FMO janeiro 2020

30/05


2020

Recife virou capital dos escândalos, diz Patricia

A delegada e pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo Podemos, Patrícia Domingos, tem feito várias críticas a Geraldo Julio. Por meio de uma rede social, ontem, ela chegou a dizer que o prefeito aparenta querer transformar a cidade na "capital dos escândalos".

Nas últimas semanas, a Prefeitura do Recife tem estado no centro de um escândalo nacional, com uma série de denúncias que apontam irregularidades na compra de respiradores por dispensa de licitação. Isso resultou em uma operação da Polícia Federal.

Confira a nota abaixo:

"O prefeito parece empenhado em transformar a nossa capital do nordeste na capital dos escândalos. Dia após dia a população assiste atônita às infindáveis denúncias sobre as contratações irresponsáveis efetuadas pela Prefeitura do Recife, que vão de respiradores comprados em loja de produtos veterinários e testados apenas em porcos a contratações com empresas suspeitas de serem fantasmas.

Tenho realizado intenso trabalho de fiscalização e denúncia dessas atrocidades e hoje recebi com grande entusiasmo a notícia da operação da Polícia Federal sobre um dos fatos que denunciei.

Torço para que essa investigação seja concluída e os culpados sejam severamente punidos pelos seus atos, os quais demonstram total desprezo pela população recifense, que ainda hoje chora pelas tantas vidas perdidas enquanto o dinheiro público era utilizado de forma indevida."


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Fernandes

Ela é muito fraca, é só blá blá blá. Não tem densidade eleitoral.

Fernandes

Bom dia pra quem não tem culpa do que está acontecendo no Brasil.


Detra maio 2020 CNH

30/05


2020

A burocracia que mata

Por Efraim Filho*

No Brasil, pouco do que foi tentado, em termos de crédito para impedir o fechamento de empresas, funcionou. Dos R$ 40 bilhões previstos na MP 944, apenas 4% encontraram destino

O mundo inteiro tem usado a ferramenta do crédito rápido e barato para impedir o fechamento das empresas e, assim, minimizar ao máximo o problema da perda de emprego e renda durante a crise do Covid-19. No Brasil, apesar de iniciativas do Poder Executivo e do Congresso, essa questão ainda está mal resolvida, pendente de aperfeiçoamentos. Há necessidade de desburocratizar e simplificar a concessão dos empréstimos, vencendo o desafio de transformar linha de crédito em dinheiro efetivamente aplicado na vida real das empresas.

A solução é aperfeiçoar os nossos programas de crédito e inserir pelo Legislativo a previsão de 100% de garantia pelo Tesouro. Com detalhe importante, sem significar “dinheiro novo” ou aumento do déficit.

Pouco do que foi tentado até o momento funcionou, seja a Medida Provisória 944 ou a votação do Pronampe. A modelagem 85/15 – 85% do risco para o Tesouro e 15 % para os bancos – gerou resultados pífios e soluções quase residuais diante da crise instalada. O que vemos no atual cenário são bancos seletivos em disponibilizar vantajosas linhas de crédito a quem menos precisaria: as grandes empresas com amplo patrimônio e capazes de apresentar garantias sólidas. Por outro lado, há histórica resistência das instituições financeiras em conceder crédito para as micro, pequenas e médias empresas, motor da nossa economia e da geração de empregos.

Para aquelas de menor porte, sobra um alto spread bancário potencializado pelo aumento do risco de inadimplência que a própria crise representa. A operação então não se realiza, seja pela burocracia impeditiva ou pelas extorsivas taxas de juros. Ao empreendedor resta a desistência, ficando o crédito empoçado por quem deveria se esforçar em fazê-lo fluir. Dos R$ 40 bilhões previstos na MP 944, apenas 4% encontraram destino.

Mas o que pode ser feito para que o crédito chegue na ponta com a rapidez que o momento exige?

