Faculdade de Medicina de Olinda 2

21/10


2019

FMO qualifica equipe na linguagem dos surdos

Orgulho de Olinda e referência na qualidade do ensino de Medicina no Nordeste, a FMO – Faculdade de Medicina de Olinda – tem pautado sua agenda na qualificação e reciclagem permanente do seu quadro funcional. Inacio Neto, à frente da instituição, tem olho no futuro, ação de visionário e voo de águia.

Sua última investida na equipe foi aplicar o curso de LIBRAS, tradução e interpretação da língua brasileira de sinais. Desde a sua criação, em 2005, tem contribuído para a aprendizagem, o uso e a difusão de LIBRAS, promovendo a qualificação de profissionais e ampliando a sua inserção no mercado de trabalho.

Além de atender aos objetivos da legislação vigente, que reconhece a LIBRAS como a língua materna do surdo, o curso contribui para a eliminação de barreiras da comunicação, possibilitando a inclusão das pessoas surdas no meio social, garantindo-lhes direitos de cidadania, atenção às suas necessidades básicas de comunicação e ao acesso à educação de qualidade.

O tradutor e o intérprete de LIBRAS se constituem como referências profissionais para garantir a acessibilidade da pessoa surda, daí a importância de que muitas pessoas, dos mais diversos segmentos, tenham o domínio da Língua Brasileira de Sinais, não restringindo o seu uso e entendimento aos espaços educacionais, mas que a comunicação se torne uma realidade em diferentes situações da vida em sociedade. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Detran

21/10


2019

Os detonautas da Família Trapo

À moda de Adélio e em nome da transparência, o Capitão 17 deu uma facada no bucho do PSL, revela o bicho-grilo Adalbertovsky em sua cantoria no alto das montanhas da Jaqueira. “Os detonautas pupilos do Capitão entram em ação e as tripas gaiteiras do governo estão sangrando. Esta é uma faca de dois legumes, os legumes da Nova Política e os legumes da Velha Política. Eis a Novelha Política. Ao tempo em que dá uma facada no bucho do PSL, o Capitão Marvel preserva figuras notórias do governo enrascadas até o talo da macaxeira em casos mal-assombrados”.

“Nos tempos gloriosos da Família Trapo, de Ronaldo Golias e Jô Soares, o personagem Bronco era inocente. Hoje os detonautas pupilos do Capitão Marvel são cobras mal criadas. O detonauta Zero 02 detona a liderança na Câmara dos Deputados e a líder Joice Hasselmann. Zero 02 ridiculariza Hasselmann, chamada de Peppa Pig, a porquinha cor de rosa do seriado americano, por ser rechonchuda. Bate-rebate: “Nem-nem, menino mimado, nem líder nem embaixador”.

“O destino do Capitão 17 nas mãos dos seus detonautas é a dança da solidão. Esta dança acende a teoria das “aproximações sucessivas” do vice-presidente general Mourão. No tratamento antidrogas existe a técnica de redução de danos. A onda do Capitão Marvel foi adotada como tratamento de choque para redimir o País da droga vermelha. Se o Capitão Marvel tiver juízo convém dar uns cascudos nos seus detonautas para espantar a dança da solidão e navegar na derivada positiva”. A cantoria do bicho-grilo Profeta-raiz Adalbertovsky está publicada no Menu Opinião.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Família de vigaristas, diz Frota sobre o clã o Bolsonaro.


13° Bolsa Familia

21/10


2019

Coluna desta segunda na Folha

Interpretava Arraes até pelos lábios

Morreu, ontem, o coronel Luiz Pinto, 61 anos, um dos ajudantes de ordem mais politizados e jeitosos que já conheci. Era o auxiliar da maior confiança do ex-governador Miguel Arraes, a quem interpretava até pela leitura labial. Certa vez, fui a Belo Horizonte cobrir uma reunião de governadores.

Chegando lá, atrevido, pedi uma carona no jatinho até Brasília. Ele olhou enviesado e sapecou: “Se você se comportar direito, posso pensar no assunto”. Era o sim, Arraes falava por parábolas. No voo, Luiz serviu a primeira dose de uísque ao velho cacique. De dicção péssima, entre um trago e outro, danou-se a falar mal de Jarbas.

Eu só compreendia o nome. Ele ria da história e eu também, disfarçando, porque não entendia patavinas. Na chegada, Arraes me chamou na presença do coronel e advertiu que a conversa era off. “Não se preocupe, doutor Arraes, a gente só escreve o que entende”, sapequei, bem-humorado. O velho e o coronel reagiram com uma sonora gargalhada.

Expulsão histórica – Foi ainda o coronel Luiz Pinto, ultimamente servindo à segurança de dona Madalena, viúva de Arraes, que me socorreu de um grande vexame.  Arraes não tolerava minha presença nas coberturas de suas visitas a Brasília e, certa vez, me expulsou de um encontro num hotel. De fala mansa, Luiz dobrou Arraes e pude acompanhar a reunião à distância, apesar do constrangimento.

