Versão Sertão Central

26/05


2018

ICMS: governadores do NE e MG contra ato de Temer

Governadores do Nordeste e de Minas reagem à perda do ICMS sobre combustíveis

Como solução à redução dos preços do diesel proposta no acordo com os caminhoneiros em greve, eles pedem que a Petrobrás altere sua política de preços

Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

Um grupo de sete governadores dos Estados do Nordeste e Minas Gerais acusam o governo federal ter tentar transferir para os governos estaduais a responsabilidade pela solução da crise dos caminhoneiros que bloqueiam as estradas brasileiras. Em carta aberta à população, eles acusam o governo e classificam a política de preços dos combustíveis da Petrobrás de "absurda, perversa e irresponsável".

Assinada pelos governadores da região da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) - Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Minas Gerais - a carta diz que o governo tenta fugir às suas responsabilidades convocando os governos estaduais a renunciar à arrecadação do ICMS para atender demandas dos representantes dos transportadores participantes da paralisação.

"Colocar sobre os Estados Federados o ônus de qualquer redução da alíquota sobre os combustíveis - além de ser desrespeitoso - é atitude inconsequente e, por isso mesmo, inaceitável", criticam os governadores. Eles também criticam a zeragem da Cide sobre o diesel, tributo que é dividido com Estados e municípios e destinado à manutenção das rodovias.

Para os governadores, é absolutamente incompreensível que o governo autorize a Petrobras a adotar uma política de preços direcionada, unicamente, à "obtenção de lucro e ao acúmulo de receitas" nesse momento de grande dificuldade do País. Eles pedem a revisão "com urgência" da política comercial da Petrobras, diante do impacto para os preços dos derivados de petróleo.


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Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis

Ricardo José

Imagina se essa greve fosse há algum tempo atrás, com a economia ainda pior. Somente para recordar alguns dados do governo do PT e seu puxadinho: Economia: Dilma derrubou a economia em 7%. Esse ano a previsão é de crescimento de 2%. Juros: 14,25% com a Dilma. Hoje: 6,5%. Inflação: 12% com Dilma. Hoje 3%. Dólar: Passou de R$ 4,00 com a Dilma. Hoje está em R$ 3,64. Ações da Petrobras: chegaram a R$ 6,00 com Dilma. Hoje tá R$ 20,47. Dívida da Petrobras: Quando Lula entrou na presidencia: R$ 31 bilhões. Com Dilma em 9/2015: R$ 506 bilhoes. Hoje: menos de R$ 370 bilhões. Desemprego: Mais de 2 milhões de pessoas perderam o emprego com carteira assinada, com Dilma. Este ano foram gerados mais de 300.000 empregos com carteira assinada. Quem tem que ter vergonha é quem pede “Lula livre” e “volta Dilma”.

Ricardo José

O aumento do preço dos combustíveis impacta diretamente no bolso do menor. Os governantes estão com todo conforto possível, livre da escassez que roda o país. Quem comemora um equivoco deste tem o mesmo perfil ultrapassado de quem comemorou o tão divulgado golpe. A questão não é política até porque o momento não foi representado por a classe corrupta deste país, não houve até o momento alguém que atrepa-se a greve a um partido político qualquer, diferente das manifestações patrocinadas pelos desordeiros. A questão da greve hoje é moral, aonde muitos estão pagando inclusive com a própria vida, por falta de insumos em hospitais.

Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis

Ricardo José

A greve dos caminhoneiros sendo tão legítima como se falam, deveria deixar o foco federal, aonde já conseguiram 12 benefícios e se voltarem aos estados, aqui em PE enquanto o imposto federal chega a pouco mais de 2% o estadual chega a incríveis 29% , vamos cobrar dos governos estaduais também.


Versão Sertão de Itaparica

26/05


2018

É grave: nas telecomunicações greve impede manutenção

Setor de Telecomunicações alerta governo que não tem como fazer manutenção por causa da greve

Coluna do Estadão – Andreza Matais

O setor de telecomunicações comunicou à Anatel sua preocupação com a greve dos caminhoneiros e pediu prioridade para o abastecimento dos veículos das empresas para atender eventuais demandas. O presidente do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, que representa todas as grandes operadoras de telefonia, disse à Coluna que a agência reguladora levou o apelo para o gabinete de crise do governo federal.

“Temos dificuldades de atender problemas de manutenção por falta de combustível. Se for na minha casa, na sua, não é tão grave. Mas se for num hospital, num Corpo de Bombeiro, num quartel de polícia, do Exército é grave. Isso não aconteceu ainda porque o sistema funciona e os defeitos são pontuais. É um caminhão que bate num poste, é alguma coisa que arrebenta. Não é algo constante. Mas se houver solicitação emergencial num local onde os veículos estão sem combustível vai ficar sem funcionar internet, telefone”, diz Levy. O Brasil tem hoje 230 milhões de chips de celulares ativados.

Ele diz que, ainda, mais grave é se houver problemas envolvendo estações de telecomunicação.  O setor ainda não registrou problemas com a greve, mas quer se antecipar. “Ainda não aconteceu nada, mas se houver uma situação emergencial não teremos como atender. E não dá para esperar acontecer. Temos que nos precaver”, disse o presidente do SindiTelebrasil


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Versão Mata Norte

26/05


2018

Decreto autoriza governo requisitar veículo particular

Medida faz parte de ações do governo para garantir abastecimento

Manoel Ventura - O Globo

O presidente Michel Temer publicou em edição extra do Diário Oficial da União deste sábado um decreto que autoriza a requisição de veículos particulares necessários ao transporte rodoviário de cargas consideradas essenciais. A medida, chamada de requisição, já havia sido anunciada como uma das possibilidades de ação do governo para tentar garantir normalidade no abastecimento de produtos no país, afetado pela greve dos caminhoneiros.

A publicação autoriza a requisição, pelas autoridades envolvidas nas ações de desobstrução de vias públicas determinadas pelo decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) — que permitiu o uso das Forças Armadas na greve dos caminhoneiros —, dos veículos particulares necessários ao transporte rodoviário de cargas consideradas essenciais, como alimentos e medicamentos.

