Felipe Bachtold


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Comentários

LUIZ MAIA

AS FORÇAS ARMADAS PRECISAM INTERVIR RAPIDAMENTE - BASTA DE BANDIDOS SOLAPANDO O PAÍS - PAU E CADEIA PARA BADERNEIROS SAFADOS - PRISÃO PERPETUA PARA OS MEMBROS DA OCRIM


Flamac - 2

27/05


2017

Em manifesto, prefeitos fazem alerta sobre a crise

A FNP (Frente Nacional de Prefeitos) divulgou um manifesto em que diz que a crise que assola o governo Michel Temer pode levar os municípios ao colapso financeiro e que o país "não pode ficar sem rumo". No documento, os prefeitos afirmam que a "gravíssima crise política e econômica" ameaça a estabilidade institucional e que é preciso uma saída "célere" e de consenso, que leve em conta "as diversas forças políticas e os três níveis de governo".

"Defendemos uma saída consensuada, respeitando-se a Constituição Cidadã e a legislação vigente, que leve em consideração as diversas forças políticas da nossa sociedade e os três níveis de governo. Ao mesmo tempo, que seja célere para evitar o agravamento dos reflexos negativos que tal situação já projeta nas cidades e que temos constatado no nosso cotidiano: aumento do desemprego, desincentivo ao empreendedorismo e aos investimentos, paralisação de obras e a disseminação de um indesejável sentimento de fracasso", diz o texto.

Os prefeitos afirmam ainda que o agravamento da crise trará "consequências inimagináveis", visto que piora a já insuficiente quantia de recursos públicos que os municípios dispõem para sustentar os serviços básicos de saúde e segurança, por exemplo.

"Esta insuficiência de recursos públicos para sustentar os serviços básicos lá na ponta poderá levar o país a uma grave crise social com consequências inimagináveis", afirma o documento. Desde que a crise eclodiu, na semana passada, Temer tenta se segurar no cargo enquanto a cúpula de partidos de sua base articulam uma solução via eleições indiretas caso o presidente seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Leia abaixo o manifesto.

*"MANIFESTO DA FRENTE NACIONAL DE PREFEITOS

O país enfrenta momento de gravíssima crise política e econômica, que, ao ameaçar inclusive a estabilidade institucional, pode nos levar a um impasse e uma desestabilização social com conseqüências inimagináveis. Nós, governantes recentemente eleitos nas médias e grandes cidades, reunidos na Frente Nacional de Prefeitos (FNP), temos o dever de expressar nosso posicionamento. Este manifesto não se confunde com eventuais opiniões político-partidárias dos prefeitos e prefeitas enquanto agentes políticos. É notável que as cidades alcançam no Brasil e no mundo um protagonismo cada vez mais relevante. Também é sabido que orçamentos municipais estão desequilibrados. Há um expressivo aumento da demanda por serviços públicos básicos como saúde, educação e assistência social, combinado com a queda na arrecadação em função do baixo dinamismo econômico.

Esta insuficiência de recursos públicos para sustentar os serviços básicos lá na ponta poderá levar o país a uma grave crise social. Por isso, e considerando que nosso país é uma federação, este documento torna-se um dever. A FNP reitera a importância da promoção e do aprimoramento do diálogo federativo por meio de uma mesa de negociação permanente entre União, estados e municípios, dentre outras medidas que venham ao encontro do fortalecimento da federação, das instituições e da própria democracia. Estudiosos têm apontado que se o século XX foi das nações, este seria o das cidades. Esta constatação precisa ser contemplada no nosso desenho federativo, garantindo o tratamento isonômico previsto na Constituição e promovendo avanços e o diálogo permanente com as autoridades locais.

Defendemos intransigentemente o Estado Democrático de Direito e o direito à livre manifestação. Defendemos uma saída consensuada, respeitando-se a Constituição Cidadã e a legislação vigente, que leve em consideração as diversas forças políticas da nossa sociedade e os três níveis de governo. Ao mesmo tempo, que seja célere para evitar o agravamento dos reflexos negativos que tal situação já projeta nas cidades e que temos constatado no nosso cotidiano: aumento do desemprego, desincentivo ao empreendedorismo e aos investimentos, paralisação de obras e a disseminação de um indesejável sentimento de fracasso. Reconhecemos ainda que o país precisa de reformas estruturantes, que sejam construídas em um ambiente democrático e de diálogo. Estamos convictos que esta é uma oportunidade para o Brasil se revisitar como nação.

Observados os princípios do Estado Democrático de Direito, é preciso contemplar na pauta prioritária do país a busca constante pela melhoria da qualidade de vida do cidadão, a retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, a geração de emprego e o combate e a prevenção à corrupção, com controle e participação social, promovendo um sentimento de superação das dificuldades e de esperanças renovadas em dias melhores. O Brasil não pode ficar sem rumo."