Nem sobrevoo – Passados dois meses, o Governo Bolsonaro está mais perdido do que cego em tiroteio para conter o vazamento de petróleo cru nas praias nordestinas. Se o desastre ecológico tivesse ocorrido no Rio e não no Nordeste, reduto que ainda enxerga como lulista, Bolsonaro já teria sobrevoado as áreas atingidas. Isso mostra que não tem noção da função dele.

Atrapalhado – As providências tomadas até agora foram em função de provocação do Judiciário, porque o Governo reage ao que acontece de forma ineficiente. As manifestações por meio do Ibama deixam claro, igualmente, que o Governo não sabe o que está acontecendo de fato e sua extensão calamitosa. São sabe a origem do vazamento, se foi um acidente ou um ato criminoso.

Sem provas – O Governo acusou a Venezuela antes de apurar. Chegou a dizer que foi uma ação criminosa, um dolo, vontade consciente de cometer o crime. Não tem amparo ainda para concluir isso, porque só o MP poderia levantar tal suspeitas mediante uma ampla investigação.

Responsabilidade – Tudo que foi feito nas praias se deu por determinação judicial dos governos estaduais e do MP. Independentemente da origem do vazamento, esse é o tipo de situação em que a responsabilidade é da União, que deveria ter pedido à justiça o isolamento dos rios por barragens.

NO MDB – Não será surpresa a travessia do prefeito de Olinda, Professor Lupércio, do Solidariedade para o MDB. Enfrenta dificuldades de montar uma aliança que garanta tempo de televisão e base eleitoral para arrebatar a reeleição. Além disso, reclama da falta de apoio do Estado.

Perguntar não ofende: Como o ministro Sérgio Moro tratará o governador, hoje, na programação de Paulista, depois das ofensas de Bolsonaro?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Exclusivo: Bolsonaro diz que o PSL é uma Quadrilha. O PSL diz que Bolsonaro é um Bandido. E eu concordo com os dois!

Fernandes

MP pede investigação sobre farra do cartão corporativo de Bolsonaro. O procurador Lucas Furtado pediu ao TCU a abertura de um processo para investigar o aumento dos gastos com cartões corporativos da presidência no governo Bolsonaro. Ele disse: a gravidade da situação assoma em importância na medida em que tais gastos são classificados como sigilosos, o que não permite ao cidadão comum aferir a pertinência e a necessidade desses dispêndios.

Fernandes

Malafaia chama Bolsonaro de direita radical e inábil para presidência.

marcos

Já que Lula se diz inocente, por que não processa os Odebrechts?

marcos

O nosso Mito sem o PSL é o Presidente da República, o PSL sem o nosso mito não é porra nenhuma. Eu votei no mito, não no PSL. Jair Bolsonaro sai dessa merda logo!


Prefeitura de Limoeiro

21/10


2019

Líder: Eduardo embaixador dependerá do humor no Senado

Aprovação de Eduardo Bolsonaro para embaixada dependerá do 'humor' no Senado, diz líder

Do Blog da Andréia Sadi

 

O novo líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou ao blog acreditar que a crise no PSL não deve atrapalhar a eventual indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada em Washington (EUA). Ele acrescentou, contudo, que a aprovação dependerá do "humor" dos senadores.

Embora Bolsonaro ainda não tenha formalizado a indicação, tem dito desde julho que a fará. Eduardo Bolsonaro assumirá a embaixada se aprovado pelo Senado.

"Depende do humor do Senado, da desenvoltura no trabalho do Senado pelo Eduardo. A crise do PSL não atrapalha, eu acho, porque é localizada, é uma questão partidária. Até porque na condição de embaixador ele deixa o partido e o mandato, então não interfere. A indicação depende do trabalho dele no Senado", afirmou o senador.

Para Gomes, o líder do governo no Congresso deve concentrar a atuação na "busca de convergência" em torno de projetos de interesse do governo e do Estado.

O senador assumiu o posto quando Bolsonaro decidiu retirar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) da função. Ela apoiou uma lista que mantinha o deputado Delegado Waldir (PSL-GO) no posto, enquanto Bolsonaro tentou colocar o filho Eduardo no lugar.

"[Na função de líder] não sobra tempo para outras brigas, sou ruim de briga. Se fosse para brigar, fazia UFC. Além disso, tenho ótimo relacionamento com o presidente Davi e com Rodrigo Maia, pilares dessa construção", declarou o senador ao blog.

Confira a íntegra aqui: Aprovação de Eduardo Bolsonaro para embaixada ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/10


2019

Persiste a crise no PSL

Foto: Jorge William, Daniel Marenco, Cleia Viana e Luis Macedo / Agência O Globo e Agência Câmara

Do G1

 

Em mais um capítulo da crise entre Bolsonaro e o PSL, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que o Palácio do Planalto pressionou deputados para tentar dar um "golpe" no PSL. Procurada, a assessoria da Presidência da República informou que não comentará o caso.

