Versão Agreste Meridional

23/09


2017

Delatores negam vínculo a apartamento alugado por Lula

Folha de S.Paulo – Wálter Nunes e Felipe Bachtold

Delatores da Odebrecht negam ter relação com o apartamento vizinho ao que o ex-presidente Lula mora em São Bernardo do Campo (SP), que, segundo denúncia do Ministério Público Federal, foi comprado com dinheiro da empreiteira.

A aquisição do apartamento é um dos pontos da acusação na ação que o ex-presidente responde sob suspeita de receber propina da Odebrecht por meio da compra de um imóvel onde seria construída a sede do Instituto Lula.

O caso deve ser sentenciado pelo juiz Sergio Moro nos próximos meses.

Os delatores da empreiteira admitiram a participação na compra do imóvel destinado ao instituto, mas dizem que desconhecem a transação do apartamento.

Ocupado pelo ex-presidente, ele foi comprado em 2010 pelo engenheiro Glaucos da Costamarques, amigo em comum do petista com o pecuarista José Carlos Bumlai, réu na Lava Jato.

De acordo com a acusação, Costamarques era um intermediário na operação, já que havia recebido anteriormente R$ 800 mil da DAG Construtora, que por sua vez tem ligações com a Odebrecht.

Um contrato de locação do imóvel foi firmado em 2011 entre o engenheiro e a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em fevereiro. O Ministério Público Federal, porém, afirma que o aluguel por anos não foi pago pelo casal, configurando um favorecimento ao ex-presidente. Costamarques disse em depoimento que só passou a receber os aluguéis após a prisão de Bumlai, em 2015.

A defesa de Lula até agora não apresentou comprovantes de pagamento pela locação, embora sustente que os valores foram sempre declarados no Imposto de Renda.

No depoimento do petista no último dia 13, Sergio Moro demonstrou contrariedade com a falta de comprovação desses pagamentos e insistiu em perguntas sobre o assunto com Lula, indicando que isso pode ser um elemento importante na sentença.

O petista disse apenas que as contas pessoais ficavam sob responsabilidade da ex-primeira-dama e que nunca chegou a ele reclamação sobre aluguéis não pagos.

TERRENO

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Nehemias

Não esqueça o que disse Samuel Johnson foi um escritor e pensador inglês. O patriotismo é o último refúgio dos canalhas. Os grandes feitos são conseguidos não pela força, mas pela perseverança. Te liga pseudo sargente ROSENO.

LUIZ MAIA

Tropas do Exército deveriam tomar Brasília. Foi no regime militar que o Brasil cresceu 10% ao ano. A população vivia em total segurança. No País existia o pleno emprego. As pessoas eram bem mais felizes. Ninguém era impedido de trabalhar, se divertir ou fazer o que bem quisesse. Tudo dentro da normalidade. Com responsabilidade. Naquela época estava estampado o clima de ordem e progresso.


Versão Sertão do São Francisco

23/09


2017

Cabral gastou R$ 10 milhões só em jóias

Quem merece os tanques de guerra?

Jornal do Brasil

O ex-governador Sérgio Cabral gastou R$ 10 milhões só em joiasFoi condenado a penas que somadas chegam, até o momento, a 59 anos. 

Também enfrentam acusações Sergio Andrade, Otavio Azevedo, Pedro Novis, Marcelo Odebrecht, Sérgio Côrtes, Fernando Cavendish, Wilson Carlos, Hudson Braga, Carlos Miranda, Carlos Jardim Borges, Alexandre Pinto, Marco Antônio de Luca, entre outros. Políticos e empresários.

O ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes pede para delatar para diminuir sua pena. Em telefonema, fala com empresário: "Nossas putarias têm que continuar".

Bandidos se mudam para Rocinha. Os "escroques", como disse o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, se mudam para Portugal.

O Rei do Ônibus Jacob Barata é preso acusado de esquema de corrupção no transporte do Rio.

Precisam de mais razões para o Rio ter uma Rocinha incendiada? Quem são os maiores bandidos? 


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N. Power

Esses vermes deveriam ter as mãos decepadas na cadeia

LUIZ MAIA

Tropas do Exército deveriam tomar Brasília. Foi no regime militar que o Brasil cresceu 10% ao ano. A população vivia em total segurança. No País existia o pleno emprego. As pessoas eram bem mais felizes. Ninguém era impedido de trabalhar, se divertir ou fazer o que bem quisesse. Tudo dentro da normalidade. Com responsabilidade. Naquela época estava estampado o clima de ordem e progresso.


Versão Agreste Central

23/09


2017

Eventos provocam bloqueio em ruas do Recife

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, é uma das vias da capital que recebe interdições da CTTU (Foto: Reprodução/Google Street View)

 

Interdições são realizadas por 140 agentes e orientadores da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) neste sábado (23) e no domingo (24).

Por G1 PE

Os eventos culturais e esportivos que acontecem neste sábado (23) e no domingo (24) na capital pernambucana contam com esquemas especiais de trânsito. Nos dois dias, a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) distribui na cidade 140 agentes e orientadores para acompanhar as programações que acontecem no Centro e nas zonas Norte e Sul.

A partir das 14h deste sábado (23), acontece o Festival BB Seguridade de Blues e Jazz, no Parque Santana, na Zona Norte do Recife. Devido ao evento, a CTTU realiza a interdição do acesso de veículos ao parque, bloqueando o acesso à Rua Jorge Gomes de Sá pelas ruas Henrique Machado e Sant'Anna. O efetivo que atua no local conta com 16 agentes de trânsito, dispostos em pontos fixos ou em motos e viaturas.

No domingo (24), a partir das 6h15, a Autarquia monta bloqueios no Largo do Cabanga, nas pontes Giratória e do Limoeiro e no acesso à Praça da República, na área central do Recife, por conta do 8º Circuito de Corridas Farmácias Pague Menos, que ocorre das 7h às 9h. A Avenida Sul também é interditada a partir da Praça Sérgio Loreto, com possibilidade de desvio pela Rua da Concórdia e Avenida Dantas Barreto.

Como o acesso à Avenida Engenheiro José Estelita pelo Largo do Cabanga estará bloqueado, os motoristas que vêm da Zona Sul devem seguir pela Avenida Governador Agamenon Magalhães para acessar o Centro. Quem estiver na área central e deseja seguir para a Zona Sul pode utilizar a Rua Imperial como rota alternativa. As opções de desvios para os condutores que vão trafegar pelo Centro incluem as ruas da Aurora (faixa da esquerda), Imperador e Siqueira Campos estarão abertas para a circulação e poderão ser utilizadas como rotas alternativas. Para esse evento, são 53 agentes de trânsito, dispostos em pontos fixos ou em motos e viaturas.

