FMO

14/12


2019

Viúva de Marielle rebate Moro

"Não pode simplesmente se insentar", disse Mônica Benicio. A reação foi à à fala de ministro de que governo não deve ser cobrado por resolução do assassinato.  A relação entre a família de Marielle Franco e Sergio Moro segue ruim.

Mônica Benício, viúva de Marielle Franco Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo

Época - Coluna de Guilherme Amado
Por Eduardo Barreto

 

Mônica Benício, a viúva de Marielle, reprovou a afirmação de Moro de que o governo federal não deve ser cobrado pela falta de solução do assassinato da vereadora, que aconteceu há um ano e nove meses.

"Políticos ocupando cargos relevantes não podem simplesmente se isentar diante de um crime político, de uma vereadora assassinada, de quase dois anos sem resolução", disse Benício à coluna, emendando:

"O que eu pedi a ele (Moro) não foi um favor, mas comprometimento político. Seguiremos cobrando sempre".

Disse Moro em entrevista à Folha de S. Paulo sobre a possível federalização do caso Marielle:

"Nesse cenário, acho que é mais apropriado que fique então na Polícia Civil e no Ministério Público Estadual. Mas com a ressalva, então, que não se venha depois cobrar o governo federal pela não resolução do caso", declarou, depois de afirmar que já defendeu a federalização das investigações, mas ouviu de "familiares da vítima e membros da oposição que isso seria uma tentativa de obstruir as investigações".

(Por Eduardo Barretto)


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Rafael C.Soares Quintas

Queremos saber também quem matou o Ex prefeito de Santo André Celso Daniel.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O interessante é que ela e a família da Marielle não querem a Polícia Federal no caso. Muito estranho este posicionamento. Será que é para continuar com o cadáver sem sepultamento e tentando dá mídia para a esquerda canalha?


Governo de PE

14/12


2019

Tributaristas: criminalização do ICMS estimula sonegação

A estátua da Justiça, em frente ao Supremo Tribunal Federal. Foto: Dida Sampaio / Estadão

Estadão Conteúdo


A decisão do Supremo Tribunal Federal favorável à tese de que é crime deixar de pagar o ICMS já declarado incentiva a sonegação de impostos, causa prejuízos à economia e representa uma interferência do Direito Penal no Direito Tributário. Esta é a opinião de tributaristas, criminalistas e constitucionalistas especializados no tema.

O STF já formou maioria a favor do entendimento. São seis votos contra três. Suspenso na quinta-feira,12, após pedido de vista do presidente da Corte, Dias Toffoli, o julgamento deve ser retomado na próxima quarta, 18. Além de Toffoli, Celso de Mello deve votar.

O tributarista Tiago Conde Teixeira, sócio do Sacha Calmon – Misabel Derzi Consultores e Advogados, destaca que a decisão terá grande impacto negativo na economia.

“Agora, o pequeno e o médio empresário vão optar por não declarar esse imposto. Porque se declarar ele poderá ser enquadrado num tipo penal. Então ele deixará de declarar e vai simplesmente sonegar o imposto. Aliás, vai ser mais fácil sonegar”, afirma Tiago Conde Teixeira.

O tributarista aponta outra questão que, para ele, é ‘extremamente grave’.

A pressão pela arrecadação vai ser tão grande que, segundo Conde, levará os agentes do fisco a não fazerem distinção entre o contribuinte apenas inadimplente e aquele que tem o intuito de fraudar o Tesouro. “Inadimplência e fraude são conceitos completamente distintos”, diz.

Tiago Conde destaca que o ‘Direito Penal e o Direito Tributário não admitem analogia, mas foi isso que o Supremo trouxe com esta decisão’.

O criminalista e professor de Direito Penal da EDB (Escola de Direito do Brasil), Fernando Castelo Branco, assinala que o artigo 5, inciso 67 da Constituição, cláusula pétrea, determina expressamente que ‘não haverá prisão por dívida, apenas no caso de pensão alimentícia’, em uma já consolidada jurisprudência.

Castelo Branco também vê conflito entre as diferentes vertentes do Direito. “O Estado tem meios absolutamente necessários e eficazes para cobrar as suas dívidas, sem a necessidade de fazer uso do Direito Penal, que é a última esfera de proteção social”, opina.

