Congresso Nordestino de Educação Médica

17/07


2019

PDT suspende atividades de deputados

O PDT decidiu, hoje, abrir processo para decidir a punição aos oito deputados da sigla que contrariaram determinação partidária e votaram a favor da reforma da Previdência. O partido decidiu também que até o fim do processo os deputados ficarão suspensos de suas atividades partidárias.

De acordo com o presidente do PDT, Carlos Lupi, a suspensão significa que os parlamentares não poderão representar o partido nas direções estaduais e nacional, no Congresso, e também não poderão usar a legenda do PDT.

O processo deve durar de 45 a 60 dias. Umas das punições possíveis é a expulsão do partido, mas os deputados também podem sofrer sanções mais brandas, como uma advertência.

Os deputados do PDT que foram temporariamente suspensos são: Tabata Amaral (SP), Alex Santana (BA), Subtenente Gonzaga (MG), Silvia Cristina (RO), Marlon Santos (RS), Jesus Sérgio (AC), Gil Cutrim (MA) e Flávio Nogueira (PI).

Segundo o estatuto do PDT, a pena de expulsão pode ser aplicada a filiados no caso de desrespeito à legítima deliberação ou diretriz adotada pelo partido. Em março, o PDT havia fechado questão contra a reforma da Previdência.

Lupi disse que, caso os deputados "evoluam" e voltem atrás na votação do segundo turno da reforma, prevista para agosto, o partido poderá levar a mudança de postura em consideração na hora de aplicar a pena.

“Como o processo não está esgotado, tem o segundo turno, e nós acreditamos que o ser humano é o único ser vivo capaz de evoluir, quem sabe alguns evoluem, ouçam o que está se fazendo de maldade com a base da sociedade que ganha até R$ 3 mil, R$ 2,5 mil, voltem atrás e voltem para o partido. É claro que a situação de qualquer um dos oito que voltar atrás nessa posição equivocada inicialmente será considerada como uma forte opção pelo partido”, afirmou o presidente do PDT.


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17/07


2019

Fundaj agrega setor sucroenergetico

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos, recebeu, no Conselho Diretor da casa, o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e o Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha, e representantes do setor para debater parcerias envolvendo o segmento açucareiro e a Fundaj. A reunião aconteceu hoje e foi seguida de uma visita à exposição Assucar, que homenageia os 80 anos da obra do fundador da casa Gilberto Freyre. Estiveram presentes os empresários Armando Pontes, Eduardo Monteiro, Renato Cunha, Luiz Antônio de Andrade Bezerra e Gerson Carneiro Leão.

“Estamos abrindo o diálogo com os setores produtivos do Nordeste e do Brasil e começamos pelo primórdio: açúcar, que tem uma importância muito grande nesse cenário econômico, internacional, histórico e contemporâneo em Pernambuco”, abriu Antônio Campos em seu discurso. Ele defende que a Fundaj pode contribuir em diversas áreas para o desenvolvimento do setor sucroenergético, seja na publicação de importantes obras científicas, na produção cultural, cinematográfica, museológica, de educação, formação, qualificação e memória.

O presidente retomou a profunda ligação histórica do setor açucareiro com a Fundaj e o patrono Gilberto Freyre. “Gilberto disse em Assucar, que este ano faz 80 anos, que ‘sem o açúcar, não se compreende o homem do Nordeste’. É missão desta casa fazer isso e é com alegria que eu vejo a visita do Sindaçúcar e de expressões importantes para o setor sucroalcooleiro”. Ele afirma que a parceria é de valiosa contribuição para o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), com foco na internacionalização e no diálogo internacional. 

O presidente do Sindaçúcar-PE, Renato Cunha enalteceu as contribuições que o setor tem a receber com a parceria, sobretudo, no aprimoramento das pesquisas e políticas públicas em favor da competitividade da região Nordeste. “Está na pauta a inovação, o aproveitamento dos recursos hídricos e as pautas de irrigação, que faz com que os canaviais tenham mais longevidade”. De acordo com ele, o setor está em local para fazer uma ressonância onde poderão tentar mais criar parcerias juntos e com o apoio da Fundação.

“A gente inicia uma aproximação mais contínua com a Fundaj, sempre focados no que falava Gilberto Freyre: que o tempo é tríbio, formado de passado, presente e futuro. Nosso presente aqui remete ao passado da história de Pernambuco e se conseguirá a 4 mãos tentar evoluções para que possamos edificar num setor que hoje privilegia a base primária da cana, que é a agroenergia”.