No sábado, Eduardo Bolsonaro e Joice Hasselmann trocaram ofensas pelas redes sociais. Ainda no sábado, Eduardo disse que Bolsonaro não pode estar sujeito à "bipolaridade" do líder do PSL, Delegado Waldir.

Ao blog da Andréia Sadi, o novo líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), disse acreditar que a crise não deve atrapalhar a eventual indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada em Washington (EUA). Ele acrescentou, contudo, que a aprovação dependerá do "humor" dos senadores.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Magno coloca pimenta folha

21/10


2019

Descarga de óleo cru de Petróleo em Paiva

A imagem, reproduzida  da lente do jornalista Jair Pereira, mostra como amanheceu, hoje, a praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho. Alguém tem dúvidas de que chegará também em Boa Viagem? A extensão do vazamento, o problema e suas consequências são maiores do que as inadvertidas autoridades possam imaginar. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner de Arcoverde

21/10


2019

Terceiro nome para liderar PSL na Câmara ganha força

Há insatisfação com Delegado Waldir mesmo entre seus aliados; parlamentares defendem nome alternativo ao de Eduardo
 Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil

O Globo

 

A briga pela liderança do PSL na Câmara, protagonizada na semana passada pelos deputados Delegado Waldir (GO) e Eduardo Bolsonaro (SP), vai continuar nos próximos dias. Há insatisfação com Waldir, que é o atual líder, mesmo entre seus aliados, o que pode levar à escolha de um terceiro nome. Mas os apoiadores de Eduardo insistem que o filho do presidente ainda é o mais indicado para a tarefa, mesmo após as tentativas frustradas de tomar o cargo de Waldir.

O deputado Coronel Tadeu (SP), que na semana passada assinou a lista de apoio a Delegado Waldir, já fala abertamente que é preciso encontrar um nome de consenso. Ele critica deputados dos dois lados que, nas suas palavras, ficam atacando um ao outro em vez de procurar uma solução. Na semana passada, Waldir disse que implodiria o presidente Jair Bolsonaro, pai de Eduardo, e o chamou de vagabundo.

O pano de fundo é a briga entre Bolsonaro e o presidente do partido, Luciano Bivar, pelo controle do PSL. Bolsonaro atuou diretamente para tentar tirar Waldir da liderança, substituindo-o pelo filho. No grupo ligado ao presidente, colocar Eduardo no cargo continua sendo a prioridade, já que há preocupação com o impacto nas votações e na composição de comissões. A discussão sobre continuar ou não no PSL ficou em segundo plano com a viagem do presidente à Ásia e ao Oriente Médio.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/10


2019

Negada instalação de barreiras para conter óleo nas praias

Sergipe

Para a da juíza Telma Machado, da 1ª Vara Federal de Sergipe, a instalação de barreiras deve ser feita após avaliação de cada ponto atingido pelo óleo.

(FOTO: ADEMA/GOVERNO DE SERGIPE VIA AGÊNCIA BRASIL)
Da Veja - Por Estadão Conteúdo

 

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou na última sexta-feira, 18, que a Justiça Federal em Sergipe negou pedido do Ministério Publico Federal (MPF) para que o governo federal implantasse barreiras de proteção em todo o litoral sergipano para conter manchas de óleo que apareceram na região.

No entendimento da juíza Telma Maria Santos Machado, da 1ª Vara Federal de Sergipe, a instalação de barreiras deve ser feita após avaliação adequada de cada ponto do litoral que foi atingido pelo óleo.

Segundo a magistrada, a proteção das áreas vulneráveis de forma genérica não seria efetiva e poderia potencializar danos. Na mesma decisão, a magistrada determinou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aumente para 120 o número de pessoas que deverão auxiliar no trabalho de limpeza das praias do estado.

De acordo com o Ibama, o petróleo cru que chegou ao litoral do Nordeste está em uma camada superficial, que não pode ser visualizado em imagens de satélites, sobrevoos e monitoramento por sensores. Dessa forma, o uso indistinto de barreiras de contenção pode evitar a dispersão natural das manchas de óleo.

“Nos casos em que o óleo derramado é de origem conhecida e sua dispersão é prevista, a instalação de barreiras em águas calmas é tecnicamente recomendável para proteger pontos sensíveis, como manguezais. Contudo, se os manguezais já estiverem oleados, a medida poderá provocar o efeito inverso e impedir a depuração natural do ambiente”, explica o órgão.

De acordo com o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, as manchas de óleo nas praias do Nordeste são um caso de poluição “sem precedente” no país e de origem ainda desconhecida. Segundo Salles, o governo federal tem tomado todas as medidas necessárias à identificação do óleo e sua origem, além do recolhimento e destinação do produto desde o início de setembro.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha