Governo de PE

24/08


2019

Governadores: presidente subestimou crise

Para governadores, Bolsonaro subestimou crise e ampliou desgaste do Brasil com retórica voltada às redes

Foto: Fonte/Brasil247

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Governadores diretamente envolvidos na gestão da crise deflagrada pelos incêndios na Amazônia avaliam que Jair Bolsonaro subestimou o problema e ampliou o desgaste do Brasil com sua retórica. Para eles, o presidente tratou uma questão de dimensão global da mesma forma que opera polêmicas miúdas, “falando com a bolha, apostando no acirramento”.

Os que buscam ajuda de entidades internacionais relatam desconfiança geral de “complacência institucional” com o desmate.

Para políticos de estados que estão no centro da tribulação, o encadeamento das ações do governo acabou dando corpo à narrativa de que ele estimula uma política antiambientalista. Primeiro o desprezo a números de institutos oficiais, depois o ataques às ONGs e, por último, a tese do complô externo contra o agronegócio nacional.

Para um governador do Norte, a imagem da atividade rural do país no exterior já foi fortemente abalada –e será duro reverter esse fenômeno.


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Prefeitura do cabo

24/08


2019

GSI leva culpa por reação demorada a queimadas

Amazônia

Governo culpa gabinete de general Heleno por reação demorada a queimadas na Amazônia. Segundo avaliação, GSI não teria percebido a dimensão do problema. 

Foto: fonte Brasil247                                                                                                          Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

O governo de Jair Bolsonaro demorou a perceber o impacto negativo que as queimadas na Amazônia já estavam tendo sobre a imagem do Brasil no meio da semana. Integrantes da equipe presidencial admitem o cochilo —e responsabilizam, entre outros, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional), comandado pelo general Augusto Heleno.

O GSI, por essa análise, não teria percebido a dimensão do problema. E, quando isso enfim aconteceu, teria demorado a reagir a ele.

Por causa das falhas, apenas na quinta (22) o governo teria acordado para a dramaticidade dos fatos.

A repercussão internacional já era a pior possível antes disso —mas o presidente seguia batendo na tecla que ONGs poderiam estar por trás das queimadas, sem anunciar qualquer medida para conter o fogo.

Não é a primeira vez que o gabinete de segurança sofre críticas. Há alguns meses, ele foi atacado por Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, no episódio em que um militar foi preso com cocaína na Espanha em um avião da comitiva presidencial.


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Detran

24/08


2019

Bolsonaro promete tolerância zero contra desmate

Presidente Bolsonaro promete tolerância zero contra desmate, mas repudia retaliações internacionais. Em discurso recebido a panelaço em diversas cidades brasileiras, presidente diz que punirá desmatamento ilegal. 

Foto: Fonte Brasil247

Folha de S. Paulo - Por Gustavo Uribe

 

Em tom protocolar e mostrando-se mais moderado do que nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi a rede nacional de TV na noite desta sexta-feira (23) defender que o alastramento das queimadas pela Floresta Amazônica não sirva de pretexto para sanções ao Brasil.

No discurso de 4 minutos e 30 segundos recebido com panelaço em bairros de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, o presidente prometeu adotar “tolerância zero” na questão ambiental,  evitou citar o nome de líderes europeus e pediu serenidade, afirmando que “espalhar dados e mensagens infundadas dentro ou fora do Brasil não contribui para resolver o problema”.

Na véspera, o francês Emmanuel Macron divulgara uma foto de queimada tirada há ao menos 15 anos para abordar o problema atual.

Bolsonaro, contudo, buscou naturalizar as queimadas, relacionando-as à estiagem, e a maior exploração econômica da floresta, dizendo que a população local “aguarda dinamismo econômico proporcional às riquezas ali existentes”.

“Incêndios florestais existem em todo o mundo, e isso não pode servir de pretexto para possíveis sanções internacionais. O Brasil continuará sendo, como foi até hoje, um país amigo de todos e responsável pela proteção de sua Floresta Amazônica”, afirmou.

Dados aferidos por satélite pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), pela Nasa e pela organização de pesquisa Imazon indicam tendência de aumento no desmatamento na Amazônia desde 2012, com avanço neste ano. 

Os focos de queimada também são mais numerosos. Não há ainda dados consolidados disponíveis sobre este ano, porém, que permitam dizer se houve salto abrupto ou maior aceleração sob Bolsonaro. 