Segundo o texto, o ministro da Defesa poderá requisitar para a condução dos veículos, além de militares, servidores de qualquer órgão ou entidade da administração pública, desde que possuam a habilitação específica exigida pela legislação de trânsito.

O documento, que entra em vigor neste sábado, é assinado pelo presidente Michel Temer e pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Defesa, Joaquim Silva e Luna.

O decreto que instituiu a GLO já permitia, entre outros pontos, que um militar dirigisse um caminhão com a cessão do dono. O documento publicado neste sábado vai além, e permite que o servidor público requisite o veículo.

Ao acionar a GLO e negociar com governadores a escolta de caminhões-tanque para abastecer aeroportos e postos de combustíveis, o governo buscou reverter as expectativas sobre a paralisação dos caminhoneiros. A avaliação neste sábado, porém, foi que a situação permanece "muito grave". O último balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) retrata que o número de bloqueios, totais e parciais, subiu.

O presidente Michel Temer se manteve em estado permanente de reunião neste sábado, mobilizando nada menos do que dez ministros, além dos comandos da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).


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Versão Agreste Meridional

26/05


2018

No 6º dia, estados decretam emergência

Cidades enfrentam falta de combustível, que afeta ônibus e aeroportos

Folha de S.Paulo

No sexto dia de paralisação dos caminhoneiros no país, o governo federal disse ter a convicção de que existe locaute no movimento. Em entrevista em Brasília, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) informou que a Polícia Federal já pediu a prisão de responsáveis pelos atos. Ele falou após uma reunião de três horas do gabinete de monitoramento da crise e não precisou quantos são os pedidos de prisão e quais os alvos.

Na sexta-feira (25) o governo autorizou o uso das Forças Armadas para liberar estradas, e a Polícia do Exército escoltou um comboio de caminhões-tanque para fora da Reduc, refinaria da Petrobras em Duque de Caxias (RJ).

Neste sábado, atos continuaram em rodovias pelo país, ao menos 11 aeroportos ficaram sem combustível e a rede de ônibus foi afetada em várias capitais. Pernambuco e Sergipe decretaram situação de emergência, assim como a cidade de São Paulo havia feito.

A Polícia Rodoviária Federal divulgou um balanço afirmando que, às 11h30 deste sábado, havia 596 pontos ativos de bloqueios em estradas, "em sua maioria parciais e sem prejuízo à livre circulação". Segundo a instituição, haviam sido desbloqueados 544 pontos entre a meia-noite de sexta e a manhã de sábado.


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Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis



26/05


2018

Alckmin ainda tem esperanças de ter o apoio do PSB

ÉPOCA - Nonato Viegas

Apesar de o presidente do PSB, Carlos Siqueira, ter dito a EXPRESSO que descarta a possibilidade de o seu partido estar junto com o PSDB nas eleições deste ano, o pré-candidato tucano Geraldo Alckminainda mantém as esperanças numa aliança com os pessebistas.

Os dois mantiveram encontro na quarta-feira (23). Alguns tucanos dizem que as conversas ainda avançarão muito. 

Enquanto isso, apesar do anúncio do subsídio de R$ 4,9 bilhões para a Petrobras segurar o preço do óleo diesel por um mês, conforme prometido a caminhoneiros, o governo não sabe de onde tirar esses recursos. Auxiliares do presidente Michel Temer afirmaram a EXPRESSO que faltam estudos para chegar a essa conclusão. O mais provável é que o dinheiro desfalque algum investimento.

A esperança é que haja pressão pública contrária ao subsídio. Com isso, Temer teria margem para desistir de honrar a promessa.


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Ipojuca

26/05


2018

Jogando diesel nas eleições

Pré-candidatos respondem ao protesto, mas reação do eleitorado é imprevisível

André Singer – Folha de S.Paulo

Os caminhoneiros mostraram o poder que têm. Em poucos dias de protesto, começou a faltar combustível, o preço de alimentos subiu, remédios sumiram de prateleiras. Temer decidiu chamar, de novo, os militares, criando um fato político maior.

Antes mesmo da decisão do presidente, a crise do combustível tendia a se tornar o eixo da pré-campanha eleitoral. Com isso, qualquer candidatura governamental sofreria desgaste, pois ainda que aintervenção das forças de segurança afugente o caos, dificilmente o Planalto será perdoado por ter deixado a situação chegar onde chegou.

À direita do governo, Jair Bolsonaro (PSL) postou vídeos de apoio ao movimento grevista. Por outro lado, há fotos, na internet, de caminhoneiros paralisados, pedindo intervenção militar. Parece contraditório, mas certa radicalização reivindicativa combina com a fantasia de que uma autoridade forte seja capaz de resolver tudo por cima. 

Evitando compromisso com a paralisação, os candidatos mais ao centro buscaram mostrar moderação. Geraldo Alckmin (PSDB) acha que “faltou diálogo” e defendeu reajustes espaçados e previsíveis do diesel. Na mesma linha, Marina Silva (Rede) criticou o Executivo por não se antecipar aos fatos.

Do outro lado da cerca ideológica, Ciro Gomes (PDT) afirmou que a atual política de preços da Petrobras contraria a sua razão de ser, que é a de servir aos interesses do país, não a de seus acionistas. Chegou a dizer que a companhia seria reestatizada, caso vencesse a eleição. A nota do PT, cujo candidato está preso em Curitiba, vai um pouco mais longe, declarando que o protesto era “justo”, depois de 229 aumentos de preço em dois anos. 

Guilherme Boulos (PSOL) também deu solidariedade aos caminhoneiros, mas sem mencionar, como fizeram os petistas, que grandes empresas de transporte “se aproveitaram do movimento para realizar um locaute”. O candidato mais à esquerda tampouco se ocupou de alertar para a possibilidade de “aventuras autoritárias”, o que consta do texto emitido pelos apoiadores de Lula. 

Em condições normais, o eleitorado tenderia a escolher aquele em quem identificasse maiores chances de, no futuro, evitar situações como esta. No contexto atual, os desdobramentos são imprevisíveis.

