Congresso Nordestino de Educação Médica

16/06


2019

Demissão: ameaça de Bolsonaro, alvo amanhece demitido

O advogado Marcos Barbosa Pinto apresentou neste sábado (15) uma carta de renúncia. Bolsonaro havia dito estar “por aqui” com Joaqui Levy, presidente do BNDES por manter um ligado a Lula no cargo. Marco Pinto foi indicado por Paulo Guedes.

Tenho orgulho da minha carreira, diz advogado ao pedir demissão do BNDES

William Castanho – Folha de S.Paulo

O advogado Marcos Barbosa Pinto apresentou neste sábado (15) uma carta de renúncia. Ele ocuparia, a convite de Joaquim Levy, a Diretoria de Mercado de Capitais do banco de fomento. Mais cedo, Bolsonaro disse que demitiria Levy na segunda-feira (17) se a nomeação fosse mantida.

Bolsonaro ficou incomodado com o fato de Barbosa ter atuado em gestão petista. Levy também atuou em governos do PT —no de Lula como secretário do Tesouro e no do Dilma como ministro da Fazenda.

Folha teve acesso à carta de Barbosa Pinto a Levy. Ele tentou falar com Levy ao longo do dia, mas não obteve retorno.

“É com pesar que entrego esta carta, logo após ter tomado posse, mas não quero continuar no cargo diante do descontentamento manifestado pelo presidente da República”, escreveu o advogado.

Ele tomou posse na quarta-feira (12) e começaria a trabalhar na diretoria nesta segunda.

"Tenho muito orgulho da carreira que construí ao longo dos anos, seja no governo, seja na academia, seja no mercado financeiro”, afirmou.

Barbosa Pinto foi sócio durante sete anos de Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, na Gávea Investimentos. Segundo ele, em razão de sua experiência acreditava que poderia contribuir na implementação de reformas econômicas importantes para o país.

Barbosa Pinto destacou a relevância do banco para o país. Segundo ele, seu desejo era ajudar no seu fortalecimento. "Infelizmente, isso não será possível." Ele disse admirar o trabalho de Levy e agradeceu o corpo técnico do BNDES


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Governo de PE

16/06


2019

Filho é filho

Coluna de Carlos Brickmann

Mas, mesmo escapando (ao menos até agora) da tentativa de demolição de Moro, Bolsonaro não resistiu a gerar uma nova crise: a demissão de um amigo de quase 50 anos, o general Santos Cruz, da Secretaria do Governo.

O imperdoável erro de Santos Cruz foi não se alinhar aos filhos do presidente e ao escritor Olavo de Carvalho, que fizeram campanha contra ele por achar que não usou direito a comunicação do Governo.

No lugar de Santos Cruz, outro general, este da ativa: o até agora comandante militar do Sudeste, Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira. Santos Cruz declarou sua admiração por Bolsonaro e os dois dizem que a reunião entre eles foi amigável.


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Prefeitura de Caruaru

16/06


2019

Bolsonaro rebaixa os superministros

Fraqueza no Congresso e desordem da Presidência tiram status de Guedes e Moro

Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo

Era uma vez um governo que teria dois superministros, Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça). Entraram por uma porta, saíram por outra.

São príncipes transformados em plebeus da Esplanada dos Ministérios pelo caldeirão da política de Jair Bolsonaro, que tem intestinos envenenados, filé de serpente, pelo de morcego, língua de cão e múmias de feiticeiras, como o cozido das bruxas de Macbeth, mas não tem coalizão parlamentar. Fim.

Os superministros foram rebaixados porque o quase governo do Congresso independente poda suas capas heroicas. Porque Bolsonaro não tem um programa que respalde na prática os projetos de Guedes e Moro. Porque o presidente implicou com Moro, que não incorporou o bolsonarismo "raiz", como no caso menor do decreto faroeste.

Pior, o ministro da Justiça se tornou suspeito de querer a cadeira presidencial em 2022, assunto cada vez mais frequente de Bolsonaro, diz seu entorno.

Moro se torna um retrato na parede, mofado pela umidade da República de Curitiba, um troféu inerte do bolsonarismo.

