FMO janeiro 2020

12/07


2020

Olímpio vai deixar PSL se sigla voltar a apoiar Bolsonaro

UOL

O senador Major Olimpio (PSL-SP) ameaçou deixar o PSL caso o partido se reaproxime do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). "Se isto acontecer, sentirei muita saudade do partido. TCHAU QUERIDOS!", escreveu ele em uma rede social.

No post, político fez uma referência a uma reportagem do jornal O Globo "dando conta que Bolsonaro busca reaproximação com o PSL para ampliar sua base, e que ligou para Bivar e que o vice-presidente do partido, Rueda e Flávio Bolsonaro costuram a aproximação, me deu vontade de vomitar", escreveu ele em seu perfil no Twitter.

Bolsonaro foi eleito presidente pelo PSL, mas se desfiliou do partido em 2019 para tentar criar uma nova legenda, o Aliança Pelo Brasil.

Em abril deste ano, o PSL entrou com um pedido de impeachment contra o presidente devido ao episódio da troca do comando na Polícia Federal. O pedido foi protocolado pela líder do PSL na Câmara dos Deputados, Joice Hasselman, ex-aliada da família Bolsonaro.


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Prefeitura de Serra Talhada

12/07


2020

Da Fonte pede e Governo suspende cobrança do Fies

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) celebrou a sanção da Lei que suspende a cobrança do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) até o fim do ano. Em março, o parlamentar propôs ao Ministério da Educação que os estudantes não precisassem pagar as parcelas até o fim da pandemia. A Lei com a suspensão foi publicada no Diário Oficial da União.

“Ouvimos estudantes e familiares, todos preocupados com a crise financeira, mas querendo honrar o compromisso com o Fies. São pessoas de bem e que têm no estudo a única forma de conseguir uma vida melhor”, explicou o parlamentar.

Terão direito à suspensão os estudantes que estavam com o pagamento em dia até 20 de março. O saldo suspenso deverá ser pago de forma diluída nas parcelas restantes.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

12/07


2020

Moradores do Poço lutam contra novo prédio

G1 PE

Moradores do bairro do Poço da Panela, na Zona Norte do Recife, se manifestaram contra a implantação de um grande prédio comercial na Avenida Dezessete de Agosto. No local, a prefeitura da capital deu uma licença prévia para a construção de uma loja do Atacado dos Presentes com dois subsolos e três andares.

Na área, um portão simples esconde o que parece ser mais um terreno vazio. O local tem mais de 12 mil metros quadrados. A concessão da licença prévia não agradou alguns moradores, que começaram uma campanha nas redes sociais contra a construção. O prédio da loja é um vizinho gigante que eles não querem ter.

"Nós temos que nos juntar e agir para que isso não aconteça e destrua o nosso bairro, que já está tão descaracterizado, mas ainda é tão gostoso. Eu acredito que é um projeto que vai ser muito ruim para o bairro, muito ruim para o trânsito, para o meio ambiente", afirmou o estudante Ricardo Bandeira de Melo, um dos organizadores da campanha.

O terreno fica no limite entre os bairros de Casa Forte e Poço da Panela, numa área em que ficam a Igreja Nossa Senhora da Saúde e construções históricas, erguidas no entorno do Rio Capibaribe, no fim do século 18.

Na mesma avenida, fica a sede da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), ligada ao Ministério da Educação (MEC), que tem como uma das funções a preservação da história e da cultura. Próximo ao local, também está o Museu do Homem do Nordeste, além de bibliotecas, galerias, salas de exposição e espaços de estudo e pesquisa.

No terreno, já funcionou a Casa de Saúde São José, que também foi abrigada em um prédio antigo. Em 2009, o prédio foi demolido para dar lugar a um grande supermercado, mas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi contra a demolição e a Justiça condenou a prefeitura a pagar multa de R$ 1,5 milhão por ter permitido a derrubada do prédio. Por causa disso, a obra não avançou.

O presidente da Fundaj, Antônio Campos, também é contra a construção de um empreendimento comercial tão grande no local e pediu à prefeitura para suspender a licença de construção.

A matéria completa está disponível no G1.