A garantia de 100% do risco das operações pela União, com o montante a ser emprestado limitado a 33% do faturamento das empresas no período pré-crise. É agilidade com um critério mínimo de responsabilidade, aspecto determinante para superar a burocracia impeditiva do nosso sistema financeiro e evitar o empoçamento das linhas de crédito. Com 100% de garantia do Tesouro e risco inexistente, as instituições financeiras, especialmente os bancos públicos, poderiam repassar o dinheiro com praticamente a mesma taxa Selic, atualmente em 3% ao ano, sem burocracia, acrescido de algum custo operacional residual, um verdadeiro sonho aos olhos do empreendedor nacional.

E atenção, não há flerte com a irresponsabilidade fiscal. Não se trata de “dinheiro novo” mas utilização das linhas de crédito já disponibilizadas pelo governo para fins similares, num total de cerca de 50 Bilhões previstos na MP 944 e no Pronampe, porém intocados devido a ineficácia do modelo adotado. Portanto, ao contrário do que os mais fiscalistas possam alardear num primeiro impacto, essa cobertura total será menos onerosa ao governo do que toda a procura por novos benefícios e transferências de renda que surgirão do desaparecimento em massa das empresas e perda de empregos e renda. O Governo não pode ser refém dessa visão de curto alcance, uma miopia financeira que o impeça de perceber que se perder o timing e deixar a economia sucumbir em um cenário de terra arrasada, o custo de reerguê-la será potencialmente maior.

Ao governo duas opções de futuro: a primeira, assumir o risco do financiamento da sobrevivência das empresas e eventualmente arcar com perda fruto da inadimplência, porém recuperar a maior parte do recurso emprestado; ou a segunda, mais adiante ter de realizar, a fundo perdido, socorro emergencial e resgate das empresas de pequeno porte tão essenciais ao ecossistema economicamente ativo. Essa decisão jamais pode se restringir a números de uma mera equação financeira. Ela tem contornos socioeconômicos, também é decisão política e requer o exercício da liderança de quem comanda os destinos de uma nação e tem o dever de apontar uma rota de saída para a crise: governo, Congresso e sociedade juntos.

O sacrificado empreendedor brasileiro fica a vislumbrar, tal qual o menor carente diante da vitrine do shopping, as linhas de crédito: tão perto, mas tão longe… nesse caso empoçadas nos bancos. Com o crédito garantido, a imensa maioria dos empreendedores irá sim se esforçar para se manter ativos, fazer a travessia dessa crise, cumprir seus compromissos, pagar o que deve e de forma honesta manter seu nome limpo. Partir do pressuposto que as empresas irão optar pela fraude, é igualmente negar a essência do empreendedorismo.

Aos criminosos, as sanções. Outro argumento crucial é de que a garantia de 100% das operações pelo Tesouro vai premiar o verdadeiro esforço de quem trabalha para produzir. Evitará a migração do resultado do setor produtivo para alavancar os lucrativos balancetes recheados do sistema financeiro, quiçá um os raros a apresentar resultados portentosos ao fim do ano.

Diante do exposto, a minha iniciativa e da FCS – frente parlamentar do Comércio e Serviço – será em trazer para o mundo real medidas como os 100 % de garantia pelo Tesouro, através da ação legislativa. Em tempos de Covid19, as regras atuais inibem o acesso das empresas de menor porte ao fôlego financeiro que poderia tirá-las da UTI e salvar o seu CNPJ. As empresas que felizmente ainda sobrevivem não podem mais esperar.

*Advogado e deputado federal eleito pela Paraíba. Lidera a bancada do Democratas na Câmara dos Deputados e preside a Frente parlamentar do Comércio e Serviços.


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Abreu e Lima - Maio

30/05


2020

Celso quer apuração de denúncia contra Eduardo

G1

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou na noite desta sexta-feira (29) ao procurador-geral da República, Augusto Aras, os autos de comunicação de crime formulada contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, por suposta prática de crime contra a Segurança Nacional.

No despacho, Celso, que é relator da suposta interferência do presidente na Polícia Federal (PF), após denúncia do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, afirmou ser "imprescindível, em regra, a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República, independentemente do Poder (Legislativo, Executivo ou Judiciário) a que tal agente se ache vinculado".