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado:  Bolsonaro rebaixa os superministros - 16/06/2019 - Vinicius Torres ...


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Prefeitura de Gravatá

16/06


2019

Governador quer explodir traficantes com míssil

As declarações do governador do Rio Wilson Witzel foram feitas durante um discurso na sexta-feira, 14, na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em referência às imagens de criminosos armados na Cidade de Deus, na zona oeste do Rio.

"A nossa Polícia Militar não quer matar, mas não podemos permitir cenas como aquela que nós vimos na Cidade de Deus. Se fosse com autorização da ONU, em outros lugares do mundo, nós teríamos autorização para mandar um míssil naquele local e explodir aquelas pessoas", discursou Witzel.

A deputada estadual Renata Souza (PSOL/RJ), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), divulgou nota de repúdio sobre as declarações do governador.


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16/06


2019

Demissão: os cotados para o lugar de Joaquim Levy

Gustavo Franco, ex-BC, e Salim Mattar, secretário de Guedes, são cotados para lugar de Levy

Bolsonaro afirmou neste sábado que presidente do BNDES está com a 'cabeça a prêmio'

Adriana Fernandes  e  Anne Warth - O Estado de S.Paulo

Com a permanência ameaçada pelo presidente Jair Bolsonaro, integrantes da área econômica já falam reservadamente sobre quem são os mais cotados para substituir o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy. A avaliação é a de que a permanência de Levy tornou-se insustentável depois da bronca em público do presidente.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, largam na frente Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central que assumiu a presidência do conselho do BNDES neste ano, e Salim Mattar, secretário especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Também estão no páreo Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do banco, e Solange Vieira, funcionária de carreira do BNDES e atual presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).


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ArcoVerde

16/06


2019

Armínio: absurdo vetar alguém ex do governo do PT

Sonia Racy - Estadão

Ao tomar conhecimento de que Jair Bolsonaro quer demitir Joaquim Levy do BNDES por causa da contratação de Marcos Pinto, que já trabalhou no governo PT, Arminio Fraga, ex-BC, reagiu: “Um absurdo vetar alguém simplesmente por ter trabalhado em um governo do PT.” E mais: “ Um detalhe menor, mas digno de nota, é que Marcos Pinto é um cara do bem e um superprofissional”, defendeu, em conversa com a coluna na tarde deste sábado, 15. O economista foi sócio de Fraga na Gávea Investimentos.

Por outro lado, pelo que se apurou, Bolsonaro estaria insatisfeito com a atuação de Levy há meses. Fala-se, nos corredores do Palácio do Planalto, que o presidente do BNDES não seria arrojado no comando do banco. E que sua atuação está fora da sintonia dentro da equipe do ministro Paulo Guedes. A ameaça de demissão, de forma pública, seria uma maneira de pressionar Levy a tomar a iniciativa.

A maneira encontrada pelo Presidente da República para tirar Levy do comando do banco, entretanto, é para lá de questionável. Afinal, Levy sequer teria chegado à presidência do BNDES se ter trabalhado para um partido de oposição fosse regra limitadora estabelecia por Bolsonaro. Ou será que o presidente se esqueceu que o economista foi ministro da petista Dilma?


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Asfaltos

15/06


2019

Gato por lebre

As lideranças do Congresso afinadas com a reforma da Previdência colocam a responsabilidade pela retirada da capitalização da proposta no ministro Paulo Guedes, da Economia.

Ele teria vendido a ideia de que o sistema, no Chile, é uma maravilha —quando, na verdade, sofre ampla resistência e pode ser alterado.  (Mônica – Bergamo)


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15/06


2019

Pote até aqui de mágoa com Doria

O encontro entre o governador João Doria (SP) e o coronel de quem chamou a atenção em evento na quinta (13) não conseguiu aplacar todo o mal-estar gerado pelo episódio.

A bancada da bala, que já votou contra o tucano, diz que o desconforto cresceu.

Durante discurso, Doria deu uma bronca pública no coronel ao ver que ele manuseava o telefone. Daí a polêmica.  (Painel)


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bm4 Marketing 6