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18/10


2019

Bolsonaro: "Vão falar que botei fogo em Notre-Dame"

Em live ao lado de Luciano Hang, dono da Havan, presidente não cita crise do PSL e promete terminar 2022 com menos de 10 milhões de desempregados.

Foto/fonte: ocafezinho

Da Veja - Por Diego Freire

 

Em live nas redes sociais nesta quinta-feira 17, ao lado de Luciano Hang, empresário dono da rede varejista Havan, Jair Bolsonaro voltou a provocar o presidente francês Emmanuel Macron, com quem se indispôs publicamente nos últimos meses por divergências sobre a preservação da Amazônia. Após Hang criticar que recaísse sobre o presidente brasileiro a responsabilidade por queimadas na floresta, Bolsonaro ironizou: “cuidado que vão falar que eu que botei fogo em Notre-Dame“.

O assunto veio à tona depois de Bolsonaro relembrar sua participação na Assembleia-Geral das Nações Unidas, em setembro, e dizer que foi criticado por “alguns países que queriam que o Brasil continuasse com sua política de demarcação de terras indígenas”. Segundo o presidente, líderes internacionais propunham demarcar 20% do território nacional como reserva indígena, o que, nas palavras dele, iria “acabar com o Brasil”. Bolsonaro, então, se disse vítima de uma campanha de difamação na área ecológica.

Concordando com o presidente, Luciano Hang narrou um caso: “um americano amigo meu ligou contando sobre um incêndio ambiental [na Califórnia]. E eu disse a ele: ‘chama o Macron, ele que vá lá apagar'”. Na sequência, o empresário fez um paralelo entre as queimadas. “Não disseram que o Bolsonaro tinha botado fogo na Amazônia? Agora é o Trump que está botando fogo ali?”, questionou.

Bolsonaro respondeu de forma irônica, citando o incêndio que danificou a histórica catedral francesa: “cuidado que vão falar que eu que botei fogo em Notre-Dame”. Classificando a situação como “um absurdo”, Hang completou: “e Notre-Dame tinha o rio ali do lado, era só apagar”.
“Acidentes, catástrofes e problemas qualquer país tem, mas a maneira como o chefe de Estado tratou o Brasil… inclusive, duvidando da nossa soberania, serviu para alguma coisa: despertar o sentimento patriótico do povo brasileiro”, concluiu Jair Bolsonaro, fazendo novamente referência a Macron.

Ao longo da live, de pouco mais de 20 minutos, o presidente não comentou a crise política envolvendo seu partido, o PSL, agravada nesta quinta. Mais cedo, o líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (GO), afirmou, em áudio obtido por VEJA, que vai “implodir” o presidente da República, a quem chamou de “vagabundo”. A declaração de Waldir ocorre após Bolsonaro ter articulado a troca na liderança da sigla na Casa. Waldir daria lugar a Eduardo Bolsonaro (SP).

Sem mencionar política, a conversa entre Bolsonaro e Hang girou em torno de medidas econômicas. O presidente prometeu terminar seu mandato, em 2022, com “menos de 10 milhões de desempregados” no Brasil [dados mais recentes apontam cerca de 13 milhões nessas condições].


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Detran

18/10


2019

Congresso promove doação de mechas de cabelo e lenços

Outubro Rosa

Congresso Nacional promove doação de mechas de cabelo e lenços como parte das ações do Outubro Rosa.