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Mobi Brasil 3

27/05


2017

Antes de viajar, delator providenciou casamento

Delação da JBS

Folha de S.Paulo - Felipe Bachtold

 

Às vésperas da delação que abalou o governo Michel Temer, o delator Ricardo Saud, do grupo J&F, providenciou casamento "a jato" com sua então namorada, Eloá Jacinto, como forma de facilitar a obtenção de visto para os Estados Unidos.

Autor de algumas das principais acusações da delação do grupo dono do frigorífico JBS, ele foi gravado em interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça "descobrindo" a necessidade de preparar o casamento dias antes de fechar a colaboração.

De acordo com os relatórios da investigação, ele falou no dia 28 de abril com um homem não identificado sobre a situação de se tornar "expatriado" e recebeu uma dica para que sua companheira obtivesse o mesmo status nos Estados Unidos.

Se casasse, seu visto americano poderia beneficiar também a mulher. A intenção era obter o visto da categoria L1, concedido para executivos de empresas internacionais com unidades em solo americano.

Na semana seguinte, em 3 de maio, Saud ligou para um cartório. Um interlocutor diz que há "um monte de entrada hoje de casamento". "Pedi para ela dar uma prioridade na sua. Fazer a sua antes de fazer as duas da tarde."

No mesmo dia, o delator fala em telefonema à futura esposa: "Ponha a champanhe para gelar".

O acordo de colaboração da JBS foi concretizado uma semana depois, em 10 de maio. No mesmo dia, o empresário Joesley Batista viajou para Nova Jersey em seu jato particular. Na lista de passageiros, mostrada pelo "Jornal Nacional" no último sábado (20), apareciam Saud e Eloá.

Os delatores não serão presos. Procurada, a JBS não comentou o assunto. A defesa de Saud não foi localizada. 


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Banner - Hapvida

27/05


2017

Prefeita quer ampliar meta de turistas em Ipojuca

A prefeita de Ipojuca, Célia Sales (PTB), e Trade Turístico do Município recebem, neste fim de semana, operadores nacionais e internacionais em Muro Alto. O objetivo do encontro é promover o "Destino Porto de Galinhas para o Brasil", principalmente América Latina, atraindo mais turistas, gerando emprego e renda para todos os Ipojucanos. "A nossa meta é ousada, passar de 1 milhãoe 200 mil turistas para 2 milhões já em 2017", diz a trabalhista. 

 


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Asfaltos

27/05


2017

Governo retoma obras de estrada no Sertão

Seguem a todo vapor as obras de implantação e pavimentação da PE-425, estrada que liga Carnaubeira da Penha a Floresta, no Sertão do Itaparica. Esta é mais uma ação na área de infraestrutura realizada do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Transportes. Nesta intervenção serão investidos R$ 35,5 milhões.

Os serviços, que são tocados pelo Departamento de Estradas de Rodagens (DER),  serão concluídos no segundo semestre de 2018. O trecho contemplado possui 43,4 quilômetros de extensão. Quando estiver pronta, a PE-425 beneficiará diretamente mais de 45 mil moradores do Sertão.

A PE-425 vai substituir uma antiga estrada de terra. O maquinário pesado vem dando novas formas à via, por meio de serviços de terraplenagem, instalação de dispositivos de drenagem e de imprimação nos 13 quilômetros iniciais, no sentido Carnaubeira da Penha, que representam 33% do trecho total.

Atualmente, o tráfego flui pelo desvio ao lado da estrada até a conclusão da aplicação das camadas de asfalto. Enquanto isso, outra equipe avança no restante do segmento, onde será construída uma ponte em substituição à passagem molhada localizada na comunidade de Jaburú.

A rodovia é um importante corredor que liga os Sertões do São Francisco, Itaparica e Central. Ela também vai encurtar o deslocamento aos estados da Bahia, Paraíba e Ceará.  De acordo com o secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, a estrada vai melhorar a mobilidade, proporcionar mais segurança aos usuários e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da região.


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Supranor 1

27/05


2017

Salvando vidas no Agreste

  Do Diário de Pernambuco

O comerciante caruaruense José Marcelo Correia de Melo, 51 anos, estava em casa quando sentiu uma forte dor no peito. Com histórico de problemas cardíacos, procurou o médico de confiança da família em busca de ajuda: as dores pareciam pressionar e queimar o centro do peito, levantando a suspeita de infarto. Na penúltima sexta-feira de março, com o diagnóstico de angina, foi socorrido ao setor de hemodinâmica, ainda novidade no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, que tornou possível a realização de procedimentos invasivos sem a necessidade de transferir pacientes à capital do estado, Recife.

Entre a entrada na urgência do centro médico e a transferência para o bloco cirúrgico, se passaram quatro dias. “Seriam três, mas precisei de um dia de tratamento preventivo com antialérgicos, pois tenho histórico de reação a medicamentos”, explica José Marcelo, agora aliviado, aguardando alta médica na enfermaria do hospital. Foram 18 dias em observação, desde os primeiros sinais da dor no peito.