O advogado demonstra preocupação com a cobrança sobre a pessoa física que representa uma pessoa jurídica.

“Não se pode atribuir à pessoa física determinada, que representa a pessoa jurídica, a necessidade e a obrigatoriedade de pagar, porque, caso contrário, ela responderá criminalmente por essa sonegação. Essa pessoa, obviamente, zelando pela sua integridade, vai querer pagar o mais rápido possível, para não ter essa mácula criminal em seus antecedentes”, acentua Castelo Branco.

Para Vera Chemim, constitucionalista, ‘é improvável a prisão pelo não recolhimento de ICMS anteriormente declarado pelo contribuinte, uma vez que as penas previstas são de detenção de seis meses a dois anos e multa o que levará à substituição desse tipo de condenação por medidas restritivas de direitos’.

“Mas o agente não será mais réu primário, na hipótese de reincidência.”

Ainda de acordo com Chemim, a tese do ministro relator Luís Roberto Barroso determina que é preciso provar o dolo, ou seja, a vontade do agente em não ‘recolher’ o tributo descontado ou cobrado – conforme prevê a redação do artigo 2.º da Lei nº 8.137/1990 -, pois não existe apropriação indébita ‘culposa’. “Desse modo, no presente caso, a ação penal terá continuidade na primeira instância para que o juízo competente possa apurar fatos e provas no sentido de reconhecer o dolo do agente ou a sua inocência. Caso se venha a constatar que o contribuinte não tenha recolhido o ICMS por algum tipo de dificuldade financeira de sua empresa, como por exemplo a incapacidade de pagamento de salário de seus empregados, a referida conduta não seria criminalizada”, explica.

O tributarista Guilherme Guimarães Oliveira, sócio do Oliveira e Belém Advogados, avalia que ‘a decisão do Supremo traz insegurança, já que não inclui elementos que definam o conceito de contumácia’.

“A falta de critérios claros levará a uma batalha nos tribunais para se chegar a uma definição de contumácia. Haverá ainda um longo caminho para se diferenciar o devedor eventual ou reiterado do devedor contumaz”, prevê Oliveira.

Ele aponta como exemplo um possível contribuinte que, em reiterados momentos de crise econômica, optar por pagar os salários e os custos de sua operação com os recursos que seriam devidos a título de ICMS. “Estará agindo de maneira contumaz e dolosa? Só o tempo dirá. A decisão não pôs um fim ao imbróglio. Ele está apenas começando.”

Daniela Floriano, sócia da área Tributária do Rayes & Fagundes Advogados, ressalta que ‘a culpabilidade é um elemento subjetivo e, justamente por isso, precisa ser analisada caso a caso’.

“O STF não pode ignorar a peculiaridade da norma penal e, por consequência, do tipo”, recomenda Daniela Floriano. “A culpabilidade, como disse, elemento essencial para a aplicação dessa norma, não pode, em nenhuma hipótese, ser pressuposto.”

Para ela, ‘em uma análise prática, a decisão pode, sim, e em certa medida, estimular a sonegação, mas penso que essa conclusão aplica-se apenas aos médios e pequenos contribuintes, os quais realmente possuem dificuldades de caixa para pagar seus tributos’.

Daniela Floriano entende que a decisão do STF pouco afetará os grandes grupos. “Para os grandes (proporcionalmente os maiores devedores, também) a declaração sem pagamento, em geral, é uma decisão muito bem planejada e, para esses, penso que a decisão do STF pouco afetará o ritmo de suas operações.”

Wilson Sales Belchior, sócio do Rocha, Marinho e Sales Advogados e Conselheiro Federal da OAB, prefere aguardar o final do julgamento para observar o alcance e os contornos do precedente que será fixado, ‘pois a sua interpretação precisa ocorrer no sentido das garantias que a Constituição oferece ao contraditório e à ampla defesa, inclusive na seara administrativa’.

“Não se pode estimular que a arrecadação de impostos aconteça fora das balizas da legalidade, tampouco se deve incentivar que as obrigações fiscais não sejam cumpridas da forma que a lei determina”, diz Belchior.

Geraldo Wetzel Neto, sócio da área Tributária e ICMS da Bornholdt Advogados, não acredita em um aumento da sonegação. “Eu entendo que a sonegação não vai aumentar porque as penas são diferentes entre inadimplência e sonegação. Mas, certamente irá desestimular o empresário brasileiro e o empreendedorismo em geral. Porque a criminalização da inadimplência foge dos parâmetros internacionais, inclusive de tratados que o Brasil já celebrou.”