Valter Campanato/Agência Brasil                                                            Foto: www.camara.leg.br

Por Agência Câmara de Notícias

 

Nesta quinta-feira (17), no Espaço Ivandro Cunha Lima do Senado Federal, a ação beneficente Liga do Bem realizou cortes gratuitos para incentivar a doação de mechas de cabelo de no mínimo 10 centímetros para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Mama, instituição que dispõe de estrutura para montagem de perucas. A iniciativa faz parte da campanha das ações do Outubro Roda no Congresso.
O cabelereiro Djalma Dias acredita que essa solidariedade pode ajudar mulheres que estão passando pelo tratamento do câncer. “Eu participo também das entregas das perucas, cortando o cabelo dessas mulheres já com a peruca no lugar. É muito gratificante. ”
A secretária Fernanda Gadelha compartilha do mesmo pensamento. Diagnosticada com câncer de mama aos 35 anos, e feliz em poder doar, acha a iniciativa um gesto nobre, que pode transformar a vida de outra pessoa, além de elevar a autoestima. “Eu já passei pelo tratamento e hoje estou com um cabelo grande ao ponto de poder cortar para ajudar outras mulheres. Ajuda muito mais a mim do que a elas. ”

A servidora Kivia Gomes fez questão de realizar a doação de seus cabelos. Ela já presenciou de perto o tratamento e disse que a pior parte é a perda do cabelo. “Eu tenho um familiar que já teve câncer de mama duas vezes então eu estou muito feliz em poder ajudar.”

A campanha do Outubro Rosa é realizada anualmente para a conscientização sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante todo o mês de outubro a Câmara está iluminada de rosa em alusão à campanha.

 

Liga do Bem

A Liga do Bem, que reúne servidores do Senado, está promovendo também no mês de outubro a campanha de doação de lenços. Há pontos de coleta na Câmara dos Deputados. Após serem esterilizados pelo Instituto Hospital de Base, os lenços serão distribuídos para pacientes com câncer e crianças hospitalizadas.

Para a voluntária Patrícia Seixas, a ação é uma abordagem positiva, focada na recuperação e superação das mulheres que sofrem com a doença. “A gente trabalha com a autoestima dessas mulheres. Se com um lenço elas já ficam felizes, imagina com um cabelo".

As iniciativas do Outubro Rosa são promovidas pela Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados e pela Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal.


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13° Bolsa Familia

18/10


2019

Bolsonaro sanciona lei com crédito suplementar

Lei vai atender ministérios

Bolsonaro sanciona lei com crédito suplementar para ministérios. R$ 3 bilhões irão para Saúde, Desenvolvimento Regional e Defesa.

José Cruz/Agência Brasil

Agência Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (17) a lei que remaneja pouco mais de R$ 3 bilhões do Orçamento Fiscal da União em benefício de órgãos do Poder Executivo. Dentre os órgãos que receberão esse crédito suplementar, estão os ministérios do Desenvolvimento Regional (R$ 1 bilhão), da Saúde (R$ 732 milhões) e da Defesa (R$ 541,6 milhões).

Os recursos eram originalmente destinados à educação e à infraestrutura. O Ministério da Educação perdeu cerca de R$ 1,16 bilhão, no entanto ainda receberá R$ 230 milhões desse valor, redirecionados para a própria pasta. O Projeto de Lei foi aprovado pelo Congresso Nacional em sessão conjunta realizada em 9 de outubro.

“O crédito aprovado será financiado a partir do cancelamento de dotações orçamentárias, não gerando custo adicional aos cofres públicos. Por se tratar de simples remanejamento de dotações, a Lei não afeta o cumprimento do Teto de Gastos nem a obtenção de resultado primário”, disse o Palácio do Planalto, em nota.


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Prefeitura de Limoeiro

18/10


2019

Quadrilhão: MP pede absovição de Lula, Dilma e Palocci

"Quadrilhão do PT"

Ex-ministro Guido Mantega e ex-tesoureiro Vaccari Neto também são acusados de integrar organização criminosa para desviar dinheiro público da Petrobras.

Foto: Agência Brasil

Por Redação da Veja

 

O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília se manifestou, nesta quinta-feira, 17, pela absolvição sumária dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, dos ex-ministros Guido Mantega e Antônio Palocci, e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, na ação penal conhecida como “Quadrilhão do PT”.