“Há um tempo, havia descoberto uma artéria coronária com 50% de obstrução. Vivia fazendo exames, sob acompanhamento permanente. Agora, meu problema foi definitivamente solucionado”, conta. A angioplastia, tipo de reparo para desobstrução de vasos sanguíneos, foi apenas um dos cerca de 70 procedimentos mensais contabilizados pela equipe médica e de enfermagem do setor, desde a inauguração, em dezembro de 2016. São aproximadamente cinco entradas no bloco cirúrgico diariamente, sendo o mais frequente dos procedimentos o exame de cateterismo, que usa um tubo plástico (cateter) para exploração dos vasos e dura, em média, 10 minutos.

“Mudou minha vida. Eu precisaria ser transferido ao Recife e, no entanto, pude me submeter mais rapidamente à angioplastia, além de ser acompanhado de perto por meus familiares, com quem vivo em Caruaru, o que facilita minha recuperação”, avalia José Marcelo, que teve a companhia da esposa e da irmã na maior parte do tempo de internamento. Sua análise sintetiza as principais vantagens do departamento de hemodinâmica do hospital, de acordo com o cardiologista Carlos Duarte, chefe do setor. “Eliminar a necessidade de transporte dos pacientes à capital é a principal vantagem da inauguração do departamento em Caruaru. Isso nos poupa tempo, diminuindo as chances de sequelas e mesmo as mortes por infarto do miocárdio, algo que requer socorro urgente. Além disso, possibilita que as famílias do Agreste e Sertão não somente acompanhem os pacientes internados, como também agilizem sua volta para casa quando recebem alta”, diz o médico. 

Duas vezes por semana, Duarte atende a população no ambulatório, administrando, diariamente, 15 leitos de enfermaria e oito de emergência: vem pleiteando, ainda, a instalação de dez novos leitos, a fim de contemplar mais pacientes em situação de risco. “Cerca de 800 pacientes foram internados na hemodinâmica desde dezembro. Todos eles têm direito de retornar ao hospital para serem acompanhados em sua recuperação. O principal objetivo do departamento é diminuir os óbitos por infarto, oferecer diferentes tipos de prevenção e tratamento”, detalha Duarte. 

O setor funciona de segunda a sexta-feira, com médico intervencionista disponível das 8h às 14h, acompanhado por uma enfermeira-chefe e equipe técnica. Entre funcionários e insumos, são cerca de R$ 300 mil por mês investidos nas atividades. A implantação fez da unidade o único hospital do SUS no interior do estado a oferecer tratamento cardiológico desse nível. Segundo Marcelo Cavalcanti, diretor-geral do centro hospitalar, recursos da Secretaria Estadual de Saúde deram aporte à instalação de equipamentos e à infraestrutura do setor. “Viramos referência na área. Atendemos 45 municípios do Agreste e Sertão, com procedimentos de fundamental importância para a região”, opina.

A poucos quilômetros do centro médico, a comerciante caruaruense Edilma Juvêncio Silva, 56 anos, sequer sabia que podia ser tratada na própria cidade, da mesma forma que não imaginava estar sofrendo um infarto, quando passou a sentir fortes dores no peito ao longo de dias. “Não pensei que fosse algo sério. Nunca tive histórico de problemas cardíacos. Pedi que meu filho me acompanhasse à UPA e descobri que estava infartando. Fui submetida a um cateterismo no hospital, onde fiquei 14 dias em observação, sendo quatro na UTI”, relata a comerciante, que, poucos dias depois de receber alta, retornou à lanchonete onde trabalha e reassumiu a própria rotina, um roteiro que, como ela mesma diz, poderia ser bem diferente: “não precisar viajar ao Recife pode ter salvo minha vida, tive sorte”.


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ArcoVerde

27/05


2017

Desembarque: PSDB, PSD e DEM decidem aguardar

Do Governo Temer

Folha de S. Paulo

Por Painel


Após dias de intensa especulação sobre um desembarque conjunto do governo, PSDB, PSD e DEM acertaram que aguardarão juntos e emitindo sinais de apoio ao presidente Michel Temer e às reformas o início do julgamento no TSE.
 
As cúpulas dos três partidos decidiram manter contato permanente daqui até lá, porém, para monitorar “com atenção” qualquer “fato novo”.
 
As siglas pagam para ver se Temer atravessa os próximos dias sem novas “denúncias graves”. Em privado, dão nomes aos bois: querem saber se a delação do ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, pego correndo com uma mala de dinheiro, vai se concretizar.
 
O PSDB avalia que Temer conseguirá avançar com a reforma trabalhista na próxima semana, mas minimiza o impacto do gesto e diz que isso já estava precificado. A da Previdência, porém, subiu no telhado, dizem os tucanos.


