Faculdade de Medicina de Olinda 2

20/10


2019

Gastos com cartão são os maiores dos últimos anos

Gatos com cartão corporativo da presidência são os maiores dos últimos anos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas

 

O arrocho fiscal de Jair Bolsonaro vai da porta do gabinete dele para fora. Os gastos com os cartões corporativos da presidência são os maiores desde 2014.

Entre fevereiro e setembro deste ano — a fatura de janeiro não é contabilizada por se referir a 2018 — a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto, responsável pelas despesas para Bolsonaro, desembolsou R$ 4,6 milhões com seus cartões.

O valor é 24% maior do que os R$ 3,7 milhões consumidos no mesmo período do ano passado; 55% a mais do que os R$ 2,9 milhões de 2017; 62% acima dos R$ 2,8 milhões de 2016 e 26% superior aos R$ 3,6 milhões de 2015. Protegidas pelo selo da segurança nacional, as compras para o capitão são sigilosas.  


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Detran

20/10


2019

Presidente do PSL negocia fusão com PP

Presidente do PSL, Luciano Bivar, negocia com Ciro Nogueira

O presidente do PSL, Luciano Bivar Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Época - Por Guilherme Almeida

 

As conversas de fusão do DEM com o PSL estão perdendo força, e Luciano Bivar sentou à mesa com outro cacique da direita: Ciro Nogueira, o poderoso chefão do PP.

Os dois estão negociando uma eventual fusão entre o PP e o PSL.

Nogueira ofereceu a Bivar o domínio total da Fundação Milton Campos e o comando do diretório de Pernambuco, além de assento na Executiva nacional do PP a deputados que migrassem com ele do PSL para a nova sigla nascida da fusão.

Bivar ainda não topou porque teme perder poder demasiadamente.

Entretanto, a tese da fusão como solução para a crise é bem vista por Bivar.

Os deputados hoje no PSL e que não queiram continuar na nova sigla não perderiam o mandato, mas teriam que deixar para trás o dinheiro do fundo partidário e o tempo de TV a que tem direito.


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13° Bolsa Familia

20/10


2019

Grupos do setor de saúde fazem parte do Novo Mercado

Marcus Vinicius Dias: Pelo novo mercado… da assistência

 

Da Isto É - Por jornal O DIA

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado
 
Na década passada foi lançado no Ibovespa o Novo Mercado, uma espécie de selo de alta qualidade de governança corporativa exigida para empresários que queiram se submeter à abertura de capital de suas empresas. O Novo Mercado hoje se tornou símbolo de transparência e boa governança, e padrão-ouro para a negociação de ações de empresas. Guiadas pelo Novo Mercado, de modo espontâneo, as empresas adotaram boas práticas de governança corporativa para além daquelas exigidas pela legislação vigente.

Essa adesão a regras societárias que protegem e ampliam os direitos dos acionistas, e uma franca transparência na publicidade das políticas e planos empresariais, associam-se a uma rigorosa e robusta estrutura de fiscalização e controle. Resultado: uma maior gama de informações possibilita que o (futuro) acionista avalie de modo mais completo a saúde financeira do ativo. Com comparações e análises mais sólidas, o investidor pode decidir permanecer, ampliar ou zerar sua posição acionária na empresa.

Grandes empresas do setor de saúde, incluindo laboratórios de exames complementares e, sobretudo, grupos ligados à assistência em saúde complementar, fazem parte do Novo Mercado. Atendendo ao alto grau de exigência de governança e transparência, elas divulgam de modo periódico e costumeiro todos os dados relevantes para o acionista.

Imagine o leitor se as informações assistenciais dessas empresas fossem divulgadas com o mesmo apuro com que as informações financeiras são divulgadas aos investidores. O usuário do plano ou do seguro-saúde teria acesso periódico aos níveis de infecção hospitalar a que estão expostos os clientes desta empresa. Teria acesso às taxas de mortalidade para determinado binômio tratamento/doença; e às taxas de reinternação por uma mesma patologia num dado período. A iniciativa seria o equivalente a uma auditoria assistencial e permitiria uma melhor análise do desfecho dos eventos médicos que essas empresas se propõem a tratar.

O usuário é como o investidor: apenas deseja fazer um bom negócio. Em termos assistenciais, o melhor negócio pode ser traduzido como o melhor resultado médico possível por unidade monetária gasta. O usuário merece o seu dividendo – o retorno ao estado anterior a uma doença, por exemplo, pagando para isso o menor preço possível. A transparência assistencial das empresas criará de fato um mercado de saúde baseada em valor, em que o usuário opte em contratar àquela que mais entrega saúde como desfecho.

Comparar dados contábeis, planos de investimento e previsões de fluxo de caixa, permite ao investidor optar pela compra do ativo A, e não B. Ter acesso, de modo transparente, aos indicadores assistenciais de desfecho e qualidade, permitirá ao usuário ter um real subsídio para escolher entre o plano A ou B, e julgar se de fato sua mensalidade está no preço. O que está em jogo, afinal, é a melhor maneira possível de investir em um importantíssimo ativo real: a saúde.

Marcus Vinicius Dias é cirurgião ortopedista do Ministério da Saúde e mestre em Economia pelo IBMEC


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Prefeitura de Limoeiro

20/10


2019

STF avalia que Lula pode passar o Natal em casa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Arquivo O GLOBO

Ministro do STF avaliam que Lula passará Natal em casa. Opinião é unânime.

Épcoa - Por Guilherme Almeida

 

]Ainda não há certeza sobre como nem em que semana, mas ministros do STF têm a avaliação unânime de que Lula passará o Natal de 2019 em casa — e não deve ser pelo regime semiaberto.


