FMO janeiro 2020

15/02


2020

Agressão ao Nordeste

Não sei, na verdade, onde se destila mais ódio: no futebol ou na política. Ambos são territórios que exalam odores de tapar o nariz. O futebol deveria ser um esporte saudável, nunca motivo de agressão banal.

Esse vídeo me provocou repulsa. O agressor-provocador se apresenta como torcedor do Atlético mineiro, próximo adversário do Afogados da Ingazeira na Copa Brasil. Ele subestima a capacidade da Coruja, símbolo do time da minha terra, partindo para o deboche que estamos afogados.

À ele, um recadinho: afogamos nossos adversários nos gols, não pelo fígado, não somos semitas, como parece esse mineiro sem alma.

O galo, símbolo do time dele, já está na panela para ser cozido.

Confira o vídeo aqui: https://www.instagram.com/p/B8my6XrB20u/?igshid=1xaytss169bfh


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IPTU Cabo

15/02


2020

Bolsonaro: Quem matou miliciano "foi a PM da Bahia"

Foto/AFP Arquivos/Via ISTOÉ

Por Estadão Conteúdo

“Quem foi responsável pela morte do capitão Adriano foi a PM da Bahia, do PT. Precisa dizer mais alguma coisa?”, disse neste sábado, o presidente da República, Jair Bolsonaro. A afirmação é uma referência à morte do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, morto no município de Esplanada, a 170 km de Salvador, e que no passado recebeu homenagens da família Bolsonaro.

“A medalha foi em 2005. Não tem nenhuma sentença julgada condenando o capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo”, afirmou Bolsonaro em evento no Rio ao lado do filho e senador Flávio Bolsonaro (Sem Partido-RJ), responsável pela homenagem. O presidente disse que a homenagem foi um pedido dele ao filho.

Perguntado sobre o motivo da morte do miliciano, Bolsonaro citou a imprensa dizendo que leu que seria “queima de arquivo”.

Ao ser perguntado por que o filho condecorou o miliciano, Bolsonaro chamou o filho, Flávio, para esclarecer a homenagem. “Isso tem 15 anos”, disse Flávio.

O senador lembrou que fez questão de pedir para não cremarem o corpo, já que “pelo que eu soube e como mostrou a revista Veja, ele foi torturado”. “Pra falar o que? Com certeza não é pra falar sobre nós, porque não tem o que falar contra nós, não temos envolvimento nenhum com milícia”, disse Flávio Bolsonaro, bem exaltado.

Bolsonaro e o filho encerraram a entrevista ao serem perguntados por que empregaram parentes do miliciano morto. Sem responder, seguiram para um evento evangélico do pastor RR Soares, na Enseada de Botafogo, zona sul do Rio.


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Governo de PE - Decimo Terceiro

15/02


2020

Sérgio Camargo critica militantes negros no Twitter

Imagem/twitter

Do Poder 360

O jornalista Sérgio Camargo, indicado para a presidência da Fundação Palmares, foi ao Twitter neste sábado para criticar militantes negros. Segundo Sérgio, pessoas do movimento negro fizeram ataques racistas à neta de Gilberto Gil.

“Militantes negros fazem ataque racista à neta de Gilberto Gil, que na visão doentia e criminosa deles cometeu o erro de nascer branca. São os mesmos que me chamam de “racista” e “capitão do mato” por defender que raça não tem importância alguma, só o caráter importa”, declarou o jornalista.

Na postagem, Sérgio citou mensagens que teriam sido postadas em 1 vídeo em que Gil canta uma música com a neta Flor, de 11 anos. As imagens são de 2019.

QUEM É SÉRGIO CAMARGO

Sérgio Camargo é jornalista e havia sido nomeado em novembro para presidir a Fundação Palmares, que tem como 1 de seus objetivos a preservação da memória étnica brasileira.

Ele foi alvo de críticas por ter publicado em suas redes sociais publicações contra pautas antirracismo, criticando, por exemplo, o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro.

Depois de 1 imbróglio jurídico que o impediu de assumir a função, o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro João Otávio de Noronha, derrubou na 4ª feira (12.fev.2020) a decisão da Justiça Federal do Ceará que, em dezembro, mandou suspender a nomeação de Sérgio Camargo para a direção da Fundação Palmares.

O ministro atendeu a pedido feito pela AGU (Advocacia Geral da União).

Caberá à nova secretária especial da Cultura, Regina Duarte, decidir se mantém Camargo ou nomeia outro chefe para a fundação. Escolhida para assumir a secretaria após a demissão de Roberto Alvim depois da repercussão negativa de vídeo com discurso que parafraseia ministro nazista, Regina Duarte ainda não tomou posse no cargo.