A questão amazônica ganhou volume após Macron classificar os incêndios como crise global, prometer levar o assunto neste fim de semana no G7 —que integra com EUA, Canadá, Reino Unido, Itália, Alemanha e Japão— e ameaçar barrar o acordo comercial Mercosul-União Europeia.

“Diversos países desenvolvidos não conseguiram avançar com seus compromissos no âmbito do Acordo de Paris [sobre o Clima]. Seguimos, como sempre, abertos ao diálogo, com base no respeito, na verdade e cientes da nossa soberania”, disse Bolsonaro.

Ele ressaltou que países ofereceram ajuda para conter as queimadas e “levar a posição brasileira junto ao G7” —alusão aos Estados Unidos.

A cadeia nacional faz parte de uma série de movimentos coordenados deflagrada na noite de quinta (22) para responder à pressão de líderes europeus e da opinião pública ante as queimadas na Amazônia, em uma corrida para conter danos à imagem do país.

No discurso, o presidente ofereceu autorizar por meio de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) o emprego das Forças Armadas aos países da Amazônia Legal para combater os incêndios e disse que a proteção da floresta é dever do país. “Somos um governo de tolerância zero com a criminalidade. E, na área ambiental, não será diferente”, afirmou.

Mais cedo, Bolsonaro assinara um decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União que permite aos militares atuar em áreas de fronteira, terras indígenas, unidades de conservação ambiental e outras áreas da região.

A GLO valerá deste sábado a 24 de setembro. O pedido foi protocolado pelo governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL), e deve ser endossado por mais governantes da região —na terça (27), o presidente receberá nove deles.

A Presidência também montou uma força-tarefa com cinco ministérios (Defesa, Relações Exteriores, Meio Ambiente, Secretaria-Geral e Casa Civil), passou a estimular a denúncia de queimadas criminosas e avalia liberar recursos para combater o fogo. 

Confira a íntegra com o vídeo aqui: Bolsonaro promete tolerância zero contra desmate, mas repudia


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Magno coloca pimenta folha

23/08


2019

Meu editorial no Frente a Frente – 23/08/2019

Se você perdeu o Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife, escute agora o meu editorial.


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23/08


2019

Aqui é Petrolina!

Por Miguel Coelho*

Quem vê essa foto assim de primeira pode até achar que é outra cidade, mas não, meu amigo: Aqui é Petrolina! Ela simboliza bem o que o trabalho em conjunto com Fernando Filho e nossa força política têm proporcionado à nossa Terra dos Impossíveis.

Poderia dizer o orgulho, a emoção e a alegria que sinto vendo nosso Jardim Sensorial finalizado, mais uma obra entre tantas outras prontas para ser inaugurada, porém, o que tenho ainda mais forte neste momento é a certeza: aqui sempre foi Petrolina, só faltava quem trabalhasse com o coração e por amor de verdade.

*Prefeito do município de Petrolina


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Prefeitura de Limoeiro

23/08


2019

Tadeu alerta para prejuízo irreversível na Amazônia

“O presidente da República, com sua maneira errática e leviana de fazer politicas externa e ambiental, está levando o Brasil a um caminho suicida”. A afirmação é do deputado Tadeu Alencar, líder do PSB na Câmara, para quem as ações e pensamentos de Jair Bolsonaro em relação ao desmatamento da Amazônia constituem, por si, uma grave ameaça ambiental, passível de sanções internacionais.

"Não obstante os criminosos desmatamentos incentivados, em grande medida, pelo discurso irresponsável do presidente, o País caminha para um isolamento comercial e ecológico sem precedentes. Um prejuízo irreversível. Tudo isto resulta no afrouxamento da fiscalização e no empoderamento que maus empresários passaram a ter a partir das ideias e decisões do governo", afirmou o parlamentar que defendeu, ao mesmo tempo, a apuração urgente e rigorosa dos incêndios.

Para Tadeu Alencar, a postura de Bolsonaro atribuindo às ONGs os incêndios criminosos que atingem a floresta amazônica e apavoram o mundo, mesmo admitindo a ausência de provas quanto a essa grave imputação, é mais uma manobra diversionista, além de redutora da sua responsabilidade pelo que pode acontecer, não só ao País como ao planeta.