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27/05


2017

Lula chama Joesley de bandido

Em encontro com juristas, Lula diz que Joesley é ‘bandido’ e critica os benefícios de sua delação

Folha de S. Paulo

Por Painel

O ex-presidente Lula promoveu um encontro com dezenas de juristas, nesta quinta (25), para denunciar o que chama de “Estado de exceção”. Repetiu que se sente perseguido e fez duras críticas à nova estrela da crise política, Joesley Batista, que classificou como “um bandido”. O ex-presidente rechaçou as acusações do dono da JBS e disse que o acordo que Joesley obteve na Justiça é “um escárnio”. Com o ataque, se soma a Michel Temer, até aqui a principal vítima da delação do empresário.
 
A reunião com advogados e juristas ocorreu em um hotel em SP, a portas fechadas. Todos os convidados deixaram os celulares fora. Os aparelhos receberam uma etiqueta com o nome do dono e só foram devolvidos ao final do ato.
 
Lula disse que os benefícios que Joesley obteve com a delação eram de “provocar risos” e deu pitaco sobre a crise política. “Prefiro perder dez eleições diretas do que ganhar uma indireta”, afirmou.

O ex-presidente chorou ao lembrar da mulher, Marisa Letícia, que morreu este ano. Disse que não se incomoda de depor, mas que é difícil falar sobre ela. Após falar ao juiz Sergio Moro, ele foi criticado por tentar imputar decisões a respeito do tríplex no Guarujá a Marisa.


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Comentários

Nehemias

Só lembrando: O capitalismo te dá várias liberdades, afinal dá pra ser pobre de vários jeitos e níveis diferentes, né?

Nehemias

Cadê o Serra? Tá dando uma de morto,sumiu,depois que descobriram 23 milhões de propina pra ele o canalha desapareceu.

Nehemias

Se juntar Alckmim, FHC, Dorica, Skaf, Huck, Moro, Roberto Justus não dá um dedinho amputado de Lula

LUIZ MAIA

AS FORÇAS ARMADAS PRECISAM INTERVIR RAPIDAMENTE - BASTA DE BANDIDOS SOLAPANDO O PAÍS - PAU E CADEIA PARA BADERNEIROS SAFADOS - PRISÃO PERPETUA PARA OS MEMBROS DA OCRIM

sonia

“Donos” do sítio foram visitar Lula e tiveram de dormir num hotel em Atibaia… Posted Tribuna da Internet


Bm4 Marketing 2

27/05


2017

Bastidores que vivi agora em livro

“Histórias de repórter, um punhado de bastidores vividos por Magno Martins, é uma leitura agradável, rica, de um País vivido por ele antes de eu chegar a Brasília e começar minha carreira profissional pelas suas mãos, indispensável para jornalistas que estão ingressando no mercado”. O depoimento, destacado na contracapa do livro que lanço na próxima segunda-feira, às 19 horas, na Assembleia Legislativa de Pernambuco, é da jornalista Andreza Matais, que assina a coluna política mais lida do jornal O Estado de São Paulo.

Prêmio Esso de Jornalismo em 2012, com a série de reportagens sobre o patrimônio que tirou Antônio Palocci do Ministério da Fazenda, Andreza acrescenta: “Sorte nossa mergulhar num passado tão conturbado deste País, desde o processo de redemocratização aos dias atuais, saboreando textos inteligentes e bem-humorados de Magno, repórter de faro invejável. Magno não traz apenas a notícia fresquinha do jornalismo moderno em seu blog. Ele também faz história! Sorte a minha de ter um professor tão espetacular”.

Paulista do interior, daquelas de sotaque bem carregado nos esses, Andreza Matais foi, ao lado de Rosean Kennedy, ex-CBN e hoje na Agência Brasil, uma das gratas revelações da equipe que coordenava na Agência Nordeste, em Brasília. Premiadíssima em reportagens investigativas na Folha de São Paulo e agora no Estadão, Andreza é, hoje, sem dúvida, uma das estrelas do jornalismo político nacional. Seu depoimento só enrique ainda mais meu sexto livro, que chega às livrarias para resgatar um pedaço da história que vivi no plano nacional com um forte ingrediente também na política de Pernambuco.

Em seu prefácio, o jurista e acadêmico José Paulo Cavalcanti Filho revela que o leitor verá em Histórias de Repórter “grandes histórias, contadas com competência, o engenho e a arte de Magno Martins. Um livro para não se esquecer”.  Ele acrescenta: “Alguns dos atores que estão no livro conhecemos, e bem, enquanto outros já partiram. Não morreram, propriamente, ou completamente. Lembro, a propósito, o amigo Fernando Pessoa (no Desassossego): “Alguns morrem logo que morrem, outros vivem um pouco, na memória da nação que os teve”. Mas a todos cerca o abismo do tempo, que por fim os some”. Se isso for verdade, Magno está garantindo a seus personagens algum tipo de eternidade”.