Também no domingo (24), mas das 14h às 15h, ocorre a abertura dos Jogos Escolares do Recife. O percurso inclui a Rua da Aurora (na altura do monumento de Chico Science), a Ponte Princesa Isabel e a Praça da República, a Ponte Buarque de Macedo, o Cais do Apolo, a Avenida Barbosa Lima, a Rua da Guia, com encerramento na Rua do Bom Jesus. Cinco agentes de trânsito em motos e viaturas montam bloqueios: itinerantes, sendo montados e desfeitos conforme a passagem dos participantes.

Para a 22ª Marcha para Jesus do Recife, que acontece das 14h às 21h do domingo (24), 50 agentes e orientadores de trânsito, dispostos em pontos fixos ou em motos e viaturas, montam bloqueios na Avenida Boa Viagem entre a Rua Armindo Moura e o Parque Dona Lindu, tendo início a partir da chegada dos participantes ao trecho.

No mesmo dia e no mesmo horário, é realizada a 9ª Parada da Diversidade em Dois Unidos, que sai do Terminal de Ônibus Dois Unidos, na Rua João Cavalcanti Petribu, na Avenida Hildebrando de Vasconcelos e termina o percurso na altura da Rua Cravo Branco. Ao todo, 13 agentes de trânsito, distribuídos em pontos fixos ou em motos e viaturas, fazem bloqueios itinerantes, que são montados e desfeitos conforme a passagem dos participantes.


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Versão Sertão do Moxotó

23/09


2017

Compesa investe em Noronha

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) está executando uma série de melhorias dos serviços de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgoto em Fernando de Noronha. As ações iniciadas e planejadas foram apresentadas pela diretora Metropolitana da Compesa, Simone Albuquerque, ao Conselho Distrital, durante o encontro realizado na ilha, na última quarta-feira (20). Ela anunciou que a companhia está com investimentos voltados a compra de novos equipamentos para as unidades de água e esgoto e melhorar a eficiência operacional dos sistemas. Estiveram presentes no encontro o representante do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), comandante da Aeronáutica da Ilha de Fernando de Noronha, o presidente da Associação dos Pousadeiros e os conselheiros do Distrito. A sessão foi realizada na Sede do Conselho Distrital e teve o presidente Ailton Júnior no comando da reunião. 

 A companhia já iniciou os serviços e até dezembro irá substituir as bombas de todas as unidades operacionais do Sistema Xaréu, que vão desde a implantação de um novo flutuante que faz a captação na Barragem Xaréu até as bombas das Estações Elevatórias do Xaréu, da Vacaria, do Reservatório do Golfinho e do Reservatório do Pico, incluindo ainda o as bombas do sistema de captação de água do mar. “Uma das reclamações que recebemos na ilha é que não cumprimos o calendário de abastecimento. Por isso, a necessidade de garantirmos uma maior confiabilidade em nossas unidades operacionais com novos equipamentos, além de incluir bombas reservas em todas as unidades. A regularidade do abastecimento é neste momento o foco das ações" informou Simone Albuquerque. 

 diretora da Compesa aproveitou para informar o status do projeto de ampliação do sistema de captação de água do mar; como também sobre o projeto  da complementação da rede do sistema de esgotamento sanitário da ilha. 

Simone Albuquerque ressaltou ainda que todas as unidades operacionais dos sistemas de água e de esgoto também estão sendo revitalizadas pela Compesa.               


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23/09


2017

O mistério da salvação de Temer

André Singer - Folha de S.Paulo

Apesar das atribulações decorrentes da transição no Ministério Público, com a rápida queda na sexta de um dos membros da nova equipe de Raquel Dodge, a segunda denúncia de Rodrigo Janot contra o atual ocupante do Planalto merece leitura atenta. Mais ampla que a primeira, a peça agora enviada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à Câmara retroage ao início dos anos 2000, quando Temer foi eleito presidente do PMDB, para caracterizar a formação do agrupamento que acabou por ascender ao poder máximo da República.

O relato do ex-procurador-geral dá conta de uma sistemática ocupação de espaços –tanto no Legislativo quanto no Executivo– com vistas à obtenção de dinheiro. Comandada por Michel Temer, a tropa formada por Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Eliseu Padilha e Wellington Moreira Franco teria agido sempre em conjunto, apesar de por muito tempo parecer que Cunha fosse um ponto fora da curva.

A narrativa, contudo, parece não comover a maioria dos parlamentares. Tal como na primeira ocasião, o presidente da República caminha impávido para a absolvição no plenário da Casa. Em 2 de agosto passado, obteve facilmente os sufrágios suficientes para bloquear as acusações oriundas do gravador-geral da República. Não apenas conseguiu o mínimo de 171 deputados contra a continuidade do processo como colocou 263 parlamentares a seu favor (contra 227). Mostrou, portanto, que dispõe de maioria (simples, é verdade) para prosseguir o desmonte do Estado.

De que maneira explicar tantos detentores de representação pública dispostos a arriscar a reeleição para sustentar um governo com 5% de popularidade? Um especialista conhecedor da política real me escreve dizendo que não arriscam nada. Nos rincões do país, o eleitor não sabe quem é o candidato a deputado no qual votará em 2018. Receberá do prefeito um número, digitará na urna, apertará o confirma e acabou. Está reeleito mais um dos que sustentou o quadrilhão.

Acrescento que os rincões são mais importantes na política do Brasil do que se costuma pensar. De acordo com o IBGE, 43% da população vive espalhada em 5.260 municípios com até 100 mil habitantes. Em particular, 16% se encontra em quase 4.000 municípios de apenas 20 mil moradores. E, além das características próprias do território continental, o cientista político Jairo Nicolau ("Representantes de quem?", 2017), assinala que "a história das regras de distribuição de cadeiras no Brasil é marcada, desde a Constituição de 1891, com normas que favoreceram os Estados menos populosos".

Talvez não seja a missa inteira, mas ajuda a entender parte do mistério da salvação.


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fenelivro 2017

23/09


2017

Na surdina, reunião debate intervenção militar no País

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ELE NÃO ESTÁ SÓ Quando o general Mourão (à esq.) diz que os militares podem fazer uma intervenção na política, o radicalismo se exacerba (Crédito:Divulgação)

Reunião realizada na surdina, com a presenta do Alto Comando do Exército discute intervenção militar no País

O risco da radicalização

Reunião realizada na surdina com a presença do Alto Comando do Exército, em que se discutiu a possibilidade de uma intervenção militar no País, revela que a voz do general Antonio Hamilton Martins Mourão, com notas extremistas, não é isolada na caserna. É preciso ficar alerta

ISTOÉ – Ilimar Franco, Bárbara Libório e Germano Oliveira

Segunda-feira, 11, às 9h, o ar estava seco e o tempo quente em Brasília, a despeito de ainda ser inverno no País. Nesse exato instante, o Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, fazia a abertura formal da 314ª reunião do Alto Comando do Exército, realizada no Quartel General do Exército, em Brasília. O encontro, de cinco dias de duração, foi convocado para discutir os problemas que afligem os militares, entre os quais, a crise política do País e a falta de recursos para manter soldados nas casernas e garantir as atividades básicas da força, alvo de um significativo contingenciamento de verbas do governo federal. Os generais que comandam as tropas nas principais unidades do Exército demonstravam inquietação. Sentiam a necessidade de se posicionar sobre a corrupção e a barafunda reinante nos poderes da República. Mas a pauta, por assim dizer, foi extrapolada, ultrapassando as fronteiras do razoável.

