Congresso Nordestino de Educação Médica

24/06


2019

O perde e ganha de Bolsonaro com Maia e o Centrão

Não são as maluquices na educação, meio ambiente e política externa. Nem a ótica autoritária. O que mais trava o namoro entre o Planalto e o Congresso, além de cargos e verbas, é a cobrança de freio a Lava Jato

 Andrei Meireles - Os Divergentes

A bola está na Câmara dos Deputados. Nesse momento do jogo, partida decisiva sobre a reforma da Previdência, Rodrigo Maia e seus parceiros do Centrão estão com tudo — além da bola, a prosa. Seus líderes deitam, rolam e projetam uma agenda própria para destravar a economia e tirar o país do atoleiro. Todos repetindo como mantra o diagnóstico de Rodrigo Maia. “O governo não ajuda muito porque o presidente Bolsonaro tem boa intenção, mas não tem projeto nem foco”, disse Aguinaldo Ribeiro, líder da maioria, em entrevista publicada neste sábado no Estadão.

Outros jornais publicam neste fim de semana o passo a passo dessa agenda do Centrão, batizada na capa da Veja como o Calendário Maia. Seria uma versão mais ampla da que foi saudada, em outras ocasiões difíceis, como o descolamento da economia da política. Dá gás a essa interpretação a alta rotatividade no Palácio do Planalto, onde a chamada  articulação política virou um jogo de peteca entre políticos e generais. Agora nas mãos de um general da ativa.

Leia o artigo na íntegra clicando ao lado: O perde e ganha de Bolsonaro no jogo com Rodrigo Maia e o Centrão ...


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Governo de PE

23/06


2019

Novas mensagens: articulação para proteger Moro

Portal Terra

O jornal Folha de São Paulo, em parceria com o site The Intercept Brasil, publicou neste domingo, 23, novas mensagens atribuídas ao ministro da Justiça, Sérgio Moro (ex-juiz federal), e o procurador da República Deltan Dallagnol, da Operação Lava Jato em Curitiba. Os diálogos, segundo os veículos, sugerem que, em 2016, membros da força-tarefa do Ministério Público Federal se articularam para proteger Sérgio Moro e evitar tensões com o Supremo Tribunal Federal (STF).

A reportagem aponta que o tema central das mensagens eram documentos da empreiteira Odebrecht que haviam sido anexados, sem sigilo, pela Polícia Federal a um processo da Lava Jato em 22 de março de 2016. Fazia parte do material uma 'superplanilha' com nomes de políticos associados a pagamentos da empreiteira.

De acordo com os veículos, na ocasião, Moro reclamou da Polícia Federal com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa. "Tremenda bola nas costas da Pf", teria escrito o então juiz, no Telegram. "E vai parecer afronta."

O jornal e o site relatam que o então magistrado informou a Deltan que mandaria ao Tribunal ao menos um dos inquéritos em andamento em Curitiba, cujo alvo era o ex-marqueteiro de campanhas do PT João Santana. A publicação narra que o procurador contou a Moro que havia procurado a Procuradoria-Geral da República e lhe sugeriu que enviasse outro inquérito ligado à empreiteira.

Segundo a reportagem, Deltan afirmou ao então juiz que não tinha havido má-fé da PF na divulgação dos documentos. "Continua sendo lambança", aponta mensagem atribuída a Moro. "Não pode cometer esse tipo de erro agora."

Em seguida, relatam os veículos, o coordenador da Lava Jato teria encorajado Moro e lhe prometido apoio incondicional. "Saiba não só que a imensa maioria da sociedade está com Vc, mas que nós faremos tudo o que for necessário para defender Vc de injustas acusações."

As publicações narram que Moro afirmou que temia pressões para que sua atuação fosse examinada pelo Conselho Nacional de Justiça e disse a Deltan que enviaria para a Corte máxima os três principais processos que envolviam a Odebrecht, inclusive os que a força-tarefa tinha sugerido manter em Curitiba.

Em resposta, segundo os veículos, Deltan afirmou ao juiz que falaria com o representante do Ministério Público Federal no CNJ e sugeriu que tentaria apressar uma das denúncias que a força-tarefa estava preparando. A medida, de acordo com a reportagem, permitiria que o caso fosse encaminhado ao Supremo já com os acusados e crimes definidos na denúncia.

Em nota enviada ao jornal, o ministro afirmou que 'não confirma a autenticidade de mensagens obtidas de forma criminosa e que podem ter sido editadas ou adulteradas total ou parcialmente'.