Wetzel Neto presume que um empreendedor em situação de crise terá que escolher entre não recolher o tributo declarado ou pagar a folha de salários. “Então, teremos situações em que o empresário tenderá a discutir questões na esfera trabalhista, que não teriam reflexos criminais, deixando de pagar, por exemplo, o salário de funcionário, para priorizar o pagamento do tributo. Tudo isso, para não cometer um crime, ser julgado, condenado e até mesmo ser preso.”


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Bom, me parece serem tributaristas que defendem os sonegadores. O que é ruim para a economia é justamente a falta de regras claras e definitivas. A segurança jurídica. Entretanto, o que mais pesa são os altos impostos e a burocracia excessiva para o empresário abrir e manter seu negócio.


EMPETUR

14/12


2019

Ações da Petrobras podem render até R$ 24 bi ao BNDES

Aquivo/Agência Brasil

Do Estadão Conteúdo

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu início na quinta-feira ao processo de venda de suas ações ordinárias (com direito a voto) da Petrobras. Caso venda a totalidade desses papéis no mercado, o banco poderá levantar até R$ 24 bilhões, com base nas cotações atuais, o equivalente de 6% do capital total da petroleira.

Com o anúncio da venda, as ações da Petrobras lideraram ontem a queda do Ibovespa. Os papéis ordinários recuaram 4,7%, a R$ 31,33. Já os preferenciais (sem direito a voto) caíram 3,2%, a R$ 29,98.

A negociação é esperada para ocorrer até março, segundo apurou o Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado. A contratação de bancos para conduzir essa operação já foi autorizada pelo conselho de administração do BNDES em reunião realizada ontem. O colegiado ainda vai decidir sobre o consórcio de bancos que será formado e a banda de preços de venda – ao todo, oito bancos deverão trabalhar na oferta, que poderá incluir papéis negociados nos Estados Unidos.

O conselho do banco também autorizou a venda, por meio da mesa de operações, nos pregões diários, de “até a totalidade” das ações preferenciais (PN, sem voto) da Petrobras, segundo fontes. Essa autorização vale por seis meses, mas dificilmente o banco de fomento conseguirá se desfazer de toda a participação bilionária na petroleira em 2020. Ao todo, o BNDES detém cerca de R$ 52 bilhões em ações na petroleira.

O anúncio do BNDES já era esperado pelo mercado. A aceleração da venda das ações em posse do banco é uma das metas da gestão do presidente do banco, Gustavo Montezano, que já sinalizou publicamente que, em três anos, pretende reduzir a carteira total, hoje de R$ 114 bilhões, em cerca de 80%. “Joia da coroa”, com 40,7% do valor total, a fatia na Petrobras é o alvo preferencial dessa estratégia de vendas, que não ficará apenas nesse movimento.

Na próxima semana, o BNDES venderá, também via oferta de ações, sua participação no frigorífico Marfrig e embolsará cerca de R$ 2 bilhões. No início de 2020, está prevista a venda de metade de sua fatia na JBS – cerca de R$ 8 bilhões. O cronograma de 2020 inclui ainda as vendas das ações da siderúrgica Tupy e da empresa de energia Copel.

Procurado, o BNDES informou que “não comenta sua estratégia no âmbito de suas companhias investidas”.

Apetite

Analistas e gestores de recursos veem esse movimento de desinvestimentos de ações do BNDES como positiva, diante da perspectiva de bons resultados financeiros da petroleira e do aumento do apetite de investidores por ações. Em um cenário de menor taxa de juros da história, investidores estão em busca de ativos com maiores retornos financeiros.

“O papel sairá de um player grande (o BNDES) e será diluído. Mas existe demanda de mercado. É uma empresa (a Petrobras) que tem muita liquidez e tem como o mercado absorver”, afirmou o estrategista Renan Sujii, da Harrison Investimentos. /

Oferta de ações

Se concretizar por inteiro a intenção de vender toda sua participação em ações ordinárias (ON, com voto) no capital da Petrobras, o BNDES dará mais um passo no sentido de diminuir sua relação umbilical com a estatal, construída nos governos do PT. Pelas cotações do pregão de quinta-feira, a oferta total poderia chegar a R$ 24 bilhões, pouco menos da metade do valor total da fatia do BNDES na Petrobras, que foi formada por várias decisões passadas de governo e hoje está avaliada em R$ 52 bilhões, pelos dados do terceiro trimestre.