Os cinco respondem na Justiça Federal de Brasília pelo crime de organização criminosa. A acusação é de 2017, e foi oferecida ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo então procurador-geral Rodrigo Janot. À época, Janot afirmou que os petistas receberam 1,48 bilhão de reais em propina, e comandaram uma organização criminosa que lesou a Petrobras.

Além das supostas vantagens ao PT, a denúncia sustenta que Lula, Dilma, ministros e demais agentes ainda teriam colaborado para que outras três “quadrilhas”, a do PP, a do “MDB do Senado” e a do “MDB da Câmara”, recebessem recursos da Petrobras. Os desvios teriam chegado a 391 milhões de reais, no caso do PP; 864 milhões, no MDB do Senado; e 350 milhões de reais, no MDB da Câmara.

Quando enviada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, ao Distrito Federal, a peça chegou a ser endossada pela Procuradoria, e recebida pelo juiz federal Vallisney de Oliveira, que abriu ação penal. O magistrado, inclusive, terá que decidir se arquiva, ou não, o caso.
Em sua decisão, a procuradora Marcia Brandão Zollinger afirma que “há, de fato, narrativas de práticas criminosas que estão sendo apuradas em processos autônomos, mas do conjunto das narrativas não se pode extrair, com segurança, que haveria uma estrutura organizacional estável integrada por Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, Antonio Palocci Filho, Guido Mantega e João Vaccari Neto, tampouco que a união desses atores políticos tivesse o propósito de cometimento de infrações penais visando um projeto político de poder”.

A procuradora afirma, ainda, que a “imputação de organização criminosa sem os elementos do tipo objetivo e subjetivo, provoca efeitos nocivos à democracia, dentre elas a grave crise de credibilidade e de legitimação do poder político como um todo” e que, por isso, “não pode o Ministério Público insistir em uma acusação cujos elementos constitutivos do tipo penal não estão presentes”.


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18/10


2019

Governo: operação no mar recolhe 1,2 mil litros de óleo

Operação em alto-mar recolhe ao menos 1,2 mil litros de óleo, diz governo de Pernambuco. Manchas de petróleo voltaram a aparecer no Litoral Sul, nesta quinta (17). Substância também foi identificada na foz do Rio Una, em São José da Coroa Grande.

Do G1 - PE - TV Globo

 

Ao menos 1,2 mil litros de óleo foram recolhidos em alto-mar, nesta quinta-feira (17), pela força-tarefa montada para diminuir o impacto das manchas de petróleo que atingem a costa do Nordeste desde abril. A informação foi divulgada, à noite, pelo governo de Pernambuco. O estado também disse que uma mancha de um metro de diâmetro foi identificada na foz do Rio Una, que nasce em Capoeiras, no Agreste.

A mancha recolhida estava no mar de São José da Coroa Grande, no Litoral Sul de Pernambuco. A cidade fica na divisa com Alagoas e, antes do aparecimento da substância nesta quinta, foi a última localidade pernambucana a registrar o problema, em 25 de setembro. Durante a tarde, parte da mancha foi recolhida na praia.

A partir da sexta-feira (18), segundo o governo, fica instituída uma Sala de Situação no Palácio do Campo das Princesas, no Centro do Recife, para monitorar as manchas de óleo. O trabalho é feito utilizando helicópteros e embarcações.

A Sala de Situação reúne representantes das Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado, da Defesa Civil e da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), que atuam no caso. Nesta quinta, o trabalho do governo envolveu 70 pessoas, mas o número deve chegar a 200, na sexta.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, parte da mancha que flutuava no mar de São José da Coroa Grande foi interceptada. Mesmo assim, a sustância chegou à praia e foi removida por voluntários e órgãos governamentais, com a ajuda de uma retroescavadeira.