Na surdina, a cúpula do Exército pôs em debate ali o que o general Antonio Hamilton Martins Mourão ecoaria dias depois, mais precisamente na sexta-feira 15, durante um evento da Loja Maçônica Grande Oriente: uma eventual necessidade de uma intervenção militar no País, “diante da crise ética e político-institucional”. Ou seja, Mourão não falava sozinho nem havia cometido um arroubo imprevidente, quando defendeu a solução radical tornada pública na última semana. Ele entabulou um discurso, com tintas golpistas, respaldado por um encontro prévio do Alto Comando do Exército.

Não se trata de um foro qualquer. O colegiado é o responsável pelas principais decisões do Exército. Estavam presentes 16 generais quatro estrelas, entre eles Fernando Azevedo e Silva, chefe do Estado-Maior e Comandante Militar do Leste, cotado para substituir Villas Bôas, prestes a encerrar seu ciclo no comando do Exército. Compareceram também os demais seis comandantes militares, entre os quais o da Amazônia, general Antonio Miotto, e o do Sul, general Edson Leal Pujol.

Fontes ouvidas por ISTOÉ, presentes à reunião, ponderam que não estavam ali a fim de tramar um golpe militar, mas confirmam que o que os motivou a realizar o encontro foi a preocupação com o ritmo acelerado da deterioração do quadro político brasileiro. E, sim, deixam claro que, se houver necessidade, estarão prontos “para uma intervenção com o objetivo de colocar ordem na casa”.

Foi munido desse espírito que Mourão desembarcou na maçonaria. O encontro teve início às 20h de sexta-feira 15. Lá, ele disparou a metralhadora giratória sem maior cerimônia. Disse que seus “companheiros do Alto Comando do Exército entendiam que uma intervenção militar poderá ser adotada se o Judiciário não solucionar o problema político”, referindo-se à corrup...

Continue lendo reportagem completa clicando aí ao lado: O risco da radicalização - ISTOÉ Independente


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Nehemias

Homem pede aposentadoria por invalidez após juiz autorizar ‘cura gay. Após a liminar da Justiça Federal autorizar psicólogos a promoverem a “cura gay , o movimento LGBT tem feito diferentes manifestações. Uma delas se destacou. O líder do Grupo Dignidade e da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, pediu aposentadoria por invalidez por causa de seu homossexualismo; http://www.jornaldebrasilia.com.br/brasil/homem-pede-aposentadoria-por-invalidez-apos-juiz-autorizar-cura-gay/.

Nehemias

Por que a Venezuela aparece todos os dias no noticiário? Porque tem um ditador no poder? Não - há diversos ditadores no mundo como no Camboja, Camarões, Chade, China etc. Em nenhum deles o ditador foi eleito democraticamente. Na Venezuela há eleições democráticas. Porque está à beira do descalabro? Não - há vários outros países a beira do colapso como Mauritânia, Argélia, Etiópia, Nigéria etc. Porque há pessoas morrendo de fome? Não - há inúmeros outros países com muitíssimo mais gente morrendo de fome, como Burundi, Eritreia, Comoros, Sudão etc. Porque é de ideologia esquerdista? Não - há diversos países com ideologia de esquerda como China, Cuba, Suécia, Noruega etc. E qual é o motivo pelo qual a Venezuela vive no noticiário? Porque é o país que possui a maior reserva de Petróleo do mundo, e os Estados Unidos, responsáveis pela propaganda mundial anti-venezuelana, estão somente esperando para que trouxas, como você, forneçam o aval mundial para que o país possa ser, finalmente, invadido pelos EUA, através de um procedimento idêntico ao feito com o Iraque, feito com a Líbia, com a Síria etc...Metam os peitos! KKKK

Nehemias

Existem pessoas, que precisa tomar POSTAFEN. Vai para Venezuela. Lá Maduro te bota nos eixos

Eduardo

Existem pessoas que só o tempo os traz para realidade. Comparar algo com Dilma. Vai para Venezuela. Lá está tudo certo. Vamos ver em breve Lula preso.

LUIZ MAIA

AVANTE! SENTIDO!! Tropas do Exército deveriam tomar Brasília. Foi no regime militar que o Brasil cresceu 10% ao ano. A população vivia em total segurança. No País existia o pleno emprego. As pessoas eram bem mais felizes. Ninguém era impedido de trabalhar, se divertir ou fazer o que bem quisesse. Tudo dentro da normalidade. Com responsabilidade. Naquela época estava estampado o clima de ordem e progresso.


Flamac - 2

23/09


2017

Antônio diz que Lupércio faz gestão pífia em Olinda

Derrotado na eleição para prefeito de Olinda, numa disputa em segundo turno com o prefeito Professor Lupércio, o advogado Antônio Campos avalia, nesta entrevista, os dez meses de gestão do adversário. Para ele, Lupércio é a continuidade da gestão do PCdoB e tem efetuado uma gestão bastante precária. "Não modernizou a máquina pública, que continua inchada de empregos, peca na transparência, que o diga os gastos no carnaval e abandonou a periferia, fazendo a limpeza urbana, por exemplo, principalmente nas principais avenidas. A saúde está um caos. Prometeu muitos empregos e até agora basicamente empregou quem irá votar na sua esposa, que é pré-candidata a Deputada Estadual. É provável que a Justiça Eleitoral casse o seu ilegítimo mandato, em futuro próximo", diz ele. Veja abaixo a entrevista. 

O senhor é pré-candidato ao Senado Federal em 2018?

Coloquei o meu nome à disposição do Podemos, que tem um projeto de renovação na política e de fortalecer as propostas do partido, que trabalha com causas e ouvindo a sociedade. A candidatura também tem a finalidade de aprofundar o debate político, econômico e estratégico de Pernambuco e do Brasil, que está muito empobrecido e personalizado. Formalizei minha intenção por carta ao Podemos e tive sinal verde para iniciar os trabalhos, visitas e conversas para viabilizar a candidatura.

Como o senhor vê a candidatura de Álvaro Dias pelo Podemos?

Quero ajudar a montar o palanque de Álvaro Dias em Pernambuco e no Nordeste, cuja performance eleitoral acho que vai surpreender em 2018. Tem biografia limpa e preparo para ser Presidente da República. O Nordeste é a segunda região mais importante na hora do voto, com 26,9% do eleitorado nacional. Álvaro Dias é e será uma versão tropical de Macron da França.

E candidatura de Bolsonaro pontuando bem nas pesquisas?

O fenômeno Bolsonaro é a vitória do medo sobre a esperança, mas a esperança nunca decepciona. Com o tempo o eleitor vai entender que Bolsonaro não é solução e, na realidade, mais um problema para o Brasil. Não precisamos de radicalismos, mas de pontes e de tolerância para construir um futuro melhor para o nosso país.