Celso de Mello também escreveu que "cabe ter presente, neste ponto, por oportuno, que o Ministério Público e a Polícia Judiciária, sendo destinatários de comunicações ou de revelações de práticas criminosas, não podem eximir-se de apurar a efetiva ocorrência dos ilícitos penais noticiados".

A medida é uma praxe, uma vez que o tribunal, ao receber uma notícia-crime, deve reportá-la às autoridades de investigação. A notícia-crime foi apresentada na quinta (28) pelo advogado Antonio Carlos Fernandes, do Ceará, e cita as declarações de Eduardo na live.


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Prefeitura do Ipojuca

30/05


2020

Na garupa da moto

Vez por outra, me pedem para contar histórias sobre a grande figura que é meu pai Gastão Cerquinha, 98 anos, comerciante e político por vocação, servidor público federal dos Correios e Telégrafos para completar a renda para a compra do pão que não faltava à mesa sempre farta em torno dos nove filhos em Afogados da Ingazeira.

Papai se virava nos trinta. Até lotérica teve. Quem entregava as cartelas das apostas era eu, procedentes de Arcoverde, cidade mais progressista, onde os cartões eram picotados. Na verdade, fui o filho cobrador, pois até as parcelas dos lotes vendidos por ele na área onde funciona hoje a sede social da AABB o escalado para bater na porta dos devedores era eu.

Papai fazia negócios com tudo e com todos. Vendia bode, bois, vacas, sítios inteiros. "Se ele pudesse, vendia até a mulher", ouvi muito essa frase de mamãe Margarida, que morreu sem ter a mínima noção dos rolos que meu pai se metia.

Certa vez, recebi um telefonema dele no ano em que promovemos uma grande festa em comemoração aos seus 90 anos. "Venha aqui para uma missão que eu só confio em você", ordenou. No dia seguinte, parti do Recife rumo à nossa Afogados da Ingazeira sem ter a mínima noção do tamanho da bronca.

Chegando lá, revelou que estava metido numa bronca com uma escritura de um terreno vendido a um cliente na vizinha cidade de Ingazeira, a 26 km. Não sou advogado, mas fui lá e depois de muitas negociações cheguei a bom termo.

Mas na saída, ao me despedir tomando um gole de um cafezinho quente, a surpresa de mais uma traquinagem do velho, já com 90 anos, vale a ressalva.

O cara olhou para mim e perguntou: "Você veio de moto também?" Respondi não e quis saber do porquê também. Ele não escondeu o que papai escondia dos filhos: "Porque seu pai esteve aqui há 15 dias e veio na garupa de uma moto". Quase tive um troço.


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30/05


2020

Justiça autoriza quebrar sigilo de secretário do Recife

Jornal do Commercio

A juíza da 36ª Vara Federal, Carolina Souza Matos, decretou a quebra do sigilo bancário pelo Banco Central e fiscal pela Receita Federal do secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, e de outros gestores da Prefeitura do Recife, além dos integrantes e das empresas da ‘Família Freire’, envolvidos no suposto contrato fraudulento dos respiradores da Juvanete Barreto Freire e da Bioex Equipamentos Médicos Odontológicos. No total são 16 pessoas e empresas que terão seus sigilos quebrados do período de 1º de janeiro de 2018 até o dia 18 de maio de 2020. A quebra do sigilo foi solicitada pelo Ministério Público Federal, que integra junto com a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) uma investigação sobre o caso dos respiradores, batizada de operação Apneia.

Com a determinação judicial de quebra do sigilo fiscal, o MPF e a PF poderão ter acesso a todas as informações das pessoas físicas e jurídicas investigadas nas bases de dados da Receita Federal e das Secretarias das Fazendas de Estados e Municípios entre 2018 e 2020. Isso inclui declarações de imposto de renda, notas fiscais de mercadorias e serviços, além de dados de importações de mercadorias. Já a quebra do sigilo bancário permitirá o acesso a todas as contas de depósitos, poupança, investimentos e outros bens. 

