FMO

15/12


2019

Mega-Sena: não houve ganhador e prêmio vai a R$ 36 milhões

Dezenas do concurso 2.216 da Mega-Sena — Foto: Reprodução

Do G1

 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.216, realizado na noite deste sábado (14) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas: 10 – 24 – 42 – 43 – 48 – 49.

A quina teve 5 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 62.000,46. Já a quadra teve 4.361 apostas ganhadoras; cada uma ganhará R$ R$ 995,19.

O próximo concurso (2.217) será na próxima terça-feira (17). O prêmio é estimado em R$ 36 milhões.


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Governo de PE

15/12


2019

"Hoje Brasil é um país favorável a se investir e gerar empregos"

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

O presidente Jair Bolsonaro comemorou há pouco, em sua conta no twitter, a nova marca recorde do principal índice à vista da Bolsa brasileira, o Ibovespa, e o menor nível do risco Brasil em sete anos. Na sexta-feira (13), O Ibovespa fechou com valorização de 0,33%, aos 112.564,86 pontos, em nova máxima histórica, pelo segundo dia consecutivo. Já o Credit Default Swap (CDS) do Brasil caiu de 102,97 para 100,89 pontos, ficando no patamar mais baixo desde 7 de novembro de 2012 (100,25 pontos).

“Durante a recessão de 2015, o Risco Brasil, índice que acompanha a confiança dos investidores, chegou a quase 500 pontos. Ontem o Risco atingiu 100,89 pontos, o menor nível desde 2012, e a bolsa de valores fechou acima de 112 mil pontos, renovando sua máxima histórica”, escreveu o presidente.

De acordo com Bolsonaro, esses números sinalizam que “o Brasil é hoje um país favorável para se investir, fazer negócios e gerar empregos.”


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Comentários

Fernandes

Presidente da OAB diz que quem apoia Bolsonaro “tem desvio de caráter” O presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, fez suas mais fortes críticas a Jair Bolsonaro em um café da manhã com jornalistas, na sede da Ordem dos Advogados, em Brasília.

Fernandes

Grandes mentirosos são também grandes mágicos. Adolf Hitler.

Fernandes

Tráfico de droga só pode ser feito em helicóptero de senador ou no avião da presidência! Nas favelas é CRIME !

Fernandes

E ainda tem uns imbecis da direitalha acreditam. Esses energúmenos não se emendam, é mais fake desse bozoverno psicopata.

Fernandes

Governo volta atrás e diz que trabalhador não vai receber 100% do lucro do FGTS. Esse é o bozoverno


EMPETUR

15/12


2019

Brasil: comunidades protegem tartarugas que desovam na costa

Foto:  Fernando Frazão/Agência Brasil

Da IstoÉ - Por Agência Brasil

 

Mobilizar as comunidades litorâneas do país onde ocorrem desova das tartarugas marinhas é uma das frentes prioritárias do trabalho desenvolvido pelo Projeto Tamar. Foi com esta estratégia que a entidade conseguiu reverter a tendência de redução das populações das cinco espécies de ocorrência no país. Embora ainda estejam todas ameaçadas de extinção, uma melhora do quadro já foi confirmada em pesquisas e está associada à transformação de hábitos humanos e à parceria com pescadores e outros profissionais.

O Projeto Tamar deu início, neste fim de semana, às celebrações de seus 40 anos e Antônio Vieira (foto) viveu mais de 30 deles trabalhando na unidade da Praia do Forte, em Mata de São João (BA), a cerca de 80 quilômetros de Salvador. Ele é um tartarugueiro, nome que se dá aos profissionais que participam do mapeamento dos ninhos de tartaruga. Antes de descobrir a nova atividade, ele era pescador e confessa: embora não fosse o foco, era comum que tartarugas fossem capturadas e, quando isso ocorria, o animal virava alimento.

“A gente comia. Naquele tempo não existia Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] e não tinha fiscalização nenhuma”, diz. Hoje, segundo ele, a realidade é outra: “Continuam ficando presas nas redes, não tem jeito. Mas quando elas ainda estão vivas, os pescadores soltam. Ninguém mata mais.”

Com atuação em 25 localidades da costa brasileira, o Projeto Tamar gera 1,8 mil oportunidades de trabalho, dos quais cerca de 700 são empregos diretos com carteira assinada. A maior parte desses contratados, como Seu Antônio, são pessoas das próprias comunidades. Além de cumprirem suas tarefas no projeto, eles funcionam como educadores ambientais, pois espalham a mensagem entre os moradores. Quem continuou vivendo da pesca absorve os ensinamentos e muitos colaboram voluntariamente com o trabalho.


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Prefeitura de Paulista

15/12


2019

Orçamento: Congresso pode votar na próxima semana

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Agência Brasil

 

O Congresso Nacional pode votar, na próxima terça-feira (17), a proposta orçamentária para 2020. A sessão para a votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 22/19 está marcada para as 14h30. Antes da análise por deputados e senadores no plenário, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vota o relatório final da proposta às 11h.

O parecer preliminar apresentado pelo relator-geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), modificou parâmetros que serviram para as projeções de receitas e despesas e também incorporou efeitos de propostas ao texto original do Orçamento enviado pelo governo.

Segundo relatório preliminar aprovado pela Comissão, o texto prevê o total de R$ 3,6 trilhões para as projeções de receita e de despesa. Desse total, R$ 3,5 trilhões são dos orçamentos fiscal e de seguridade social, dos quais R$ 917,1 bilhões referem-se ao refinanciamento da dívida pública.

O relatório diz que o salário mínimo, em janeiro de 2020, passará dos atuais R$ 998 para cerca de R$ 1.031. O valor está abaixo dos R$ 1.039 inicialmente previsto.

Em 2020, a meta fiscal para o resultado primário do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) corresponderá a um déficit de R$ 124,1 bilhões.

Para 2020, a proposta orçamentária prevê ainda um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,32%, pouco acima da expectativa do mercado (2,20%). A inflação prevista para o próximo ano, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é de 3,53%.

Durante a votação, o colegiado rejeitou oito dos nove destaques apresentados ao texto. O único destaque aprovado elevou o fundo eleitoral de 2020 de R$ 2 bilhões para R$ 3,8 bilhões.


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15/12


2019

Bolsonaro nega mudanças na equipe ministerial

Fala do presidente ocorre após semanas seguidas de comentários nos bastidores do Congresso de que estaria insatisfeito com trabalho do ministro da Educação.

Foto:  José Dias/PR

Por Redação Da Veja 

 

O presidente Jair Bolsonaro negou que vá trocar ministérios no início do ano que vem. A jornalistas, ele afirmou que não há nada que o leve a tirar alguém do primeiro escalão. “Não está previsto [mudança em ministérios]. Não tem nada que me leve a trocar um ministro que seja”, disse em Brasília, neste sábado, 14, ao passear pela Praça dos Três Poderes, no centro da capital.

Ele também elogiou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Considerou seu trabalho “excelente” e acusou os governos anteriores de conduzirem a educação “por um mau caminho”. “Olha a prova do Pisa. Foi feito em abril do ano passado, uma das piores notas do mundo todo”, disse.

Bolsonaro referiu-se ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Divulgado no início de dezembro pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa aponta que, em 2018, o Brasil teve uma leve melhora nas pontuações de leitura, matemática e ciências. No entanto, apenas dois em cada 100 estudantes atingiram os melhores desempenhos em pelo menos uma das disciplinas avaliadas.

A fala do presidente ocorre após semanas seguidas de comentários nos bastidores do Congresso de que estaria insatisfeito com o trabalho de Weintraub. Entre os motivos, estão manifestações polêmicas nas redes sociais e demora em colocar em pé uma das principais promessas de campanha de Bolsonaro, a instalação de uma escola cívico-militar nos principais municípios brasileiros. Aliados de Bolsonaro têm recorrido às redes para aumentar o coro de que o ministro da Educação não está na corda bamba.

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada, no início da tarde, em direção à festa de confraternização do gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Em seguida, ele foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) visitar um funcionário do Alvorada, que está internado em virtude de um acidente de trânsito.

Antes de retornar à residência oficial, Bolsonaro fez duas paradas. A primeira delas na Esplanada dos Ministérios para cumprimentar policiais militares que davam plantão no local. Logo depois seguiu para a Praça dos Três Poderes. Lá, desceu do carro e tirou fotos com apoiadores, entre turistas e vendedores de picolés. Em seguida, voltou para o Alvorada.