Sua avaliação do Governo Temer?

O Governo Temer é um governo rejeitado pelos brasileiros, que aposta tudo na base parlamentar e numa reação da economia. Estamos vivenciando o maior processo de desnacionalização da nossa economia da história, seja em relação a empresas privadas, seja em relação a estatais. A queda da taxa de juros poderá ajudar no início da saída da recessão, com a economia voltando a se movimentar. O problema maior do Brasil é a dívida pública e o aumento dos juros agrava esse problema. Chegamos a cerca de 3,5 trilhões de dívida pública para um PIB um pouco maior de cinco trilhões e pagamos mais de 400 bilhões de juros para rolar a dívida. Precisamos reestruturar essa dívida sem calote e a questão da previdência é uma questão menor diante da magnitude desta.

O senhor tem militado contra a privatização da Eletrobras e da Chesf?

Acho um equívoco privatizar um setor estratégico como a energia e a União deveria tirar a Chesf e as hidroelétricas do Rio São Francisco da privatização por, entre outros motivos, o rio São Francisco ser utilizado para produção de alimentos, abastecimento humano, a Transposição e a pesca, tendo uma importância estratégica relevante para o Nordeste. Imagine o que pode ser esse rio ao passar a ser explorado por uma empresa privada que não tenha compromisso com o seu múltiplo uso? Pretende-se privatizar o sistema Eletrobras para gerar uma receita primária em 2018, a curto prazo, sendo uma verdadeira pedalada elétrica, pois contém uma manobra contábil-financeira. Movi a primeira ação popular, no Brasil, contra o procedimento da privatização que está para decisão. Não discuto o tema privatizar ou não, mas o procedimento viciado da consulta pública que contamina todo processo e o desvio de finalidade da privatização do sistema de energia.

Como vê a movimentação política do G4 em Pernambuco?

A entrada de Fernando Bezerra Coelho no G4 foi uma importante defecção no PSB. No meu sentimento, Armando recuou, sem tirar a sua candidatura a Governador, deixando momentaneamente Fernando Bezerra fazer o embate. Acho que o Ministro Fernando Bezerra Filho deverá migrar com mais deputados para uma nova sigla, que não será necessariamente todos para o PMDB, estando alguns indo para o DEM, e irá postular a indicação a Governador. Resta saber como a família Coelho sobreviverá as tempestades até o São João de 2018. Armando Monteiro é o candidato mais forte da oposição.

Sobre o direito de uso da imagem do ex-governador Miguel Arraes?

A utilização da imagem e do nome de Miguel Arraes dentro de um caráter de continuidade e apropriação política, pelo grupo de Paulo Câmara e Geraldo Júlio, já está sub judice no TRE e será contestada politicamente.

Como resolver ou minorar os índices de violência em Pernambuco?

Precisamos ter uma política de tolerância zero com o crack, que é um problema relevante de saúde pública, combatendo o tráfico e dando ajuda humanitária aos usuários. Precisamos de um Governador que assuma e coordene pessoalmente as ações de segurança em nosso Estado. O diálogo com a Polícia Civil e Militar da atual gestão continua profundamente ainda arranhada. É preciso criar um novo ambiente de confiança. É preciso refundar o pacto pela vida em outras bases. Um bom reinício é regulamentar e tirar do papel o Conselho Estadual de Defesa Social, instância consultiva com várias entidades, conforme sugerido, recentemente, por José Luiz Ratton.

Qual agenda de desenvolvimento para Pernambuco o senhor defende?

Assim como o Rio de Janeiro, Pernambuco precisa reavaliar o seu plano de desenvolvimento e readequá-lo aos tempos atuais, pois o “boom” da industrialização, dos estaleiros, dos grandes investimentos passou. Precisamos assegurar o que já temos de bom e finalizar algumas obras de infraestrutura importantes para o nosso desenvolvimento. A Adutora do Agreste e do Moxotó e outras obras hídricas para viabilizar o uso da água da Transposição e outras soluções hídricas para o Estado, o Arco Metropolitano, ajudar a destravar a Transnordetina, em um novo formato, entre outras obras de infraestrutura são fundamentais. Fortalecer a economia criativa, o turismo, os serviços e o comércio. Reposicionaria o Porto de Suape para uma maior proximidade com Roterdã e o Panamá, estudando a possibilidade até mesmo de abrir o capital dele. Criaria uma sociedade de propósito específico com o Porto de Pecém, atraindo investidores chineses para finalizar a Transnordestina, o que interligará o Nordeste.

A sua avaliação sobre a atual gestão do Professor Lupércio?

Lupércio é a continuidade da gestão do PCdoB e tem efetuado uma gestão bastante precária. Não modernizou a máquina pública, que continua inchada de empregos, peca na transparência, que o diga os gastos no carnaval e abandonou a periferia, fazendo a limpeza urbana, por exemplo, principalmente nas principais avenidas. A saúde está um caos. Prometeu muitos empregos e até agora basicamente empregou quem irá votar na sua esposa, que é pré-candidata a Deputada Estadual. É provável que a Justiça Eleitoral casse o seu ilegítimo mandato, em futuro próximo.

E a recente aliança entre Lupércio e o PSB?

A recente alteração do quadro político na Câmera de Vereadores e algumas outras ações, em Olinda, no passado e no presente, tem o dedo pessoal do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, que é o mentor dessa aliança e que, na realidade, é o cacique do PSB, podendo mesmo vir a ser candidato a Governador, numa inviabilização de Paulo Câmara, que se desenha. A provável entrada de Aldo Rebelo no PSB nacional abre um novo capítulo da história do partido. Lembre-se que ele disputou com a minha mãe Ana Arraes, no Congresso Nacional, a indicação para ser Ministro do TCU. Cada dia mais o PSB se afasta dos Arraes.

E a pré-candidatura de Marília Arraes a governadora e a possibilidade do PSB coligar com o PT?

O PT precisa se renovar e de novas lideranças. Marília demonstrou combatividade, tem se movimentado e tem história para pleitear a pré-candidatura. Acho que a delação de Palocci foi um divisor de águas no PT e reduziu muito a possibilidade da candidatura de Lula à Presidente. O mais provável é ter Fernando Haddad candidato e, nesse cenário, não vislumbro essa coligação e aposto no cenário da candidatura própria do PT no Estado, o que é bom para a oposição. E se ela houver, a candidatura mais provável é de Marília Arraes.

Dá para antever algo para 2018, referente política?

Qualquer exercício de futurologia no Brasil é profundamente arriscado, mas apostaria que algo de novo ainda pode surgir e surpreender o Brasil. Essa eleição não será dos grandes partidos e terá muitas surpresas. O maior adversário é a descrença dos brasileiros na política e reacender a esperança em algo novo e inovador.


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Nehemias

Prepare-se! Preços da gasolina e diesel vão subir neste sábado. Disseram que tudo ia melhorar quando Dilma saísse

Nehemias

Não esqueça o que disse Samuel Johnson foi um escritor e pensador inglês. O patriotismo é o último refúgio dos canalhas. Os grandes feitos são conseguidos não pela força, mas pela perseverança.

LUIZ MAIA

Tropas do Exército deveriam tomar Brasília. Foi no regime militar que o Brasil cresceu 10% ao ano. A população vivia em total segurança. No País existia o pleno emprego. As pessoas eram bem mais felizes. Ninguém era impedido de trabalhar, se divertir ou fazer o que bem quisesse. Tudo dentro da normalidade. Com responsabilidade. Naquela época estava estampado o clima de ordem e progresso.

marcos

Conversa de perdedor, deixa de teus ciumes e vai cuidar da tua candidatura a Deputado e cuidar em limpar um pouco o que teu Ex partido PSB vem melando PE, você devia estar questionando por que vivemos em um Estado com índices de violência, maiores que vários Países em guerra.


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23/09


2017

Coluna do sabadão

  A nova fase da Bolsa-Família

O Governo Federal deve lançar na próxima semana um novo programa social, cujo objetivo é elevar a renda de 1 milhão de famílias para que elas possam deixar o Bolsa Família em 2 anos, segundo o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra. Batizada de Progredir, a ação oferecerá cursos de qualificação profissional, ajudará na seleção de oportunidades de trabalho e disponibilizará R$ 3 bilhões em microcrédito para famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal, explicou Terra.

“É um programa vinculado ao público do Bolsa Família, a população mais pobre do Brasil, que visa criar oportunidade de emprego e renda para essa população. Não é um programa para tirar as pessoas do Bolsa Família”, disse o ministro. Apesar disso, o ministro trata o novo programa do governo como uma “forma de emancipação” do Bolsa Família. “Ninguém pode passar fome, mas o Bolsa não deve ser um projeto de vida”, afirmou Terra ao G1.

Terra fechou detalhes do programa, ontem, em reunião com Temer, após o retorno do presidente de Nova York. Segundo ele, o programa será voltado para jovens e adultos da cidade e do campo. O universo de pessoas que poderão ser atendidas pode ir além das 13,4 milhões de famílias que recebem o Bolsa Família atualmente, já que há mais de 28,2 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único.

"Ninguém pode passar fome, mas o Bolsa não deve ser um projeto de vida. "A expectativa de Terra é lançar o Progredir na próxima semana, em cerimônia no Palácio do Planalto com Temer. A solenidade está pré-agendada para a próxima terça-feira. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o Progredir terá ações conjuntas com outras pastas, como Educação; Trabalho; Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e Ciência e Tecnologia, e será dividido em três eixos.

EMANCIPAÇÃO– Os beneficiários do Bolsa Família terão prioridade nas ações do Progredir, garante o secretário-executivo do MDS, Alberto Beltrame. De acordo com ele, é uma discussão corrente nas Nações Unidas (ONU) o “próximo passo” dos programas de transferência de renda. "Especialmente em momentos de crise econômica, é preciso ir além da transferência de renda pura e simples, modelo que se esgota. É preciso buscar no desenvolvimento humano, na qualificação profissional, no emprego e na geração de renda repostas para o combate à pobreza e a emancipação das pessoas”, disse o secretário-executivo.

O grito de Tavares – O presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) e da Compesa, Roberto Tavares, participou em Brasília da primeira reunião realizada pelo Ministério das Cidades com vistas a revisão do Plano Nacional de Saneamento Básico. Apesar de parabenizar a iniciativa, Tavares fez duras críticas à falta de enfrentamento aos problemas estruturais do setor de saneamento por parte do Governo Federal. Dentre os pontos abordados, Tavares destacou o cenário exageradamente otimista que foi adotado pelo plano nacional, que previu um crescimento anual do PIB de 4% anuais, quando os índices registrados foram de -3,8% e -3,6 %, nos dois últimos anos, e a falta de previsão legal para a garantia de recursos onerosos e não onerosos para investimento perene que viabilize a melhoria e a universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Só a Prefeitura emprega– Na pacata Bom Jesus da Serra, no interior da Bahia, 9 em cada 10 trabalhadores com carteira assinada são funcionários da Prefeitura. Com renda fixa e estabilidade, eles são a pequena elite da cidade de apenas 10,5 mil habitantes. Quem não tem emprego na gestão municipal, trabalha no comércio ou tem como principal fonte de renda o Bolsa Família ou o Bolsa Safra, concedido aos agricultores que não conseguem fazer sua plantação, de feijão ou milho, vingar. O comércio é pequeno, formado por padarias, botecos, pequenas lojas de roupas e mercados. Para conseguir uns trocados, tem estabelecimento que vende até Wi-Fi: R$ 1 por 24 horas.

Tudo pela Chesf– O governador Paulo Câmara (PSB) está capitaneando uma ação contra a privatização da Eletrobrás. Câmara prepara o lançamento de uma campanha de comunicação com o mote “Não vamos ficar calados”, em que contesta a desestatização proposta por Michel Temer. O ponto central defendido por ele é a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), de grande importância para o Estado. Câmara afirma que a venda da companhia irá prejudicar os cofres pernambucanos. E que o esforço fiscal para colocar as contas do Estado em dia terá sido em vão.

Lula só pensa nele – Lula ainda mexe no tabuleiro como se acreditasse que será candidato ao Palácio do Planalto no ano que vem. No momento, ele se concentra na montagem de seus possíveis palanques. O ex-presidente já avisou a Gleisi Hoffmann que deseja vê-la candidata à reeleição ou à Câmara. Ela cogitava dedicar-se exclusivamente à presidência do PT. Outros parlamentares que planejavam voos mais tímidos também já estão sendo encorajados a sonhar grande. A estratégia revela que Lula não está preocupado com o futuro dos aliados, ameaçados de ficar desempregados em 2019. Lula pensa apenas em si próprio, como sempre.

CURTAS

FEIRA DO LIVRO– A Secretaria da Mulher de Pernambuco está presente na III Feira Nordestina do Livro (Fenelivro) que acontece até, amanhã, das 9h às 21h, no Centro de Convenções, em Olinda, com entrada franca. O estande oferece cultura e empreendedorismo. A Secretaria está disponibilizando para o público uma exposição com todo seu acervo. Para acessar as obras, basta entrar no site: www.secmulher.pe.gov.br e baixar o livro de sua preferência, gratuitamente. No estande também estão sendo comercializados livros com a temática de gênero.

DESFECHO– Está marcada para a próxima quarta-feira, em Brasília, a reunião da executiva nacional do PMDB que selará o destino do diretório pernambucano. Em pauta, a proposta da sua dissolução pedida por um aliado do senador Fernando Bezerra Coelho. O relator da matéria é o deputado Baleia Rossi (SP), que deve dar seu parecer favorável, o que, na prática, leva FBC a tomar o comando do partido no Estado do deputado Jarbas Vasconcelos.

Perguntar não ofende: A dissolução do diretório do PMDB pernambucano será por unanimidade dos integrantes da executiva nacional?


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Nehemias

Prepare-se! Preços da gasolina e diesel vão subir neste sábado. Disseram que tudo ia melhorar quando Dilma saísse

Nehemias

Por que a Venezuela aparece todos os dias no noticiário? Porque tem um ditador no poder? Não - há diversos ditadores no mundo como no Camboja, Camarões, Chade, China etc. Em nenhum deles o ditador foi eleito democraticamente. Na Venezuela há eleições democráticas. Porque está à beira do descalabro? Não - há vários outros países a beira do colapso como Mauritânia, Argélia, Etiópia, Nigéria etc. Porque há pessoas morrendo de fome? Não - há inúmeros outros países com muitíssimo mais gente morrendo de fome, como Burundi, Eritreia, Comoros, Sudão etc. Porque é de ideologia esquerdista? Não - há diversos países com ideologia de esquerda como China, Cuba, Suécia, Noruega etc. E qual é o motivo pelo qual a Venezuela vive no noticiário? Porque é o país que possui a maior reserva de Petróleo do mundo, e os Estados Unidos, responsáveis pela propaganda mundial anti-venezuelana, estão somente esperando para que trouxas, como você, forneçam o aval mundial para que o país possa ser, finalmente, invadido pelos EUA, através de um procedimento idêntico ao feito com o Iraque, feito com a Líbia, com a Síria etc...Metam os peitos! KKKK

Nehemias

EXÉRCITO É PARTE DO CAOS, E NÃO GARANTIA CONTRA ELE. Alguém poderia explicar à população de qual delírio saiu a crença de que as Forças Armadas brasileiras têm alguma moral para prometer redenção moral do país? Que se saiba, quando seus pares tomaram de assalto o Palácio do Planalto, cresceram à sua sombra grandezas morais do quilate de José Sarney, Paulo Maluf, Antonio Carlos Magalhães: todos pilares da ditadura. Enquanto eles estavam a atirar e censurar descontentes, o Brasil foi assolado por casos de corrupção como Capemi, Coroa Brastel, Brasilinvest, Paulipetro, grupo Delfin, projeto Jari, entre vários outros. Isso mesmo em um ambiente marcado pela censura e pela violência arbitrária. De toda forma, como esperar moralidade de uma instituição que nunca viu maiores problemas em abrigar torturadores, estupradores, ocultadores de cadáveres, operadores de terrorismo de Estado, entre tantas outras grandes ações morais? As Forças Armadas brasileiras nunca tomaram distância dessas pessoas, expondo à nação um mea-culpa franco. São uns cagões.

Nehemias

Para que serve Postafen: Indicações de Postafen. Inapetência, magreza. Alergias cutâneas, respiratórias, gastrintestinais. Enjôos de viagens.

Nehemias

PT não é responsável pela crise ética, afirma General Eduardo Villas Bôas.


ArcoVerde

23/09


2017

Doria é candidato a presidente. Sem recuo

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

Os dirigentes do DEM saíram do jantar oferecido a eles por João Doria (PSDB-SP), na sexta (22), em SP, convencidos de que o prefeito é candidato a presidente, sem chance de recuar.

A fala de integrantes da equipe do prefeito paulistano nas rodas do encontro contribuíram para a certeza.

Na avaliação de um dos convidados, a chance de Doria ser candidato é de "300%".

Dentro ou fora da legenda tucana.


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Supranor 1

23/09


2017

Foro privilegiado para Moreira

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, tem poucos dias para decidir se enviará ao Supremo ações contra a medida provisória que garante status de ministro a Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República).

A MP deve entrar na pauta do plenário da Câmara na próxima semana e, se aprovada, vira lei.

Já CVM (Comissão de Valores Mobiliários) está perto de concluir os relatórios a respeito da suposta prática de manipulação de mercado e uso indevido de informações privilegiadas em operações financeiras pelos irmãos Batista.

Os documentos vão integrar o relatório final da PF sobre o caso, previsto para outubro. (Painel)


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23/09


2017

Cunha diz que Funaro usou sua delação ao atacar Temer

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vai à Justiça tentar anular a delação de Lúcio Funaro, seu antigo operador. O ex-deputado disse a aliados que trechos de sua proposta de colaboração – rejeitada pela PGR – foram enxertados no acordo do doleiro.

Cunha garantiu a esses interlocutores que pode provar que Funaro narrou fatos aos quais não tinha acesso suficiente para conhecer em detalhes. A narrativa que Cunha quer pôr em xeque é peça-chave da nova denúncia contra Michel Temer.

O ex-deputado já começou a reunir o material que vai dar base ao seu questionamento à colaboração de Funaro. Procurada, a defesa do corretor disse que não comentaria assunto relacionado ao acordo e que só se manifestaria em juízo.  (Painel - Folha de S.Paulo)


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Mobi Brasil 3

23/09


2017

Amansar Maia é prioridade

Na estratégia para barrar a segunda denúncia na Câmara, a prioridade hoje do presidente Michel Temer é acalmar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que está contrariado com o assédio do PMDB a políticos que negociavam filiação ao DEM.

Ironia: Maia se queixa das investidas do PMDB sobre possíveis futuros filiados ao DEM, mas teve um encontro anteontem em São Paulo cujo pano de fundo é a eventual saída de Doria do ninho tucano. A política como ela é.

Em relação à nova denúncia contra Temer, Maia disse que não misturaria esse assunto com o conflito entre PMDB e DEM por conta da busca de filiados. Mas a simples menção a essa insatisfação deixa o Palácio do Planalto de orelhas em pé.

O papel de Maia é importante nesta segunda votação. Um sinal interno dele na Câmara pode atrapalhar o governo na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), atrasando a análise de um tema desgastante para o governo. O Planalto queria resolver o tema antes do feriado de 12 de outubro. Maia já falou que talvez não dê tempo.

Portanto, a tarefa imediata à qual Temer vai se dedicar será restabelecer a boa interlocução com Maia. A tendência é o governo barrar o prosseguimento da denúncia, evitando que a Câmara dê autorização para o Supremo analisá-la. Mas a rapidez dependerá bastante do papel que Maia jogará nos bastidores em reuniões com líderes partidários, por exemplo. Temer sabe disso, porque conhece a Câmara, Casa que já presidiu três vezes.  (Kenedy Alencar)


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Asfaltos

23/09


2017

Temer vende efeito-barriga como uma absolvição

Josias de Souza

Apontado pela Procuradoria como sócio-atleta da organização criminosa do PMDB, Michel Temer levou à internet mais um vídeo. Nele, apresentou-se como vítima de uma armação típica de “regimes de exceção”. Mas previu que tudo terminará bem, pois “a verdade, mais uma vez, triunfará” na Câmara, que enterrará a nova denúncia do mesmo modo que sepultou a primeira.

Cenho crispado, Temer declarou: “Quero continuar a honrar meu nome, herança limpa que recebi de meus pais e que deixarei limpo para meus filhos, filhas, netos e netas.” Se o que o presidente deseja é a restauração da honra, vender o ‘efeito-barriga’ da Câmara como sentença absolutória não vai ajudar. Há um caminho bem mais simples para desmontar a “armação”.

Temer precisa apenas orientar sua infantaria parlamentar a conceder autorização para o Supremo Tribunal Federal analisar a denúncia do ex-conspirador-geral Rodrigo Janot. Diante de ''provas forjadas'' e ''denúncias ineptas'', produzidas em ''conluios com malfeitores'', não restaria aos ministros da Suprema Corte senão enviar o papelório imprestável para o arquivo.

Enquanto estiver aplicando suas energias e as verbas do Orçamento da União na articulação para congelar a segunda denúncia, Temer deveria poupar a plateia dos seus vídeos sem nexo. Nos regimes de exceção, forjam-se provas na base do choque elétrico e da porrada. Na democracia, a delação se chama colaboração judicial. Está prevista em lei. Se o delator sai dos trilhos, sente a mão pesada do Estado, sem prejuízo das provas que forneceu.

Só numa democracia plena o primeiro presidente da história a ser denunciado um par de vezes ainda estaria no cargo, gravando vídeos sem sentido e usufruindo em toda a sua plenitude do sacrossanto direito de defesa assegurado pela Constituição. A única exceção que se observa no caso é o inusitado comportamento de um inocente que foge do veredicto. Não há honra que resista a tanta falta de lógica.


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bm4 Marketing 4

23/09


2017

Governo desconfia que polícia do Rio vaza operações

Autoridades federais e estaduais brigam; militares agem contrariados

Kennedy Alencar

Apesar de o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o governador Luiz Fernando Pezão terem dito anteontem que haviam acertado os ponteiros, ficou evidente hoje a bateção de cabeça entre autoridades federais e fluminenses.

As autoridades de Segurança Pública do Rio querem mais dinheiro federal e resistem a uma participação maior das Forças Armadas e da Polícia Federal em ações planejadas. O governo federal afirma que não tem como dar mais dinheiro ao Rio e que a contribuição das forças federais deveria ser feita com planejamento e não com chamados de emergência, como aconteceu hoje na Rocinha.

O governo federal atribui a vazamentos da polícia do Rio os maus resultados obtidos em operações planejadas.

Operações como as de hoje desagradam às Forças Armadas em geral e ao Exército em particular. Os militares são treinados para ações de guerra, nas quais têm de eliminar o inimigo. Não são adequados para funções de segurança pública, como incursão em comunidades.

O Exército teme ferir civis com balas perdidas em áreas urbanas e preferia reforçar a fiscalização nas fronteiras, o que ajudaria a combater a entrada de drogas e de armas.

Mas as Forças Armadas atendem aos pedidos de ações de garantia da lei e da ordem porque elas estão previstas na Constituição e ocorrem por solicitação de autoridade civil.


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23/09


2017

Delação de Funaro: pedra no sapato

Blog do Kennedy

Vieram a público trechos da delação do doleiro Lúcio Funaro, porque eles constam da nova denúncia contra o presidente. Esses trechos têm peso forte, porque trazem acusações mais detalhadas sobre eventuais acertos de propina do grupo do PMDB da Câmara.

No entanto, pelo que foi divulgado até agora, trata-se de Funaro dizendo que sabe de supostos atos de corrupção de Temer por meio de terceiros. Esse ponto será difundido na Câmara dos Deputados em defesa de Temer.

O governo vem questionando a veracidade das afirmações de Funaro. Fez isso novamente em nota ontem, lembrando que, no passado, a Procuradoria Geral da República enviou ao Supremo uma manifestação dizendo que o doleiro já mentira à Justiça.

Haverá mais chumbo grosso contra a equipe do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que fechou a delação de Funaro. Aliados de Temer vão questionar se não teria havido pressão ou orientação a Funaro a exemplo do que se sabe hoje a respeito dos casos de Joesley Batista e Ricardo Saud. Aliados de Temer na CPI da JBS vão investigar auxiliares de Janot e não pretendem tratar apenas de como foram feitos os acordos de Joesley e Saud, mas o de Funaro também.


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23/09


2017

A crise que não acaba atiça o cheiro de pólvora

Na Esplanada dos Ministérios, o boneco do general Mourão numa manifestação que prega o golpe militar. Novembro de 2015. Foto OrlandoBrito

Rudolfo Lago – Blog Os Divergentes

 

Pelo jeito, militares são previsíveis até na escolha do sobrenome. Se um general Mourão, o Olímpio, desencadeou o golpe militar de 1964, vem agora outro general Mourão, o Antonio, falar em “intervenção militar”, que é o novo eufemismo para golpe. Ser previsível é característico da disciplina e da rotina militar. Para o bem e, como nesse caso, para o mal.

Previsíveis que são, os militares não são de cometer desatinos. Se o general Antonio fala em “intervenção”, se depois não é punido e se o comandante do Exército, Eduardo Villa Boas, chega a admitir, na entrevista que deu a Pedro Bial na TV Globo, a possibilidade de os militares intervirem diante da ameaça de caos, fica evidente que a fala do segundo Mourão não foi um deslize. Mas um recado.

Desde que se inviabilizaram as condições políticas de Dilma Rousseff, o país tem bordejado os limites da legalidade para sair da crise em que se enfiou. Para alguns, o impeachment foi um golpe parlamentar. Sem entrar aqui no mérito, já que o processo respeitou os preceitos da Constituição, foi fato também que houve dificuldade para definir sobre Dilma o crime de responsabilidade. Tanto que, ao final, o Senado chegou à esdrúxula saída de retirar o mandato dela mantendo seus direitos políticos, um fatiamento da pena que somente uma leitura muito enviesada do texto constitucional permitia.

Ao contrário, porém, do que muitos imaginavam, a saída de Dilma não estancou a crise política. A Operação Lava-Jato e seus desdobramentos são um questionamento da Justiça, da Polícia Federal e do Ministério Público acerca da forma como se relacionam financiadores e financiados na política. Em todos os partidos. Em todos os níveis. Assim, desmantelado o núcleo do PT, partiu para o núcleo do PMDB. Fustigou uma presidente. Fustiga um presidente. Não dá sinais de que pretenda parar.

Por outro lado, mesmo sendo alvo da Justiça, Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando todas as pesquisas. Se disputar as eleições, tem chances concretas, reais, de se eleger novamente presidente. Da forma como se polarizou a situação, será o presidente de uma parte do Brasil. Com uma outra parte que terá imensas dificuldades em aceitar o resultado passivamente. Não há muita dúvida de que com ele de novo no Palácio do Planalto é grande a chance de o país continuar sem se pacificar.

E também há chances grandes de o país não se pacificar em algumas outras possibilidades. Se cair nas mãos de um radical como Jair Bolsonaro, por exemplo.

