Lavareda

26/10


2020

Nova Constituição no Chile

Blog do Tamanini

Os chilenos optaram, ontem, por esmagadora maioria mudar a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet e redigir uma nova por meio de uma Assembleia Constituinte, após uma vitória eleitoral que desencadeou a alegria nas ruas de todo o país.

“O Chile acordou, o Chile acordou!”, gritavam as milhares de pessoas que se reuniram na Plaza Itália de Santiago para comemorar a vitória com 77% dos votos da opção “Aprovo” a mudança constitucional, contra os 22% obtidos pela alternativa “Rejeito”, quando 53% dos votos tinham sido apurados.

Mais de 14,7 milhões de chilenos foram convocados a votar. Com a população usando máscaras e com a esperança de uma mudança, longas filas foram observadas nos centros de votação, onde o processo transcorreu sem incidentes, respeitando as medidas sanitárias para evitar a propagação da covid-19

No plebiscito, os chilenos também optaram de forma esmagadora, com 79% dos votos, por uma convenção constituinte composta inteiramente por membros eleitos pelo voto popular para redigir a nova Constituição. A alternativa era uma convenção mista, da qual parlamentares em exercício também participariam.

O plebiscito deste domingo, inicialmente previsto para abril, mas adiado devido à pandemia, foi decidido após um amplo acordo político alcançado em novembro do ano passado, quase um mês após o início, em 18 de outubro de 2019, de protestos sociais violentos que explodiram por todo o país após o aumento das tarifas do metrô de Santiago.

Uma semana depois, em 25 de outubro, ocorreu o maior protesto já feito na era democrática no país. Mais de 1,2 milhão de pessoas se reuniram em torno da Plaza Itália de Santiago, uma demonstração da profundidade e amplitude do descontentamento social acumulado em décadas em um país considerado um modelo de crescimento econômico e de estabilidade na América Latina.


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ALEPE

26/10


2020

Aguinaldo Silva rouba a cena no Leite

Dramaturgo, escritor, roteirista, cineasta e autor de novelas de grande sucesso na telinha global, o pernambucano Aguinaldo Silva está no Recife matando a saudade da sua pátria Carpina, a 52 km da capital, onde nasceu. Aos 77 anos, foi visto, há pouco, almoçando no restaurante Leite.

Lá, não teve sossego. Clientes, garçons e visitantes fizeram selfie com ele, que estava acompanhado de um amigo. Aguinaldo revelou sua relação histórica com o mais que centenário Leite e matou a saudade do seu prato preferido: grelhado de frutos do mar: lagostinho, camarão, polvo e peixe, acompanhado com arroz de amêndoas. De sobremesa, traçou a tradicional cartola do restaurante.

Aguinaldo Silva possui a "marca" de único dramaturgo da Globo que só escreveu novelas de horário nobre. É ainda o único autor de novelas do mundo que possui dois prêmios Emmy Internacional: o primeiro conquistado pela supervisão da telenovela portuguesa Laços de Sangue; e o segundo pela autoria da telenovela brasileira Império.

Aguinaldo Silva escreveu as novelas de maior audiência da década de 1980, Roque Santeiro, em 2000, Senhora do Destino, e da década de 2010, Fina Estampa.

Pernambucano de alma, sangue e coração, obteve a cidadania portuguesa e está radicado atualmente em Lisboa.


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O Jornal do Poder

26/10


2020

Vacina de Oxford gera resposta "robusta" entre idosos

A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, em colaboração com a empresa AstraZeneca, gera uma resposta robusta na imunidade entre idosos, assim como em adultos numa faixa etária mais jovem. Esses foram os resultados obtidos em testes clínicos e que, em breve, serão divulgados em revistas científicas.

A informação foi revelada nesta manhã de segunda-feira pelo jornal Financial Times. A vacina de Oxford faz parte de um acordo com o governo federal no Brasil, num projeto que envolve a Fiocruz. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.


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Abreu no Zap

26/10


2020

Datena é operado após sentir dores no peito

O apresentador da Band José Luiz Datena passou por um procedimento cirúrgico após sentir dores no peito ontem. Internado no Hospital Sírio Libanês, ele fez uma publicação nas redes sociais para contar aos fãs que passa bem.

"Meus queridos e queridas de todo o Brasil, saí há pouco do centro cirúrgico após dar entrada no Hospital Sírio-Libanês com algumas dores no peito. Estou em plena recuperação e, em breve, espero estar com vocês novamente. Meu respeito, meu carinho e meu agradecimento! Até já!", escreveu na conta dele no Twitter.