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acolher

15/02


2020

Usina usada pela ditadura para queimar corpos será inspecionada

Usina em Campos, no Rio de Janeiro Foto: Ana Costa/Arquivo pessoal

Época - Coluna do Guilherme Amado
Por  Naomi Matsui

Subordinada à Damares Alves, a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos visitará na semana que vem a Usina de Cambahyba, em Campos dos Goytacazes, no Rio, usada para incinerar opositores na ditadura militar — aquela que o governo diz não ter existido.

A missão, marcada para 19 e 20 de fevereiro, deve ser realizada por integrantes da comissão e por integrantes do Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto.

A ideia é fazer uma análise técnica preliminar na região da usina para ver se há viabilidade de analisar "a eventual existência de ossadas, elementos ósseos ou qualquer outro elemento humano para exames de DNA e verificação de compatibilização genética com os familiares dos desaparecidos”.

A análise é consequência de uma ação com base em declarações do ex-delegado do Dops Cláudio Antonio Guerra, que disse ter levado para a usina corpos de 12 pessoas.


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15/02


2020

Uma nova visão de Turismo

Por Guilherme Paulus*

Podemos afirmar, hoje, que o turismo está entre as pautas prioritárias do Governo Federal; e não podemos ter dúvidas de que essa indústria é uma catalizadora de recursos, de geração de emprego e renda, de fomento aos negócios, de atração de investimentos. E o nosso país – como poucos no mundo – dispõe de uma ampla variedade de atrativos; da cultura à gastronomia, à arte, ao ecoturismo e à aventura, sem contar as suas praias deslumbrantes, os ecossistemas variados, os parques nacionais e os patrimônios históricos.

Mas esse potencial imensurável, por consequentes trocas de gestão pública, questões de investimento ou mesmo de um plano estratégico para posicionar o Brasil como um dos principais competidores do turismo internacional, foi prejudicado ao longo dos anos. A nova Embratur (encarregada da promoção turística do país no exterior) nasce justamente de um esforço do Governo Federal, que encontrou mecanismos legais para o seu fortalecimento ao transformá-la numa agência com mais recursos e mais capacidade de relacionamento com a iniciativa privada. É um novo turismo brasileiro, uma nova visão, que busca justamente posicionar o Brasil como uma potência turística. É uma das maiores conquistas do setor de todos os tempos.

E como não consigo acreditar que possa haver má intenção contra o nosso país, quero crer que existe muita desinformação em torno desse ponto de transição e principalmente do que vem se falando sobre ele. Um exemplo importante é a alegação de que a MP colocará em risco investimentos e verba do SEBRAE.

Se o orçamento que será destinado à nova Embratur pode significar um grande salto para o setor de viagens nacional, para o Sistema S ele representa apenas 15%. Recurso que será usado para fortalecer a promoção de uma indústria que movimenta 52 segmentos, gera empregos e divisas. Uma indústria na qual, segundo estudos da FGV, cada real investido traz 20 em retorno. E onde 1 em cada 5 empregos são criados no mundo.

Ainda, é fundamental observar que a grande maioria das empresas deste setor é formada por pequenos e médios negócios que, hoje, atuam muito abaixo do seu potencial. Com mais turistas, mais recursos gastos no Brasil, teremos uma economia mais aquecida, com restaurantes e atrações cheios, hotéis funcionando no limite da sua ocupação, mais taxistas, mais guias, mais artesãos, enfim, mais profissionais autônomos e empresas se beneficiando da prosperidade que chega ao país com o turista. E quem inevitavelmente se beneficia desta cadeia saudável? O SEBRAE, o SISTEMA S, que estarão sendo investidores desta indústria tão valiosa para todos nós.

O turismo brasileiro sairá de um orçamento irrelevante de cerca de 8 milhões de dólares (em 2019) para um de 120 milhões. Isso significa uma mudança inédita na história da nossa indústria. Há uma disputa internacional intensa, os destinos são cada vez mais competitivos, investem cada vez mais; o México, por exemplo, investe 400 milhões de dólares e recebe seis vezes mais turistas internacionais que nós. Pela primeira vez, o Brasil vai disputar essa corrida com condições mais justas.