Aprendi que Jornalismo é um ofício que diverte o espírito e aguça o discernimento intelectual. E por isso mesmo, escrever, para mim, não é necessariamente um trabalho, mas uma distração prazerosa. Os repórteres se dividem em três categorias: o que escreve o que viu; o interpretativo, e o que viu e o que ele acha que isso significa. Estou incluído no primeiro grupo. Em Brasília, vi Tancredo virar mártir, José Sarney fazer a transição, Collor sofrer impeachment, Itamar Franco reinventar o Fusquinha, o nascedouro do Plano Real, o PT e Lula chegarem ao poder.

Em Pernambuco, coordenei a campanha vitoriosa de Joaquim Francisco a governador em 1990, derrotando Jarbas Vasconcelos, que mais tarde, com o apoio de Joaquim, impôs ao então mito Miguel Arraes o mais acachapante revés eleitoral. Por ironia do destino e as surpresas que a política reserva, em 2012 Eduardo Campos, neto de Arraes, deu o troco a Jarbas, derrotando-o por uma diferença superior a 1 milhão de votos.  Personagens pernambucanos, com inserção na cena nacional, também são objetos de outras histórias contadas no livro.

Entre elas, o veto da esquerda que fez Roberto Magalhães desistir de integrar a chapa de Mário Covas, candidato do PSDB à Presidência da República; o escândalo dos Precatórios no Governo Arraes; a crise da cólera, que levou Joaquim Francisco, então governador, a mergulhar, literalmente, nas águas mornas da praia de Boa Viagem; a recusa de Roberto Magalhães, na condição de relator da CPI do Orçamento, em julgar Ricardo Fiúza e Sérgio Guerra; a ameaça de morte que sofri do ex-senador Ney Maranhão, um dos chefes da Tropa de Choque de Collor; a histórica entrevista de Collor, na qual revela o desejo de votar na reeleição de Lula e a primeira entrevista com o próprio Lula, em 1989, quando disputou e perdeu a primeira eleição presidencial.

As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo. Contar histórias é a mais antiga das artes, sendo que o hábito de ouvi-las e de contá-las tem inúmeros significados, está interligado ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e de se expressar, à construção de identidade e aos cuidados afetivos. Nas sociedades primitivas essa atividade tinha um caráter funcional decisivo: os contadores eram os que conservavam e difundiam a história e o conhecimento acumulado pelas gerações.

Histórias de Repórter traz um novo olhar sobre os bastidores da política em forma de histórias, em seus múltiplos e curiosos aspectos. Resgata fatos que chegaram ao conhecimento do público superficialmente. A política é, muitas vezes, um assunto chato, até porque quem faz a politica - os políticos em geral - nos dias atuais se transportaram para as páginas policiais. O Brasil que se abre e se mergulha nas páginas do meu livro também não era diferente. A minha intenção, ao trazer esses ricos bastidores que vivi, é dar uma modesta contribuição às futuras gerações, que leem pouco e pouco sabem sobre o País. 


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27/05


2017

Coluna do sabadão

     Procurador enfrenta Moro

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirmou, ontem, que parte dos valores desviados no esquema investigado na 41ª fase da Operação Lava Jato abasteceram contas do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB, e de sua mulher Cláudia Cruz. Para ele, Cláudia tinha como saber a origem dos recursos. A mulher de Cunha foi inocentada pelo juiz Sérgio Moro, mas o Ministério Público Federal (MPF) pretende recorrer da decisão.

A absolvição de Cláudia se deve ao "coração generoso" de Moro, ironizou o procurador, para acrescentar: "Nós sabemos que parte desses valores abasteceu a conta que foi usada por Cláudia Cruz para seus gastos em bens de altos valores. Nós vamos recorrer”. De acordo com Lima, uma pessoa com o "nível cultural" de Cláudia Cruz tinha "indicativos suficientes para saber" que os recursos que recebia eram incompatíveis com o salário que Cunha recebia como deputado federal.

"Ao gastá-los, ela cometeu o crime de lavagem. Nós não estamos acusando Cláudia Cruz de corrupção, mas de lavagem. Então, nesse aspecto o comportamento dela não é justificado e é criminoso", declarou o procurador. Moro absolveu Cláudia dos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Segundo MPF, ela recebeu em uma conta na Suíça mais de US$ 1 milhão da propina ganha por Cunha oriunda do esquema do Benin. O ex-deputado foi condenado justamente por seu envolvimento no mesmo caso.

O juiz Sergio Moro inocentou Cláudia dos crimes de lavagem de dinheiro e evasão fraudulenta de divisas. Na sentença, o juiz alega falta de provas suficientes para comprovar que ela tenha agido com dolo. O Ministério Público havia pedido a condenação dela, em regime fechado, argumentando que uma conta secreta da jornalista na Suíça, chamada de Kopek, havia recebido mais de US$ 1 milhão oriundo de propina recebida por Eduardo Cunha por facilitação nos contratos da Petrobras para obter direitos de exploração em Benin, na África.