O apresentador foi além e lamentou a morte de pessoas durante a pandemia do novo coronavírus: "Meus pêsames a quem tem perdido vidas durante a pandemia e esperança é a palavra de sempre. Eu já luto durante todo o tipo de doença há bastante tempo e, graças à Deus, no nome de Deus e dos homens, tenho vencido essas batalhas", disse.


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26/10


2020

Matuto pede habeas corpus ao STJ

A defesa do prefeito afastado de Paulista, Junior Matuto (PSB), ingressou no Superior Tribunal de Justiça (STJ), hoje, com um pedido de habeas corpus. O gestor, que tenta retornar ao cargo, está impedido de chefiar o Executivo desde a última quinta-feira (22), graças a uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que acolheu um agravo regimental.

Matuto é um dos alvos das operações Chorume e Locatário, ambas deflagradas pela Polícia Civil de Pernambuco, que investigam fraudes em contratos milionários da Prefeitura de Paulista com uma empresa de limpeza urbana e um esquema de dispensa de licitações para aluguel de prédios públicos.


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Banco de Alimentos

26/10


2020

A cidade que queremos

Por Maurício Rands*

Na era da revolução tecnológica, as cidades assumem uma relevância estratégica. Em Democracy and Prosperity (Princeton University Press, 2019), Iversen e Soskice argumentam que as cidades que desenvolverem “clusters tecnológicos” terão força política exponencial. Porque atrairão pessoas com elevada criatividade cultural, social, política e econômica. Para ambos, o adensamento, inclusive vertical, é positivo. Porque concentra moradores criativos e tecnologicamente antenados. Além disso, como argumenta Edward Glaeser (Harvard), em seu The Triumph of the Cities (Penguin, 2011), o adensamento pode produzir saldo ambiental positivo ao evitar os grandes deslocamentos de moradores que moram onde trabalham. E também ao impedir a expansão da população para áreas que poderiam permanecer verdes. Para Glaeser, as cidades podem ser os ambientes mais saudáveis e verdes. Além de cultural e economicamente os melhores lugares para se viver.

O cotejamento dessas potencialidades com o presente debate eleitoral chega a ser desalentador. Multiplicam-se promessas sem indicação da viabilidade. Como Lula e Bolsonaro bem o sabem, a transferência de renda direta aos vulneráveis é poderoso instrumento eleitoral.  E aí quase todos prometem um complemento do auxílio-emergencial. Algo positivo e necessário. Mas é preciso ir além disso. E essas propostas deveriam ser acompanhadas do exame de viabilidade. Da mudança de gestão para reduzir outras despesas e ampliar as receitas com incremento das atividades econômicas. Não com aumento de IPTU, ITBI, taxas e indústrias de multas. Esse é o caminho mais fácil. Mas que asfixia o empreendimento na cidade. E afasta-o em busca de outras praças menos onerosas e menos burocráticas. Nesse item, a cidade que precisamos deve passar por uma revisão profunda da burocracia. O cidadão usuário de um serviço tem que ser tratado como cliente. Respeitado e valorizado. Hoje, quem se dirige à prefeitura parece que está pedindo um favor. E comumente é tratado como culpado a priori.

Queremos, para isso, uma cidade com dirigentes que não se queiram perpetuar no poder. Para quem o poder não seja um fim em si. Mas sim um instrumento para desenvolvimento da comunidade. Isso reclama uma liderança madura e capaz de unir a cidade em torno de um propósito. Que aponte caminhos para o futuro. Que supere a velha prática da demonização do adverso. Que respeite a autonomia de cada setor e das diversas forças políticas. Apta a desenvolver políticas públicas de combate à pobreza e à exclusão. Não queremos uma cidade dividida.

Queremos uma cidade aberta à inovação. Onde os corredores tecnológicos possam atrair gente criativa. Em todas as atividades. Que a cidade invista na educação de suas crianças e adolescentes. Os futuros inovadores. Com escolas de mesma qualidade para ricos e pobres. Para isso, a educação reclama uma revolução. Para melhorar as instalações, os equipamentos e as metodologias pedagógicas. Mas sobretudo para ter professores valorizados. O magistério deve voltar a ser uma profissão de status elevado. Admirada, desejada e bem remunerada. Com investimentos em formação, avaliação e carreiras estruturadas. Ao nível de procuradores e auditores. Para isso, há que cortar recursos de outras secretarias e entes da administração indireta. Se o orçamento da cidade é limitado, priorize-se a educação, o mais estratégico de todos. Mas sem descurar o espaço orçamentário para a prestação de bons serviços de saúde, saneamento, meio-ambiente, segurança e cultura. Assim como em planejamento urbano, manutenção e limpeza. Esses desafios reclamam dirigentes com muita capacidade de gestão. Para cortar radicalmente despesas desnecessárias. Cancelar atividades supérfluas, cargos comissionados, contratos terceirizados hoje loteados entre os partidos, carros oficiais e outras benesses. Que saibam fazer parcerias com o setor privado, como as PPP, e que não sucumbam à corrupção.