Diante do que tenho escrito nesta coluna, devo assinalar que a prisão do ex-governador mineiro começa a equilibrar a triste balança de punições imposta pela Justiça aos três maiores partidos do país. A inclusão dos tucanos no rol dos detidos, na qual só havia petistas e emedebistas, parece fazer parte de uma busca de legitimidade que se acentuou com a prisão de Lula. Vamos ver até onde vai.


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Gravatá

26/05


2018

Caminhoneiro ironiza ameaças de Temer

Reportagem do Valor Econômico demonstra a ineficácia das ameaças feitas por Michel Temer

O presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Volta Redonda e Região Sul Fluminense (Sinditac-VR), Francisco Wild, disse que o presidente Michel Temer (MDB), em seu pronunciamento nesta sexta-feira (25), piorou uma situação que pouco havia avançado, em sua opinião.

O Temer disse que vai usar as forças federais de segurança para desbloquear as estradas. No caso das vias federais, deve ser acionada a Polícia Militar (PM). "O que vão fazer? Levar nossos caminhões? São 40 mil parados somente na Dutra. Onde vão colocar? Não estamos obstruindo. Estamos apenas parados".

Foi asim que falou o líder sindical, em referência à paralisação dos caminhoneiros que entrou, na sexta-feira, em seu quinto dia.

Leia reportagem completa cilcando aí ao lado: Valor Econômico


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ArcoVerde

26/05


2018

VEJA: O governo atropelado

Publicado em VEJA de 30 de maio de 2018, edição nº 2584

Diante das dificuldades de distribuição da revista decorrentes da greve dos caminhoneiros, VEJA, em respeito aos seus assinantes, está abrindo seu conteúdo integral on-line.

Greve dos caminhoneiros ganha adesão nacional, paralisa o país e dá um nó no presidente Michel Temer — que cede às pressões e fica refém dos piqueteiros

Por Marcelo Sakate e Bianca Alvarenga

Em um movimento sem liderança clara, convocado a princípio por meio de grupos no WhatsApp e que ganhou apoio aos poucos, a greve dos caminhoneiros contra os sucessivos aumentos no preço do diesel alcançou mobilização maciça, raras vezes vista no país. Iniciada na segunda-feira 21, a paralisação atingiu, em diferentes escalas, todos os estados, além do Distrito Federal.

Com 400 pontos de bloqueio em vias estratégicas para a circulação de mercadorias, os grevistas praticamente não encontraram resistência policial e conseguiram impedir a circulação dos motoristas que tentavam trabalhar.

A paralisação desestabilizou o fornecimento de alimentos, deixou postos e aeroportos sem combustíveis e forçou a suspensão do trabalho em fábricas por falta de componentes.

Trata-se de um baque e tanto para a economia, cuja recuperação ainda é frágil.

De quebra, os caminhoneiros deram um nó no governo, expuseram a ruína da coordenação política e atropelaram Michel Temer e seu discurso de reformas e estabilidade, bem na semana em que o presidente e o seu partido, o MDB, lançaram oficialmente o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à sua sucessão.

Foi a maior paralisação de caminhoneiros em quase duas décadas. Em julho de 1999, os motoristas cruzaram os braços por quatro dias e só voltaram ao trabalho quando o então presidente, Fernando Henrique Cardoso, aceitou rever os reajustes do diesel e dos pedágios federais.

Desta vez, o ­caos provocado pela mobilização foi ainda mais amplo.

O protesto ganhou o apoio oportunista de associações empresariais do ramo de transportes e de produtores rurais, solidários com os caminhoneiros e também atingidos pela alta no valor dos combustíveis.

Desde que a Petrobras ganhou liberdade para fazer reajustes diariamente nas refinarias, em julho do ano passado, o preço tanto da gasolina como do diesel já subiu 22% na bomba dos postos. Sem conseguirem repassar esses custos para o consumidor, os empresários aproveitaram o movimento dos caminhoneiros para espremer o governo. Funcionou perfeitamente.

Leia reportagem na íntega clicando ao lado: O governo atropelado | VEJA.com


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Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis

Quentura

Forças Armadas a serviço dos especuladores. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), de Michel Temer, que determina o emprego das Forças Armadas contra a greve dos caminhoneiros mostrou-se ineficaz neste sábado (26). Além disso, é uma tentativa desesperada de usar o aparato estatal para garantir o lucro de especuladores na Petrobras.

marcos

Senhor Ricardo, Só pra completar os dados postados, é bom lembrar que os Gov. Lula e Dilma Jumenta Jogaram pelo Ralo U$D 60 Bilhões emprestados¨para países Socialistas amigos do PT. Foi construção de Porto, Rodovias, Aeroporto, Barragem, Metrô, Ferrovia etc. E para o Nordeste nem uma Cacimba!

Ricardo José

Somente por isto: Economia: Dilma derrubou a economia em 7%. Esse ano a previsão é de crescimento de 2%. Juros: 14,25% com a Dilma. Hoje: 6,5%. Inflação: 12% com Dilma. Hoje 3%. Dólar: Passou de R$ 4,00 com a Dilma. Hoje está em R$ 3,64. Ações da Petrobras: chegaram a R$ 6,00 com Dilma. Hoje tá R$ 20,47. Dívida da Petrobras: Quando Lula entrou na presidencia: R$ 31 bilhões. Com Dilma em 9/2015: R$ 506 bilhoes. Hoje: menos de R$ 370 bilhões. Desemprego: Mais de 2 milhões de pessoas perderam o emprego com carteira assinada, com Dilma. Este ano foram gerados mais de 300.000 empregos com carteira assinada. Quem tem que ter vergonha é quem pede “Lula livre” e “volta Dilma”.

Quentura

SE QUEM VOTOU NA DILMA VOTOU NO TEMER, ENTÃO PQ TIRARAM A DILMA E DEIXARAM O TEMER?



26/05


2018

Temer está na reunião do gabinete de crise em Brasília

Ao final do encontro, Planalto deve fazer comunicado sobre situação do país

Talita Fernandes – Jornal do Brasil

O presidente Michel Temer participa na manhã deste sábado (26) de reunião do gabinete criado para acompanhar a paralisação dos caminhoneiros.