Do lado da PCR, além do secretário Jailson Correia também figuram na lista dos que tiveram o sigilo quebrado servidores que participaram de alguma forma do negócio com a Juvanete Barreto Freire, seja na contratação, na rescisão ou no pagamento. Todos os que terão suas movimentações investigadas fazem parte da Secretaria de Saúde do Recife, como a gerente de Monitoramento de Infraestrutura, Mariah Simões da Mota Loureiro Amorim Bravo, o gerente de Projetos Especiais, Paulo Henrique Mota Matoso, o diretor executivo de Administração e Finanças, Felipe Soares Bittencourt e a Gerente Geral de Finanças, Fernanda Emanuelle Arantes Castro da Silva.

A ‘Família Freire’ também teve a quebra dos sigilos autorizada: Juvanete Barreto Freire, Juarez Freire da Silva, Leonardo e Rodrigo Barreto Freire, além das várias empresas do grupo familiar, como Bioex, Cirúrgica Brasmed, Empresa Brasileira de Produtos Cirúrgicos e outras.


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Fernandes

Bom dia pra quem não tem culpa do que está acontecendo no Brasil.


Banco de Alimentos

30/05


2020

Coluna do sabadão

Judeu numa redação alucinada

A imprensa brasileira está de luto. Foi chamado à eternidade, ontem, ainda bem jovem, apenas 63 anos, o jornalista Gilberto Dimenstein, com quem dividi a mesma redação, a do Correio Braziliense na agitada década de 80 em que o País começou a fazer a travessia dos anos de chumbo para à abertura política lenta e gradual. Dimenstein era de família com o tronco e a raiz em solo pernambucano. Foi um dos mais talentosos jornalistas que convivi em Brasília, tendo como chefe Renato Riella, autor do texto que transcrevo abaixo.

“Para alguns, é a perda precoce de um jornalista famoso, de São Paulo. Para Magno Martins e para mim, é a perda de um grande profissional, que nasceu junto com a gente. Convivemos com ele, como irmãos, na década de 80, no Correio Braziliense, aqui em Brasília. A princípio, Gilberto frequentava a nossa redação “emprestado”. Tímido, cumpridão, bem vestido. Bonitão!

Trabalhava numa revista do velho judeu Macksoud, riquíssimo, que de vez em quando mandava Gilberto a Brasília para entrevistar alguém. E o jovem jornalista nos pediu humildemente para usar uma máquina de escrever e depois um telex, para passar matérias. O diretor de redação era Ronaldo Junqueira, recentemente falecido. Mas o comando estava, na verdade, nas mãos de Fernando Lemos (já falecido) e comigo.

Adotamos o meio estranho judeu, que parecia competente. Um dia, fizemos a ele uma proposta: “Largue tudo e venha trabalhar no Correio”. Topou! A princípio, alojamos ele no Hotel St. Paul, onde tínhamos permuta, até que pudesse alugar apartamento. Vivia solitário, quase sem conhecer ninguém no DF. Domingo de manhã, algumas vezes, comprava o Estadão e ia para minha casa, lendo calmamente a enorme edição à beira da piscina. Mas fugia antes do almoço, para não dar trabalho. Era muito educado.

Em pouco tempo, se tornou ótimo repórter de política e de Palácio do Planalto. Acabou casando-se em Brasília, onde montou uma ONG voltada para crianças. Um dia, resolveu ir embora, de volta a São Paulo, mas nas vezes em que nos encontramos demonstrou verdadeiro amor. Grande amigo. Lembro dele como o mais autêntico judeu com quem convivi: de usar aquele chapéu chamado de quipá.

Agora foi embora, levado por um câncer de pâncreas, que não escondeu de ninguém. Fica na história do jornalismo como um cara legal - o que é mais importante do que tudo. Junto com Magno Martins e outros colegas, sinto saudades de um ser humano muito discreto, que aceitou conviver na redação mais maluca e mais barulhenta do mundo. Ele apenas ria. Apenas curtia intimamente nossa alegria.