"A gente se propôs, hoje, a fazer um trabalho de identificação da mancha, que ainda estava em Alagoas, e no monitoramento vimos que poderia chegar a Pernambuco. Além disso, a ideia era interceptar essa mancha ainda em alto-mar e a gente conseguiu fazer isso hoje. Fizemos a coleta dessa mancha através de boias e um arraste, para que ela não se espalhasse nas praias do litoral pernambucano", afirma Bertotti.

Ainda segundo Bertotti, o esforço deve ser realizado para evitar que a mancha atinja os bancos de corais, para não danificar ainda mais o ecossistema existente nessas estruturas e para evitar que o petróleo se disperse ainda mais. O secretário cobrou mais atuação do governo federal no caso.

"A gente só conseguirá ter uma previsão disso [resolução do caso] quando o governo federal conseguir identificar qual é a fonte causadora de problema. Até lá, a gente trabalha com o risco de manchas, mas também com uma grande certeza, de que é absolutamente necessário que o governo federal cumpra esse plano e identifique de onde vem essas manchas", declara o secretário.


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Magno coloca pimenta folha

18/10


2019

Filhos de Bolsonaro são distituídos de diretórios do PSL

Flávio e Eduardo Bolsonaro são destituídos de diretórios do PSL. Embora Luciano Bivar tenha afirmado que não assinou as destituições, o deputado federal por SP não tem acesso ao sistema do partido desde a segunda-feira 14.

Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados // Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – Foto: Pedro França/Agência Senado

Por Da Redação da Veja


Os filhos do presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), foram destituídos dos comandos dos diretórios do Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

Segundo o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP), ambos foram desligados nessa semana. Desde segunda-feira, Eduardo não tinha mais acesso ao sistema do partido. O partido também lhe tirou uma senha que possibilitava a ele operar o sistema da legenda.

O presidente do partido, Luciano Bivar, no entanto, disse que ainda não assinou as destituições. “Está tudo em processo lá no partido, mas não assinei nada”, afirmou.

As destituições são mais um capítulo da crise interna do partido que opõe parlamentares que apoiam Bivar aos aliados do presidente da República.

Como revelou o Radar, na manhã desta quinta-feira, 17, o grupo de bolsonaristas do PSL sofreu uma dura derrota com a consolidação do deputado Delegado Waldir (PSL-GO) como líder da bancada na Câmara. A estratégia de protocolar duas listas com um pedido de destituição de Waldir e a nomeação de Eduardo para o cargo falhou.

Bolsonaro havia atuado pessoalmente para tentar derrubar Waldir. Em áudio vazado, ele pediu a parlamentares da sigla que assinassem a lista para destituir o deputado e apoiassem o nome do seu filho, Eduardo, para o posto. O pedido foi gravado por um deputado não identificado.

Em outro áudio vazado, obtido por VEJA, Waldir afirmou, em reação à articulação de Bolsonaro, que vai “implodir” o presidente da República. “Eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele. Eu tenho a gravação. Não tem conversa. Não tem conversa, eu implodo o presidente. Acabou. Acabou o cara. Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo. Eu votei nessa p., eu andei no sol em 246 cidades, andei no sol gritando o nome desse vagabundo”, disse o líder do partido.

Também nesta quinta-feira, Bolsonaro retirou a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) da liderança do governo no Congresso. O substituto no cargo será o senador Eduardo Gomes (MDB-TO). Ele é vice-líder do governo no Senado atualmente. Em entrevista a VEJA, Hasselmann disse que o gabinete da presidência se transformou em “instrumento de coação”.

“O presidente chama e diz "tem que assinar, se não quiser assinar não tem problema, mas está contra mim". Essa transformação do gabinete da presidência em instrumento de coação, eu não concordei com isso, não assinei a lista [pró-Eduardo], assinei a outra e sabia que teria consequências”, relata Joice Hasselmann, que lembra ter sido o próprio Eduardo Bolsonaro quem defendeu a escolha de Waldir para a liderança do partido na Câmara, no início da atual legislatura.