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20/10


2019

Governo Bolsonaro supera o “nós contra eles”

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Governo Bolsonaro superou, finalmente, o “nós contra eles” em que se havia transformado a política nacional: os três zeros à esquerda, 01, 02 e 03, e seu pai, o presidente Bolsonaro, promoveram a união de todos os partidos. Brigaram com um por um – inclusive o seu, o PSL. Conseguiram ser surrados no partido que antes de sua entrada era também um zero à esquerda.

O líder do PSL de Bolsonaro, Delegado Waldir, chamou-o de vagabundo. Joice Hasselmann, a bolsonarista das bolsonaristas, foi afastada da liderança por Bolsonaro – mas diz que será candidata à Prefeitura paulistana com ou sem ele. O presidente quis afastar o Delegado Waldir e não teve força para isso. Quer se livrar de Luciano Bivar, que comanda o partido, e não sabe como. Se sair, corre o risco de sair sozinho: os parlamentares que saírem com ele sabem que, fora do PSL, não terão dinheiro para tentar a reeleição.

Alguém falou em dinheiro? Que mau gosto! Todos sabem que a briga é ideológica, uma disputa sobre posições políticas e caminhos a seguir – sendo que o melhor caminho é o que leva ao fim do arco-íris. Não que queiram dar um fim ao arco-íris, que simboliza a diversidade sexual e que um partido tão conservador rejeita; mas dizem que o arco-íris termina num pote de ouro.

Mas, nessas brigas todas, quem tem razão? O caro leitor não será ingênuo de pensar que essa questão está em pauta. Como é habitual nas discussões políticas brasileiras, ninguém tem razão, nem pai nem filhos. E não há santos.


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Magno coloca pimenta folha

20/10


2019

A réplica de Gílson Neto ao deputado Romero Filho

Caro Magno,

Sobre as críticas do deputado Romero Sales Filho, que subestimou a ajuda federal na limpeza das praias em Ipojuca, informo que o Governo Federal está realizando todos os esforços possíveis para reduzir os impactos, inclusive com uso de pessoal dos diversos ministérios e instituições federais em terra, mar e água.

Existem navios realizando trabalhos de contenção e retirada do óleo nas proximidades das áreas monitoradas. Tanto que a quantidade de óleo vazado é muito menor a cada dia.

Estou em missão internacional ao lado do presidente Bolsonaro na China para buscar novos investimentos que gerem renda e emprego para nosso Brasil com olhar constante no que está acontecendo e tomando todas as medidas necessárias e possíveis.

O deputado talvez esteja desinformado e só tenha tido acesso a uma parte pequena da nossa operação, pois o nosso Governo está atento e operante muito antes de qualquer pedido de apoio.

Atenciosamente,

Gilson Machado Neto – presidente da Embratur


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Banner de Arcoverde

20/10


2019

Após Previdência, virão medidas econômicas

Após Previdência, governo planeja enviar medidas econômicas ao Congresso. Intenção da equipe econômica do governo é aprovar reformas tributária e administrativa, fazer mudanças no pacto federativo e acelerar privatizações.

Partidos chegam a acordo para divisão de recursos de megaleilão de petróleo

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 

A área econômica do governo Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, já tem praticamente fechado um amplo pacote de medidas para propor ao Congresso Nacional após a conclusão da reforma da Previdência. A intenção é apresentar o plano como uma agenda de "transformação" do Estado.

De acordo com interlocutores da equipe econômica, as propostas têm sido debatidas internamente nos últimos meses e só não foram apresentadas ainda para evitar ruídos no Legislativo e afastar problemas na aprovação da reforma da Previdência, considerada prioridade e cuja tramitação deve ser concluída nesta semana.

O pacote econômico vai prever ações com o objetivo de melhorar as contas do governo, dos estados e municípios, simplificar procedimentos e estimular o crescimento da economia, visando a geração de empregos. Várias das medidas já foram comentadas por autoridades do Ministério da Economia nos últimos meses.

Confira a reportagem na íntegra aqui: Após Previdência, governo planeja enviar medidas ... - G1


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20/10


2019

Financeira promove juros exorbitantes

A loucura dos juros

Foto: IBE/Getulio Vargas 

Por Carlos Brikmann

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a financeira Crefisa a pagar R$ 10 mil de danos morais e devolver em dobro “a quantia cobrada de forma abusiva” de um cliente – um senhor de 86 anos, pobre (“em situação de hipossuficiência social”). 
A Crefisa, patrocinadora do Jornal Nacional e do Palmeiras, cobrava juros de mais de mil por cento ao ano, informa Pedro Canário, do ótimo portal Consultor Jurídico. 

Mesmo considerando-se os imensos juros bancários no Brasil, a porcentagem chama a atenção. Os juros foram cobrados em três contratos, todos de empréstimo consignado. Nos três casos, foram superiores a mil por cento ao ano. O primeiro empréstimo, de R$ 325,00, tinha juros de 1.415% ao ano. A dívida de R$ 325,00 passou em três meses a R$ 1.900,00. O segundo, de R$ 1.500,00, com juros de 1.019% ao ano, em oito meses chegou a R$ 3.100,00. O último, de R$ 348,00, em seis parcelas, com juros de 1.032% ao ano, alcançou R$ 2 mil.

Além dos danos morais, a Crefisa tem de reajustar os contratos para cobrar os juros da média do mercado, calculados mês a mês pelo Banco Central. O que foi cobrado a mais terá de ser devolvido em dobro, por ordem da Justiça. Diz o desembargador Roberto Mac Cracken, no voto vencedor: “Os juros cobrados são de proporções inimagináveis, desafiando padrões mínimos de razoabilidade e proporcionalidade, e de difícil adimplemento em quaisquer circunstâncias”. O desembargador determinou providências ao Procon de São Paulo, à Defensoria Pública do Estado e ao Banco Central.


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