Que o Deus universal proteja Gilberto Dimenstein”.

Face pernambucana – O que admirava em Gilberto Dimenstein era o seu texto harmônico, primoroso e elegante. Como disse Riella, Dimenstein não era de muita conversa, mas de origem pernambucana se rendia, vez por outra, a uma prosa de redação comigo e com outro ilustre pernambucano, Vamireh Chacon, editorialista do Correio Braziliense, refinado intelectual como Dimenstein. Outra característica dele: um dos repórteres mais bem informados do Congresso. Cobria o Senado e, às vezes, furava o veterano Tarcísio Holanda, o nosso guru, também recentemente falecido.  Com o tempo, Dimenstein foi se apaixonando por uma causa nobre: as crianças do Brasil, a defesa do ensino básico e fundamental. Pena que a política acabou perdendo um grande repórter.

Caminho das pedras – Uma fonte garante que o que a PF colheu no Recife na operação na Secretaria de Saúde e na casa do secretário Jailson Correia é apenas a ponta do iceberg. O grande desafio será desvendar os R$ 191 milhões gastos na gestão dos hospitais de campanha. A segunda maior gastança, R$ 122 milhões, estaria no material hospitalar comprado, também sem licitação, para os hospitais que atendem pacientes com a Covid-19 e os de acampamentos, erguidos a todo de caixa pelo prefeito Geraldo Júlio. Em terceiro lugar, algo em torno de R$ 96 milhões, foi destinado, e precisam de investigação, na compra de equipamentos de proteção para os profissionais de saúde que atuam na rede de saúde do Recife.

Bomba – Conforme antecipei, ontem, no jornal O Poder, a bomba que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, em conflito aberto com o presidente Bolsonaro, soprou nos ouvidos de jornalistas em Brasília seria uma possível prisão de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, vereador no Rio. Ele teria provas de que o parlamentar carioca alimenta uma rede de mais de 1 milhão de sites e blogs pelo País pagos pelo Banco do Brasil, para defender o Governo e difundir as chamadas fakes news. Esse grande balaio de sites e blogs foi citado pelo jornalista Lauro Jardim na lista dos que terão seus pagamentos pelos anúncios suspensos pelo Banco do Brasil. O BB, segundo o jornalista, foi forçado a tomar tal decisão em cumprimento à ordem expressa pelo Tribunal de Contas da União. Para se chegar ao número de sites e blogs, a corte de contas teria recorrido às agências de propaganda que trabalham para o BB.

Forças armadas – Na entrevista que concedeu, ontem, ao Frente a Frente, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, propôs que as Forças Armadas recorram ao Artigo 142, da Constituição, para pôr fim à crise que vem se agravando entre Executivo e Judiciário: “Se o Supremo tiver razão no inquérito, que se afaste o presidente e assuma o vice Hamilton Mourão. Se, ao contrário, a razão estiver com o presidente, que sejam destituídos os 11 ministros do STF e nomeados igual número de substitutos”, pregou o líder trabalhista, adiantando ter plena certeza que essa causa será ganha pelo presidente da República, porque, segundo ele, o inquérito do ministro Alexandre de Moraes será arquivado por falta de provas e substância jurídica.

CURTAS

FACA E MACHADO – Sobre a invasão pela Polícia Federal ao seu apartamento, no Rio, Jefferson disse que foi uma tentativa do ministro Alexandre de Moraes de intimidar, constranger e censurar, e mostrou-se disposição para brigar: “Ele, o Alexandre, bateu na porta errada. Se acha que vai me intimidar, está enganado. Para essa briga, já estou com a faca nos dentes e o machado nas mãos. Não é um trapo rasgado da toga dele que vai me calar”, disse, adiantando que o ministro comprou a contenda com o “cara errado”. Roberto Jefferson disse, ainda, que Alexandre de Moraes é um ministro desmoralizado, que não impõe respeito a quem quer que seja. “Um cara que foi advogado do PCC, o maior grupo de meliantes e traficantes do País, não merece respeito. Vai apanhar duramente de mim”, afirmou.