A cidade que queremos precisa voltar a nos ofertar qualidade de vida. Não pode ser um engarrafamento perene que sufoca a produtividade. Precisa cultivar a diversidade étnica, religiosa, de orientação sexual e de gênero. Combater os preconceitos. Que não seja dividida entre uma cidade para trabalhar e outra para morar. O uso misto tem que prevalecer. As vocações naturais do Recife para os serviços e a produção de conhecimento precisam ser cultivadas. Investindo em infraestrutura de conexão, sobretudo internet, para que ricos e pobres estejam digitalmente incluídos. Bem gerida, nossa cidade poderia voltar a ser um polo de liderança regional na economia criativa, na tecnologia, na medicina, no direito, no turismo, na logística. Poderia voltar a atrair gente e empresas inovadoras se proporcionasse um bom ambiente para os negócios. Poderia vir a ser um hub de gestão. Resgatando sua vocação cosmopolita. Voltando a falar para o mundo. Concentrando gente inteligente, poderia recuperar a influência política e econômica que deixou de ter.

*Advogado formado pela FDR da UFPE, PhD pela Universidade Oxford


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Comentários

Fernandes

Esse é do time do Mendonça, que cara chato. Pega o o beco Rands.



26/10


2020

Em Passira, Miguel tem pedido de candidatura indeferido

O candidato à Prefeitura de Passira pelo partido Podemos, Miguel Gomes de Freitas, teve sua candidatura indeferida, em virtude de diversos processos de improbidade administrativa.

Miguel foi gestor do município entre os anos de 2005 e 2012 e, este ano, tentaria mais uma vez a vaga no executivo municipal, contudo foi considerado inapto por acumular contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União.

Até o momento, não se sabe se um novo candidato será anunciado pelo partido ou se a chapa será desfeita.


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26/10


2020

Cumaru: Justiça nega pedido de registro de Eduardinho

O juiz da 91ª Zona Eleitoral, Altamir Cléreb de Vasconcelos Santos, indeferiu o pedido de registro de candidatura de Eduardinho Tabosa (PSD) à Prefeitura de Cumaru, no Agreste Setentrional pernambucano. Em sentença proferida ontem, o magistrado atendeu a ações de impugnação impetradas por duas chapas que concorrem ao pleito majoritário e pelo Ministério Público Eleitoral.

Para chegar à decisão, o juiz levou em consideração a rejeição das contas do exercício financeiro de 2014, quando Eduardinho Tabosa era prefeito de Cumaru. “As condutas irregulares apontadas pelo TCE, com nota de má gestão financeira e não respeito a metas fiscais, que ensejaram a rejeição das contas do exercício 2014 do impugnado pela Câmara, assinalam atos passíveis de serem considerados como atos dolosos de improbidade dotados de irregularidade insanável, para fins de inelegibilidade”, sentenciou.

O processo também cita a reprovação das contas de Eduardinho em 1998 pela Câmara de Vereadores de Cumaru e o fato de o Tribunal de Contas da União (TCU) julgar irregular o exercício financeiro de 2015 em razão do manejo de verbas repassadas pelo Ministério do Turismo. Nos dois momentos, ele ocupava o cargo de prefeito.

“O impugnado utilizou recursos públicos federais, no mínimo, para finalidades divergente do pactuados em Convênios e, pelo que se depreende, que ensejou omissão no dever de prestar contas e desvio de finalidade quanto aos recursos. Atos que prejudicaram a fiscalização dos recursos financeiros e a execução do objeto, segundo os julgados do TCU”, declarou.

Em contrapartida, o juiz Altamir Cléreb deferiu o pedido de registro da candidata a vice-prefeita, Nenê de Ameixas (PSD). Mesmo assim, julgou inapta a chapa da coligação


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26/10


2020

Candidata a vice-prefeita em Boa Vista morre de Covid

A candidata à vice-prefeita de Boa Vista na chapa do MDB, Edileusa Loz, morreu, aos 57 anos, vítima da Covid-19, na manhã de ontem.