Recentemente soubemos, pela opinião pública, de um plano de ações de promoção do Brasil no exterior feito pela Embratur. Trata-se de um primeiro grande passo para sairmos de anos de letargia, para melhorar a forma como o Brasil se posiciona internacionalmente. E como se faz isso? Como os gigantes fazem: atuando em todas as mídias, buscando investimentos e parcerias com grandes marcas da iniciativa privada, relacionando o país aos ícones do entretenimento, da cultura pop, mostrando ao planeta que o momento do Brasil chegou. Esses projetos são um exercício que visa a internacionalização do nosso país; torná-lo mainstream, levá-lo ao epicentro do entretenimento global.

Ao propor atividades como um blockbuster americano, com elenco renomado, uma animação da Disney ou uma apresentação musical na Broadway, só para dar um exemplo, busca-se colocar o Brasil no imaginário do consumidor internacional que tem, na indústria do entretenimento, um mecanismo de decisão de compra. Esse tipo de divulgação levará cultura, música, arte, gastronomia, recursos naturais do Brasil a uma audiência qualificada que terá ainda mais estímulos para consumir o nosso turismo.

Recentemente, o empresário Álvaro Garnero tocou exatamente nesse assunto. Há décadas, o turismo e a indústria audiovisual trabalham juntos, posicionando destinos no centro do imaginário do consumo global. São inúmeros exemplos, do Marrocos de Casablanca, à Tunísia de Guerra nas Estrelas, à Tailândia de Leonardo de Caprio, à Croácia de Game of Thrones. Países, cidades, lugares às vezes obscuros e que se tornaram fenômenos, com milhares, milhões de visitantes todos os anos. Muitas pessoas viajam em busca desses lugares de fantasia que marcaram para sempre as suas vidas. O Brasil só precisa aprender a usar isso em seu benefício. E capitalizar ainda mais em cima das centenas de milhares de locações cinematográficas que existem por aqui.

E, o que é melhor: sem recursos públicos. Projetos ambiciosos como esses não serão custeados diretamente pela Embratur, que atuará na inteligência em promoção turística, elaborando e selecionando ações relevantes a serem executadas pela iniciativa privada.

Mais que isso, não me parece que o plano da Embratur se restrinja apenas a essas ideias ou a outras já conhecidas pela opinião pública. Não se trata de um tipo de roteiro ou uma religião específica, mas todos os roteiros, todas as religiões, todos os elementos relevantes do nosso turismo. O que se quer é dar notoriedade a todo esse patrimônio que só o Brasil tem.

Ano passado, o Governo Federal promoveu a isenção do visto para turistas dos EUA, Japão, Canadá e Austrália. E números recentes da Polícia Federal mostram que, apenas após seis meses da medida, já há um aumento na procura – sobretudo de norte-americanos, 2º mercado que mais envia visitantes para o Brasil (quase 15% de ampliação, se comparado ao mesmo período do ano passado). Levando em consideração o perfil de gasto desses turistas, temos aí um incremento de R$ 450 milhões na nossa economia (segundo dados do Ministério do Turismo).

Mas o turismo no país, na contramão de tantos atributos positivos, está estagnado. Quase 7 milhões de visitantes veem ao Brasil todos os anos, número inferior ao atingido por monumentos e museus em outros destinos. É o papel do governo dar estímulo e estruturar novas políticas, para que ações arrojadas e investimentos estratégicos possam ampliar esses números. Só assim o Brasil terá condições de se tornar uma potência turística. E o melhor de tudo: todos sairão ganhando.

*Guilherme Paulus é fundador da CVC, maior agência de Turismo da América Latina, e do Grupo GJP, maior rede de hotéis de lazer e eventos do Brasil.


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Cúpula Hemisférica

15/02


2020

Fake News: presidente de CPMI tentará pautar convocação de Carlos Bolsonaro

O presidente da CPMI das Fake News, senador Ãngelo Coronel Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Época - Por Guilherme Amado

Senador de primeiro mandato, Ângelo Coronel, do PSD da Bahia, jamais pensaria que chegaria ao Congresso já sendo um dos protagonistas da principal Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos primeiros anos do governo Bolsonaro. Presidente da CPMI — sigla correta do colegiado, com o "M" de Mista, devido à composição de senadores e deputados —  das Fake News, Coronel viveu esta semana o mais duro momento das sessões, que quase sempre já rodam na temperatura alta da polarização entre esquerda e bolsonaristas. O clima agora vai esquentar mais ainda. Na próxima terça-feira, 18 de fevereiro, Coronel tentará pautar 80 requerimentos pendentes de avaliação, entre eles os que pedem a convocação de Carlos Bolsonaro, Lula e Dilma Rousseff.

O tumulto da sessão da terça-feira 11 foi causado por um depoente, Hans River, ex-funcionário de uma das empresas suspeitas de fazer disparos massivos e ilegais de mensagens para a campanha de Bolsonaro.