Sobre o áudio em que Delegado Waldir diz que vai “implodir” Bolsonaro, a deputada afirma que é uma “bobagem”. “Bobagem por bobagem, o presidente disse muitas frases que pegaram muito mal. Não dá pra condenar um deputado que falou uma frase que foi infeliz”, pondera.

(Com Estadão Conteúdo)


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18/10


2019

Gilmar defende revisão de leis "oportunistas"

Gilmar Mendes defende revisão de leis "oportunistas" em palestra no Senado.

Jonas Araújo/Senado Federal-Fonte: Agência Senado

Da Agência Senado

 

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu, em palestra realizada nesta quinta-feira (17), no Senado, a necessidade de revisar leis "oportunistas", criadas no auge de crises políticas agudas recentes, e que hoje, segundo ele, causam grandes problemas para o país.

— Leis oportunistas, como a de Improbidade Administrativa (Lei 8.429, de 1992), geram grande instabilidade e esse é o momento de fazer reflexão madura a esse respeito — afirmou o ministro a uma plateia de advogados, diretores e servidores do Senado que lotaram o auditório do Interlegis.

Por leis oportunistas, Gilmar se referiu àquelas criadas por influência de corporações em momentos de crise nas quais se verifica debilidade do sistema político. Ele citou como exemplo a Lei da Ficha Limpa (Lei 135, de 2010), aprovada em meio a grande clamor público, mas que, na opinião dele, tem diversas fragilidades.

— O combate à criminalidade há se der feito sem cometer crimes — destacou, criticando ainda o que considera excessos e arbítrios na apuração de denúncias, inclusive no âmbito da Operação Lava Jato.

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que solicitou a realização do evento, elogiou a iniciativa do Interlegis/ILB, órgão de capacitação do Senado destinado a difundir o conhecimento produzido no Legislativo, em fomentar a pesquisa sobre temas contemporâneos. Para ele, essas atividades também qualificam cada vez mais o corpo funcional do Poder Legislativo. Segundo o senador, o momento é de busca do diálogo e da mediação, que devem se sobrepor às rivalidades e radicalismos políticos.

— É fundamental trazer outros poderes, a academia, as instituições, as entidades para dentro do processo legislativo, que não pode ser concebido a partir de rede social. É preciso amadurecimento científico para se fazer leis adequadas ao nosso país — declarou o senador.

O diretor-executivo do Interlegis, Márcio Coimbra, defendeu a realização pelo órgão de estudos científicos que possam subsidiar os senadores na elaboração de políticas públicas. Ele agradeceu ao primeiro-secretário do Senado, Sérgio Petecão (PSD-AC), sem o qual, disse, o trabalho do Interlegis não existiria, e ao presidente, Davi Alcolumbre (DEM-AP), por fornecer total liberdade aos temas que são abordados pelos grupos de estudo. Segundo Coimbra, a criminalização da política pode ser também a criminalização da democracia.

— O Parlamento tem essa função fundamental de fazer da política um instrumento de construção da institucionalidade brasileira — afirmou.

Com informações do Interlegis/ILB

Fonte: Agência Senado


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Comentários

ROGÉRIO ALVES

SAFADO!!!



17/10


2019

TJPE nega pedido de Meira e prefeito seguirá preso

Por 10x0, os desembargadores do Tribunal de Justiça de Pernambuco negaram, nesta quinta-feira (17), um pedido de relaxamento da prisão do prefeito afastado de Camaragibe, Demóstene Meira. Com isso, o petebista seguirá preso no Cotel, onde está desde junho, quando saiu de sua residência algemado pela polícia. Meira tentou em vão sair da cadeia para prisão domiciliar usando tornozeleira eletrônica. Na próxima terça-feira (22), os vereadores de Camaragibe devem votar o pedido de Impeachment do prefeito afastado, cujo voto do relator já foi pela cassação do petebista. Em decorrência desse cenário, está quase que impossível o retorno do petebista ao cargo.


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