FMO janeiro 2020

26/01


2020

Após crise, Sérgio Moro indica alinhamento com Bolsonaro

Moro também defendeu transferência de chefes de facções a presídios federais

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil (17/6/2019) / Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, apresentou ontem, mais números relacionados ao combate ao crime organizado e sugeriu alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro. A manifestação, feita em seu perfil do Twitter, veio depois de uma crise envolvendo ele e o mandatário sobre a possibilidade de remoção da área de Segurança de suas atribuições.

Nos posts da rede social, Moro também defendeu a transferência de chefes de facções a presídios federais - uma medida tomada em sua gestão que desagrada alguns governadores de Estado e seus respectivos secretários de Segurança Pública.

"Seguindo a orientação do PR Jair Bolsonaro, estamos sendo firmes com o crime organizado, isolando as lideranças em presídios federais. Em 2019, ingressaram mais criminosos nos presídios do que saíram. Em 2018, havia sido o oposto...", escreveu.

"342 criminosos perigosos foram transferidos aos presídios federais em 2019. Ao final do ano, eram 624, recorde histórico. Pela lei anticrime, todas as conversas com visitantes são gravadas, o que reduz a possibilidade do envio de ordens para a prática de crimes lá fora", acrescentou, citando a norma que entou em vigor na quinta-feira.

A crise entre Moro e Bolsonaro foi chegou ao fim na última sexta-feira, quando o presidente recuou da ideia de desmembrar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, depois de uma forte reação contrária de quem interpretou a medida como uma forma de esvaziar a atuação do ex-juiz da Lava Jato no governo.

Para aliados de Moro, Bolsonaro quis dar uma "alfinetada" nele por sua participação no programa Roda Vida, da TV Cultura, na segunda-feira. Para assessores do presidente, o ministro não defendeu Bolsonaro com a "ênfase esperada" durante o programa. O nome de Alberto Fraga - ex-deputado federal, amigo e interlocutor do presidente - apareceu em primeiro lugar na bolsa de apostas para assumir a nova pasta

A possibilidade de desmembrar o ministério foi levantada na quarta-feira, quando os secretários estaduais de Segurança conseguiram uma reunião com o presidente e apresentaram uma série de demandas, inclusive a recriação de um ministério exclusivamente para cuidar da área de segurança.

Após a reunião, Bolsonaro anunciou publicamente apenas essa sugestão - a mais polêmica - o que foi interpretada pelos secretários como um endosso do presidente à ideia.

A ação de Moro de transferir presos perigosos a presídios federais é uma medida que causa descontentamento de alguns governadores. O chefe da administração do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), critica desde março a transferência de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para Brasília.

"Soubemos da compra de casas, terrenos e comércios por integrantes de facções criminosas para morar no DF e proximidades. É inadmissível aceitar a instalação do crime organizado na capital da República", escreveu Ibaneis na época.


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Comentários

Fernandes

Apesar de trégua, crise entre Bolsonaro e Moro continua. Dinâmica da relação entre presidente e ministro é pautada por desconfiança. É um casamento de conveniência, no qual o sócio maioritário tem certeza que será traído pelo minoritário, dai o regime de contenção de tempo em tempo. Moro está com os dias contados.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Crise envolvendo ele e o mandatário sobre a possibilidade de remoção da área de Segurança de suas atribuições? Mais um Fake da grande imprensa corrupta e desacreditada. Não tem acesso ao Planalto como vem publicar uma asneira dessa. Pior, a Folha de São Paulo ter como fonte o Bebiano que foi expulso do poder em razão de estar querendo fazer lobby para a Globo. A imprensa está tão desacreditada que até quando publica verdade, não se acredita.


Governo de PE - Redução nos Homicídios

26/01


2020

Gilson diz que Bolsonaro fará conferência

Embora uma fonte bem próxima ao presidente da Embratur, Gilson Neto, tenha confirmado a presença do presidente no Recife, próximo sábado, para o ato de assinaturas pela criação do partido Aliança pelo Brasil, o próprio Gilson disse que a participação de Bolsonaro se dará por conferência. "Infelizmente, sua presença física não será possível. Ele fará uma vídeo conferência", explicou.


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acolher

26/01


2020

Metade das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres

Imagem do stie observatório do 3ª Setor

O Globo - Coluna de Ancelmo Gois

Por Tiago Rogero

Nos últimos oito anos, aumentou em mais de 11 milhões o número de domicílios chefiados por mulheres no Brasil: no 3º trimestre de 2019 (dados recém-divulgados), eram 34,4 milhões, ante 23 milhões no mesmo período de 2012, segundo levantamento da consultoria IDados.

E não é só o número total que está crescendo, mas a proporção em relação aos homens. Em 2012, 36,7% dos domicílios eram chefiados por mulheres. Em 2019, já são nada menos do que 47,5%, ou seja: praticamente metade das casas.
Segue...

Em 2012, menos de um terço (31%) dessas mulheres que chefiavam domicílios moravam com cônjuge. Em 2019, o índice passou para quase a metade: 44%.
A maioria de chefes de casa mulheres segue sendo negra: 55,5% do total (em 2012, as pretas e pardas eram 51%).


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Prefeitura de Serra Talhada

26/01


2020

Tempo de Moro no ministério está contado

Aguarde: Moro está de saída

Jair Bolsonaro e Sérgio Moro (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Por Calos Brickmann

Moro é popular, mas está sendo triturado por Pancrácio e Cavalão. Seu tempo de Ministério está contado – a menos que aceite perder a Segurança Pública. Moro já engoliu muito sapo, mas agora disse a amigos que, se for mais uma vez passado para trás, sai do Governo. Mas qual é o problema?

Cavalão é o apelido de Bolsonaro em seus tempos de Exército, pela força física. Pancrácio, nome de um “vale-tudo” grego, que teria sido praticado por Hércules e Teseu, era o apelido de Alberto Fraga, perito na luta, hoje líder da bancada da bala. Fraga e Bolsonaro são amigos há dezenas de anos. E Fraga defende a divisão do Ministério de Moro em Justiça (que ficaria ministro) e Segurança Pública, que ele controlaria – além de controlar a Polícia Federal.

Mas desde quando Fraga manda no Ministério? Desde que o presidente Bolsonaro propôs a secretários estaduais de Segurança, fora da agenda, que o Ministério de Moro fosse subdividido. Fez a proposta, ouviu protestos e elogios, soube da decisão de Moro e já disse que não pensa numa divisão do Ministério. Mas pensa: para agradar o amigo, por achar que Moro quer ser candidato à Presidência, por não tolerar que a popularidade de Moro seja maior que a sua. Bolsonaro adora encontrar conspirações.

Que tal uma em que o ministro da Justiça não toma providências para impedir que Flávio Bolsonaro enfrente os tribunais, nem coloca na chefia da Polícia Federal um homem da confiança do presidente, nem lhe faz declarações de apoio?


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Comentários

Fernandes

Apesar de trégua, crise entre Bolsonaro e Moro continua. Dinâmica da relação entre presidente e ministro é pautada por desconfiança. É um casamento de conveniência, no qual o sócio maioritário tem certeza que será traído pelo minoritário, dai o regime de contenção de tempo em tempo. Moro está com os dias contados.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

kkkkk. Parece até que o canalha do Brickmann tem acesso ao Poder. Não se desespere Brickmann, Moro está mais forte que nunca. A Globo e a Folha é que perderam o poder e estão caminhando para a falência.



26/01


2020

Bolsonaro no Recife para ato em favor de partido

O blog soube, há pouco, que o presidente Jair Bolsonaro decidiu participar do movimento em apoio à criação do seu partido, a Aliança pelo Brasil, no Recife, no próximo sábado. "Vamos fazer o maior ato de assinaturas já visto no País", revela um aliado do Planalto.

Segundo ele, o presidente estará em Pernambuco por dois motivos: prestigiar o presidente da Embratur, Gilson Neto, seu principal aliado no Estado, e mostrar ao Governo do PSB que pode fazer, em território socialista, um evento de tamanho peso, capaz de provocar  repercussão nacional.


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Prefeitura de Limoeiro

26/01


2020

Visto para chineses: governo diz que caso está em "estudo"

Após anunciar isenção de vistos para chineses, governo agora diz que caso está "em estudo". A declaração foi feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que faz parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro em viagem à Índia.

Foto: Reuters / BBC News Brasil

 

Ricardo Senra - Enviado da BBC News Brasil a Nova Déli

O governo Bolsonaro recuou do anúncio de isenção de vistos para chineses, feito pelo presidente Jair Bolsonaro em visita oficial a Pequim, em outubro, e disse ontem que a proposta está sendo estudada pelo Itamaraty.

A afirmação foi feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que representou o pai em conversa com jornalistas após um banquete oferecido pelo governo da Índia à comitiva do presidente Jair Bolsonaro, em Nova Déli. O deputado participou dos restritos encontros bilaterais de Bolsonaro com o primeiro ministro Narendra Modi e o o presidente indiano Ram Nath Kovind.

"Os dois (isenção de vistos para chineses e indianos) estão meio que sendo trabalhados ao mesmo tempo", disse o deputado, após ser perguntado sobre a situação do plano de isentar indianos da necessidade de vistos. A decisão em relação aos chineses era dada como certa em entrevistas do presidente, do ministro de relações exteriores, Ernesto Araujo, e nos veículos da imprensa oficial.

Agora, Eduardo Bolsonaro disse que "os dois estão em estudo" e que "não há um prazo" para o anúncio.

"Na minha visão como deputado, nós é que vamos nos aproveitar dessa situação, eles é que vão gastar os dólares lá. A gente só precisa tomar cuidado com os efeitos reflexos disso", afirmou, dizendo que indianos "dificilmente vão entrar no Brasil como turistas e depois ficar no país".

A reportagem perguntou que preocupações estão na mesa.

"Deixa eu pensar, calma aí. Eu não posso dar bola fora, não", respondeu o deputado. "A polícia federal com certeza entra nesse meio, mas acredito que os dois países convergem no combate ao terrorissmo, são bem contundentes nas declarações e têm votado de forma semelhante, inclusive na ONU".

Preocupações

Em dezembro, a BBC News Brasil revelou que telegramas diplomáticos mostravam que o Itamaraty priorizava a mudança no regime de vistos para passaportes emitidos pelo governo de Taiwan — e que não havia qualquer iniciativa para estender o benefício a chineses ou indianos.

O governo de Taiwan não é reconhecido oficialmente pela República Popular China (RPC), como é chamada a China continental. Por isso, qualquer gesto diplomático na direção do governo da ilha é visto com desconfiança pelas autoridades chinesas.

Bolsonaro havia anunciado que concederia a isenção para cidadãos da China na volta de jantar com CEOs em Pequim. Sobre os indianos, o presidente foi menos enfático e disse que o "governo deve adotar o mesmo processo".

Entre as preocupações levantadas por membros do governo está o fato de as taxas de migração irregular serem mais altas em países em desenvolvimento como China e Índia, do que em nações como Japão, Canadá e Austrália que, junto aos EUA, receberam o benefício concedido pelo Brasil sem exigência de reciprocidade.

Na prática, quando o governo diz que vai "isentar uma nação de vistos", ele está considerando que os países passariam a ter direito ao visto eletrônico brasileiro.

Ao contrário do visto normal, exigido hoje, o visto eletrônico dispensa a necessidade de passar por uma entrevista presencial em um consulado. Também costuma ser emitido com mais rapidez e com custo menor que o documento físico.

Bolsonaro "elogiou a liberdade religiosa na Índia"

O deputado também afirmou que o presidente Bolsonaro "elogiou a liberdade religiosa presente aqui na Índia" e "falou que se sentiu confortável em estar em um país que não é cristão, mas foi muito bem acolhido" durante sua reunião bilateral com o primeiro ministro indiano.

O comentário surge em um momento em que a liberdade religiosa na Índia é alvo de preocupação em todo o mundo. Modi é assunto de capa da revista The Economist, que associa o nacionalismo hindu do primeiro ministro a uma série de abusos e políticas consideradas discriminatórias contra os quase 200 milhões de muçulmanos no país.

"A gente sabe da questão dos muçulmanos", continuou Eduardo. "Mas o que estamos experimentamos aqui, estamos nos sentindo totalmente confortáveis."

Questionado sobre a reação de Modi, Eduardo Bolsonaro disse que o primeiro ministro ficou "muito feliz" e que os dois líderes "estão se entrosando muito bem".

"Os dois são notoriamente nacionalistas, defendem seus países, são avessos a alguns fóruns internacionais e acredito que há muita química nessa relação".

O deputado voltou a falar no apoio mútuo entre Índia e Brasil para uma reforma no conselho de segurança da ONU.

"Ainda que seja por uma cadeira de membro não permanente, é um avanço", disse.


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26/01


2020

Museu Nacional: expectativa de reabertura emociona pesquisadores

O minucioso trabalho de busca de fragmentos de peças do acervo em meio aos
escombros – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Por Agência Brasil

O bioarqueólogo do Museu Nacional Murilo Bastos diz que é difícil de chorar, mas confessa que “estará em lágrimas de emoção e felicidade” quando o prédio e o acervo da instituição estiverem totalmente recuperados. O prédio e importantes peças de seu acervo foram destruídos em um incêndio em setembro de 2018.