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Banco de Alimentos

12/07


2020

O prefeito que não roubava e devolvia dinheiro

No regresso a Afogados da Ingazeira, minha terra abençoada pela riqueza poética raiz do Rio Pajeú, renovei meu estoque de histórias da política com o Google Heleno Mariano, baú de casos e causos. Foi uma tarde de boas gargalhadas, ontem, ao lado do mano Augusto Martins, vereador de quinto mandato, Júnior, irmão de Heleno. Também Cida, esposa de Heleno, e suas filhas Flaviana e Fernanda, além de um jovem interessado em beber na fonte da cultura e da política quando rompe a sua dura rotina de delegado na vizinha Carnaiba, o curitibano Guilherme e a defensora pública Micheline.

Heleno é irmão do ex-deputado Antônio Mariano. Apaixonado por política, já foi vereador em Afogados e candidato a prefeito. Seu doutorado em prosa política foi conquistado na universidade da vida, em comícios históricos, rodas de saraus que a poesia pajeuzeira embeleza e enobrece, ouvindo testemunhos de quem abraça o exercício do poder, seja na firmeza do coronelismo ou pela arte dos sedutores, cuja arma na política é a palavra que dobra até os mais céticos.

Baú de histórias que nunca se esgota, Heleno conta o passado e o presente com detalhes tão ricos que parecem escritos em livro, mas na verdade são retirados da sua memória privilegiada. A que mais me chamou atenção ontem foi jogada na mesa de prosas pelo meu irmão Augusto e diz respeito a uma figura lendária, que marcou sua passagem pela Prefeitura da princesinha do Pajeú, com seriedade e zelo na coisa pública.

Refiro-me a João Alves Filho, cujo vice-prefeito foi meu pai Gastão Cerquinha. Joãozinho, como era tratado carinhosamente, nunca roubou nem deixou roubar, preceito ulyssiano, do velho Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, que em seu discurso de promulgação da Constituinte Cidadã em vigor, afirmou: "A moral é o cerne da pátria. A corrupção é o cupim da República. República suja pela corrupção impune toma nas mãos de demagogos que a pretexto de salvá-la a tiranizam", acrescentando:

"Não roubar, não deixar roubar, por na cadeia quem roube, eis o primeiro mandamento da moral pública. Não é a Constituição perfeita. Se fosse perfeita seria irreformável". Seu Joãozinho parece ter bebido dessa fonte muito lá atrás. Era um homem que prestava conta do dinheiro público tostão por tostão.

A história que me impressionou diz respeito a sua obstinação em tirar do papel a sede própria do fórum municipal. Na época, o governador era Roberto Magalhães, que vivinho e saudável na vida, pode testemunhar. Depois de cumprir todas as exigências da lei, Joãozinho conseguiu o dinheiro para o fórum, o construiu em tempo recorde usando menos dinheiro do valor recebido do Estado.

Para surpresa do governador, Joãozinho pede uma audiência e entra no seu gabinete com uma sacola de dinheiro para devolver aos cofres públicos do Estado o que sobrou do valor liberado e investido na obra do fórum. Doutor Roberto quase cai da cadeira. "Eu vim devolver o que sobrou. Está aqui", disse o decente prefeito jogando a sacola de dinheiro em cima do gabinete de despacho do governador no Palácio do Campo das Princesas.

Não se trata de história de trancoso nem de mãe fada que embala sono de menino buchudo. Segundo Augusto e Heleno, a prova está documentada numa entrevista sobre o episódio do próprio Joãozinho, resgatada por um grupo de pesquisadores da cidade. Nessa mesma fala, ele conta que voltou com o dinheiro, mas depois de ser autorizado pelo governador a usá-lo na compra de móveis na montagem do fórum.

Para os tempos atuais de gatunagem, de assalto aos cofres públicos com o dinheiro sagrado para salvar vidas na pandemia, um exemplo notável que devia ser contado principalmente nas aulas da história do município de Afogados na banca escolar.

Grande Joãozinho! Seu único erro, pecado imperdoável, foi ter posto abaixo, transformado em ruínas, o velho, romântico e histórico coreto, cenário até de comícios com discursos antológicos versados no debate ideológico da Arena versus MDB.