O auge da relação entre BNDES e Petrobras foi atingido no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, com uma combinação de elevada participação acionária e dívida bilionária. Em 2013, a participação do banco na petroleira atingiu o máximo de 17,2% do capital total – atualmente, é de 13,9% -, ao mesmo tempo que, a partir de 2009, com políticas para enfrentar a crise internacional de 2008, o BNDES ganhou destaque como credor da estatal.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Este é o Governo que, apesar do grande estrago que os petralhas fizeram na Empresa, conseguiu conduzir a Petrobras e o Brasil para o caminho certo. Com todas a mazelas e aparelhamento deixado pela corja, os obstáculos estão sendo superados.


Prefeitura de Paulista

14/12


2019

Brasil analisa implementar sistema de alerta por TV digital

Foto: Valter Campanato

Da Agência Brasil

 

O governo federal poderá no próximo ano criar um sistema de alerta via TV digital (sinal aberto) para repasse de informação imediata à população sobre de riscos como deslizamento de terra, enchentes e rompimento de barragem. Ainda não há cronograma de implantação.

O propósito é “usar a robustez da radiodifusão e a capilaridade que essa estrutura tem por todo o país para trafegar alertas de emergência”, explicou André Fonseca, coordenador geral de televisão digital do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). 

“O sistema tem o intuito de evitar maiores consequências da catástrofe. Os objetivos são velocidade e complementariedade aos alarmes existentes, para que a população receba as informações o mais rápido possível”, disse.

Segundo Fonseca, a ideia em discussão é aproveitar o sinal da TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), para veicular mensagens por escrito nas telas dos televisores, monitores e celulares. “A gente teria preferência por trafegar o alerta pela EBC por ser uma emissora da União.”

A adoção do sistema será conduzida pelo ministério, que além dos estudos de viabilidade de implantação, deverá elaborar normas de funcionamento. A iniciativa depende do estabelecimento de uma política pública elaborada em conjunto pelo ministério e outras áreas do governo, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, o Instituto Nacional de Meteorologia e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (SGI).

Sistema japonês
Fonseca assistiu na sede da EBC, em Brasília, a apresentação do sistema EWBS, desenvolvido pelo Japão para alertas de tsunamis, terremotos e outras situações de risco. Brasil e Japão assinaram no ano passado um memorando de cooperação nas áreas de televisão digital terrestre e tecnologias de informação e comunicação.

De acordo com André Fonseca, a adoção do EWBS seria viável pois o modelo brasileiro de TV digital é baseado no modelo japonês. “Os conversores e atuais aparelhos de TV digital já conseguem entender a mensagem”, disse, assinalando a necessidade de atualização de software para transmissão aos receptores de TV. A mensagem enviada via TV Brasil seria repassada pelas demais emissoras.

O ministro-conselheiro da Embaixada do Japão em Brasília, Naoki Hikota, informou que o sistema EBWS é utilizado em 20 países. Segundo ele, assim como o sistema de alerta, o Japão deseja “avançar com o Brasil agenda em segurança cibernética e comunicações 5G”.


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14/12


2019

Operadora viu ação sobre Lulinha como direcionada a Azevedo

Oi viu operação de Lulinha como direcionada a Otávio Azevedo. Comando da empresa acredita que alvo era ex-presidente da Andrade Gutierrez.

"Lulinha, filho do ex-presidente Lula.| Foto: Juca Varella/AE/Arquivo"      Andrade Gutierrez Otávio Azevedo Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

Época -  Por Guilherme Amado

 

No comando da Oi, a avaliação sobre a operação de terça-feira, em cima das transações da empresas com a Gamecorp de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, foi que o verdadeiro alvo era Otávio Azevedo — o ex-presidente da Andrade Gutierrez, no período da compra da BrasilTelecom pela  Oi.

Azevedo chegou a ensaiar, alguns anos atrás um recall de sua delação, que nunca saiu do papel.

Para a Oi, o MPF ainda não desistiu desta segunda fase da delação de Azevedo — ou, se ela não ocorrer, de uma nova prisão.