Na área de cultura, a Fundação Joaquim Nabuco pode abrir as portas para edições de livros por meio da Editora Massangana. Já a Coordenação-Geral de Estudos da História Brasileira Rodrigo Melo Franco de Andrade (Cehibra), pode atuar no restauro de acervo bibliográfico e/ou artístico que preservam a memória do setor e, a Massagana Multímidia, atuar na produção de documentários. As três estão  sob a coordenação da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca). 

Por sua vez, a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes), tem a disponibilidade de realizar avaliações de impacto das políticas públicas voltadas para o setor sucroalcooleiro, como equalização, subvenção à cana e venda direta, além de estudos referentes à questão social. Na área de educação, a Diretoria de Formação (Difor), poderá contribuir com cursos para qualificação dos que trabalham no setor, nas  áreas de gestão e economia.


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17/07


2019

Ministro vai a Noronha discutir revisão de taxas

O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, afirmou que o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) e o presidente da Embratur, Gilson Machado, viajarão, amanhã, a Fernando de Noronha para discutir com a concessionária do Parque Nacional Marinho do arquipélago a redução das tarifas de visitação cobradas dos turistas.

No último domingo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a taxa cobrada para visitar as praias do parque "é um roubo" e disse que pretende revê-las.

"O ministro do Meio Ambiente e o presidente da Embratur vão a Fernando de Noronha para, juntos com representantes da concessionária [EcoNoronha], iniciarem estudos para analisar de forma consensual o preço das tarifas", disse o porta-voz, ontem.

"O presidente quer proporcionar também oportunidade de acesso de pessoas de menor poder aquisitivo a tantos e tantos parques e pontos turísticos do nosso país", acrescentou.

De acordo com Rêgo Barros, Bolsonaro se preocupa com taxas de visitação que, segundo ele, "são extremamente onerosas". No entanto, ele ressaltou que os contratos assinados entre o governo federal e as concessionárias serão "perseguidos e atendidos na sua plenitude."

"O que ministro do Meio Ambiente e o presidente da Embratur vão realizar na quinta-feira, juntos com dirigentes daquele órgão que cuida de Fernando Noronha, é buscar pontos de forma consensual para que aquela tarifa, que é de responsabilidade do governo federal, possa ser rebaixada", declarou o porta-voz. De acordo com ele, a eventual facilitação do acesso de turistas deve ocorrer "sem ofender aspectos de proteção ambiental."

A EcoNoronha é a empresa responsável pela administração do parque marinho desde 2012. Até agora, após vencer a licitação, foram investidos R$ 15 milhões no parque. Só no ano passado, a empresa arrecadou R$ 9,6 milhões.

O valor dos ingressos para turistas brasileiros visitarem o parque é de R$ 106. O valor para estrangeiros sobe para R$ 212 – o bilhete vale por dez dias.

Visitantes de Noronha pagam ainda uma taxa de preservação ambiental de R$ 73,52 por dia, com teto de 30 dias.


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17/07


2019

MEC lança programa “Future-se”

O Ministério da Educação lançou oficialmente, hoje, um programa para reestruturar o financiamento do ensino superior público. A proposta, chamada “Future-se”, amplia a participação de verbas privadas no orçamento universitário.

As instituições poderão fazer parcerias público-privadas (PPP's), ceder prédios, criar fundos com doações e até vender nomes de campi e edifícios, como em estádios. Antes da adesão, haverá consulta pública.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que alunos não terão de pagar mensalidade nas universidades públicas, independentemente da faixa de renda. "Sem mensalidade, sem nada", disse o ministro.

O lançamento ocorre em meio ao contingenciamento de verbas das universidades, anunciado no fim de abril pelo governo. De acordo com a associação que representa os reitores das universidades federais, a Andifes, a medida atinge de 15% a 54% dos recursos que podem ser cortados das universidades federais.


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17/07


2019

Começa sábado a Temporada de Inverno de Triunfo

No próximo sábado será iniciada a 61ª Festa dos Estudantes – Festival de Inverno de Triunfo. Este ano os homenageados serão os caretas, figuras brincantes da cidade sertaneja.

O evento anima o  inverno Triunfense, cuja temperatura costuma ser muito baixa neste período do ano, com concertos, exposições em museus, passeios aos pontos turísticos, esportes e muita música com shows variados que tendem a agradar todos os gostos.