Ele chegou ao Palácio do Planalto por volta de 9h. O encontro é comandado pelo ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sergio Etchegoyen, e participam os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Grace Mendonça (AGU), Raul Jungmann (Segurança Pública) e Joaquim Silva e Luna (Defesa).

A crise de desabastecimento levou o governo a criar um gabinete de monitoramento e duas reuniões diárias foram marcadas: uma às 9h e outra às 17h, que se repetirão neste sábado e domingo.

Ao final das reuniões o Planalto deve fazer um comunicado com um balanço da situação do país.


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marcos

Aí foi briga de Quadrilha, Deputados e Senadores contra Dilma. Eu não Votei!

Quentura

SE QUEM VOTOU NA DILMA VOTOU NO TEMER, ENTÃO PQ TIRARAM A DILMA E DEIXARAM O TEMER?

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

kkkkk. Reunião dos palhaços



26/05


2018

Caminhoneiros: apoio popular

Folha de  S. Paulo - Coluna Painel

Por Daniela Lima

 

Pré-candidatos à Presidência fizeram pesquisas para medir o apoio nas redes sociais aos caminhoneiros. Um dos partidos que monitorou o debate diz que 53% das menções foram positivas e apenas 10% negativas. O restante, permaneceu neutro.

Quase 30% das citações ao assunto nas redes vieram de piadas.

Líderes da base do governo alertam que, ao recorrer ao uso das Forças Armadas, Temer abraçou o risco de confrontos que poderiam estimular a adesão de outros setores ao movimento.  


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Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis

marcos

Fora Temer, avante Jair.

Quentura

SE QUEM VOTOU NA DILMA VOTOU NO TEMER, ENTÃO PQ TIRARAM A DILMA E DEIXARAM O TEMER?

Quentura

Forças Armadas a serviço dos especuladores. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), de Michel Temer, que determina o emprego das Forças Armadas contra a greve dos caminhoneiros mostrou-se ineficaz neste sábado (26). Além disso, é uma tentativa desesperada de usar o aparato estatal para garantir o lucro de especuladores na Petrobras.



26/05


2018

Pedir o boné: FHC e Temer seguraram Pedro Parente

Folha de S. Paulo - Coluna Painel

Por Daniela Lima

 

Nas reuniões que teve com aliados no Congresso, o presidente Michel Temer fez questão de ressaltar que, por ele, Pedro Parente não deixará de forma alguma o comando da Petrobras.

Integrantes do PSDB se alarmaram com o ataque especulativo patrocinado por partidos da oposição, como PT e PSOL, contra o chefe da estatal.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi acionado para entrar no circuito e acalmar Parente.


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Quentura

Enfim, só há uma saída para a crise da greve dos caminhoneiros: Michel Temer tem que demitir o presidente da Petrobras, Pedro Parente, de mudar a política de reajustes dos combustíveis adotada pela estatal em outubro de 2016.


bm4 Marketing 5

26/05


2018

Um certo desconforto entre os militares

Monica Gugliano - Blog Os Divergentes

Os militares vão cumprir a ordem. Mas se sentem desconfortáveis com a decisão do Palácio do Planalto de recorrer à Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para que eles atuem na liberação das estradas bloqueadas pelos caminhoneiros. Sem nem entrar na questão política e institucional, os militares têm razões objetivas e práticas que vão dificultar a missão.

O emprego de tropas na intervenção do Rio de Janeiro exaure recursos financeiros e materiais. Em diversas regiões, sequer estão disponíveis os equipamentos – blindados e tratores – que podem ser necessários à ação de retirada dos veículos estacionados nas rodovias.

Os militares desaprovam a ausência, até agora há pouco, de uma convocação mais efetiva do governo federal aos Estados para que, por meio das secretarias de Segurança e das polícias militares, agissem no cumprimento das liminares pedidas pela Advocacia Geral da União (AGU) determinando o desbloqueio dessas vias. E atribuem a lentidão da resposta dos governadores às pesquisas de opinião, que começaram a mudar, mas vinham mostrando o apoio da população aos caminhoneiros.

No entendimento de muitos oficiais, a falta de articulação do Governo deixou a greve correr solta até o movimento atingir a dimensão que alcançou agora. Ainda ontem à noite, o Comandante, general Eduardo Villas Bôas, mobilizava os comandantes das sete regiões militares (Amazônia, Norte, Nordeste, Oeste, Leste, Sudeste e Sul) e os quartéis já estavam em prontidão ou, como eles preferem dizer, “em condições”.


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Quentura

Forças Armadas a serviço dos especuladores. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), de Michel Temer, que determina o emprego das Forças Armadas contra a greve dos caminhoneiros mostrou-se ineficaz neste sábado (26). Além disso, é uma tentativa desesperada de usar o aparato estatal para garantir o lucro de especuladores na Petrobras.


Asfaltos

26/05


2018

STF, Forças Armadas e ações repressivas de Temer

Ao lado de Forças Armadas, STF virou avalista de ações repressivas de Temer

Abrangência de decreto abre perigoso precedente de emprego de Forças Armadas

Folha de S.Paulo – ANÁLISE

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes deferiu uma liminar contra o movimento dos caminhoneiros, determinando a desocupação imediata das rodovias, inclusive com uso de forças da segurança pública, caso necessário.

A decisão impede que o movimento ocupe qualquer lugar nas rodovias, mesmo que parcialmente e para realização de protesto, inclusive no acostamento. A decisão determina, ainda, a aplicação de multas a entidades e aos motoristas pessoalmente, caso resistam a cumprir a decisão.

A arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF 519) foi proposta pelo presidente Michel Temer um pouco antes do pronunciamento em que creditou "a uma minoria radical" a manutenção da greve mesmo após celebração de acordo. Com a ação judicial, há dúvidas sobre a manutenção

A ação estava baseada em decisões judiciais que negaram a pretensão do governo de ver reintegrada a posse das rodovias e extinta as manifestações.