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Prefeitura de Ipojuca

14/12


2019

Prêmio da Mega-Sena pode pagar hoje R$ 31 milhões

Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Por Agência Brasil

 

A Mega-Sena sorteia neste sábado (14) prêmio estimado em R$ 31 milhões. As seis dezenas do concurso 2.216 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), São Paulo. O sorteio é aberto ao público.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela com seis dezenas marcadas custa R$ 4,50.


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Prefeitura de Abreu e lima

14/12


2019

Eike se livra de processo por fraude na Flórida

Eike Batista tem menos um problema na vida.

Mauro PimentelMauro Pimentel | AFP
O Globo - Por Lauro Jardim

 

A Corte de Litígios Empresariais de Miami não reconheceu a jurisdição da Flórida para uma ação movida pelos fundos Meridian Trust e American Associated, que haviam investido na OGX e em outras empresas do ex-homem mais rico do Brasil.

Assim, os réus Eike Batista, seu filho Thor, o ex-presidente da OGX Paulo Mendonça, e os ex-executivos da petroleira Flavio Godinho, Luiz Carneiro, Aziz Ammar, Marcus Berto e Erick Magno se livraram da ação. 

O juiz acolheu os argumentos de que a Justiça da Flórida não tem poderes para julgar o caso, apenas a do Brasil.

Na ação, Eike e sua turma são acusados de fraude.

Ou, mais espeficicamente, de dizimar o patrimônio de várias de suas empresas pouco antes de pedidos de recuperação judicial delas serem impetrados na Justiça. Teriam feito isso já informados de que as empresas não tinham salvação.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Tá preso? Viva o Brasil e o STF.


Prefeitura de Serra Talhada

14/12


2019

Governo acaba com multa extra de 10% do FGTS

Demissão fica mais barata para o empregador. Lei sancionada nesta semana acaba com a multa extra de 10% do FGTS paga ao governo pelo empregador que dispensa o funcionário sem justa causa; medida não afeta a multa de 40% devida ao trabalhador.

G1/GloboNews

Por Marta Cavallini, G1

 

Lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta semana acaba com a multa extra de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) paga pelo empregador que dispensa o funcionário sem justa causa. As empresas ficarão isentas da multa a partir de 1º de janeiro de 2020. Continua valendo o pagamento da multa de 40% para os trabalhadores.

Essa multa paga ao governo foi criada foi criada em 2001 para compensar as perdas históricas causadas pelos planos Verão e Collor. Mas com o tempo passou a ser usada em programas sociais como Minha Casa, Minha Vida.

A extinção da cobrança entrará em vigor após ter sido incluída na medida provisória 889, que foi convertida em lei e sancionada. Essa lei trata ainda do aumento do limite de saque imediato do FGTS de R$ 500 para R$ 998 e da revogação da distribuição de 100% do lucro FGTS para os trabalhadores.

A mudança na multa também estava na medida provisória 905, que trata do programa de incentivo à contração de jovens entre 18 e 29 anos, chamado Verde Amarelo. No entanto, a MP 905 ainda precisa passar pelo Congresso para se tornar definitiva. Desde que foi apresentada pelo governo, a medida recebeu 1.930 emendas de parlamentares, ou seja, sugestões de mudanças em seu teor. Entre os pontos da MP 905 estão desconto de INSS sobre o seguro-desemprego, liberação de trabalho aos domingos e feriados para todos os trabalhadores e mudanças na fiscalização de infrações trabalhistas.

Atualmente, as empresas pagam 50% de multa sobre todos os depósitos de FGTS nas demissões sem justa causa. Desse total, 40% ficam com o trabalhador. Os 10% restantes vão para a conta única do Tesouro Nacional, de onde são remetidos para um fundo operado pela Caixa Econômica Federal e gerido por representes do governo, de trabalhadores e empregadores. Essa multa de 10% não incide sobre as empresas quando o funcionário pede demissão.

Segundo cálculos do Ministério da Economia, o fim da multa de 10% abrirá uma folga de R$ 6,1 bilhões no teto de gastos para o próximo ano. Isso porque o dinheiro deixará de passar pelo Tesouro Nacional e não será mais computado dentro do limite máximo de despesas do governo.