O dinheiro teria passado por dois trusts e uma offshore até chegarem na conta de Cláudia, configurando crime de lavagem de dinheiro e dissimulação do produto de crime de corrupção. Segundo Moro, porém, não há provas de que o dinheiro tenha feito este caminho. "Falta materialidade à imputação do crime de lavagem de dinheiro, tendo por antecedente o crime de corrupção. Então a imputação do crime de lavagem descrito como fato 05 da denúncia é insubsistente", sentenciou o juiz.

REDUÇÃO DE EQUIPE– O delegado federal Igor Romário de Paula, coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, afirmou, ontem, que existe uma dificuldade em relação à quantidade de pessoas na equipe que precisa ser superada. “Com o número que a gente tem hoje, é muito difícil dar continuidade para o trabalho da forma satisfatória, como sempre foi”, disse o delegado. Segundo ele, esta é uma dificuldade operacional. “A gente vai ter que superar, porque, se não, o prejuízo no trabalho vai ser concreto”, disse o delegado. Atualmente, de acordo com o delegado, são 120 procedimentos em andamento.

A grande questão do quemO Velho Guerreiro Chacrinha tinha um bordão que dizia: “O jogo só acaba quando termina”. A questão objetiva da sucessão presidencial não é ser a favor ou contra Temer. A pergunta é quem! O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dará prosseguimento ao Impeachment, liderando a Câmara e o Senado para aprovar a cassação de Temer e, assim, tornar-se o presidente da Republica tampão? Volto a dizer: a questão é quem? Quem? Sem uma grande liderança contrária, Raul Castro continua presidente de Cuba e Maduro da Venezuela. No Brasil, quem é a liderança de oposição que terá forças para conduzir um processo de novas eleições indiretas ou diretas antes do pleito de 2018? Quem?

Cronologia para desmentir – O ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, detalhou em pelo menos dois anexos de sua delação premiada operações envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo delator da Lava Jato quer desmentir versão apresentada pelo petista ao juiz federal Sérgio Moro no qual falou de encontro com Duque, em um hangar do aeroporto de São Paulo, para perguntar sobre contas no exterior do ex-diretor da estatal. Nesses dois anexos, estão detalhados os encontros com Lula e o esquema de propinas envolvendo a Sete Brasil, empresa que tinha contratos com a Petrobras para a construção de navios-sonda.

Em busca do depoimento– O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu autorização ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tomar o quanto antes o depoimento do presidente da República, Michel Temer (PMDB), o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) no curso inquérito aberto contra os três a partir da delação da JBS. Em relação ao depoimento de Temer, Janot disse a Fachin que a oitiva deve acontecer “nos moldes a serem definidos por Vossa Excelência [Fachin]”. Janot afirma que, por haver investigados presos, o prazo para a conclusão da investigação por parte da Polícia Federal e da própria apresentação da denúncia pela Procuradoria-Geral da República (PGR) é mais curto.

Alckmin quer Tasso ou FHCO governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu, ontem, os nomes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), para disputar uma eleição indireta na eventual saída do presidente Michel Temer (PMDB) do poder. O tucano reforçou que, nesse cenário, não é candidato. Ele pretende disputar as eleições gerais no pleito de outubro do ano que vem. A declaração foi dada um dia depois de Alckmin se reunir com Jereissati e com o prefeito João Doria na casa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

 

 

 

 

CURTAS

CAIU FORA– A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, pediu, ontem, demissão do cargo. A executiva será sucedida interinamente pelo diretor de operações Ricardo Ramos, funcionário de carreira da instituição. Alegou motivos pessoais para deixar o cargo. Em comunicado, ela diz que deixa o posto "com orgulho de ter feito parte da história da instituição". A executiva assumiu o cargo em junho do ano passado e era alvo de fogo amigo no governo.

LANÇAMENTO– Só reforçando o convite: o lançamento do meu livro Histórias de Repórter, Editora Bagaço, com prefácio do acadêmico José Paulo Cavalcanti, está marcado para a próxima segunda-feira, às 19 horas, no novo Buraco Frio da Assembleia Legislativa. Conto com a presença dos meus leitores e ouvintes do Frente a Frente. A obra traz 103 bastidores que vivi nos últimos 35 anos entre Brasília e Recife.

Perguntar não ofende: Qual ou quais as bombas que as revistas seminais trarão neste fim de semana para complicar a vida de Temer? 


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Comentários

marcos

Por que será que a Mundiça defende tanto os Corruptos?

marcos

A elite já se prepara para a prisão de Lula e a Mundiça também!

marcos

Será que Moro Vai inocentar Rosimari Noronha a rapariga de Lula assim como fez com Claudia Cruz, mulher de Cunha?

Nehemias

Só lembrando: O capitalismo te dá várias liberdades, afinal dá pra ser pobre de vários jeitos e níveis diferentes, né?

Nehemias

Foi por medo de Avião que o Fachin não mandou Aécio para a prisão.



27/05


2017

O desmonte da Lava Jato

O Globo - Ruy Fabiano

A parcela da classe política mais diretamente envolvida nas denúncias da Lava Jato – a cúpula dos três principais partidos, PT, PMDB e PSDB - movimenta-se, com o apoio do presidente Michel Temer, para nova investida contra a Força Tarefa de Curitiba.
 