A informação da morte foi divulgada pelo comitê de campanha do candidato a prefeito, Arthur Henrique (MDB), com quem Edileusa concorria no pleito. A coligação suspendeu as atividades de campanha por 24h.

"A coligação “O Trabalho Continua” e o MDB lamentam informar o falecimento de nossa candidata a vice-prefeita, Edileusa Lóz. Edileusa faleceu no dia de hoje em decorrência da Covid-19. A campanha de nossa coligação, em todas as suas frentes, será suspensa pelas próximas 24 horas.", comunicou a nota.

Edileuza Loz estava internada na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Geral de Roraima (HGR) desde a última quarta-feira (21). Ela deixa marido e filhos. Ela nasceu na Paraíba e morava em Roraima há 20 anos. Formada em Administração, pós-graduada em Gestão Social e especialista em Gestão Social e Políticas Públicas.

A candidata foi apresentada como a vice-prefeita do candidato Arthur Henrique no dia 15 de setembro durante convenção virtual.


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26/10


2020

Indústria quer corrigir privilégios na reforma tributária

Representantes da indústria brasileira defendem tratamento tributário mais justo para o segmento. No evento “Indústria em Debate: o que fazer para o Brasil voltar a crescer”, eles ressaltaram que a reforma tributária é a melhor oportunidade para desonerar o setor e torná-lo mais competitivo no mercado internacional. As informações são do Blog do Riella.

Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), disse que, ao longo dos anos, alguns segmentos conseguiram regalias e proteção fiscal devido a um lobby intenso.

Líder do governo na Câmara dos Deputados, o Deputado Ricardo Barros concorda que deve haver equalização da tributação sobre os diversos segmentos da economia. “Isso já está sendo considerado. A tributação precisa ser mais justa e a indústria precisa ter uma redução, para que possa ser competitiva”, aponta.

Segundo Barros, para que isso ocorra é necessário que os segmentos privilegiados estejam dispostos a contribuir um pouco mais, de forma que os setores mais onerados sejam mais competitivos e voltem a crescer.


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26/10


2020

Militares caem na armadilha. Bem feito.

Por Helena Chagas*

O prazo de validade de Ricardo Salles no governo já venceu há muito tempo. Ainda que saibamos que o descalabro na política ambiental tem a digital explícita de Jair Bolsonaro, uma simples troca na pasta do Meio Ambiente já teria, há meses, melhorado o ambiente internacional a a imagem do Brasil nesse assunto. Mas Salles, espertamente, se abraçou ao bolsonarismo ideológico, e agora sua saída -- ou não -- virou uma batalha importante na guerra entre essa ala e os militares. Até mesmo os filhos presidenciais pegaram em armas em sua defesa neste fim de semana.

Do outro lado, os militares, sobretudo no Alto Comando do Exército, estão furiosos -- e não só com o fato de Salles ter chamado o general Luiz Eduardo Ramos de Maria Fofoca. Além das trombadas do ministro do Meio Ambiente com o vice Hamilton Mourão, não estão gostando da forma como outro general, Eduardo Pazuello, foi tratado pelo chefe do episódio da vacina "chinesa" contra o coronavírus. Sem contar no vazamento gratuito de notícias de que o próprio Mourão será rifado da chapa presidencial de 2022.

Há algo de podre no reino de Bolsonaro, que depois do acordo com o Centrão está se sentindo muito seguro para cutucar e desautorizar seus generais -- aqueles mesmos que, lá trás, dizia-se que iriam "tutelá-lo". Assim como, justiça seja feita, o presidente vem fazendo com os próprios ideológicos em sua estratégia de se recompor com o establishment político e o próprio STF.

Talvez Bolsonaro tenha percebido que nem ideológicos e nem militares têm para onde ir sem ele. Uns, porque não vão encontrar, nem em 2022 nem nunca, um candidato mais à direita do que ele para apoiar. Outros, porque entraram numa canoa furada e agora não têm como sair. Ao passar por cima de valores como a lealdade ao Estado -- e não a governos -- os militares que correram para apoiar Bolsonaro e ocupar, aos milhares, os cargos da administração, talvez não tenham percebido a armadilha em que caíram. Ou talvez os espaços a preencher na volta ao poder tenham falado mais alto.

Agora, divididos e enfraquecidos, os militares percebem que sua imagem se colou a de um governo que contraria tudo aquilo que prometeu no quesito austeridade e combate à corrupção. O inevitável desgaste das Forças Armadas já se manifesta nas pesquisas. Bem feito.

*Jornalista


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