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11/07


2020

Me respeite, sonegador Wellington

Sou cidadão pernambucano. Matuto de Afogados da Ingazeira, nunca imaginei virar cidadão do meu Estado. Tenho orgulho de exibir em meu escritório mais de 40 títulos de cidadão e mais de 30 a receber, interrompidos pela pandemia. Entre os municípios, o que mais me orgulha em cidadania é Arcoverde. Fui arcoverdense por iniciativa da vereadora Célia Galindo, presidente da Câmara de Vereadores. Só o empresário Wellington Maciel, candidato a prefeito bancado pela prefeita Madalena Britto, que me agrediu hoje, não sabe disso, porque ele, e não eu, vive em outro mundo. Antes de virar candidato, estava em alto mar, na Europa.

Se tivesse consultado os arquivos da Câmara, antes de afirmar que não conheço Arcoverde, saberia que recebi a cidadania, não por obra do acaso, mas por ter serviços relevantes prestados ao município. Defendo Arcoverde desde que ingressei no jornalismo, em 80. Acompanhei as gestões desde Rui Barros, passando por Rosa Barros até chegar a Madalena. Conheço a política da cidade como a palma da minha mão.

Diferente do senhor Wellington, que nada entende de política. Viveu até então do comércio e de outras atividades, algumas estranhas, que motivaram uma operação da Polícia estadual por sonegação fiscal. Isso sim é vergonhoso, imoral. 

Respeite o cidadão arcoverdense Magno Martins, sonegador Wellington!


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O Jornal do Poder

11/07


2020

Mulher de Queiroz se apresenta à polícia

Folha de São Paulo

Foragida desde o último dia 18 de junho, Márcia Aguiar, mulher do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, apresentou-se à polícia na noite desta sexta-feira (10) e já está ao lado do marido no Rio de Janeiro, onde cumprem prisão domiciliar.

Foi graças às mensagens encontradas no celular de Márcia que o Ministério Público do Rio chegou ao paradeiro de Queiroz, em Atibaia, no interior de São Paulo.

Queiroz deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro, na noite desta sexta-feira (10), para cumprir prisão domiciliar. Ele seguiu para sua casa na Taquara, zona oeste da cidade.

O ex-assessor estava preso preventivamente desde o dia 18 de junho, no âmbito de investigação sobre a prática de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio.

Nesta quinta-feira (9), o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio de Noronha, atendeu pedido da defesa e concordou com a transferência de Queiroz para a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica e restrição de comunicação.

Pela decisão, Márcia obteve o direito à prisão domiciliar sob o argumento de que deve acompanhar o marido no tratamento de um câncer.

Ao conceder a prisão domiciliar, Noronha afirmou que, consideradas as condições de saúde de Queiroz, o caso se enquadra em recomendação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que sugere o não recolhimento a presídio em face da pandemia do novo coronavírus.

O presidente do STJ contrariou suas próprias decisões ao conceder prisão domiciliar a Queiroz.

Ministros de tribunais superiores e advogados ouvidos pela Folha apontam ao menos três aspectos jurídicos considerados inusuais no despacho do magistrado, que trabalha para ser indicado pelo presidente Jair Bolsonaro a uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

O mais gritante, afirmam, é a concessão de liberdade para Márcia Aguiar, que estava foragida. De acordo com especialistas ouvidos pela Folha, é muito raro, apesar de não ser proibido, um juiz dar benefícios a quem foge para escapar de uma ordem judicial.

A matéria completa pode ser lida no site da Folha de São Paulo.


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11/07


2020

UFPE descobre que pode usar internet para aulas

Fernando Castilho*

A Universidade Federal de Pernambuco acaba de descobrir que alunos podem ter aulas virtuais e que podem, até mesmo, cursar um semestre quando a situação da pandemia da covid-19 não permite voltar as aulas.

É uma iniciativa importante. Se não fosse anunciada despois que suspendeu as aulas em março, por tempo indeterminado, e durante todos os 120 dias que Pernambuco convive com a doença.

Mas se a instituição tivesse passado para a sociedade a mensagem de que estava buscando soluções alternativas. Se preocupando em apoiar seus alunos para que não ficassem ainda mais prejudicados nas suas atividades.

A mesma UFPE que jacta-se de ter um dos mais renomados Centros de Informática (CIn) do Brasil - onde se originou a mais arrojadas inciativa da Tecnologia da Informação como o CESAR e o Porto Digital - não cuidou de desafiar os seus cientistas e professores a buscarem soluções tecnológicas que pudessem ajudar aos professores a não perder o contato com seus alunos e encontrar uma forma de redução dos danos da paralisação.

Esta semana a UFPE - que já tinha anunciado que aulas físicas só mesmo em 2021 - anunciou que, daqui a um mês, portanto, daqui a cinco meses do início dos problemas causados pela covid-19, oferecerá um semestre extra, chamado de Calendário Acadêmico Suplementar. Bela iniciativa se não chegasse quatro meses depois que a crise instalou. O semestre terá todas as disciplinas serão ministradas virtualmente.

Certo, professor, mas aula virtual, centenas de faculdades privadas já estão dando e com resultados bem interessante. A maior parte das faculdades privadas, por exemplo, já encerrou o seu semestre letivo 2010.1.

O problema é que a “novidade” da UFPE vem com um componente especial: A matrícula dos alunos é facultativa e os professores também têm autonomia para participar ou não.

Ou seja, estudante que não puder ou não quiser se matricular poderá voltar às atividades apenas quando o ano letivo de 2020 for reiniciado. E não acontecerá nada.

Com todo respeito, professor, mas se é para propor um semestre alternativo que o aluno e o professor não estarão obrigados a frequentar nem a ministrá-lo é melhor não propor nada.

Seria melhor permanecer no silêncio obsequioso que a UFPE se manteve até agora a despeito de se saber quer boa parte do seu corpo docente desejava tentar alternativas para oferecer aprendizado construindo alternativas com seus alunos.

O que mais chama atenção da proposta do semestre alternativo tipo “vai quem quer” e que, segundo a UFPE, foi “amplamente discutida com todos os segmentos da universidade” é que só tenha sido apresentada depois que os alunos pressionaram a instituição. Para que a instituição fizesse algum gesto diante da paralisia de quatro meses. Bom, o gesto se efetivado será implantado depois quase um semestre.

É importante que nesse debate se reconheça um argumento de vários educadores e, frequentemente usado pela UFPE, de que uma parte importante do corpo de 40 mil alunos, dos quais pouco mais de 30 mil estudam nos 109 cursos de graduação, não têm acesso a internet de qualidade como aliás, acontece com os alunos do ensino médio da rede pública estadual.

Mas, esse argumento vale para o aluno nessas condições de não participar do Calendário Acadêmico Suplementar. Ainda que a comunidade acadêmica formada por 2.504 professores possa oferecer as aulas.

Não é esse o objeto da crítica. O que se cobra da proposta é oferecê-la somente, em agosto, cinco meses depois da parda do ano letivo, e ainda assim como uma alternativa opcional.

O que se cobra de uma das três melhores universidade do Nordeste é a atitude de não ter buscado soluções de baixo custo e não ter desafiado seus chefes de departamento a se mexerem.

Ao contrário, com os salários pagos em dia, sem possibilidade de desconto de um único dia, a UFPE se comportou como se a covid-19 não lhe dissesse respeito.

Claro que temos dificuldades. Caro que parte dos alunos sofrem mais que outros pela dificuldade de uma linha de internet. Mas a UFPE não podia esperar tanto tempo para reunir Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) para aprovar uma solução que centenas de faculdades já fez há meses e para a aplicação de aulas normais da graduação.

As aulas presenciais na UFPE estão suspensas desde 16 de março e a previsão é que só voltem em 2021. Esse é um fato do qual não podemos fugir. E a nova proposta apenas mostra como a UFPE preferiu a posição confortável de não desafiar seus cientistas e professores para se destacar e buscar soluções.

Claro que, como a maioria da universidades públicas onde a falta até de um ministro da Educação, ajudou para escancarar a falta de prioridade do governo com o assunto pode explicar. Mas, a UFPE tinha todas as condições de liderar ações que visassem descobrir alternativas dente desse desafio.

Dizer que a universidade está se organizando para ofertar internet e equipamentos para os alunos que não dispõem de acesso à tecnologia apenas constata o atraso da iniciativa. Esse era um tema de debate para ter sido feito em abril. Demorou.

Até porque a existência de redes sociais como WhatsApp estavam na lista desde março. Assim como plataformas em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), Moodle e Google Classroom. Então por que não procurar soluções?

A proposta de semestre extra, chamado de Calendário Acadêmico Suplementar é interessante. Mas a condição do estudante e do professor que não puder ou não quiser se matricular nos cursos oferecidos só reforça a ideia de a UFPE está tentando se redimir de uma falha na sua missão de ser um ente vivo e provocador às questões da sociedade.