"Repudia ainda a divulgação de suposta mensagem com o intuito único de gerar animosidade com movimento político que sempre respeitou e que teve papel cívico importante no apoio ao combate à corrupção", informa a nota. "A invasão criminosa de celulares de autoridades públicas é objeto de investigação pela Polícia Federal."

Neste domingo, 23, o ministro Sérgio Moro publicou uma mensagem em seu Twitter sem citar a reportagem: "Um pouco de cultura. Do latim, direto de Horácio, parturiunt montes, nascetur ridiculus mus (A montanha pariu um rato)."


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Prefeitura de Caruaru

23/06


2019

Cabral: oferta para delatar empresários e políticos

Durante udiências, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, disse estar à disposição para revelar situações comprometedoras envolvendo políticos e empresários

No dia 21 de fevereiro, o ex-governador Sérgio Cabral rompeu a rotina que vinha mantendo em Bangu 8 , no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.

Escoltado, percorreu 42 quilômetros até o Centro para chegar ao Ministério Público Federal (MPF). Foi ali que, pela primeira vez, confessou o recebimento de propinas .

Desde então, ele já se apresentou quatro vezes diante do juiz Marcelo Bretas para esmiuçar o esquema de corrupção em seu governo. 

Nessas audiências, o ex-governador do Rio disse estar à disposição para revelar situações comprometedoras envolvendo políticos e empresários. Areportagem é do jornal O Globo. (BR 247)


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São João Petrolina

23/06


2019

Nosso bolso: pai e filho, quase R$ 100 milhões

Coluna de Carlos Brickmann

Na recuperação judicial de quase R$ 100 bilhões da Odebrecht, figuram entre os credores o comandante da empresa, Emílio Odebrecht, com R$ 80 milhões a receber. Seu filho Marcelo, o Príncipe dos Empreiteiros, que ficou pouco mais de dois anos na prisão por ter, digamos, pago pixuleco a uma lista telefônica de corruptos, vive hoje em prisão domiciliar, em sua bela casa, usando tornozeleira (haverá tornozeleira de grife?), e é credor de bons R$ 16 milhões. Pai e filho, quase R$ 100 milhões. Sobrará o suficiente para pagar indenizações a funcionários que não subornaram ninguém? Está certo?

Não tenho ainda qualquer informação sobre como repercutiu o diálogo de Moro com a Comissão de Constituição e Justiça, mas arrisco um palpite: a popularidade do ministro deve crescer nas próximas pesquisas. Estava tranquilo, saiu-se bem, nem utilizou um argumento explosivo à sua disposição: dos senadores que o interrogaram, 25% tinham problemas com a Lava Jato. Moro manteve a conversa em alto nível (já Bolsonaro, falando do tema, chamou Jean Wyllys, militante homossexual, de “aquela menina”). Moro agiu certo, sem apelar. E isso deve render-lhe pontos na pesquisa.

De acordo com os diálogos (lembrando que não houve perícia para provar que são verdadeiros), Moro ultrapassou o limite da lei ou se manteve dentro do legalmente aceitável? A discussão está brava. Creio que, com algumas exceções, quem quer Lula livre ou apenas não tolera Bolsonaro dirá que Moro ultrapassou os limites e deve ser demitido. Quem acha que o presidente é o máximo ou detesta Lula acha que Moro agiu dentro da lei. É simples: se o pênalti favorece nosso time, com certeza ocorreu e foi bem marcado.


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Prefeitura de Gravatá

23/06


2019

Uma viagem com Moro e Petra Costa

O ministro da Justiça não cabe no papel do juiz exibido em documentário

Elo Gaspari - Folha de S.Paulo

No mesmo dia (19/6) em que o ministro Sergio Moro atravessava sua maratona de nove horas no Senado, estreava na Netflix o filme “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa.

A cineasta de 35 anos acompanhou as multidões que foram para a rua a partir de 2013, o impedimento de Dilma Rousseff em 2016, a prisão de Lula em abril de 2018 e a eleição de Jair Bolsonaro em outubro.

Filmou o ex-presidente arrumando a mala a caminho da carceragem de Curitiba e a cena em que mediram sua pressão arterial (146x90).

Ao longo de todo o filme, o juiz Sergio Moro e a Operação Lava Jato aparecem como o que foram, um instrumento eficaz de combate à corrupção. No dia de sua estreia, outro Moro, ministro de Bolsonaro, respondia aos senadores que o acusavam de ajeitar a bola com a mão em conversas impróprias com o Ministério Público. 

Entre o que aconteceu e o que está acontecendo, fechou-se um círculo. Ou quase, porque Petra Costa expõe momentos de corrupção explícita que foram varridos para baixo do tapete da política nacional depois do impedimento de Dilma. Além disso, não se sabe onde está o Queiroz.