Para parte dos juízes federais em diferentes regiões do país, a paralisação dos caminhoneiros estaria abrangida pelo direito de manifestação e de greve sem abuso, já que estaria permitida passagens de carros, ambulâncias, garantindo o direito de ir e vir dos cidadãos.

Apenas a hipótese de bloqueio total de rodovias caracterizaria um abuso. A liminar dada por Alexandre de Moraes suspende todas as decisões contrárias aos interesses do governo relativas ao protesto.

A liminar dada por Alexandre de Moraes --único ministro dentre os 11 do STF que foi indicado por Temer-- pode ser confrontada com uma jurisprudência do tribunal que tem declarado, ao longo dos anos, que o direito à manifestação é também um direito de incomodar, não cabendo ao Judiciário, ou ao Estado, entrar no mérito de sua legitimidade.

No julgamento sobre a Marcha da Maconha, que interdita a avenida Paulista, o Supremo reconheceu a "legitimidade, sob perspectiva estritamente constitucional, de assembleias, reuniões, marchas, passeatas ou encontros coletivos realizados em espaços públicos (ou privados)". A greve possui uma disciplina legal mais rigorosa, mas tampouco há um julgamento sobre a abusividade da paralisação.

Mesmo antes de qualquer decisão judicial, Temer decretou mais uma atuação das Forças Armadas em operação de Garantia de Lei e Ordem em todo território nacional, para "prover abastecimento".

Mesmo tendo sido anunciada em entrevista coletiva por um punhado de ministros, nenhum deles explicou as razões para se adotar medida excepcional que, pela Constituição e pela lei, só poderia ser acionada quando esgotados todos os outros recursos.

Além de todos os problemas, já conhecidos, de se usar as Forças Armadas na segurança pública, a abrangência nacional desse decreto de GLO abre perigoso precedente de presença e emprego de Forçadas Armadas indiscriminadamente.

A determinação de fim da paralisação surte efeitos imediatos e deverá ser analisada pelo plenário do Supremo assim que possível.

Porém, a decisão liminar parece já garantir a Temer o que ele parecia buscar com a ação: dividir com o tribunal o altíssimo custo de repressão a um protesto que conta com considerável apoio popular.

O tribunal se tornou, por meio de um de seus ministros, avalista de ações de repressão que o governo venha a adotar, inclusive com o anunciado uso de Forças Armadas.


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Quentura

os direitistas tão provando do próprio veneno.

Quentura

SE QUEM VOTOU NA DILMA VOTOU NO TEMER, ENTÃO PQ TIRARAM A DILMA E DEIXARAM O TEMER?

Ricardo José

Nunca imaginei ter que concordar com o governo que quebrou o país, mais é realmente necessário as medidas duras contra esses sindicatos que estão propiciando a morte de milhares em hospitais por falta de insumos. Podem protestar desde que não impeçam os outros de ir e vir. Abaixo o que este governo já fez na economia, dados oficiais dos órgãos.

Quentura

Forças Armadas a serviço dos especuladores. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), de Michel Temer, que determina o emprego das Forças Armadas contra a greve dos caminhoneiros mostrou-se ineficaz neste sábado (26). Além disso, é uma tentativa desesperada de usar o aparato estatal para garantir o lucro de especuladores na Petrobras.

Quentura

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26/05


2018

Nome de Lula pode ficar fora da urna terça-feira

TSE pode impedir que nome de Lula apareça na urna em outubro

A discussão promete ser intensa.Tribunal vai discutir na terça-feira sobre candidaturas de réus, mas debate poderá ser ampliado e tratar de condenados

Carolina Brígido  - O Globo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir na próxima terça-feira se um réu em ação penal pode se candidatar a presidente da República. O julgamento pode definir a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi condenado por um tribunal de segunda instância.

Embora o caso a ser examinado trate apenas de situações que envolvam réus que se apresentam para a disputa, os ministros poderão ampliar o debate. E discutir se um condenando pode apresentar candidatura. Se isso acontecer, a tendência é a Corte declarar que réus podem se candidatar, desde que não tenham sido condenados. Neste caso, Lula ficaria de fora da urna nas eleições de outubro.

Além de servir de parâmetro para Lula, o entendimento do TSE vai orientar os partidos na escolha dos candidatos que disputarão o mais alto cargo do país. Um ministro da Corte ouvido pelo GLOBO foi categórico ao dizer que, se um réu não foi ainda condenado ou absolvido, não há objeções à candidatura. Outros dois ministros ponderaram que, se esse réu foi condenado por um tribunal de segunda instância, a Lei da Ficha Limpa impede o registro da candidatura.

A consulta foi proposta ao tribunal pelo deputado Marcos Rogério (DEM-RO). Ele quer saber se um réu em ação penal na Justiça Federal pode ser candidato à Presidência da República. Em caso positivo, ele quer saber se o candidato, na hipótese de vencer a eleição, poderá assumir o cargo. As consultas encaminhadas ao TSE são respondidas em tese, e não em um caso concreto. Mas servem de orientação para os partidos e candidatos.

A dúvida surgiu depois que o Supremo Tribunal Federal (STF), ao interpretar a norma constitucional, declarou que um réu não pode suceder o presidente da República. Ou seja, se o presidente da Câmara, que está na linha sucessória, responder a um processo criminal, ele não pode substituir o presidente da República em caso de ausência. A questão que não foi respondida pelo STF é se o próprio presidente da República pode ser réu em ação penal.

Quando a consulta chegou ao TSE, o relator, ministro Napoleão Nunes Maia, afirmou que uma consulta só pode ser respondida em tese, e que a questão proposta pelo deputado tratava de caso concreto. Por isso, o ministro sequer respondeu à questão. A Procuradoria-Geral Eleitoral recorreu dessa decisão e pediu para o plenário analisar a questão. Para a PGE, iniciar as campanhas com essa dúvida poderia gerar prejuízo para os partidos.