Passa ideia de que ofereceu uma proposta que, se não tiver sucesso, não poderá haver cobranças a suas lideranças.

*Repórter do Jornal do Commercio e titular da coluna JC Negócios.


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11/07


2020

PT lança pré-candidatura de Onofre em Flores

O vereador Onofre de Souza é o pré-candidato do Partido dos Trabalhadores em Flores, no Sertão do Pajeú. Com cinco mandatos como legislador na cidade, ele chega como novo da oposição. Ao mesmo tempo, conta com o apoio dos ex-prefeitos Arnaldo da Pinha, Soraya Murioca, Chico dos Correios e Gilmar Queiroz. 

"Iremos fazer um governo para o povo e ouvindo a todos, sem muita mídia, como a atual gestão faz, mas pegando no serviço e indo em busca de construir uma Flores com saúde, educação, geração de renda e emprego, colocando a cidade num patamar jamais visto”, projeta Onofre, se eleito.


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11/07


2020

Teobaldo celebra auxílio emergencial para Cultura

O governo federal liberou cerca de R$ 3 bilhões para serem distribuídos a estados e municípios com o objetivo de socorrer o setor cultural, um dos mais atingidos pela pandemia do coronavírus. A ação foi cobrada pelo deputado Ricardo Teobaldo logo após o São João, período em que os profissionais da área trabalham bastante no Nordeste. O texto foi publicado no Diário Oficial, ontem, e também é assinado pelo ministro Paulo Guedes (Economia).

Para o deputado Ricardo Teobaldo o recurso chegará num momento muito importante para o setor. “Depois de muita luta, o governo federal assinou a liberação do auxílio emergencial para o setor cultural. Esse recurso é de extrema importância para a classe, que foi afetada profundamente pela pandemia. Imagine que, no Nordeste, nós não tivemos São João. Milhares de profissionais ficaram sem renda, que, em alguns casos, vale para o ano todo. O auxílio vai ajudar a diminuir um pouco a dificuldade que a classe vem passando”, destaca. 

O parlamentar ressaltou o impacto do coronavírus na cadeia produtiva da cultura. “A gente não pode pensar o setor cultural tendo como foco só o artista que sobe no palco para cantar. Ele vai além disso. Temos o técnico de som, o pessoal dos camarins, a turma do teatro, os montadores de cenário, os grupos locais, uma grande cadeia que foi afetada nesse momento”, frisa. 

O texto aprovado traz auxílio, que será de R$ 600 pagos em três parcelas para trabalhadores da área cultural com atividades suspensas por conta da pandemia. A ajuda poderá ser prorrogada no mesmo prazo do auxílio emergencial do governo federal aos informais. Para receber a renda emergencial, os trabalhadores devem cumprir vários requisitos, como limite de renda anual e mensal, comprovação de atuação no setor cultural nos últimos dois anos, ausência de emprego formal e não ter recebido o auxílio governamental dos informais.


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11/07


2020

Fernando Rodolfo quer que Funpen combata pandemia

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) quer destinar 15% do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para ações de combate ao novo coronavírus enquanto durar a pandemia. Segundo o Projeto de Lei (2956/2020), de sua autoria, a distribuição do recurso será definida pelo Ministério da Saúde. Pela regra atual, é vedado o contingenciamento de recursos do Fundo. 

O Funpen iniciou o ano de 2020 com um orçamento previsto de R$ 308 milhões. Mas, até a última segunda-feira (6), esse valor já superava os R$ 537 mi. O que chama atenção, é que apenas 10% desse total foi pago. Para o autor do PL, é muito difícil que até o fim do ano o órgão consiga executar toda a receita. 

“Se ano passado ficaram R$ 108 milhões parados, esse ano deve sobrar ainda mais. A gente não pode permitir isso em um momento em que a saúde precisa tanto. O Fundo já possui recursos especificamente destinados ao combate do coronavírus e isso demonstra uma folga orçamentária que permite ampliar a destinação de recursos para a mesma finalidade”, completa o deputado Fernando Rodolfo. 

O parlamentar acrescenta que, apesar da realocação dos recursos, as atividades do Funpen, inclusive o enfrentamento da doença no interior do sistema penitenciário, não serão comprometidas com o repasse.


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