Há no filme, narrado por Petra, um tom de lamento da vertigem em que entrou o processo político nacional. A proximidade da câmera com o comissariado petista mostra sua onipotência, a autossuficiência doutoral de Dilma Rousseff e o messianismo de Lula.

Numa cena do comício que antecedeu sua ida para a prisão, do alto de um caminhão, ele disse: “Os poderosos podem matar uma, duas, ou cem rosas, mas jamais conseguirão deter a chegada da primavera”. Talvez ele acreditasse que elegeria um novo poste.

Da eleição, com 57,8 milhões de votos, resultou Jair Bolsonaro, o capitão primaveril daqueles que aplaudiam a condenação de Lula.

Tinha razão Nelson Cavaquinho: “Tira o seu sorriso do caminho (...)/ Eu na sua vida já fui uma flor/ Hoje sou espinho em seu amor”.

Depondo no Senado, Sergio Moro evitou discutir o conteúdo de suas conversas com o procurador Deltan Dallagnol, fortificando-se na denúncia da forma ilegal como elas foram coletadas pelo site The Intercept Brasil. Esse novo personagem não cabe no roteiro da vertigem mostrada por Petra Costa. Faz parte de outra história, na qual flores e espinhos crescem juntos.

Petra Costa é cineasta, e Moro era juiz. O documentário tem um explícito viés simpático a Lula, mas não se deve cobrar imparcialidade a uma cineasta. Imparcial seria o juiz Moro. Era?


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23/06


2019

Procuradores articularam apoio a Moro em 2016

Lava Jato x Vaza Jato

Procuradores da Lava Jato articularam apoio a Moro em 2016. Segundo a Folha de S.Paulo, novas mensagens vazadas pelo site The Intercept expõem ainda mais a proximidade entre o juiz e a força-tarefa.

Sérgio Moro, ministro da Justiça: `continua sendo lambança`- 14/06/2019 (Adriano Machado/Reuters)

Da redação da Veja 

 

Os procuradores da Lava Jato armaram apoio ao então juiz Sergio Moro em 2016 para impedir que os atritos entre ele e os ministros do Supremo Tribunal Federal paralizassem as investigações, informou o jornal Folha de S.Paulo, com base em mensagens obtidas pelo portal The Intercept. As tensões entre Moro e o STF aumentariam, na percepção dos procuradores, com a divulgação de documentos encontrados pela Polícia Federal na casa de um executivo da empreiteira Odebrecht que expunham políticos com direito a foro especial.

A divulgação dessa troca de mensagens entre Moro e Dallagnol agrava ainda mais a situação do ministro da Justiça, ao reforçar a relação de cooperação entre juiz e procurador, considerada incompatível com o princípio de imparcialidade exigido a qualquer magistrado. Mensagens divulgadas no último dia 9 pelo Intercept já haviam apontado essa falta. Nelas, Moro diz a Dallagnol ter recebido de “fonte séria” a informação de que uma testemunha estaria disposta a depor sobre transferências de propriedade de um dos filhos de Lula. 

O episódio teve como estopim a decisão da PF de anexar os documentos da Odebrecht nos autos de um processo da Lava Jato em 22 de março daquele ano, sem preservar seu sigilo. No dia seguinte, segundo a Folha, Sergio Moro escreveu mensagem pelo Telegram ao procurador Deltan Dallagnol, chefe da força tarefa da Lava Jato em Curitiba. “Tremenda bola nas costas da PF. E vai parecer afronta”, queixou-se o juiz, que havia se programado para enviar ao tribunal o inquérito sobre João Santana, o marqueteiro das campanhas petistas.

Dallagnol informou Moro já haver entrado em contato com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o aconselhou a enviar outro inquérito. Horas depois, escreveu novamente a Moro para indicar não ter havido má-fé da PF. “Continua sendo lambança. Não pode cometer esse tipo de erro agora”, respondeu o juiz.

O procurador prometeu apoio incondicional a Moro. “Saiba não só que a imensa maioria da sociedade está com Vc, mas que nós faremos tudo o que for necessário para defender Vc de injustas acusações”, escreveu ao juiz, que temia o exame de sua atuação pelo Conselho Nacional de Justiça.

Ainda segundo a Folha, Moro informou Dallagnol sobre sua decisão de enviar os três principais processos sobre a Odebrecht ao STF, inclusive o do caso de Santana. Dallagnol prometeu conversar com o representante do Ministério Público no CNJ e indicou que apressaria o envio ao  STF de denúncias em preparação, com os acusados e crimes já definidos.