“Havendo fundada dúvida sobre regra aplicável exclusivamente pelo Tribunal Superior Eleitoral apenas para candidaturas presidenciais em senda aberta pelo Supremo Tribunal Federal, é de todo esperável que a Corte Eleitoral se pronuncie o quanto antes sobre o tema, ao invés de forçar todos os postulantes aos custos e riscos de montagem de uma campanha presidencial cuja viabilidade jurídica o Tribunal Superior Eleitoral reserva-se a apreciar apenas na proximidade do pleito”, diz o parecer do vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros.

“A função da consulta é exatamente a de diminuir a litigiosidade nas eleições, prevenindo condutas rechaçadas pela justiça eleitoral e antecipando soluções para problemas eleitorais futuros”, completou o procurador. Na terça-feira, portanto, primeiro os ministros vão analisar se podem ou não responder à consulta. Vencida essa etapa, eles devem enfrentar o tema. A discussão promete ser intensa.


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marcos

Quem votou 13, votou Dilma/Temer. É melhor JAIR se acostumando.

ROBSON FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA

https://youtu.be/DhTz2N21TxM

ROBSON FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA

https://youtu.be/0iKcYVePDDY

ROBSON FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA

https://youtu.be/VPJ53jXJiCU

ROBSON FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA

https://folhapolitica.jusbrasil.com.br/noticias/137934305/marginais-do-pt-saquearam-a-petrobras-diz-villa



26/05


2018

Mancadas em série

Governo Temer avança no programa 'credibilidade zero'

Julianna Sofia – Folha de S.Paulo

Num prazo inferior a dez dias, o átimo de credibilidade que restava à gestão de Michel Temer se desvaneceu. Foram sequenciais os escorregões dos presidentes Ilan Goldfajn (Banco Central) e Pedro Parente (Petrobras), os remanescentes com confiabilidade no alto escalão governista —desprovido de peso desde a largada, há dois anos.

O BC errou na comunicação sobre o rumo da política monetária e pegou o mercado de calça curta. Ilan e companhia emitiram sinais que levaram 70% da banca financeira a acreditar que a taxa básica de jurosseria reduzida na reunião do Copom da semana passada. A queda não veio devido à escalada do dólar.

Apesar de a decisão ser vista como acertada por muitos analistas, o ruído na comunicação deixou arranhões na imagem do BC de Ilan. Ele foi obrigado a vir a público explicar o que alguns chamaram de barbeiragem e atribuiu o erro a uma tentativa do Banco Central de mudar sua forma de dialogar com o mercado. A ideia é adotar uma abordagem similar à dos BCs modernos, em que a sinalização é condicional.

No deslize de Parente, o buraco é um pouco mais em baixo. Pressionado pelo governo e pelo caos provocado com a paralisação dos caminhoneiros, o presidente da Petrobras reduziu o preço do diesel em 10% e aceitou um dano de R$ 350 milhões por congelar o valor por 15 dias. Disse fazer um movimento tático para a petroleira não ficar mais sob fogo. Em um dia, a empresa perdeu R$ 47 bilhões na Bolsa.

A fogueira continua, e Parente é fritado em alta temperatura por parlamentares, que pedem sua cabeça. O acordo entre Executivo e grevistas estendeu o congelamento a 30 dias e trocou os reajustes diários por mensais, com a União assumindo o grosso do prejuízo. Uma tentativa tardia de blindar a estatal, que sofre a desconfiança de investidores.

Em meio às mancadas, o terceiro nome do que um dia foi a trinca de ouro do governo, Henrique Meirelles, ganhou oportunamente a vaga de candidato do legado temerista.


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26/05


2018

Collor usa TV Senado para promover sua volta ao Planalto

O ex-presidente Fernando Collor está usando a TV Senado para promover sua nova candidatura ao Planalto.

Numa entrevista com perguntas amenas, ele fez propaganda do próprio governo e disse ter "desejo de voltar".

"Posso dizer, sem falsa modéstia, que o Brasil mudou radicalmente desde o momento em que eu assumi", elogiou-se.

À vontade, Collor aproveitou o palanque para reclamar do processo de impeachment que o afastou do poder, em 1992.

"O governo que eu iniciei, para cumprir cinco anos de mandato, me foi tomado com cinco anos e meio", protestou.

O ex-presidente ficou tão satisfeito com a entrevista que decidiu divulgá-la na íntegra nas redes sociais.  (Bernardo Mello Franco – O Globo)


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26/05


2018

Canibalismo para Temer ver

Folha de S. Paulo - Coluna Painel

Por Daniela Lima

 

Temer assistiu a um vídeo com imagens de canibalismo entre animais, que se atacavam por falta de alimentos.

O material foi levado pelo ministro interino da Agricultura, Eumar Novacki, a pedido da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA, disse a Novacki que mais de 50 milhões de aves morreram desde o início da paralisação.

Hoje, 1 bilhão esperam nos aviários os insumos parados nos bloqueios.


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marcos

Será possível que só JAIR vai resolver a bronca do Brasil?

Quentura

Temer prefere declarar guerra a caminhoneiros do que aborrecer o mercado. Ao autorizar o uso das Forças Armadas contra caminhoneiros, o governo Michel Temer mostra mais uma vez que prefere enfrentar as consequências e não as causas de um problema. Neste caso, usar o Exército sobre grevistas ao invés de encontrar uma solução para as demandas – não apenas desta categoria, mas das outras que sofrem com a atual política de preços de combustíveis da Petrobras.



26/05


2018

Apelo por golpe militar foi ouvido

Folha de S. Paulo - Coluna Painel

Por Daniela Lima

 

Auxiliares do presidente dizem que o Planalto passa por um teste de resistência. Eles esperam arrefecimento significativo da crise em dois ou três dias. Esses integrantes do governo avaliam que o uso das Forças Armadas foi uma cartada alta, mas inevitável.

O flerte de grupos de caminhoneiros com o discurso de saneamento da política por meio de um golpe militar não passou batido.

Diumar Bueno, presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, diz que o movimento não tem veia interventora, mas admite que o assunto aparece nos grupos. Ele afirma que não há entidade que controle toda a categoria, mas pondera: “Caminhoneiro é trabalhador. Não anarquista”.

Diumar sentiu na pele os efeitos de sua mobilização. Ele contou que seu voo de Brasília para o Paraná, nesta sexta (25), foi cancelado por falta de combustível


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Quentura

Temer prefere declarar guerra a caminhoneiros do que aborrecer o mercado. Ao autorizar o uso das Forças Armadas contra caminhoneiros, o governo Michel Temer mostra mais uma vez que prefere enfrentar as consequências e não as causas de um problema. Neste caso, usar o Exército sobre grevistas ao invés de encontrar uma solução para as demandas – não apenas desta categoria, mas das outras que sofrem com a atual política de preços de combustíveis da Petrobras.

Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis.



26/05


2018

Governadores exigiram ação enérgica de Temer

Folha de S. Paulo - Coluna Painel

Por Daniela Lima

 

Pare enquanto é tempo -  Nas últimas 48 horas, ao menos três governadores entraram em contato com o Planalto manifestando preocupação com a guinada no discurso dos caminhoneiros e seus apoiadores nas redes sociais, que passaram a falar contra a corrupção e o governo emedebista.

Eles cobraram uma posição enérgica para prevenir um levante nas ruas. Luiz Fernando Pezão, do Rio, chegou a enviar vídeos de convocatórias em defesa de uma intervenção militar a ministros da confiança de Michel Temer.

Os governadores temiam principalmente que o agravamento do desabastecimento em seus estados provocasse uma reedição dos protestos que, em 2013, derrubaram a popularidade não só do governo federal, mas dos políticos de maneira geral.


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Quentura

Temer prefere declarar guerra a caminhoneiros do que aborrecer o mercado. Ao autorizar o uso das Forças Armadas contra caminhoneiros, o governo Michel Temer mostra mais uma vez que prefere enfrentar as consequências e não as causas de um problema. Neste caso, usar o Exército sobre grevistas ao invés de encontrar uma solução para as demandas – não apenas desta categoria, mas das outras que sofrem com a atual política de preços de combustíveis da Petrobras.



26/05


2018

Temer foi avisado mas ignorou alertas

‘Imagine o Brasil ficar sem transporte por uma semana?’, dizia ofício ignorado

Geralda Doca - O Globo

O Palácio do Planalto foi avisado em pelo menos quatro ocasiões pelos líderes dos caminhoneiros sobre a possibilidade de paralisação da categoria. Nos ofícios endereçados ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ao próprio presidente Michel Temer, os dirigentes da entidades representativas da classe pediram para serem recebidos a fim de discutir uma solução para o aumento diário do diesel e a carga tributária incidente sobre o combustível. Eles relatam que não conseguiram resposta.

O primeiro comunicado foi feito pela Associação Nacional dos Caminhoneiros (Abcam) no dia 05 de outubro de 2017, endereçado ao ministro Padilha. Nele, a entidade fala destaca que o transporte rodoviário é fundamental para o país e reclama da alta dos custos, decorrentes da elevação das alíquotas do PIS/COFINS sobre o diesel

No dia 14 de maio de 2018, a entidade fez uma nova tentativa. Desta vez, endereçada a Temer. O ofício repete os argumentos do primeiro e afirma: "Pela segunda vez nos reportamos a esse governo para buscar uma saída para o problema do preço do diesel (...) Esperamos que desta vez, o o governo leve mais a sério o que estamos reivindicando", diz a carta, que completa: "Imagine o Brasil ficar sem transporte por uma semana? Seria terrível para todos nós.

No dia 16 de maio foi a vez da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que enviou ofício a Temer. A entidade diz "o estado de fragilidade financeira que se encontra o setor é altamente inflamável como palha seca",

Na última segunda-feira, dia 21 de maio, a União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) encaminhou ofício ao presidente Temer já citando como referência a paralisação do setor de transporte de carga. A carta repete as reivindicações do setor Os dirigentes da Abcam afirmam que aguardaram uma resposta do Planalto até a última sexta-feira. 


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É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis.



26/05


2018

General descarta choque Forças Armadas e caminhoneiros

“Nós não imaginamos essa situação

"Até porque a ação não é contra caminhoneiros. É para permitir o trânsito, o direito de ir e vir das pessoas e veículos, principalmente, o abastecimento”, declarou o ministro

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

O ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, disse que “não imagina” a possibilidade de ocorrer um confronto entre as Forças Armadas e caminhoneiros que estão promovendo paralisação em estradas em todo o País, há cinco dias. “Nós não imaginamos essa situação, até porque a ação não é contra caminhoneiros. É para permitir o trânsito, o direito de ir e vir das pessoas e veículos, principalmente, o abastecimento”, declarou o ministro. Ele acredita que, se houver necessidade de desobstrução de vias, a simples chegada das Forças Armadas ao local levará imediatamente à liberação da rodovia.

O general Silva e Luna declarou ainda que “não é verdade” que as Forças Armadas poderão enfrentar problemas para empregar seus efetivos nas operações pelo País a fora porque também estariam sendo atingidas pelo desabastecimento, como chegou a ser noticiado. “As Forças Armadas tem meios, por conta própria, para serem empregados por um período de pelo menos 30 a 45 dias. “É um período de reserva para atuação, inclusive combustível”, observou ele.

O ministro não informou a quantidade de militares a serem empregados na operação de Garantia da Lei e da Ordem, pelo Exército, Marinha e Aeronáutica, mas avisou que eles estarão trabalhando em todo o País, pelo menos até dia quatro de junho, como prevê o decreto. Ele disse ainda que “todos os meios necessários” serão disponibilizados para que a atuação possa ser efetiva.

Segundo o ministro, nestes sábados e domingo serão realizadas duas reuniões ao dia, no Planalto, para “acompanhar a conjuntura, a evolução dela, e fazer um alinhamento das percepções porque isto é uma operação de interagências, com Forças Armadas trabalhando de forma integrada com outras forças, federais e estaduais, e isso precisa ser alinhado”. Disse também que há um gabinete permanentemente de plantão, e a coordenação é do Ministério das Defesa, com um centro de comando e controle.


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Quentura

Temer prefere declarar guerra a caminhoneiros do que aborrecer o mercado. Ao autorizar o uso das Forças Armadas contra caminhoneiros, o governo Michel Temer mostra mais uma vez que prefere enfrentar as consequências e não as causas de um problema. Neste caso, usar o Exército sobre grevistas ao invés de encontrar uma solução para as demandas – não apenas desta categoria, mas das outras que sofrem com a atual política de preços de combustíveis da Petrobras.

Quentura

É hora de comemorar, vista sua camisa da seleção, pegue seu pato e venha dançar com o aumento dos combustíveis.

Quentura

Até as armadas estão com medo dos caminhoneiros.



26/05


2018

Reação tardia

Após ceder a demandas de caminhoneiros, governo decide usar forças de segurança contra abusos

Folha de S.Paulo – EDITORIAL

O governo rendeu-se de imediato à chantagem do desabastecimentodas cidades, até que fosse tarde demais. Nos termos de sua capitulação quase incondicional, prometeu entregar fundos do Tesouro Nacional aos vitoriosos caminhoneiros e empresas de transporte de carga. Não bastou.

Mantido o tumulto em todo o Brasil, o presidente Michel Temer (MDB) decidiu nesta sexta-feira (25) recorrer a forças policiais e militares, que há muito deveriam estar em operação preventiva.

Manifestantes que impedem o direito de ir e vir e ameaçam o bem-estar da população, privando-a de combustíveis e outros bens essenciais, conseguiram impor ao Planalto —e a um Congresso acovardado e oportunista— concessões orçamentárias que demandariam, no mínimo, análise mais detida.

No afã de conter a paralisação conduzida pelos motoristas, o governose comprometeu a, entre muitas outras medidas, interromper a política de correções diárias do preço do óleo diesel, compensando as perdas da Petrobras com dinheiro do contribuinte.

Tamanha generosidade, irrefletida e insustentável, apenas encorajou a desfaçatez dos grevistas, que mantiveram o país alarmado com suas táticas abusivas.

Governos estaduais e municipais tiveram de tomar atitudes diante das ameaças aos serviços públicos. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decretou estado de emergência na cidade; providência similar se viu em Pernambuco.

Temer, enfim, decidiu empregar os meios a sua disposição —Exército, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança Pública— para enfrentar os arruaceiros que bloqueiam estradas. 

Afirmou-se, ainda, que a Polícia Federal poderá investigar se está a ocorrer a prática ilegal do locaute, ou seja, um movimento comandado de fato pelas empresas.

Age-se, sem dúvida, com atraso. Desde o início de maio havia manifestações de caminhoneiros, que interrompiam o transporte em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Bahia e Paraná. Um sindicato nacional da categoria chegou a entregar um ultimato ao governo, no dia 14. No fim de semana passado, a greve estava declarada.

Dada a negligência, os abusos nas rodovias tiveram livre curso desde a manhã de segunda (21). O custo da inação vai da falta de gasolina e querosene de aviação à entrega de recursos escassos do Orçamento a um grupo de interesse privado.

O poder público —governo federal à frente, mas não sozinho— tardou e falhou. Os ânimos se exaltaram, a desordem está espalhada e a remoção de milhares de caminhões das estradas será um trabalho complexo. Resta impor, sem excessos, mas com firmeza, a autoridade de que dispõe em favor da segurança dos cidadãos.


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26/05


2018

Caminhões levam Temer da fantasia para o caos

Josias de Souza

No dia 15 de maio, Michel temer promoveu uma celebração no Planalto para marcar o aniversário de dois anos do seu governo. Ele desperdiçou um discurso de uma hora autoelogiando-se. A crise provocada pela paralisação dos caminhoneiros demonstra que o presidente estava hospedado no mundo das fantasias. Pouco importa que os fatos o desmintam. A reação de Temer à paralisação dos  caminhões veio tarde e deixou a sociedade brasileira à mercê da anarquia de um setor econômico que não enxerga nada além do próprio umbigo.

Temer é um presidente enfraquecido por denúncias de corrupção. Ele mantém uma rotina de reuniões com assessores suspeitos que se dedicam exclusivamente a reclamar dos outros e a falar bem de um governo que apodreceu. O risco de uma coisa assim dar certo é inexistente. Mas, sob Temer, o Planalto exagera na capacidade de transformar o ruim em algo muito pior.

Os caminhoneiros desafiaram a autoridade do governo. Temer abriu a negociação pedindo trégua. Depois de ajoelhar-se, entregou a alma à turma da roda presa. Cedeu desde o congelamento do diesel até um subsídio de R$ 5 bilhões para atenuar o peso do reajuste dos combustíveis até o final do ano. E as estradas continuaram bloqueadas. Só então foram acionadas as forças de segurança. O Brasil tornou-se um lugar ideal para o surgimento de um país inteiramente novo. Caos não falta. Temer é um ex-presidente da República no exercício da Presidência.


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26/05


2018

Supremo avaliza uso da força para desbloquear vias

Josias de Souza

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar que autoriza a União e os governos estaduais a utilizar a força policial para liberar rodovias bloqueadas por caminhoneiros, incluindo os acostamentos. Em seu despacho, Moraes menciona as corporações que estão autorizadas a agir: Polícia Rodoviária Federal, Polícias Militares e Força Nacional de Segurança.

Deve-se a decisão do ministro a um pedido da Advocacia-Geral da União. Ex-ministro da Justiça de Temer, Moraes foi escolhido como relator da ação do governo por sorteio. Além de avalizar o emprego da força policial, o magistrado determinou a suspensão dos efeitos “das decisões judiciais que impedem a imediata reintegração de posse das rodovias federais e estaduais ocupadas em todo o território nacional.”

Mais: Moraes autorizou a imposição de multas aos responsáveis pelos bloqueios, estabelecendo a “responsabilidade solidária entre os manifestantes/condutores dos veículos e seu proprietários, sejam pessoas físicas ou jurídicas.” Entidades que desrespeitarem a determinação ficarão sujeitas a multas de R$ 100 mil por hora. Para os caminhoneiros, a multa é de R$ 10 mil por dia. Vai abaixo a íntegra da decisão do ministro, tomada na noite desta sexta-feira:


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