FMO janeiro 2020

26/09


2011

É grave a briga Fifa e Brasil, com ameaça à Copa

Está muito mais esgarçada do que aparenta a relação entre a FIFA e o governo, informa Lauro Jardim, na sua coluna da Folha de S.Paulo. No início do mês, conta ele, Joseph Blatter enviou para Dilma Rousseff uma carta em que reclamava da morosidade das obras da Copa e com a demora de o governo enviar para o Congresso a Lei Geral da Copa(LGC). O Planalto considerou a cobrança “fora de padrão” — é exatamente esse o eufemismo usado, de forma irônica, claro. Dias depois, o governo mandou para a Câmara a LGC. Mas o clima esquentou ainda mais.

Dilma é separada de Havelange (à esq.) por Blatter, durante sorteio das Elimanatórias da Copa

A FIFA considerou inaceitável o projeto. Feriria o que foi acordado quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa e lhe traria prejuízos comerciais enormes. Meia entrada para estudantes e descontos para maiores de 65 anos no preço dos ingressos são um dos motivos da briga. Só que a própria Dilma diz que “não há a menor possibilidade de restringir direitos existentes no Brasil”.

Essa briga promete ir longe. A FIFA para pressionar o governo ameaça até com um plano B, que retiraria a Copa do Brasil. Sabendo disso, os EUA já se movimentam. Nos bastidores os dois lados falam tudo uns dos outros — menos palavras de elogios.


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Flavio

Essa Copa ainda vai dar muito o que falar!


Prefeitura de Jaboatão

26/09


2011

CPMF volta, confirma ministra: ''''É um novo imposto''''

 Sem caneta na mão, mas com ''muitos baldes de saliva para gastar'' na tarefa de unir a base aliada, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), admite que o governo ainda quer a criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. A expectativa do Palácio do Planalto é que o tributo seja aprovado em 2012, apesar das dificuldades previstas por causa das eleições municipais. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, ao mencionar as ''fontes'' em debate para custear a saúde, Ideli não fez rodeios para definir do que se trata: ''É um novo imposto''. Articuladora política do governo, a ministra garantiu, porém, que nada sairá neste ano porque decisões assim precisam ser ''adequadas'' à situação econômica. ''Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro'', ponderou.

Cinco dias após a Câmara ter aprovado a Emenda 29 - que define os gastos com saúde para União, Estados e municípios -, Ideli reiterou que o dispositivo não resolve o problema porque não indica de onde virão os recursos. Para ela, a comissão acertada entre os governadores e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), poderá ''resgatar'' projetos de lei que criam base de cálculo para a nova versão da CPMF, o imposto do cheque extinto em 2007. ''Nós já colocamos o dedo na ferida'', disse Ideli.


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Comentários

Helena Maria Hindi

A possilidade da volta da CPMF só vem reforçar a crueldade contra o povo e a falta de criatividade das autoridades para administrar o dinheiro público. Não posso admitir a volta desse imposto intragável, que vai onerar, mais ainda, o bolso da população brasileira. Espero bom senso dos parlamentares.


Cabo de Santo Agostinho

26/09


2011

Deputados de SP vendem emendas, confirma Covas

 Deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo citam episódios que reforçam a acusação do deputado Roque Barbiere (PTB) de que há colegas que vendem emendas parlamentares. Em entrevista ao Estado, há cerca de um mês, o deputado licenciado e secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB), mencionou oferta de propina que lhe fizeram pela liberação de uma emenda. O secretário falava sobre corrupção na máquina pública quando abordou a questão. Indagado sobre os mecanismos que poderiam coibir desvios, disse que dar ''exemplo'' era a melhor coisa. ''É o primeiro ‘não’ que segura os avanços e solicitações. E, depois, ninguém mais faz nenhum tipo de proposta.'', declarou, durante a entrevista.

Na sequência, indagado se já havia passado por alguma situação envolvendo corrupção no exercício do mandato na Assembleia, Bruno respondeu: ''Ah, já. Uma vez, consegui uma emenda parlamentar de R$ 50 mil para obra de um município. Assinamos o convênio e depois o prefeito veio perguntar com quem ele deixava os 5 mil'', contou o secretário. ''Respondi: ‘Doa para a Santa Casa, eu que não vou ficar com isso’. (Informações do jornal O Estado de S.Paulo)


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Raimundo Eleno dos Santos

Mesmo não tendo pego a grana, aceitou suborno e o repassou. Embora a "doação" tenha sido legítima e humanamente elogiável, o dinheiro era fruto de corrupção.Por min estaria conivente com a corrupção. É ladrão do dinheiro público.Um Robin Hood tupiniquim!


Prefeitura de Serra Talhada

26/09


2011

Dilma na cabeça: pesquisa tucana desnorteia petistas

Deu no blog Poder Online: ''''Em pé de guerra para escolher seu candidato a prefeito de São Paulo, o PT, no início do mês, quando o Datafolha divulgou pesquisa com ampla vantagem para Marta Suplicy, repetiu aos quatro ventos que os números pouco valiam, pois só refletiam o recall (lembrança) da última eleição, logo, nada garantiria a vitória da senadora em 2012.

Mas bastou a imprensa divulgar que a pesquisa que Antônio Lavareda fez para o PSDB dá Dilma Rousseff na cabeça no primeiro turno, que o PT saiu por aí colocando em tudo que é blog de deputado e ex-ministro que este é o motivo da “divisão e confusão” da desesperada oposição.''''