"O que sai da boca do presidente, diariamente, particularmente na questão da Amazônia, é inacreditável e envergonha os brasileiros diante da comunidade internacional, particularmente dos países que sempre colaboraram, inclusive financeiramente, com a defesa da nossa floresta, como a Alemanha e a Noruega, hoje tangidas por Bolsonaro", salientou o líder socialista.


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Banner de Arcoverde

23/08


2019

Compesa retoma abastecimento em Saloá e Águas Belas

Os moradores de Saloá e Águas Belas, no Agreste Meridional, têm uma boa notícia para comemorar. A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) anunciou que o abastecimento de água das duas cidades, via rede de distribuição, foi retomado devido às últimas chuvas que ajudaram a recuperar o volume das barragens da Prata, localizada em Saloá, e de Lamarão, em Águas Belas. As cidades estavam sendo abastecidas por caminhões-pipa desde que a Barragem da Prata e Lamarão entraram em colapso em novembro de 2018 e fevereiro de 2019, respectivamente.

A Barragem de Saloá, que tem aproximadamente 250 mil metros cúbicos, recuperou seu volume hídrico em 50%, o que corresponde a 125 mil metros cúbicos. Com isso, a Compesa passou a abastecer os moradores diariamente. Já Barragem de Lamarão alcançou sua capacidade total de 150 mil metros cúbicos permitindo que a companhia abasteça a cidade de Águas Belas em um regime de oito dias com água e oito dias sem. “As chuvas foram providenciais nesse momento e a Compesa agiu rapidamente para retomar os sistemas de abastecimento das duas cidades. Os volumes acumulados garantem água nas torneiras para os moradores de Águas Belas até novembro e de Saloá até dezembro de 2019. O calendário de Águas Belas está sendo elaborado e, em breve, também será divulgado”, informa o gerente da Unidade de Negócios da Compesa, Igor Galindo.

O gerente lembra que a Compesa continua trabalhando em duas obras estruturadoras que beneficiarão a cidade de Águas Belas diretamente: a implantação do Sistema Adutor dos Poços de Tupanatinga e o trecho da Adutora do Agreste que fica entre os municípios de Pedra e Iati - onde estão sendo assentados 38,4 quilômetros de tubulações e recebe o investimento de R$ 42 milhões, recursos do governo federal. Já o Sistema Adutor de Poços de Tupanatinga consiste na perfuração de 20 poços tubulares no Aquífero Tacaratu (Bacia do Jatobá), localizado nos municípios de Ibimirim e Tupanatinga, que terão a capacidade de produzir 200 litros de água, por segundo. A obra está orçada em R$ 54 milhões (recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional) e deve ser concluída até abril de 2020.


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23/08


2019

Bezerros ganha Jardim Botânico as margens da PE 103

O Grupo Rei David deu início às obras de implantação do “Jardim Botânico Rei David”, em Bezerros. O empreendimento está localizado nas margens da PE-103, e tem uma área de mais de 60.000 m2. O espaço vai contar com um centro cultural, uma Unidade de Conservação da Caatinga e jardins temáticos, além de outros equipamentos, como uma pista de cooper de 1.100m.

Na próxima semana, já está agendada reunião de trabalho com a equipe do Jardim, o prefeito de Bezerros, Breno Borba, e secretários. O presidente Nacional da EMBRATUR, o pernambucano Gilson Machado Neto, também manifestou o desejo de estar presente nesta reunião.


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23/08


2019

Justiça suspende impeachment em Goiana

O desembargador Francisco Bandeira de Mello expediu, na noite de ontem, uma decisão que suspende o processo de impeachment instaurado pela Câmara de Vereadores de Goiana. No documento, o magistrado classificou como “crimes comuns” o que motivou a abertura do impedimento do prefeito em exercício da cidade de Goiana, Eduardo Honório, e do gestor afastado, Osvaldo Rebelo Filho.

“…defiro, a título cautelar, a tutela recursal requerida, em ordem a suspender o andamento do processo de impeachment nº 001/2019 movido pela Câmara Municipal de Goiana em desfavor do agravante, ao menos até a apreciação colegiada da controvérsia, o que faço com espeque nos arts. 932, II, c/c 1.019, I, do CPC/2015”, diz parte da decisão do magistrado.

A decisão do desembargador poderá ser revisada ou mantida pelo pleno do Tribunal de Justiça de Pernambuco.


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