A cantora Elba Ramalho abrirá o evento, que será encerrado no dia 27, com show da banda Nação Zumbi e também Danilo Pernambucano. A programação ainda conta com o show romântico de Roberta Miranda.


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17/07


2019

Justiça encerra processo de Adélio

A defesa do presidente Jair Bolsonaro e o Ministério Público não recorreram da decisão da Justiça Federal que considerou inimputável o agressor do presidente, Adélio Bispo de Oliveira. Assim, a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora anunciou, ontem, o encerramento do “processo da facada”, “não sendo mais cabível a interposição de qualquer recurso”.

Em nota, a 3ª Vara Federal da Justiça Federal em Juiz de Fora afirmou que “a sentença transitou em julgado”. De acordo com o texto, “a sentença foi proferida em 14 de junho de 2019. O Ministério Público Federal foi intimado em 17 de junho de 2019 e não apresentou recurso. O Excelentíssimo Senhor Presidente da República, que atuou na ação penal como assistente da acusação, foi intimado em 28 de junho de 2019 e também não recorreu no prazo legal. Por último, a defesa de Adélio Bispo de Oliveira, intimada da sentença”, segundo o Estadão.


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17/07


2019

Planalto quer tomar de Maia o comando do Centrão

O presidente da República, Jair Bolsonaro, resolveu tomar do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o controle do Centrão, grupo de partidos de centro, com cerca de 200 deputados e que decide as votações no Congresso.

Foram destacados para comandar a operação a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), e o ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, que está assumindo a coordenação política do Planalto no lugar de Onyx Lorenzoni.

A ordem é atender no que for possível as reivindicações dos partidos do Centrão por cargos e liberação de emendas. Os agraciados passarão a responder diretamente às demandas por votos do Planalto. Clique aqui e confira a matéria do jornalista Tales Faria na íntegra.


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17/07


2019

Humberto denuncia Dallagnol por lucrar com Lava Jato

As denúncias de que Deltan Dallagnol e outros procuradores da Lava Jato montaram um plano de negócios com palestras e eventos para lucrar com a fama e os contatos obtidos na operação caíram, de acordo com o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), como uma bomba no Parlamento do Mercosul (Parlasul). O senador está em Montevidéu, no Uruguai, onde participa da 65ª reunião plenária com os integrantes do bloco.

Membro da bancada progressista, Humberto declarou, na última segunda-feira, que os colegas dos outros países ficaram perplexos com as notícias divulgadas pela imprensa brasileira e avaliaram que a troca de mensagens publicada reforça o caráter persecutório, político e até financeiro da operação.

“Todos aguardam uma apuração rigorosa dos fatos. Temos conhecimento de que a parcialidade da Lava Jato no Brasil começou há muito tempo. No ano passado, a perseguição se intensificou para evitar que o líder nas pesquisas eleitorais, o ex-presidente Lula, disputasse o pleito. Hoje, estamos vendo os responsáveis por tudo isso sob absoluta suspeita. Eles agiram de foram criminosa e corrupta”, criticou Humberto.

Para o parlamentar, Deltan Dallagnol e outros integrantes do Ministério Público no Paraná buscaram usar o prestígio alcançado com parte da sociedade brasileira com a Operação Lava Jato para vender conferências mundo afora e tirar proveito econômico da situação.

“Eles tentaram organizar fundações e entidades por meio de sociedade oculta e agenciaram entre si a realização de palestras. Agora, temos certeza que a perseguição a Lula também teve um caráter não só político, mas também financeiro”, declarou.

No seu discurso na sessão plenária do Parlamento do Mercosul, o senador ainda afirmou que, a cada dia que se passa, a legitimidade do governo brasileiro eleito se perde, inclusive pelas descobertas reveladas pelo site The Intercept de que objetivos ocultos estavam presentes na atuação do então juiz Sergio Moro e de outros membros da Lava Jato.


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Comentários

Fernandes

Nunca vi trocar tanta mensagem como Moro e Dallagnol! Nem em começo de namoro se troca tanta mensagem!

Fernandes

Tão bonzinho o cidadão Dallagnol, querendo mamar as custas de Lula , e do PT.

Flávio Fernando da Silva

Tão bonzinho esse cidadão, mais conhecido como VAMPIRO, o povo hoje em dia tem acesso a informação e mentiras não colam tão facilmente.