Segundo o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, o fim da multa adicional do FGTS ajudará a reduzir os encargos trabalhistas e, ao mesmo tempo, a recompor o orçamento de 2020, que poderá contar com mais espaço para gastos. Isso porque o governo arrecada os recursos e os repassa ao FGTS. Ao fazer esse pagamento, os valores contribuem para elevar o teto de gastos.

Mudança não muda vida de trabalhador, diz advogado

Na opinião do advogado trabalhista Renato Falchet Guaracho, o fim da multa extra de 10% do FGTS não muda em nada a vida dos trabalhadores, pois ficou mantido o pagamento dos 40% em caso de demissão sem justa causa aos empregados.

Para ele, a medida não estimula os empregadores a demitir. "As consequências são mínimas, porque o valor para a empresa é muito baixo. Os 40%, que é o valor maior, permanece. A menos que seja um funcionário antigo com salário alto, esses 10% representam muito pouco", afirma.

Indústria comemora

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) disse, por meio de nota, que se trata de "mais uma importante medida para racionalizar a carga tributária e ampliar a competitividade das empresas brasileiras".

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, lembrou que o adicional já deveria ter sido extinto em 2012, quando a Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS, reconheceu que o tributo já havia cumprido sua finalidade de restabelecer o equilíbrio financeiro do fundo. “A decisão traz justiça tributária para as empresas, que cumpriram sua parte no acordo para salvar o FGTS, mas que, há quase oito anos, continuavam a ser tributadas indevidamente”, afirmou.

A CNI ressalta que o fim da contribuição não afetará os direitos e garantias do trabalhador, já que não elimina a multa rescisória de 40% sobre o saldo do FGTS que vai para o empregado dispensado sem justa causa. "O adicional de 10% do FGTS, por sua vez, vinha representando um ônus pesado e descabido para as empresas brasileiras", informou.


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Prefeitura de Limoeiro

14/12


2019

Igarassu: incêndio atinge empresa de materiais recicláveis

Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 3h deste sábado (14) e, até as 9h20, trabalhava para apagar as chamas.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Do G1 - PE

 

Um incêndio atingiu uma empresa de materiais recicláveis em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, na madrugada deste sábado (14). O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 3h para a ocorrência e, até as 9h20, as equipes seguiam no local atuando para combater as chamas.

A empresa fica localizada às margens da BR-101, no bairro de Botafogo, próximo a um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Não havia informação sobre feridos no local.

Ao todo, o Corpo de Bombeiros enviou cinco viaturas, sendo quatro delas de combate a incêndio. Com o fogo concentrado no galpão onde eram armazenados os produtos recicláveis, as equipes contaram também com apoio de retroescavadeiras, caminhões caçamba e caminhões pipa para extinguir o incêndio. Até a última atualização desta reportagem, não foi informado como o incêndio começou.


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Banner de Arcoverde

14/12


2019

Na volta, Cabral imprime sua marca no Cabo


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14/12


2019

Datafolha: 57% aprovam saída de Bolsonaro do PSL e 27% desaprovam

57% dos eleitores de Bolsonaro aprovam saída do PSL e 27% desaprovam, diz Datafolha. Pesquisa foi realizada nos últimos dias 5 e 6 com 2.948 pessoas em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Imagem -  Reprodução/G1

Por G1

 

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (14) pelo jornal "Folha de S.Paulo" aponta que 57% dos eleitores que declaram voto em Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 aprovam a decisão do presidente de sair do PSL e criar um novo partido. Outros 27% desaprovam, enquanto 9% são indiferentes e 7% não sabem.

O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios do país, entre 5 e 6 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% – isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro.

Segundo o Datafolha, o apoio à decisão de Bolsonaro em criar um novo partido, a Aliança pelo Brasil, é maior entre os que consideram seu governo ótimo ou bom: 68% aprovam.

A pesquisa mostra ainda que, nas faixas de renda mais alta (cinco a dez salários mínimos e mais de dez salários), 43% dos entrevistados aprovam a saída de Bolsonaro do PSL. Entre os que têm renda familiar de até dois salários mínimos por mês, a aprovação à mudança é de 34%.

O Datafolha mostra ainda que 55% dos brasileiros não sabem da decisão de Bolsonaro de deixar o PSL e criar um novo partido.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

E o Data Mentira ainda existe. Qual a credibilidade?


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