(Com Agência Brasil)


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Fernandes

Grandes mentirosos são também grandes mágicos. Adolf Hitler.

Fernandes

Tráfico de droga só pode ser feito em helicóptero de senador ou no avião da presidência! Nas favelas é CRIME !

Fernandes

Esse bozoverno é um saco de gatos.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A imprensa corrupta e desacreditada, sem ter acesso ao poder, fica a divulgar Fakes News. Não adianta, as notícias e as opiniões dos \"analistas\" já deixaram de ter influência na população. Claro, aquelas que tem seriedade e verdade, o que a maioria da grande mídia não tem, são aceitas.


Prefeitura de Ipojuca

14/12


2019

Bolsonaro vai incluir policiais condenados em indulto de Natal

"Ou tem indulto para todo tipo de gente ou não tem para ninguém. Quem assina sou eu", afirmou o presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
 

Da Veja

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado, 14, que o indulto de Natal deste ano deverá incluir policiais condenados. “O indulto não é para determinadas pessoas, mas sim pelo tipo de crime pelo qual ela foi condenada. Vai ter policial, sim. Civil e militar, tudo lá”, disse o presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.

O indulto é concedido por decreto presidencial para perdoar presos condenados a determinados crimes não violentos. Bolsonaro já havia prometido, em agosto, conceder indulto a policiais “presos injustamente”.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), vinculado ao Ministério da Justiça, contrariou a promessa do presidente e elaborou proposta para o indulto natalino deste ano sem incluir o perdão da pena a policiais presos. O texto que prevê os critérios para condenados deixarem a cadeia deverá ser enviado na semana que vem ao Palácio do Planalto, que poderá alterá-lo.

“Não é justo, tem policial preso por abuso porque em vez de dar dois tiros em vagabundo de madrugada deu três. E foi preso por abuso”, disse o presidente neste sábado. “Não podemos continuar cada vez mais criminalizando os policiais no Brasil. Ou tem indulto para todo tipo de gente ou não tem para ninguém. Quem assina sou eu”, afirmou Bolsonaro.

No início da tarde, Bolsonaro deixou a residência oficial para participar de uma confraternização de fim de ano no gabinete do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, em Brasília.

Questionado sobre possíveis vetos ao projeto de lei anticrime, aprovado nesta semana no Congresso Nacional, Bolsonaro disse que conversou rapidamente com o ministro da Justiça Sergio Moro sobre o assunto e que deve vetar um aumento da pena para os crimes de calúnia e difamação. Também disse estuda outros possíveis vetos.

Em declarações a jornalistas, afirmou ainda não ter avaliado a possibilidade de vetar um fundo eleitoral de 3,8 bilhões de reais para as campanhas eleitorais do próximo ano. O presidente afirmou que ainda não fez nenhum acordo e vai decidir sobre o assunto “quando chegar em minha mesa”.


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Prefeitura de Abreu e lima

14/12


2019

Alexandre Padilha quer disputar prefeitura de São Paulo pelo PT

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

De O Estado de S. Paulo - Por Nicholas Shores

 

O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) afirmou neste sábado, em evento no Sindicato dos Químicos de São Paulo, que colocou o seu nome "à disposição" do partido para ser candidato a prefeito da cidade em 2020. Ele foi ministro da Saúde durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e secretário da Saúde da capital paulistana na gestão de Fernando Haddad.

"Lembro da minha candidatura a governador (de São Paulo). Foi uma campanha difícil num momento difícil. Tive 19% (dos votos) no Estado, mas tive 23% no primeiro turno aqui na capital", diz Padilha em um vídeo do pronunciamento que fez no sindicato.

Na sua visão, a campanha municipal no ano que vem "tem de botar (o ex-presidente) Lula na rua". "É uma campanha para politizar. (Eu) me sinto preparado para falar do Lula porque fui ministro do Lula", comentou.

Padilha conclui a gravação apontando que, independentemente de quem seja o nome do PT na disputa da capital, "o mais importante" é que o partido "decida essas coisas ouvindo a base, ouvindo a militância".