CABO NA FRENTE – Após divulgar a antecipação de feriados de junho para aumentar o isolamento social e tentar conter o avanço do novo coronavírus, o prefeito do Cabo, Lula Cabral (PSB), anunciou, ontem, que permitirá a retomada gradual das atividades econômicas, a partir da próxima quinta-feira. Lula vai autorizar a abertura do shopping, igrejas e academias de ginástica. Diante do anúncio, o Governo do Estado informou, por meio de nota, que “não liberou o comércio ou qualquer outra atividade em municípios do interior ou da Região Metropolitana do Recife. Ainda na nota, informa que tem um plano de retomada da economia, mas os detalhes só serão apresentados na próxima segunda-feira.

COLLOR A LIVE – O ex-presidente Fernando Collor, hoje senador por Alagoas pelo PTB, confirmou, ontem, que participa da live deste blog pelo Instagram da próxima quinta-feira, às 19 horas. Na terça, conforme noticiei ontem será o presidente do Tribunal de Contas da União, o pernambucano José Múcio Monteiro. Uma semana que promete. Ambos há muito tempo não dão entrevistas exclusivas.

Perguntar não ofende: Dá saudade do Recife em que seus prefeitos sempre apareciam na liderança em todos os rankings de avaliação do Datafolha?


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Comentários

Fernandes

Investigações contra Lula na Lava Jato, a direita ia ao delírio. Investigações na Fake News contra Bolsonaro, a direita surta! KKKKKKKKKKKKKKKk

Fernandes

Acabou a briga vamos fazer assim: Quem tem cérebro é de esquerda, quem tem hemorroida é de direita. Amém.

Fernandes

Filhos do presidente estão envolvidos em corrupção, milícias digitais e milícias comuns, diz Delegado Waldir.

Fernandes

Alexandre de Moraes, um herói brasileiro.

Wellington Antunes

Para o pobre de direita, mamador da mamadeira de piroca, hoje é 30 de maio de 1964.


Prefeitura de Serra Talhada

29/05


2020

Collor vai fazer a live do blog da quinta

O ex-presidente Fernando Collor de Melo, hoje senador pelo PTB de Alagoas, acaba de confirmar sua presença na live pelo Instagram deste blog na próxima quinta-feira, 4. Na pauta, a crise nacional, o conflito entre o Governo e o Judiciário e os efeitos da pandemia do coronavírus.

Recentemente, ele usou as redes sociais para pedir desculpas ao povo brasileiro pelo confisco na poupança pela então ministra Zélia Cardoso de Melo no chamado Plano Collor, assunto que também será abordado. A live está marcada para às 19 horas.

Na próxima terça, o convidado é o presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro, no mesmo horário. A semana promete!


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O Jornal do Poder

29/05


2020

Gonzaga defende prorrogação do auxílio emergencial

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) voltou a defender a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600, que hoje tem previsão para três meses. De acordo com ele, se a crise continuar, esse valor será fundamental para ajudar várias famílias que estão sendo afetadas por causa da covid-19.

“Precisamos estudar uma forma de amparar os trabalhadores que hoje dependem do auxílio emergencial para enfrentar esse período de pandemia que deve durar mais de três meses. Essa é uma solução até que os brasileiros possam retomar integralmente suas atividades”, argumentou.

O socialista lembra que essa medida não é apenas uma questão econômica, mas sim de saúde pública. “O cidadão só pode ficar em casa se ele tiver condições para isso”. E completou: “Não é um momento fácil para ninguém, por isso, o governo precisa fazer sua parte, encontrar alternativas e soluções para ajudar os brasileiros a enfrentar esse desafio”.


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Shopping Aragão

29/05


2020

Ouça a entrevista de Roberto Jefferson

Em entrevista ao Frente a Frente, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, sugeriu a interferência das Forças Armadas para solucionar a crise entre os Poderes em Brasília. Jefferson ainda comentou sobre a operação da Polícia Federal na última quarta-, na qual foi alvo. Ouça a entrevista na íntegra.


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