É assim que Bastos resume o empenho dos pesquisadores para recuperar o acervo do espaço cultural, instalado na Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio. Desde a data do acidente, ele se dedica a esse trabalho. “O que a gente mais quer aqui é ver esse prédio e toda a estrutura do museu, linda, como a gente gosta, como o Brasil e a nossa população merecem.”

Em entrevista  à Agência Brasil, ele afirma que, enquanto tiver coisa para tirar, todos estarão ali, com a mesma energia, com a mesma força com que começaram o resgate porque querem ter a certeza de que recuperaram tudo que foi possível.

Bastos mostra-se ansioso pela volta ao funcionamento do Museu Nacional em sua plena capacidade, mas antes disso, destaca que é intenso o trabalho dos pesquisadores para retirar dos escombros o que ainda tem de peças e fragmentos do acervo. “Como profissional, o que posso dizer é sobre a entrega do museu de volta ao público, para exibições, para exposições, e a nossa área de pesquisa, próxima de tudo isso. Vai ser ótimo para todo mundo, vai ter uma sinergia.”

O bioarqueólogo enfatiza que existem vários níveis de dificuldade e que a maior é que ninguém estava acostumado a lidar com o acervo do museu, o material queimado. “Então, é muito difícil identificar as peças, é um desafio constante e um aprendizado de tudo aquilo que já fizemos e tudo que estamos fazendo agora.”

Coleções

Os pesquisadores e as equipes de apoio estão empenhados, dia após dia, em recuperar o acervo do museu. Ângela Buarque, que já foi antropóloga da instituiçao e hoje é pesquisadora colaboradora, comanda a equipe responsável pela recuperação de peças e fragmentos da exposição Entre Dois Mundos: Franceses de Paratitou e Tupinambás de Rouen, que mostrava o encontro das populações nativas, que na época eram os Tupinambás da laguna de Araruama, hoje Região dos Lagos do Rio de Janeiro, e os franceses que chegavam no local em busca de pau-brasil e outros produtos.

“É sempre um momento tenso, emocionante quando se encontra, às vezes, uma pequena peça, porque aí se pensa que pelo menos um registro vai ficar. Desde o início de janeiro, estamos aqui e encontramos apenas três minúsculas pecinhas”, conta Ângela.

Segundo a antropóloga, estavam na exposição peças que comprovavam a presença francesa no território. “Nesse momento de coleta, é, principalmente, o material de pequeno porte: miçangas minúsculas, centenas delas, que estavam nas vitrines, derreteram. Hoje estamos à cata desses elementos. Como as miçangas são muito pequenas, usamos uma peneira também pequena.”

Ângela acrescenta que a exposição foi montada para ser temporária, mas acabou se estendendo e já estava aberta à visitação pública há 10 anos, na chamada Sala dos Embaixadores. “Era um material muito significativo e dialogava com este momento [do século 16]”.

Durante as pesquisas que ela fez sobre este período, foram encontradas peças que não faziam parte da exposição e que, por isso, não foram destruídas pelo fogo.”Nós temos um laboratório que funciona no Horto – a maior parte das minhas pesquisas está na Casa de Pedra. A gente ainda tem muita coisa que, em algum momento, pode voltar e fazer parte de uma exposição”, diz a antropóloga. As peças que estavam no museu, porém. Já eram restauradas e se perderam.

De acordo com a antropóloga, esse contato entre os indígenas e os franceses acabou levando um grupo de Tupinambás para Rouen, na França, onde alguns se estabelecera. Outros voltaram para o Brasil.

Egípcia

Uma coleção que está sendo recuperada é a egípcia, muito procurada pelo público antes do incêndio. Marina Buffa Cesar e sua equipe buscam diariamente as peças e pequenos fragmentos de um acervo importante para a humanidade, que ela conhecia bem como pesquisadora. Ela passa os dias peneirando os escombros em busca da recuperação da coleção egípcia. “A gente tem recuperado muita coisa que, em alguns momentos, achava que não fosse recuperar. É emocionante. Tem momentos que a gente tem sorriso no rosto porque está conseguindo salvar muita coisa do Museu Nacional. Para mim, é gratificante.”

A coleção egípcia era uma exposição permanente do Museu Nacional, e a perspectiva é que retorne quando o espaço for reaberto. “Temos material que não é relacionado apenas às múmias, mas também aos shabtis e [peças] de bronze que eram únicos e estão sendo recuperados. Vamos trazer de volta para a sociedade tanto acadêmica, quanto para o pessoal que gosta de visitar o Museu Nacional”, acrescenta Marina.