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Asfaltos

23/06


2019

BNDES: Guedes instrui Montezano sobre "caixa-preta"

Guedes instrui novo presidente do BNDES sobre abertura da caixa-preta.

Foto: Leo Pinheiro | Valor

O Globo - Por Lauro Jardim

 

Gustavo Montezano, o novo presidente do BNDES, já foi instruído por Paulo Guedes sobre como agir para abrir o tema caixa-preta, caríssimo a Jair Bolsonaro.

Basta que ele deixe claro, seja por meio de uma entrevista ou por nota oficial do banco, que os empréstimos dados a Cuba e Venezuela foram péssimos negócios e que os financiamentos à Odebrecht, JBS e outras empresas envolvidas em escândalos foram dados por imposição política dos governos petistas.


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23/06


2019

Governo anunciará redução do preço do gás natural

O plano de Paulo Guedes para reduzir preço do gás natural.

Foto: Leo Pinheiro | Valor

O Globo - Por Gabriel Mascarenhas 

 

O governo está planejando fazer uma megacerimônia no Palácio do Planalto entre o final deste mês e o início de julho para anunciar o plano de redução do preço do gás natural, elaborado por Paulo Guedes. 

A ideia é reunir a indústria inteira para bater bumbo em torno da principal pauta positiva apresentada pela equipe econômica até agora, depois da reforma da previdência, claro.


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Bm4 Marketing 2

23/06


2019

Saneamento: apenas 85 municípios cumprem requisitos

Brasil

Por que apenas 85 municípios cumprem bem requisistos de saneamento. Ranking mostra que quanto mais distante do eixo Sul-Sudeste, piores são as condições.

Foto: Marcos Alves / Agência O Globo

Época - Por Matheus Rocha

 

Em Porto Velho, capital de Rondônia, na região norte do país, apenas 4,5% do esgoto é coletado. Menos ainda é tratado: 3,2%. Além disso, dos resídulos sólidos coletados, somente 0,2% tem a destinação adequada.

Não à toa, a capital é a pior do país quando o assunto é saneamento básico. A realidade é bem diferente no outro extremo do país. 

Em Curitiba, no Paraná, 100% do esgoto é coletado e tratado e todos os resídulos sólidos coletados vão para o destino correto.

A universalização do acesso ao saneamento básico, no entanto, é exceção: apenas 85 dos municípios brasileiros cumprem todos os indicadores de saneamento. Na prática, quanto mais longe do eixo Sul-Sudeste, maior a chance de se encontrar cidades com a realidade de Porto Velho. [...] Confira a íntegra aqui: Por que apenas 85 municípios cumprem bem requisitos de saneame

 


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23/06


2019

Governo vai anunciar novo Mais Médicos

Como será o novo Mais Médicos. Luiz Henrique Mandetta está fechando o esqueleto do que será o novo Mais Médicos.

Marcos Corrêa | Presidência da República

O Globo - Por Gabriel Mascarenhas

 

Os profissionais deixarão a condição de bolsistas para serem regidos pela CLT. A remuneração, hoje de R$ 11,8 mil, vai aumentar e variar de acordo com a região. Quanto mais remoto o posto, melhor será o salário.

Mandetta planeja oferecer R$ 15 mil por mês aos selecionados, podendo superar os R$ 20 mil, a depender da localidade.

Estima-se que as mudanças jogarão o custo do programa dos atuais R$ 2,5 bilhões por ano para perto de R$ 4 bilhões.

O projeto, como tudo no governo, será submetido ao escrutínio de Jair Bolsonaro e à tesoura de Paulo Gudes antes de ir para o Congresso.


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23/06


2019

Snowden já alertava sobre as falhas do Telegram

Em 2017, Snowden já alertava para as falhas de segurança do Telegram.  O ex-funcionário da NSA é grande incentivador de outro aplicativo de mensagens: o Signal.

Aplicativo de mensagens Telegram já promoveu desafios Foto: DADO RUVIC / Reuters

Época 

 

O vazamento de mensagens trocadas no Telegram pela força-tarefa da Lava Jato colocou em xeque uma das principais bandeiras do aplicativo: a ideia de que ele seria mais seguro que o Whatsapp. 

Dois anos antes, no entanto, a segurança do aplicativo já havia sido questionado por Edward Snowden. Ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) americana e responsável por revelar o esquema de espionagem capitaneado pelos EUA, Snowden escreveu em 2017 uma série de tuítes expondo pontos que tornavam o Telegram pouco seguro. [...] Confora a íntegra da matéria clicando aqui: Em 2017Snowden já alertava para as falhas de segurança do ...

 


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