O Brasil paga o preço de ao longo da história se valer dos militares como ferramenta por não conseguir resolver seus problemas políticos pela via civil e democrática. A Proclamação da República já foi um golpe militar. Em 1930, Getúlio Vargas teve o apoio dos “tenentes” para derrubar a República Velha. Entre 1945 e 1964, houve mais de uma tentativa de tomada de poder pelos militares. Até conseguirem.

Neste momento, o Congresso mais uma vez patina e outra vez não consegue costurar uma reforma política que minimamente preste. O Supremo Tribunal Federal perdeu sua serenidade costumeira e virou uma casa em que os ministros batem boca como lavadeiras bem instruídas (que trocam os xingamentos tradicionais por frases mais elaboradas). Resiste-se às mudanças de comportamento na política. E, pelas redes sociais, a população transmite tudo, menos bom senso.

Neste momento, assanha-se o cheiro de pólvora nos quartéis. É preciso deixar claro que tal opção será o reconhecimento do nosso fracasso como civilização. Nas democracias, militares são servidores dos civis. Não o contrário…


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Nehemias

Prepare-se! Preços da gasolina e diesel vão subir neste sábado. Disseram que tudo ia melhorar quando Dilma saísse

Nehemias

não esqueça o que disse Samuel Johnson foi um escritor e pensador inglês. O patriotismo é o último refúgio dos canalhas. Os grandes feitos são conseguidos não pela força, mas pela perseverança.

LUIZ MAIA

Tropas do Exército deveriam tomar Brasília. No regime militar o Brasil cresceu 10% ao ano. A população vivia em total segurança. O País existia o pleno emprego. As pessoas honestas eram bem mais felizes.



22/09


2017

Secretário destaca obras na BR -101

''Hoje, no Palácio Campo das Princesas, ao lado do governador Paulo Câmara e do ministro dos Transportes,  Maurício Quintella, participei da solenidade do início das obras de requalificação da BR-101. 

Tenho dito que está é a maior intervenção viária da década em Pernambuco. Vamos trabalhar incansavelmente para que a nova rodovia seja entregue à população até o dia 31 de dezembro de 2018. ˜    - declarou o secretário de Transportes do estado de Pernambuco, Sebastião Oliveira.        

 


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22/09


2017

Dias sobreTemer: “Chefe de organização criminosa”

“Ninguém acredita em chefe de organização criminosa”

Pré-candidato à presidência da República em 2018, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) falou sobre a impopularidade de Michel Temer nesta sexta-feira, em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.

"O Temer não consegue convencer ninguém que as reformas dele são favoráveis ao povo. Não tem como acreditar em quem chefia uma organização criminosa”, afirmou.

Dias avalia que a segunda denúncia oferecida pela procuradoria-geral da República contra Temer, por obstrução judicial e organização criminosa, é gravíssima – e ele deve ser cassado.

Ele também afirmou que, em 2018, o maior desafio dos candidatos será convencer a população a sair de casa e votar.

“O país está nervoso. O primeiro desafio é vencer a descrença. Se fizer uma pesquisa nas ruas, mais de 50% vão dizer que não querem votar em ninguém. Temos que convencer as pessoas de que é preciso tentar outra vez. Eu vou tentar me colocando à disposição”, afirmou.  (BR 247)


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22/09


2017

Cássio pede ajuda a Aécio para presidir o PSDB

Veja

Dificilmente, alguém tirará de Marcone Perillo a presidência do PSDB. Ele disputará o posto com Tasso Jereissati, atual comandante da sigla.

Aécio Neves, porém, recebeu mensagens de correligionários pedindo que ele trabalhe em favor do nome de Cássio Cunha Lima, que, pelo menos por ora, não está na corrida.

Cunha Lima andava afinado com Aécio até outro dia, mas a relação ficou estremecida depois da divulgação do áudio em que o mineiro pediu 2 milhões de reais a Joesley Batista.

Ele também diverge do colega em relação ao espaço do PSDB no governo e defende o desembarque, enquanto Aécio luta pela manutenção da aliança com Michel Temer.

Hoje, Cunha Lima caminha com Tasso Jereissati e só aceitaria concorrer contra Perillo se houvesse consenso com o grupo do presidente do partido.

Aécio, por sua vez, está em campanha por Perillo.


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22/09


2017

Ex-apresentadora do "JN" é pré-candidata à Presidência

A ex-apresentadora do Jornal Nacional Valeria Monteiro anunciou que será candidata à Presidência da República em 2018. Valéria foi a primeira mulher na bancada do JN, ainda em 1992, e sua última aparição na telinha foi num especial do canal Viva. Segundo a ex-apresentadora, a ideia é fazer uma campanha independente, apostando no ativismo. 

Valéria diz que conversa com alguns partidos, mas que não quer precipitar a escolha. O prazo para filiação para a disputa termina em abril de 2018. Um dos temas que mais preocupam a jornalista é a corrupção sistêmica e o desinteresse dos políticos em representar efetivamente a população. De acordo com Valéria, a descrença que se tem pela classe política é a sentença ao empobrecimento enquanto nação.

A ex-apresentadora critica Michel Temer, "que pode não ter dado um golpe, mas governa sem legitimidade". Além do JN, Valéria foi âncora do Fantástico e do Jornal Hoje e passou por três emissoras norte-americanas após deixar a Globo. Ela retornou ao Brasil em 2002 e abriu uma produtora de TV em Campinas (São Paulo).


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22/09


2017

Gilmar mantém irmãos Batista na cadeia

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou hoje os pedidos de liberdade e manteve presos os irmãos Joesley e Wesley Batista, sócios da J&F. Gilmar é o relator do caso.

Joesley e Wesley foram presos no início deste mês e protocolaram habeas corpus no STF após terem pedidos de liberdade negados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta quinta.

Em várias ocasiões, Gilmar Mendes criticou o acordo de delação premiada firmado entre os irmãos Batista e a Procuradoria Geral da República (PGR), assinado em maio no âmbito da Operação Lava Jato.

Na decisão, Gilmar entendeu haver risco de novos crimes e não considerou a medida desproporcional.


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22/09


2017

Meu editorial no Frente a Frente - 21/09/2017


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22/09


2017

Palocci é suspenso do PT após acusação contra Lula

O ex-ministro Antônio Palocci foi suspenso por 60 dias do PT pelo Diretório Nacional do partido nesta sexta-feira (22). A suspensão ocorreu após Palocci acusar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter feito “um pacto de sangue” com a Odebrecht para o recebimento de propina durante depoimento ao juiz Sérgio Moro.

A suspensão temporária ocorre até que o processo de expulsão de Palocci seja julgado pelo Diretório Municipal do PT em Ribeirão Preto.


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22/09


2017

Senador é investigado por suspeita de corrupção

Do G1

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello autorizou hoje a abertura de um inquérito para investigar o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) em um desdobramento da Operação Lava Jato. A assessoria do senador Lindbergh afirmou que ainda não tomou conhecimento da decisão do ministro e, por isso, prefere não se manifestar.

Será apurado o crime de corrupção passiva e, como o caso está em segredo de Justiça, não há mais detalhes sobre o inquérito.


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