O bioantropólogo Murilo Bastos destaca que os pesquisadores trabalham em uma grande rede de apoio entre eles. “Tem dia que um está mais triste que o outro, mas todos estão juntos para trabalhar e dar conta do serviço.”

Segundo Bastos, todos os dias eles lembram um pouco do que aconteceu. “A gente conhecia o prédio antes, os lugares, as salas. Quando entra, lembra como era e vê como ficou. Ao mesmo tempo, vem a imagem do incêndio, mas também a nossa cabeça meio se acostuma com aquilo para se adaptar e ter forças para continuar”, conclui.


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26/01


2020

Imigração do EUA diz que brasilieiros deportados foram algemados

Serviço de Imigração diz que brasileiros deportados foram algemados conforme lei.

Estadão Conteúdo

Após brasileiros deportados dos Estados Unidos terem reclamado de viajar algemados de volta ao Brasil, o Serviço de Imigração e Fiscalização Aduaneira dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) informou ao Estadão/Broadcast que “indivíduos presos e sob custódia das forças federais de segurança estão sujeitos a serem algemados”.

“Fazer isso está totalmente de acordo com as leis federais e as políticas da agência”, diz o órgão em nota.

Após a manifestação do serviço americano, a reportagem questionou se as autoridades brasileiras foram consultadas sobre essas condições, ou se há algum tipo de acordo entre os dois países com essa previsão, mas ainda não obteve resposta.

Um grupo de aproximadamente 50 brasileiros deportados dos Estados Unidos desembarcou na noite de ontem, por volta às 23h30 no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, vindo da cidade de El Paso, no Texas. Todos tentaram entrar ilegalmente nos Estados Unidos, via fronteira com o México, foram detidos e estavam presos. Segundo relatos de passageiros, muitos deles viajaram algemados, nas mãos e pés.


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26/01


2020

Bolsonaro homenageia Gandhi e Dia da República na Índia

No Twitter, presidente Bolsonaro homenageia Gandhi e Dia da República na Índia.

Bolsonaro está em viagem à Índia - Alan Santos / Presidência da República

Do Estadão Conteúdo

Em sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro postou mensagem alusiva ao líder pacifista Gandhi, em homenagem ao Dia da República neste domingo (26), data em que a Índia celebra a Constituição do país, de 1950.

"Hoje é o DIA DA REPÚBLICA na Índia", diz a mensagem na rede social, na qual foram incluídas as bandeiras de ambos os países, lado a lado, unidas pela figura de um aperto de mão.

Junto à mensagem, o post traz também a imagem de Mahatma Gandhi (1869-1948), ao lado da questão "o que destrói o ser humano?"

"Política sem princípios; prazer sem compromisso; riqueza sem trabalho; sabedoria sem caráter; negócios sem moral; ciência sem humanidade; oração sem caridade" são enumerados em tópicos abaixo da pergunta, como ensinamentos do líder pacifista, herói da independência indiana


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26/01


2020

Geosmina: substância que atrai e estimula o Aedes Aegypti

Nenhuma substância no mundo atrai e estimula proliferação do Aedes aegypti como a geosmina, diz universidade sueca. Locais onde composto orgânico está presente possuem também micro-organismos dos quais as larvas do mosquito se alimentam

Coleta de amostras da água na saída do rio dos Poços Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
O Globo - Por Ana Lucia Azevedo

A geosmina que impregnou a água da Região Metropolitana do Rio de Janeito desde o início de janeiro atrai o mosquito Aedes aegypti mais do que qualquer outra substância no mundo. Uma equipe internacional de cientistas ligados à Universidade de Lund, na Suécia, descobriu que a geosmina, tida até agora como inofensiva, não só atrai a fêmea do Aedes como a estimula a colocar ovos, pois, onde a substância está presente, também há micro-organismos dos quais as larvas se alimentam.

Mesmo que a água tratada deixe de ter cheiro de geosmina, devido à aplicação de carvão ativado, o esgoto que contamina os mananciais de onde ela foi tirada continuará a ser uma fonte em potencial de proliferação do mosquito transmissor de dengue, zika e chicungunha, explica a autora principal do trabalho, a pesquisadora sueca Nadia Melo.

Confira a íntegra aqui: Nenhuma substância no mundo atrai e estimula proliferação ...


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