"Uma candidatura de cúpula, definida na casa de alguém, não tem futuro no PT. No PT, a gente constrói as coisas ouvindo o povo, ouvindo a militância, porque só assim a gente consegue ganhar", encerra o deputado.

As declarações em que Padilha se posiciona como pré-candidato à prefeitura vêm à tona num momento em que, segundo apurou o Estadão, Lula e o PT trabalham por uma chapa liderada por Fernando Haddad e com a ex-prefeita e ex-senadora Marta Suplicy (sem partido) como vice.

Em entrevista na semana passada ao portal Congresso em Foco, Padilha apontou Haddad como o principal nome do PT para a disputa. "Não tenho dúvida nenhuma que Haddad é um nome natural. Esse debate tem que ser feito e eu estou à disposição", declarou na ocasião.

Nicholas Shores


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Prefeitura de Serra Talhada

14/12


2019

STF permite volta de discussões de gênero em sala de aula

Ministro do STF derruba lei que proibia discussões de gênero em sala de aula. Luís Roberto Barroso analisou caso de Londrina, no Paraná. Normas parecidas em Foz do Iguaçu e Paranaguá já haviam sido suspensas pela Corte
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) Foto: Jorge William / Agência O Globo
Com G1

 

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira lei municipal de Londrina, no Paraná, que proibiu debates e abordagens sobre gênero das salas de aula da cidade.

A lei foi aprovada em setembro do ano passado, sob protestos, na Câmara Municipal. Ela estabelecia que ficam vedadas "adoção, divulgação, realização ou organização de políticas de ensino, currículo escolar, disciplina obrigatória, complementar ou facultativa, ou ainda atividades culturais que tendam a aplicar a ideologia de gênero e/ou o conceito de gênero".

Leis parecidas em Foz do Iguaçu e Paranaguá, também no Paraná, já haviam sido suspensas por decisão do STF. 

Barroso concedeu liminar (decisão provisória) a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e determinou que o caso fosse remetido para decisão do plenário da Corte. O tema só deve ser julgado pelos onze ministros em 2020. 

O ministro considerou que a lei pode ser inconstitucional por duas razões: só a União poderia legislar sobre políticas educacionais e porque, para ele, privar o estudante de participar do debate e aprender sobre o tema pode prejudicar o desenvolvimento dele. 

Para Barroso, a educação deve servir para reduzir a intolerância e ajudar a sociedade, e proibir o debate sobre gênero fere o princípio da dignidade humana.

Viu isso?Criador do Escola Sem Partido vê nova comissão como ‘CPI da doutrinação na sala de aula’

"A educação é o principal instrumento de superação da incompreensão, do preconceito e da intolerância que acompanham tais grupos ao longo das suas vidas. [...] Impedir a alusão aos termos gênero e orientação sexual na escola significa conferir invisibilidade a tais questões. Proibir que o assunto seja tratado no âmbito da educação implica valer-se do aparato estatal para impedir a superação da exclusão social e, portanto, para perpetuar a discriminação", diz o ministro. 

"A norma [de Londrina] compromete o acesso imediato de crianças, adolescentes e jovens a conteúdos relevantes, pertinentes à sua vida íntima e social, em desrespeito à doutrina da proteção integral", completou o ministro. 

O governo federal, por meio da Advocacia Geral da União (AGU), opinou contra a lei de Londrina por questões formais. Segundo a AGU, só lei federal pode legislar sobre educação, cabendo aos estados e municípios complementar, detalhar regras. Mas o órgão não se posicionou no mérito sobre proibição a ideologia de gênero na escola. 

Outros argumentos 
Na decisão de 18 páginas, Barroso destacou quais são os conceitos de sexo, orientação sexual e gênero e disse que privar os jovens do debate ajuda a aumentar a desinformação e o preconceito. 

"Vedar a adoção de políticas de ensino que tratem de gênero ou que utilizem tal expressão significa impedir que as escolas abordem essa temática, que esclareçam tais diferenças e que orientem seus alunos a respeito do assunto, ainda que a diversidade de identidades de gênero seja um fato da vida, um dado presente na sociedade que integram e com o qual terão, portanto, de lidar", diz o magistrado em um trecho do documento.