Se bem-sucedida, poderá ser letal.
 
Além de providências de ordem operacional, já adotadas, como a redução de nove para quatro do número de delegados na investigação e redução do respectivo orçamento, providências que emanam do Ministério da Justiça, cogita de outras iniciativas, no âmbito do Judiciário, que atingem o coração da Lava Jato.
 
A principal: a tentativa de nova mudança na jurisprudência do STF, hoje em favor da prisão em segundo grau – isto é, na imediata sequência da sentença inicial, fazendo com que o condenado recorra aos tribunais superiores de dentro da cadeia.
 
Antes, era o contrário: recorria em liberdade, explorando os infindáveis recursos que a lei processual brasileira oferece, beneficiando-se da prescrição da pena. Acaba de acontecer com Paulo Maluf, que jamais foi condenado por jamais ter sido julgado.
 
Um bom escritório de advocacia garante as acrobacias processualísticas – e são avaliados (e orçados) por essa habilidade.
 
A prisão em segundo grau, prática vigente nas principais nações democráticas do planeta (nos EUA é já no primeiro grau), foi levada ao exame do STF em fevereiro do ano passado.
 
E foi aprovada. Voltou a ser apreciada em outubro – e voltou a ser aprovada, ainda que por estreita margem, 6 a 5. E pode voltar a ser revista pela terceira vez, com outro placar.
 
Se já era estranho que, num prazo de poucos meses (entre fevereiro e outubro de 2016), uma mesma Corte, sem nenhuma mudança em sua composição - e sem que nenhum fato novo o determinasse -, tenha voltado a examinar uma decisão dela própria, que dizer de uma terceira retomada, sete meses depois?
 
A dedução inevitável, pelos efeitos práticos que daí advirão, é de que se trata de mais uma manobra contra a Lava Jato. Pois é ali que efeitos profundos e imediatos ocorrerão.
 
Um dos fatores que mais estimulam a opção dos réus pela delação premiada é exatamente a perspectiva de cumprimento imediato da sentença, tão logo confirmada em segunda instância. E as sentenças do juiz Sérgio Moro têm sido rapidamente confirmadas em segundo grau, no Tribunal Regional Federal, em Porto Alegre.
 
Esse rito objetivo, sem prejuízo do devido processo legal, , mas poupado do longo e tortuoso trajeto nos tribunais superiores – STJ e STF -, estimulou o recurso ao instituto da delação premiada, permitindo que as investigações fisgassem mais e mais gatunos, numa dimensão sem precedentes na História do país.
 
No entanto, se houver agora um recuo nessa jurisprudência, é possível (e provável) que as coisas mudem. Alguns figurões, já na fila das delações – como Antonio Palocci, Eike Batista, Sérgio Cabral -, podem (e devem) mudar de ideia. Os processos em Brasília obedecem a ritos que não se atêm à ortodoxia jurídica.
 
Quem propôs a re-re-revisão do tema foi o ministro Gilmar Mendes. Ele foi favorável à prisão em segundo grau nas duas votações anteriores, mas disse, esta semana, que mudou de opinião.
 
Ao analisar, na terça-feira, um caso concreto, no âmbito da Segunda Turma do STF, disse estar sensibilizado pelos argumentos de seu colega Dias Toffoli, que mudara também de opinião entre a primeira e a segunda votação do tema: na primeira, apoiara a prisão em segundo grau; na segunda, a condenara.
 
Gilmar procura um meio termo: não exclui a possibilidade desse tipo de prisão, mas não a quer compulsória. Como a composição do STF mudou, com a morte de Teori Zavaski, que apoiou a prisão em segundo grau, e sua substituição por Alexandre de Moraes (único ministro indicado por Temer), a simples mudança de voto de Mendes inverte o resultado anterior.
 
Nesses termos, volta-se ao Brasil de sempre: condena-se, mas não se prende – e inocenta-se por decurso de prazo. Essa providência, em plena articulação, forneceria a saída “honrosa” por que clamam Temer, Lula, Dilma, Aécio e quantos mais, nesse patamar da hierarquia política, dela necessitem.
 
O “Fora, Temer” é também o “fora” a seus fictícios adversários petistas, que põem a militância a urrar contra o presidente, mas com ele buscam animadamente um destino comum. Longe de Sérgio Moro – e fora, isto sim, da cadeia.


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LUIZ MAIA

Esta na hora da sociedade pedir intervenção militar. INTERVENÇÃO MILITAR JÁ!!!