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26/09


2011

Comando Sul dos EUA criou atritos com o Brasil

 O Comando Sul das Forças Armadas americanas foi fonte de atritos entre EUA e Brasil depois do 11 de Setembro, segundo um livro que será lançado amanhã pelo ex-embaixador em Washington Rubens Barbosa. Além de alimentar a imprensa com boatos sobre terrorismo na Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), a fim de ''valorizar sua atuação'', o comando sediado em Miami treinava militares paraguaios propondo cenários em que os ''brasiguaios'' provocavam a partição do país vizinho. Há muitos detalhes reveladores, como um diplomata americano que pergunta a um assessor: ''''Quando mesmo foi nossa intervenção na República Dominicana?''''  O então chefe da força, general James Hill(foto), equiparou as drogas a ''armas de destruição em massa'' e sugeriu que restrições legais ao uso dos militares contra o tráfico fossem ''eliminadas'' na América Latina.

Barbosa traz os bastidores de uma relação bilateral que cresceu sob Fernando Henrique Cardoso e Lula. O Brasil começa a ter reconhecido seu papel global e não só regional, mas é um avanço aos trancos, como nos últimos 200 anos. ''O Brasil está empenhado em salvar o mundo dos EUA'', queixaram-se funcionários americanos aos brasileiros em 2002. O livro, crítico à diplomacia lulista por não apostar na ''parceria estratégica'' firmada em 2003, mostra a ação de José Dirceu, quando presidente do PT, para tranquilizar os EUA sobre as intenções de Lula recém-eleito. (Folha de S.Paulo)


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

26/09


2011

Ficha de Lula ainda não caiu e ele não ''''desencarnou''''

A ficha não caiu - Lula e Mantega: metendo-se  onde não devia — ou seja, no governo dos outros

(DE LAURO JARDIM - VEJA)

Lula está longe de desencarnar da Presidência. Que o digam alguns ministros. Há um mês, perto de anunciar medidas de aperto fiscal, aquele em que aumentou a meta de superávit primário para 10 bilhões de reais em 2011, Guido Manaatega recebeu um telefonema de Lula. O ex reclamou do aperto e tratou de, veja só, dar lições de economia a Mantega.

Disse, tentando aplicar a mesma receita em situações diferentes, que não era hora de frear, e sim de pisar no acelerador, como ele próprio fez em 2008. Não foi a primeira vez que Lula telefonou para um ministro de Dilma para falar o que não lhe cabe. Em maio, ligara para Izabella Teixeira, do Meio Ambiente.


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Banco de Alimentos

26/09


2011

À espera das medidas de Dilma. Mas que medidas?

 Declarou a presidente Dilma Rousseff estar o governo pronto para tomar medidas capazes de atenuar o impacto da crise econômica. Como nas Nações Unidas ela havia criticado as teorias defasadas que o mundo velho vem aplicando para enfrentar as dificuldades, devemos partir da premissa de não termos aumento de impostos, redução de salários e aposentadorias, demissões em massa e cortes dos investimentos sociais. Apesar de serem encontrados no governo alguns defensores de uma ou de todas essas maldades, basta a palavra da presidente para a certeza de estarem afastadas.

Fica, no entanto, uma dúvida: a que medidas Dilma estaria se referindo, se as coisas ficarem ainda mais complicadas? Aumento de impostos só para os mais ricos? Congelamento dos salários? Nivelamento por baixo das aposentadorias? Frentes de trabalho para compensar demissões? Interrupção, mesmo sem recuos, das políticas públicas voltadas para a educação, a saúde e a segurança?   (Carlos Chagas)


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O Jornal do Poder

26/09


2011

Dono da Odebrecht já sabe quem é ''''Dilma dinamite''''

 Não se fala em outra coisa nos meios políticos e empresariais: Marcelo Odebrecht, presidente da famosa construtora, sabe como poucos por que a revista americana Newsweek avisou que não é aconselhável mexer com “Dilma Dinamite”.

Foi o único empreiteiro a ser recebido por ela, após muita insistência, e se deu mal: virou figura não grata.

O ex-ministro Antonio Palocci disse a um amigo que o erro foi imaginar que Dilma herdaria as relações especiais da empresa com o governo Lula.(Cláudio Humberto)


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Potencial Pesquisa & Informação

26/09


2011

Efeito Jaqueline: Câmara é refúgio sim, diz deputado

 A absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em vídeo recebendo propina, gera reação. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) fez consulta à Mesa: fatos anteriores ''contaminam'' o mandato?

A defesa sustentou que não e ganhou no plenário. Mas Miro reage: ''A Câmara não pode virar um refúgio''.

O relator da consulta no Conselho de Ética, Carlos Sampaio (PSDB-SP), que pediu a cassação de Jaqueline, dirá que contamina sim.

A decisão sai na próxima quarta-feira.

(Ilimar Franco - O Globo)


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26/09


2011

OAB cobra de Roseana salários de 240 advogados

Roseana Sarney se reuniu com OAB no Palácio dos leões | Foto: Handson Chagas
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, pediu à governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB-MA), o pagamento imediato de R$ 6 milhões de honorários devidos pelo governo, desde 2009. O valor é cobrado por 240 profissionais que atuaram na defesa de assistidos pelo Estado, que não têm condições de quitar o débito. "É necessário que o pagamento seja restabelecido de imediato, para que os advogados possam continuar a prestar esse relevante trabalho à sociedade do Maranhão", salientou Ophir. A solicitação foi feita, na última sexta-feira (23), em reunião no Palácio dos Leões, que contou com a presença de Roseana e do presidente da OAB-MA, Mário Macieira.(Informações do Destak Jornal)


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