River detalhou como funcionou o esquema, e disse ter trabalhado tanto para a campanha presidencial vitoriosa quanto à de Fernando Haddad — informação que já havia sido revelada pelos repórteres Aiuri Rebello, Flávio Costa e Leandro Prazeres, em outubro de 2018. PSL e PT negam qualquer irregularidade.

O momento mais tenso foi quando River acusou a repórter da Folha responsável pela investigação, Patrícia Campos Mello, de ter tentado seduzi-lo em troca de informações — afirmação que foi rebatida por provas apresentadas pelo jornal.

Em entrevista à coluna, Coronel afirmou que não vê clima para convocar Campos Mello, como tenta o bolsonarista Carlos Jordy, mas sim de River, cuja reconvocação foi pedida pelo próprio Coronel. E anuncia: poderá ordenar a prisão de River caso ele reitere o que disse sobre a jornalista, o que, na visão dele, seria o flagrante de, pelo menos, o crime de falso testemunho.

Leia a entrevista.

Como o senhor viu o depoimento do River?

Foi um dos melhores depoimentos no quesito de esclarecer o modus operandi do envio em massa de mensagens de WhatsApp. Mas houve também momentos degradantes, como quando ele fez chacota ou atacou a honra da jornalista que o entrevistou lá atrás. Este foi sem dúvida o pior momento. O que ele trouxe de utilidade, desta maneira, foi atingido pelo restante.

Por que o senhor apresentou um pedido para reconvocá-lo?

Não pude tomar nenhuma medida contra o Hans naquele momento. Poderia prendê-lo por falso testemunho, o Código Penal é claro. O presidente da CPMI pode dar voz de prisão. Mas, para isso, deveria estar com provas em mãos de que ele mentiu. Só tive acesso aos diálogos dele com a jornalista após o termino da sessão, então não pude fazer nada na hora. Por isso uma reconvocação será fundamental. Para ele confirmar o que disse ou não. Ele disse que no bunker em que ele atuava havia centenas de pessoas trabalhando 24 horas para fazer envios em massa. Foi perguntado se ele tinha acesso àquelas mensagens, se ele sabia do conteúdo. Ele disse que sabia, mas recebia tudo pronto do Lindolfo e da Flávia, donos da empresa. Ambos estão convocados para depor na próxima quarta-feira. Vamos ouvir portanto os dois ex-patrões dele para ver se ele realmente mentiu em todo seu depoimento ou foi apenas uma mentira pontual para difamar a Patrícia.

O senhor sente que seus colegas vão votar pela reconvocação?

Vou tentar convencer os colegas de que, como é um caso importante, que se aprove a convocação da Hans. Podem surgir questões de ordem pedindo que também se inclua a convocação de outras pessoas.

Há dezenas de requerimentos pendentes para votação, entre eles de Carlos Bolsonaro.

Chegou a hora. Vou propor que eles topem que votemos todos os 80 requerimentos que estão lá, incluindo os de Carlos Bolsonaro, e mais essa reconvocação do Hans. Se for aprovado, teremos que ver a cronologia para que marquemos o retorno dele.

O senhor pessoalmente é a favor da convocação da jornalista, como quer um bolsonarista?

Ela e outros jornalistas já estão convidados, não há necessidade de convocá-la. Ela não é alvo de nada. Não tem porque mudar de convite para convocação. Não vejo necessidade. Já existe um convite.

Aonde a CPMI consegue chegar?

Já tem um ganho com as plataformas. Já estive na diretoria do Facebook, eles vão colocar novos filtros para banir perfis falsos. Sugeri que, quando alguém for depreciado, eles coloquem uma tarja até uma agência de checagem verificar o conteúdo. Nas operadoras de telefonia, seria fundamental que, para habilitar um chip de telefone pré-pago, a pessoa tenha que estar presente na loja e com seus documentos. Essa medida é fundamental também para o combate ao crime organizado. Há pessoas usando chip até de pessoas mortas.

Como é estar no fogo cruzado entre bolsonaristas e esquerda?

Não posso entrar nesse jogo político. Depois que me elegeram como presidente, tenho que ser independente. Fui eleito por unanimidade pelo meu perfil independente. Não estou lá para ser tendencioso. Sei que há pedidos de convocação que não têm nada a ver com o tema da CPMI. Não vejo como Dilma Rousseff tenha a ver com a CPMI. Ela é para investigar a eleição de 2018. Se sair do objeto, vira embate.