José Pereira da Silva

Honestidade não é uma virtude e sim uma obrigação de todo ser humano, tenho vergonha de ser brasileiro.

sonia

Apoiem as FFAA !!! Elas precisam tomar o poder na legalidade. FFAA necessitam de suporte político do povo. QUE OUTRA OPÇÃO TÊM OS BRASILEIROS ??? INTERVENÇÃO MILITAR URGENTE



27/05


2017

Jovens são detidos após incidentes em Olinda

Dez adolescentes são detidos após incidentes que atemorizaram Olinda. Relatos indicam que de 30 a 50 pessoas, na maioria adolescentes, teriam praticado arruaças e atacado pessoas que faziam caminhada na orla, além de simular brigas e dois desses foram capturados e agredidos até serem resgatados por PMs.

Do Diario de Pernambuco

Por: Osnaldo Moraes

 

Incidentes de violência, incluindo briga de faca e muito corre-corre, geraram muita insegurança e atemorizaram moradores e visitantes dos bairros do Carmo, Bairro Novo e Casa Caiada, onde até mesmo a presença de quatro viaturas da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) acabou sendo motivo de mais temor. Atemorizadas, as pessoas preferem não ser identificadas e clamam por ações que garantam a segurança para o
município. Uma funcionária de uma pizzaria do Bairro Novo disse a correria ocorreu aproximadamente às 20h30. O 1º Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), responsável pelo policiamento ostensivo da área, e a Delegacia do Varadouro não confirmaram, mas os relatos indicam que dezenas participaram de ações que foram narradas como “arrastões”.

Um atendente de uma lanchonete situada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, no Bairro Novo, disse que normalmente o problema ocorre próximo nas imediações da área conhecida como “praia do quartel”. Mas a situação desta sexta-feira à noite teria sido muito maior. “Eu já corri de arrastão nessa orla, já vi outros, mas esse tinha mais gente do que eu imaginava ser possível. O baculejo (feito por PMs) tava ocupando a calçada quase inteira”, contou, acrescentando que o problema era percebido ainda dentro do ônibus.

“Foi um inferno porque tava parada a avenida, com motoristas parando os carros para ver, e varias viaturas. Aí o ônibus parou do lado de uma briga de faca e eu só pensava que os caras iam entrar”, disse uma estudante que estava no local e não quis se identificar. A jovem conta que tentava se encontrar com o pai e seguir para sua casa. “Começou na imediação da Subway até a Prontolinda. Eu nunca vi nada tão grande, tanta gente”, se impressionava, também relatando o cuidado do motorista, que se recusou a deixá-la desembarcar na para onde esperaria o pai, porque o local estava deserto.

Informações não confirmadas indicam que o corre-corre e brigas simuladas são utilizadas para causar pânico e facilitar a ação de lanceiros e assaltantes, e, nesta sexta-feira cerca de 30 a 40 estariam participando, até que dois deles, adolescentes, foram pegos por um grupo não identificado que começou a agredi-los. Quando PMs chegaram ao local acabaram tendo que resgatar e apreender os adolescentes. Em meio ao tumulto acabaram detendo outros e, após revistas, apreenderam outros oito adolescentes. Todos teriam sido
levados para a Delegacia do Varadouro. Guardas municipais de Olinda também teriam atuado para controlar a situação.

De acordo com a estudante que relatou o arrastão, “com certeza tinha mais de 50 caras”
participando dos incidentes. Alguns outros passageiros, que embarcaram no mesmo ônibus, contaram que passaram um tempo escondidos numa farmácia depois de correrem da praia ao perceberem que parte dos envolvidos começaram a tomar os celulares de quem caminhava pela orla.

A reportagem do Diario de Pernambuco tentou, sem sucesso, obter informações do 1º Batalhão da PMPE e da Delegacia do Varadouro.


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27/05


2017

Petrobras: Lava jato busca rastros de propina ao PMDB

Negócio da Petrobras na África

Lava Jato busca rastros de propina ao PMDB em negócio da Petrobrás na África 

O Estado de S.Paulo

Por Ricardo Brandt e Julia Affonso, 
 
A nova fase da Operação Lava Jato, batizada Poço Seco, aprofunda as investigações sobre operadores financeiros ligados aos lobistas João Augusto Henriques Torres e Jorge Luz e seu filho Bruno Luz, todos ligados ao suposto esquema de corrupção de políticos do PMDB na Petrobrás. A 41.ª etapa deflagrada nesta sexta-feira, 26, prendeu o ex-gerente da estatal Pedro Augusto Côrtes Xavier Bastos (Internacional) e busca o ex-banqueiro do BVA José Augusto Ferreira dos Santos.
 
A PF cumpriu mandados de buscas no Rio, São Paulo e Brasília.

O crime que originou as apurações foi o pagamento de propinas de US$ 10 milhões em contrato bilionário da Petrobrás para exploração de campos de petróleo em Benin, na África. O valor foi pago para a conta Acona, de João Augusto Henriques. O negócio foi fechado pela Diretoria Internacional, que era cota do PMDB no esquema de fatiamento político da estatal entre partidos da base – PT, PMDB e PP -, sob o comando do ex-diretor Jorge Zelada, preso em Curitiba desde 2015.

Leia mais aqui: Lava Jato busca rastros de propina ao PMDB em negócio da Petrobrás na África 


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