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Segundo o ministro, a lei de diretrizes e bases da educação e a Constituição preveem respeito à liberdade e apreço à tolerância e que proibir debate sobre gênero conflita com as normas legais. 

"Não se deve recusar aos alunos acesso a temas com os quais inevitavelmente travarão contato na vida em sociedade. A educação tem o propósito de prepará-los para ela. [...] Quanto maior é o contato do aluno com visões de mundo diferentes, mais amplo tende a ser o universo de ideias a partir do qual pode desenvolver uma visão crítica, e mais confortável tende a ser o trânsito em ambientes diferentes dos seus. É por isso que o pluralismo ideológico e a promoção dos valores da liberdade são assegurados na Constituição e em todas as normas internacionais", afirma Barroso em outra parte da decisão. 


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Prefeitura de Limoeiro

14/12


2019

Presidente quer diminuir ritmo de trabalho

Bolsonaro relata cansaço extremo.

O presidente Jair Bolsonaro Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Época - Por Guilherme Amado

 

Jair Bolsonaro reclamou a pelo menos dois interlocutores nas últimas semanas estar sentindo um cansaço extremo, fruto, segundo ele, da falta de descanso da campanha eleitoral até agora.

O presidente tem pedido aos assessores para diminuir o ritmo da agenda neste fim de ano, e dito que esta será a toada até a segunda semana do ano — pelo menos.


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14/12


2019

Concurso: Secretaria de Saúde do Recife faz seleção para 73 vagas

Oportunidade é para médico de atenção primária. Inscrições vão até o dia 23 de dezembro. O salário de R$ 11,9 mil.

Edifício-sede da Prefeitura do Recife, na Avenida Cais do Apolo — Foto: Katherine Coutinho / G1

Por G1 PE

 

A Secretaria de Saúde do Recife abriu, neste sábado (14), as inscrições para uma seleção simplificada com 73 vagas temporárias para médicos da atenção primária. Segundo o edital, o salário base é de R$ 11. 942,22, acrescido de adicional por desempenho e gratificações.

Os contratos têm duração de 12 meses, podendo ser prorrogados por igual período. Os selecionados devem atuar em equipe multiprofissional. A carga horária de trabalho é de 40 horas.

Concurso tem 695 vagas com salários de até R$ 13,5 mil no Recife
As inscrições acontecem via postal. Os candidatos devem preencher os formulários, que constam no edital publicado no Diário Oficial do Recife deste sábado (14), e anexar cópia dos documentos solicitados.

O material deve ser encaminhado à Diretoria Executiva de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, situada na Rua Alfredo de Medeiros, 71, no Espinheiro. Outras orientações devem ser consultadas no edital.

A seleção acontece com etapa única de avaliação curricular. As inscrições acontecem até o dia 23 de dezembro e são gratuitas. O resultado final está previsto para o dia 3 de março de 2020.


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14/12


2019

Bolsonarista adepto da lei Rouanet

Empresa fundada por Salim Mattar acumula mais de R$ 7 milhões em incentivos

 O secretário de desestatização, Salim Mattar. Foto: AMANDA PEROBELLI / Reuters

Época - Coluna de Guilherme Amado

Por Naomi Matsui
 

Um dos homens de Paulo Guedes e bolsonarista de primeira hora, o secretário de desestatização e desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar, foi um ferrenho adepto de um alvo contumaz do bolsonarismo: a Lei Rouanet.

A empresa fundada por Mattar, a Localiza, acumula até agora R$ 7,34 milhões em incentivos a projetos por meio do mecanismo.

Foram 74 doações feitas de 1995 a este ano, o que abarca o período em que Mattar ocupou a presidência e comandou o conselho de administração da empresa.

Mattar deixou a presidência da Localiza em 2013 e o conselho de administração no fim do ano passado.

Entre as doações da Localiza, estão um total de R$ 308,6 mil a Inhotim, em 2011.

A coluna questionou a assessoria de Mattar sobre o que o secretário pensa sobre a Lei Rouanet, mas foi informada de que "o referido assunto não é da competência" do secretário.

Também reforçou que Mattar deixou "a administração de todos os seus negócios em dezembro de 2018".

(Por Naomi Matsui)


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