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Prefeitura de Serra Talhada

15/02


2020

Rui diz que Bahia não homenageia bandidos

Sobre a morte do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, ocorrida em território baiano, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), fez um desabafo, há pouco, nas redes sociais em defesa da Polícia baiana. Veja:

"O Governo do Estado da Bahia não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça. A Bahia luta contra e não vai tolerar nunca milícias nem bandidagem.

Na Bahia, trabalhamos duro para prevalecer a Lei e o Estado de Direito. Na Bahia, a determinação é cumprir ordem judicial e prender os criminosos com vida. Mas se estes atiram contra Pais e Mães de família que representam a sociedade, os mesmos têm o direito de salvar suas próprias vidas, mesmo que os MARGINAIS mantenham laços de amizade com a Presidência da República".


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Prefeitura de Limoeiro

15/02


2020

Paulista: carro explode durante abastecimento de gás

O fato aconteceu na manhã deste sábado (15), no posto Shell, na altura do Hospital Central Nossa Senhora Aparecida, em Paulista

Carro que explodiu no posto Shell, no município de Paulista - Foto: Divulgação/Yaergger Yatta/Via Folha PE

Do Portal Folha PE

Um carro explodiu enquanto era abastecido com gás natural, na manhã deste sábado (15), em um posto Shell, que fica na PE-015, na altura do Hospital Central Nossa Senhora Aparecida, no município de Paulista, Região Metropolitana do Recife. O modelo era Fiat Palio Attractiv de cor preta, ano 2012, e acidente aconteceu por volta das 11h.

O motorista era Helder Lopes da Silva, 32 anos, que estava fora do automóvel na hora em que um cilindo explodiu de dentro do veículo. Por conta do estouro, estilhaços alcançaram parte de suas costas e cabeça, resultando em leves escoriações. Ele não precisou ser socorrido. "A gente nunca acha que vai acontecer algo assim com a gente", disse, afirmando ainda que o carro possui seguro. 

De acordo com informações iniciais, ele estava abastecendo com Gás Natural Veicular (GNV). O posto teve parte do teto atingido. Segundo o Corpo de Bombeiros, três viaturas foram enviadas para o local, onde a área foi logo isolada para evitar outros incidentes na hora.

Ao lado do posto está a empresa de Samuel Carlos, que, há 19 anos, instala cilindros na Região Metropolitana do Recife. "Isso não costuma acontecer. Ele foi da forma mais barata e arriscada, porque ele estava instalando um cilindro que já pegou fogo antes. Ele tirou, pintou e usou. Tem que ter procedência de fábrica", opinou o profissional em entrevista à reportagem da Rádio FolhaPE.

Para colocar GNV, Samuel diz que é preciso pedir autorização ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e procurar uma empresa credenciada pelo Inmetro para a instalação no veículo.


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Banner de Arcoverde

15/02


2020

Policiais civis podem parar no Carnaval

Na próxima terça-feira, a Polícia Civil de Pernambuco fará uma grande passeata que sairá do Sinpol, às 10h, e seguirá até o Palácio das Princesas, onde acontecerá uma nova assembleia para deliberar sobre a paralisação da categoria durante o Carnaval. Nos próximos dias, a diretoria do Sinpol seguirá mobilizando a categoria diariamente e dando suporte para que os Policiais não sofram pressões por estarem integrando o movimento reivindicatório.

Estão dando suporte ao movimento o deputado Joel da Harpa e o presidente da Aspra, José Roberto. Ambos manifestaram apoio à luta dos Policiais Civis e anunciaram que estão trabalhando junto ao Sinpol para tentar estabelecer um movimento conjunto com a PM, como tem acontecido em vários estados vizinhos.


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15/02


2020

Carnaval recheado de sucessão municipal

Presença confirmada no Baile Municipal do Recife, neste sábado (15), no Classic Hall, a deputada federal Marília Arraes diz que a cidade começa um ciclo de folia cheio de mensagens políticas irreverentes e ao mesmo tempo importantes, por mostrar o que a população está pensando.

“Carnaval é hora também da gente se conectar com o que as pessoas estão pensando, de perceber a crítica que fazem sobre as questões do dia a dia, sobre o trânsito, a saúde, a educação na cidade, e a própria política”, comenta.

Marília adianta que ama o Carnaval e que vai aos bairros “pular e brincar como foliã, mas também ouvir os recifenses”. Já neste sábado (15), ela deve circular por blocos como o do Oiti (Espinheiro), Bulindo no Caldinho (Setúbal), os Barbas (Poço da Panela), Bloco da Ursene (Praça do Arsenal) e também à prévia do SINTTEL (no Clube Internacional).


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